4 de junho de 2026

O dia em que Doria acabou com a feirinha da praça Buenos Aires

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Foto: Prefeitura de SP

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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9 Comentários
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  1. Ataíde Coutinho

    16 de julho de 2017 4:02 pm

    Doria

    O que Doria esta fazendo afinal ?

    Só vejo materia de destruiçao nao sao mais muros grafitados ou pichados, acaba com leite de crianças , transportes , projetos culturais o que ofereceu em contrapartida ?

  2. Fernando J.

    16 de julho de 2017 4:43 pm

    Cuidado com o Secretário da Cultura André Strume

    Vai querer chamar todo mundo pra briga, e quebrar a cara de todos.

  3. Antonio - Bahia

    16 de julho de 2017 5:14 pm

    Nobre morador,

    além de perplexo pode colocar as barbas de molho, pois os portões da moderação política estão sendo destruídos. Em entrevista à Revista Caros Amigos (acho que foi em 1998), o brilhante Milton Santos já sinalizava que uma hora as massas se levantariam. Se levantariam sem a orquestra de suas lideranças e mostrando os dentes, ai sim a situação fugira ao controle. Acha que vai demorar? A hora que fome apertar…

  4. ADROALDO LIMA LINHARES

    16 de julho de 2017 5:24 pm

    MÁFIA FHC CLINTON! ESGOTO A CÉU ABERTO DESDE 2002!!!

    Pça buenos aires nunca foi lugar de feirinha. É propriedade dos moradores do bairro, formada majoritáriamente por tucanos envenenados. O pessoal da feirinha precisa criar vergonha na cara e mudarem-se prá uma região em que “feirinhas” são bem vindas, onde existam brasileiros de verdade com características básicas de, quem sabe um dia, existir o nascimento de um povo brasileiro libertado das correntes dessa gente fedida de higienópolis (conhecemo-os de pertíssimo, e sabemos nazalmente que fedem demais, e, para nossa tristeza fedem mais ainda mentalmente tamanho o complexo de vira latas, que o próprio blog não nos deixa mentir).

     

  5. rdmaestri

    16 de julho de 2017 5:35 pm

    O antipopulismo e a futura morte política de Dória.

    A dimensão humana não pode ser perdida no discurso político, por exemplo, durante décadas a esquerda tradicional adotou o que Chantal Mouffle e Ernesto Laclau (já falecido) chamam no seu livro “Hegemonia e Estratégia Socialista”, definida como uma concepção “essencialista” da política.

    Ou seja, a esquerda marxista tradicional era incapaz de compreender a especificidade dos movimentos sociais como o feminismo, o movimento ambientalista, o antirracismo e o movimento contra a discriminação LGTB.

    O abandono destas especificidades pela esquerda tradicional, não é devida que esta se posicionasse contra estas causa, poderia-se dizer que sempre estiveram ao lado destas, porém como as mesmas por não caírem exatamente no discurso de com a ênfase na Luta de Classes era marginalizado perante a contraposição entre proletariado e capitalistas, um erro histórico, pois fica claro que estas reinvindicações são mais fortes exatamente nas classes proletárias.

    Como a esquerda parte das bases de igualdade e fraternidade, pensavam seus teóricos que automaticamente as pessoas automaticamente assumindo uma posição de classe social oprimida caiam o marxismo no que a mesma Chantal define como um “essencialíssimo de classe”.

    Este desvio da esquerda se analisarmos o discurso dos neoliberais ainda resulta num desvio ainda muito maior, pois simplesmente estes adotando um “discurso meritocrático” simplesmente abandonam exatamente as “paixões” de que movem a população e que fazem parte da dimensão passional da política.

    Retomando os conceitos dos autores citados, o povo não é uma categoria política, a população esta sim, logo o “povo” deve ser construído estabelecendo os limites entre “eles” e “nós” e contrariamente o desejado para agrupar grande parte da população em seu redor o que Dória está construindo é o “eles” isolando a imensa maioria desta categoria política, o “nós”, através de propostas elitistas e muito mais excludentes do que inclusivas, fazendo exatamente a construção às avessas e desfavorável ao seu grupo político do conceito de povo.

    Em resumo, Dória adota uma postura mercantilista do espaço público de uma forma excludente, quase que num conceito Belle Époque da construção de uma cidade asséptica, higienizada e limpa para que a burguesia possa se movimentar dentro dela como se movimenta nos shoppings.

    1. wilson hugo

      16 de julho de 2017 10:01 pm

      Rapaz, ótimo comentario

      Rapaz, ótimo comentario !!

      Posta no facebook, pois é importante esta análise. AbraçosFraternos.

  6. Edivaldo Dias Oliveira

    16 de julho de 2017 10:04 pm

    Medo da concorrencia
    Provavelmente a feirinha foi fechada porque estava roubando clientes do Shopping Higienoplis, que sustenta o Doria. Ele pediram,Doria atendeu.

  7. MarFig

    16 de julho de 2017 11:04 pm

    É de se imaginar que a

    É de se imaginar que a maioria dos feirantes votou nele, já que ele venceu de lavada em todas as regiões da cidade. 

  8. Jus Ad Rem

    17 de julho de 2017 3:54 am

    .

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