4 de junho de 2026

Com Secom extinta, Edinho deve assumir Secretaria Geral da Presidência

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Jornal GGN – É destaque no blog do jornalista Kennedy Alencar que a reforma ministerial estudada pela equipe do governo Dilma Rousseff (PT) pode retomar uma fórmula aplicada durante as gestões FHC e Lula: a de empoderar a Casa Civil e a Secretaria Geral da Presidência. No caso atual, o Planalto estaria cogitando extinguir a Secretaria de Comunicação da Presidência e alojar suas funções, assim como seu titular, Edinho Silva, na Secretaria Geral. Consequentemente, o ministro-chefe Miguel Rossetto teria de ser removido para outra área. A dificuldade, nesse cenário, é convencer o PT de que as mudanças são necessárias.

Na segunda (14), ao abordar a reforma ministerial, o ministro Nelson Barbosa (Planejamento) antecipou que o governo pretende economizar R$ 200 milhões com o enxugamento da máquina e ajustes no primeiro escalão. A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça (15) que a reforma será anunciada na quarta-feira que vem.

Secretaria Geral pode reaver articulação política

Do Blog do Kennedy Alencar

Num dos desenhos em estudo no Palácio do Planalto sobre a reforma ministerial, a Secretaria Geral da Presidência seria ocupada pelo ministro Edinho Silva, que poderia atuar como articulador político, incorporando atribuições da pasta de Relações Institucionais. No governo FHC, a Secretaria Geral foi dirigida por Euclides Scalco, então coordenador político.

A atual Secretaria de Comunicação Social seria extinta. As verbas publicitárias ficariam a cargo da Secretaria Geral, como aconteceu com o então ministro Luiz Dulci durante um período do governo Lula. A Secretaria de Imprensa voltaria a fazer o atendimento ao presidente, o que acontecia até a nomeação de Franklin Martins na administração Lula.

O ministro da Secretaria Geral, Miguel Rosseto, poderia ser deslocado para uma autarquia federal, como o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária ). Dilma gosta de Rosseto, mas precisa convencer petistas a abraçar a redução do número de pastas e o fim de secretarias com status de ministério e de secretários com status de ministro.

No governo FHC, Casa Civil e Secretaria Geral abrigaram ministros fortes. Uma reforma que reduza significativamente ministérios na gestão Dilma poderia se inspirar nesse modelo.

A presidente Dilma Rousseff resiste à pressão do PT e do PMDB para tirar Aloizio Mercadante da Casa Civil. O ex-presidente Lula defende a ida de Jaques Wagner da Defesa para a Casa Civil. No PMDB, uma parcela gostaria de ver a ministra Katia Abreu (Agricultura) na função de Mercadante, mas haveria forte repercussão negativa de um segmento peemedebista e também petista. Lula seria contra, por exemplo.

Até o momento, a presidente decidiu pouca coisa a respeito da reforma ministerial e administrativa. Ela ainda pretende conversar com o vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer. Faltam também reuniões com dirigentes do PT e de partidos aliados.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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4 Comentários
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  1. José Abrantes Gonçalves

    15 de setembro de 2015 8:23 pm

    Se é

    para continuar com os mesmos “malas” a reforma serve para o quê?

  2. anarquista sério

    15 de setembro de 2015 8:34 pm

    Não.Não. Não;
      Sem sombra de

    Não.Não. Não;

      Sem sombra de dívidas;

      E nem é por conviqaueçlão

       É por certeza mesmo:

       Esse cara é pilantra.

  3. Augusto Soares

    15 de setembro de 2015 8:58 pm

    A força do agronegócio é inegável . . .

    . . . mas Katia Abreu na casa civil ? Affe . . . só um Kennedy mesmo pra soltar uma dessa.

  4. Samuel Rodrigues

    15 de setembro de 2015 9:18 pm

    Edinho Silva, Kátia Abreu,

    Edinho Silva, Kátia Abreu, Aloísio “O Pedante” que lamentável!

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