
Do ECycle
Paris fechará vias para carros por 24 horas em setembro
No próximo dia 27 de setembro, a capital francesa, Paris, terá um dia bem tranquilo… E não é por causa de algum feriado. A administração da cidade decidiu fechar suas principais avenidas e ruas para veículos durante 24 horas – uma ação inédita.
Veículos motorizados não poderão circular pelas vias parisienses na data determinada (com algumas exceções, como ambulâncias e viaturas policiais) – as ruas estarão bem livres para ciclistas e pedestres. Veículo sobre trilhos funcionarão normalmente.
Exposições, shows e outras atividades de entretenimento estão marcadas, segundo a organização do evento. “Será uma oportunidade para parisienses e turistas aproveitarem a cidade sem barulho, poluição e estresse”, anunciou a prefeita Anne Hidalgo, em seu Twitter.
As áreas sem tráfego incluem 11 bairos (do 1º ao 11º arrondissement), e os mais conhecidos pontos turísticos, como a avenida Champs-Élysées, a Praça da República e de Stalingrado, a Praça da Bastilha e toda área ao redor da Torre Eiffel e do Bosque de Boulogne, entre outros.
Tráfego intenso e problemas climáticos já fizeram a cidade liberar transporte público gratuito por três dias em 2014. No início de 2015, um rodízio de veículos mais intenso foi implementado.
Em dezembro, Paris recebe a Conferência Internacional sobre Mudanças Climáticas(COP21).
paulo vi
1 de setembro de 2015 1:10 pmSe é em Paris é ‘très chic’,
Se é em Paris é ‘très chic’, fora Haddad!
José Arlindo Salgado DeSouza
1 de setembro de 2015 1:11 pmDia 27 de setembro (último
Dia 27 de setembro (último domingo do mês) é o Dia Interncional sem Carro e em todas as cidades da Europa o tráfego fica restrito a ambulâncias, viaturas policiais e bombeiros e táxi (com restrições).
edna baker
2 de setembro de 2015 1:45 amTô chegando em Paris
Tô chegando em Paris exatamente dia 27 de setembro, o dia dos sem carro, espero conseguir chegar ao hotel. Obrigada pelo aviso Nassif. Já entrei em contato com a Organização prá saber das minhas possibilidades.
Luiz Hespanha
1 de setembro de 2015 1:20 pmParis e Haddad
Esse Fernando Haddad ainda vai acabar não se reelegendo prefeito de Paris.
EJ
1 de setembro de 2015 1:45 pmComparação
Paria é uma cidadezinha sem importância. Não é, “coxinhas” paulistas?
Aline C Pavia
1 de setembro de 2015 2:02 pm“Aqui não é Amsterdã”
Como gritou o midiota elitezinha sórdida semana passada.
Com um epíteto maravilhoso à ciclista. “Aqui não é Amsterdã, sua vagabunda!”
São Paulo NÃO MERECE um prefeito colosso como Haddad. Merece, no máximo, um datenóide celerado, ou uma lorpa pseudo-evangélica qualquer. Faz dois anos que pagam pelo ar que entra nas torneiras e seu ódio é contra ciclovias a ponto de jogar tachinhas para os ciclistas!! Paulistano médio é sórdido, doente, hidrofóbico. Haddad está 50 anos à frente da cidade que governa. No mínimo.
leonidas
1 de setembro de 2015 2:07 pmParis?
Lá as fontes que ficam
Paris?
Lá as fontes que ficam à vista da janele de onde o Haddad despacha estão na mesma situação ?
A cidade de S Paulo no centro velho esta DESTRUIDA, VANDALIZADA, IMUNDA E FEDIDA
E neguinho vem fazer analogia com Paris?
rs
Obs: Se tivessemos o grau de cuidado e conservação que vemos por lá eu até aceitaria isso.
MarFig
1 de setembro de 2015 2:33 pmRs,
Fui em Paris o ano
Rs,
Fui em Paris o ano passado e lá também tem muito fedor, pixação, metrô superlotado, sujeira, mendigos. Deixa de ser complexado.
leonidas
1 de setembro de 2015 3:05 pmClaro, é igualzinha a sao
Claro, é igualzinha a sao paulo…rs
Buque17
1 de setembro de 2015 3:07 pmVocê não conhece Paris.
Você não conhece Paris.
leonidas
1 de setembro de 2015 5:48 pmMas conheço São Paulo e posso
Mas conheço São Paulo e posso avaliar o grau de abandono aos monumentos de uma em relação a outra.
Acho tão patético esse negocio de neguinho querer só falar daquilo que tenha visto, levado ao pé da letra não haveria considerações sobre quase nada que se discutisse.
até pq tem frances que não conhece paris e nem por isso não pode constatar coisas obvias…
Marcotog
1 de setembro de 2015 6:20 pmEmbora o Nassif me bloqueie
Embora o Nassif me bloqueie constantemente, vou tentar pela última vez responder:
Eu conheço São Paulo e Paris. São cidades completamente diferentes. Pra começar, Paris é praticamente toda plana (ou seja, dá para pedalar), tem transporte público decente, é EXTREMAMENTE bem pavimentada, praças, parques e monumentos são muito bem cuidados. Calçadas são bem feitas.
Quanto a São Paulo, sinto informar os fãs do alcaide. Transporte público é uma vergonha, ruas MUITO mal pavimentadas, centro completamente abandonado. E o prefeito se preocupa em construir ciclovia superfaturada e mal feita na av. paulista.
Em Paris, fechar o trânsito para os carros não é o fim do mundo, porque se tem transporte público abundante e de qualidade.
São Paulo não tem nada disso. Tem um prefeito que se imagina um gênio e está tornando inviável morar/trabalhar no local.
Aliás, o Haddad deveria dar o exemplo. Já que ele gosta tanto de citar Europa (outro ponto: não, na europa não trafegam a 50km/h em vias de trânsito rápido. Isso é historinha pra boi dormir contada pela prefeitura), porque ele não vai trabalhar TODOS os dias de transporte público?
Roberto Monteiro
1 de setembro de 2015 3:09 pmNão, lá falam francês
desde crianças.
Marcos Costa
1 de setembro de 2015 3:22 pmSão Paulo é bem diferente (que bom!) de Paris!
E isto é o que menos importa neste debate. O que me parece mais significativo, é verificar um movimento, em várias partes do globo, de revisão do modelo urbano atual. Em comum estas diversas ações parecem convergir para um ponto primordial: recuperar a noção do espaço público como o lugar por excelência da sociabilidade. Noção esta que foi soterrada por um urbanismo, influenciado pelos modernistas, que via o espaço público como mero local de circulação. Felizmente São Paulo, Paris e muitas outras cidades buscam construir novas urbanidades, cada uma delas com características próprias irrepetíveis.
leonidas
1 de setembro de 2015 4:18 pmclaro…rs
agora a pergunta
claro…rs
agora a pergunta de 1 milhão de dólares.
ta falando da São Paulo do Alckymin ou do Haddad?
Se o prefeito fosse o Russomano essa euforia toda seria a mesma?
cadacoisa…rs
Vagalume do Brejo
1 de setembro de 2015 2:59 pmE se depender de você
E se depender de você continuaresmo na mesma.
Roberto Monteiro
1 de setembro de 2015 3:12 pmNão conheço Paris,
mal conheço São Paulo. Mas acredito que os parisienses tratam bem melhor sua cidade do que os paulistanos a sua. Não adianta colocar a culpa num único prefeito. Foi o Haddad que deixou chegar a este estágio o centro velho de SP? rsrsrs
JoaoMineirim
1 de setembro de 2015 2:10 pmMeus Deus ! Que mancha
Meus Deus ! Que mancha vermelha é aquela na rua ?
Isso deve ser coisa de comunista. Fora Hadad !
Vagalume do Brejo
1 de setembro de 2015 2:56 pmUi, cuidado que os paulistas
Ui, cuidado que os paulistas vão fazer protesto contra a frança. è muita liberdade!
alberto tiago
1 de setembro de 2015 3:03 pmMas a açao mais idiota contra
Mas a açao mais idiota contra Haddad foi a cor das ciclovias da do´ do nivel de alguns procuradores
DUDE
1 de setembro de 2015 3:22 pmLembro-me que houve Prefeito de S.Paulo que ousou fazer isto
Como tenho lá meus 72 anos de idade, lembro-me que houve um Prefeito de S.Paulo – não sei o certo, lá pela década de 60, que teve a coragem de fazer isto. A reação foi tão grande que a tentativa não demorou alguns dias. Não me recordo do nome do Prefeito e de seu secretário de transporte. Talvez alguém possa lembrar seu nome.
Certamente, eram pessoas que tinham grande visão do futuro e não foram compreendidos.
Paulo F.
1 de setembro de 2015 6:24 pmDuas observações
Paris é menor em tamanho do que Parelheiros. veja no Google Maps 105 km quadrados o equivalente à uma área de 10,25 X 10,25 km! A população de SP é de 12,5 milhões. Paris tem 12 miilhões de habitantes (área metropolitana). Odds & Sods. Ou como comparar bananas e laranjas e dar o resultado em limões! Voltem e leiam o post de hoje sobre a malha metroviária e vejam a disparidade!
Depois, no dia 28 de setembro, a coisa volta a lesma lerda!
Há tanto marketing lá como aqui!