
Enviado por Mara L. Baraúna
Jornal GGN – Veículada desde a semana passada, a campanha de Dia dos Namorados de O Boticário teve uma grande repercussão, porque, no vídeo, figuravam quatro casais, dois deles formados por pessoas do mesmo sexo. Grupos contrários ao comercial, alguns deles religiosos, criticaram a marca, afirmando que a propaganda colocava em risco “a família brasileira” e propondo o boicote aos produtos de O Boticário. A marca respondeu afirmando que “acredita na beleza das relações” e que “valoriza a tolerância e respeita a diversidade de escolhas”.
Odonir Oliveira
3 de junho de 2015 3:04 pmApesar do comercial apego à data …
gostei bastante da abordagem, mesmo nível de afetividade entre os casais e, principalmente do roteiro do vídeo , no qual esses e aqueles se misturam ao comprarem seus presentes, não se sabe quem dará presente a quem. Até aí todos os telespectadores gostaram, aposto e ganho.
Mas quando formam- se os casais, unindo-se toda aquela afetividade demonstrada individualmente antes … aí dá defeito, né não?
Arre, que dó !
Odonir Oliveira
3 de junho de 2015 4:30 pmArre que dó de quem contesta um comercial assim, que fique bem
claro, né.
nosde
3 de junho de 2015 3:13 pmMuito legal . . . .
Muito legal . . . .
Gilson AS
3 de junho de 2015 3:17 pmA marca Boticario corre o
A marca Boticario corre o risco de ter o efeito Babilônia, a novela global de menor audiência para o horário.
Não adianta forçar à barra, o brasileiro ainda é conservador.
Pede intervenção militar
A elite não aceita distribuição de renda.
Racista e preconceituoso social.
A grande maioria do povo ainda tem a cabeça no 3° mundo.
Liberalidade só em pequenos guetos, pequenos grupos sociais.
Tem coisas que é moderno demais para os padrões da grande maioria do povo brasileiro.
Aposto um doce como o Boticário tira a propaganda do ar.
O bolso ainda é o maior argumento.
Pastor Onanias
3 de junho de 2015 4:08 pmVocê está falando com base
Você está falando com base nos seus próprios preconceitos e deboches contra gays, várias vezes expostos aqui, né mesmo?
Gilson AS
4 de junho de 2015 5:18 amEstá me acusando por que
Está me acusando por que ?
Está preocupado que o boticário tire a propagando do ar ?
Corre lá é compre o presente para o seu namorado antes que acabe a oferta, pastor.
Odonir Oliveira
3 de junho de 2015 3:17 pmDe Jean Wyllys:
De Jean Wyllys, no facebook:
Eu estou sem namorado. As naturezas de meus trabalhos me consomem ao ponto de eu não conseguir me dedicar à minha vida amorosa-afetiva (sim, esta, pra acontecer, precisa de uma dedicação mínima).
Contudo, já passei numa loja do Boticário e comprei um perfume para o namorado que ainda não tenho. Não importa se e quando ele vai chegar. O que importa é que O Boticário fez soar, em sua bonita campanha para o Dia dos Namorados, os acordes do mundo que queremos: o mundo onde as pessoas sejam respeitadas, tenham dignidade, visibilidade e possam amar livremente, independentemente de sua orientação sexual, identidade de gênero, cor da pele, etnia, classe social e crença ou não crença em religião; o mundo em que as representações das diferentes expressões do amor e do afeto numa peça publicitária não encontrem resistências por parte de fanáticos religiosos, ignorantes motivados e fascistas diligentes.
“Tudo que eu quero é um acorde perfeito, maior, com todo mundo podendo brilhar num cântico!”, diz a canção de Caetano Veloso. Já comprei o Accordes da Boticário para o namorado que ainda não tenho em resposta ao desamor dos homofóbicos que atacam sua campanha publicitária.
JB Costa
3 de junho de 2015 3:36 pmMenos sofrem os que querem
Menos sofrem os que querem mudar o mundo e não conseguem do que aqueles que tentam resistir a ferro e fogo às mudanças que se apresentam como irresistíveis.
O revigorado segmento conservador, parte dele reacionário, se vale de argumentos que se contextualizados poderiam muito bem servir para justificar a exploração colonial; a supremacia da raça branca e seu corolário, a escravidão negra dada como “normal” e “inevitável”; a subjugação violenta e humilhante da Mulher; as condições sub-humanas a que eram submetidos os trabalhadores e trabalhadoras no sistema capitalista sem freios até o começo do século XX; a exploração vil da mão-de-obra infantil; e tantas outras páginas hoje dadas como vergonhosas e repugnantes, mas que nas suas épocas foram defendidas pelo status quo ao ponto até de criminalizarem aqueles que ousassem pugnar por mudanças.
Entretanto, não precisa volver para tão longe. Basta observar as reações(menos despudoradas, a bem da verdade) desse estamento para os programas sociais destinados aos mais carentes, a concessão de direitos trabalhistas mínimos às ditas empregadas domésticas e o nivelamento jurídico de alguns direitos civis, a exemplo do casamento igualitário para casais LGBT.
Discurso nenhum, por mais retumbante, apelativo, emocional e prenhe de retórica vazia que seja, consegue parar a marcha do progresso, da escalada humana.
Paulo P Ribeiro
4 de junho de 2015 8:08 pmJB Costa, há de concordar que
JB Costa, há de concordar que o legalização do casamento gay no Brasil causaria um rombo ainda maior na Previdência. Ninguém em sã consciência, muito menos a presidenta Dilma, haveria de concordar com esta loucura. Casamento gay pode ser uma forma de relacionamento amoroso, mas não há como equipara-lo ao relacionamento tradicional entre o homem e a muher, capaz de gerar descendentes naturais. No caso da legalização casamento gay, haveria o risco de gays adotarem crianças em massa para se valerem de benefícios da Previdência e dos canais públicos. Em que país do mundo existe isso??
Paulo P Ribeiro
3 de junho de 2015 3:48 pmÉ um tema polêmico, que
É um tema polêmico, que precisa ser resolvido de forma civilizada pelas partes envolvidas. É claro que não dá para fechar os olhos para o avanço das relações homosexuais no Brasil, mas há que se respeitar os costumes de uma sociedade cristã, mesmo que estejamos em um Estado laico. Não defendo a retirada do comercial do ar, mas talvez a saída mais adequada seja exibi-lo após ás 22 horas, horário em que as crianças já estejam longe da TV.
Sérgio T.
3 de junho de 2015 5:45 pmMas…
Estamos no Estado laico, mas… Precisamos respeitar seus preconceitos… Certo?
Paulo P Ribeiro
4 de junho de 2015 1:35 pmSergio T.não me considero uma
Sergio T.não me considero uma pessoa preconceituosa conta gays ou quem quer que seja. Vejo ete episódio de uma maneira bem pragmática. Trata-se de uma estratégia da empresa em atingir um tipo de consumidor que não é foco da publicidade convencional. Ao buscar me desqualificar, você apenas explicita a sua falta de argumentação para discutir o tema de forma aberta e transparente. O produto em si (perfume) não tem nada de ilícito ou danoso, como bebidas alcoólicas, que só podem ser exibidas após determinado horário. Mas, como o comercial esbarra em questões éticas e morais, sua exibição seria mais aconselhável após às 22 horas, já que a mensagem pode influenciar as crianças, que ainda não estão com a sua formação consolidada.
Paulo P Ribeiro
4 de junho de 2015 1:35 pmSergio T.não me considero uma
Sergio T.não me considero uma pessoa preconceituosa conta gays ou quem quer que seja. Vejo ete episódio de uma maneira bem pragmática. Trata-se de uma estratégia da empresa em atingir um tipo de consumidor que não é foco da publicidade convencional. Ao buscar me desqualificar, você apenas explicita a sua falta de argumentação para discutir o tema de forma aberta e transparente. O produto em si (perfume) não tem nada de ilícito ou danoso, como bebidas alcoólicas, que só podem ser exibidas após determinado horário. Mas, como o comercial esbarra em questões éticas e morais, sua exibição seria mais aconselhável após às 22 horas, já que a mensagem pode influenciar as crianças, que ainda não estão com a sua formação consolidada.
JB Costa
4 de junho de 2015 2:09 pmPaulo,
Em quais as questões
Paulo,
Em quais as questões éticas e morais no sentido filosófico-político esbarra a peça publicitária? O correto não seria escrever princípios RELIGIOSOS que, em absoluto, são universais?
Ainda na teia dos teus argumentos, por que a suposição de que as crianças irão se influenciar com a mensagem do comercial? Antecipo a tua resposta: porque a “ideia” de alguns teólogos formadores de opinião, alguns com diploma de psicólogos, afirmam, sem nenhum embasamento científico, que a homossexualidade é comportamental e não um direcionamento genético.
Se validado o teu ponto de vista, não poderia um ateu ou agnóstico peticionar para o Poder Público a mudança de horário de algumas confissões cristãs, incluindo a do Pastor Malafaia, que descaradamente exploram de forma vil, portanto repugnante, o medo, a ignorância e o desespero de seus fiéis? Tangenciando, não raro, o crime de estelionato? Particularmente me acho agredido com esses programas porque agride meu senso de ética e de moralidade.
Paulo P Ribeiro
4 de junho de 2015 4:48 pmJB Costa, concordo
JB Costa, concordo integralmente com as suas colocações a respeito deste pastor Malafaia. que mais se aproxima de um estelionatário do que propriamente de um religioso. Mas, pelo que temos observado, determinados setores da sociedade gostam de se manifetar por redes sociais mas no campo prático se omitem. Mas gostaria de lembrar que o tema do preconceito na publicidade não nasceu em 2015. Não assistimos na televisão propaganda de produtos voltados para as classes A e B com atores negros, a não ser em inserções que exijam música e arte corporal. A aceitação do homossexulaismo como uma forma natural de relacionamento envolve questões éticas e morais que vão além da religião. Antes mesmo do Cristianismo e em civilizações primitivas o tema era abordado dentro de um enfoque não religioso. Voltando para o século 21, a propaganda do Boticário aproveitou-se de uma oportunidade (muitos dirão tratar-se de oportunismo) para vender os seus produtos em uma data comemorativa, sem que a empresa tivesse um histórico de ações neste sentido. Deveriam ter sido mais cautelosos e direcionado a propaganda em horário após às 22hs para testar a reação e depois, quem sabe, expo-la em horário nobre. Com relação às crianças, são sim influenciáveis e deveriam igualmente ser impedidas de assistir a atrocidades como os datenas da vida.
Edsonmarcon
4 de junho de 2015 6:27 pmQuais?
A aceitação do homossexulaismo como uma forma natural de relacionamento envolve questões éticas e morais que vão além da religião.
Quais questões éticas e morais?
Está sugerindo que a homossexualidade seja antiética ou imoral?
Explique.
Paulo P Ribeiro
4 de junho de 2015 8:29 pmEdson, parto do princípio que
Edson, parto do princípio que a Ética é o conjunto de valores que usamos quando é ncessário responder três questões básicas da Vida: Quero, Devo e Posso. Ocore que nem tudo o quero, devo; nem tudo o que devo, posso e nem tudo o que posso, consigo.Já a Moral é um valor individual, que parte do princípio que o indivíduo vive dentro de uma soceidade e nela deve conviver em um clima de respeito e harmonia. Adotando o conceito de Durkheim, que classifica a Moral como “ciência dos costumes”, somos levados a agir de acordo com o imperativo categórico de Kant, no qual a Moral tem caráter obrigatório. Assim sendo, a Moral está presente desde as remotas eras da Humanidade, em que permitido moralmente ao individuo assassinar um filho deficiente físico ou mental e queimar uma floresta apenas para caçar um animal de pequeno porte. Com o avanço da Humanidade, do conhecimento e das técnicas, criam-se sociedades hierarquizadas, com o domínio do poder e surgem também as religiões com códigos estruturados, que passam a ser aplicados igualmente tanto na busca de explicação pelo Divino, como ferramenta de poder e controle econômico. Surge assim o Estado, que passa a compor de forma soberana o controle de toda a sociedade, independente da ideologia do governante de plantão. No caso específico do homossexualismo, que sempre existiu, embora de forma mais oculta, notamos hoje uma ação organizada de seus defensores em impor uma agenda de direitos iguais ao da maioria da sociedade, sem entretanto haver uma contrapartida de deveres. Cria-se assim um conflito na ordem de valores, em que se nota a reivindicação de um grupo pleiteando privilégios em detrimento da maioria, tendo como base uma prática sexual que não é a forma natural de reprodução da raça humana. Assim, surgem dilemas de ordem ética e moral, que devem ser democraticamente debatidos dentro da sociedade brasileira.
Edsonmarcon
4 de junho de 2015 11:38 pmBabaquice
Copiou isso do site do malafaia?
notamos hoje uma ação organizada de seus defensores em impor uma agenda de direitos iguais ao da maioria da sociedade, sem entretanto haver uma contrapartida de deveres.
Os homossexuais cumprem todas as obrigações sociais, como pagar impostos, mas não tem os mesmos direitos dos outros, como casamento civil.
E não tem a proteção legal contra a discriminação como tem as minorias religiosas.
Os homossexuais tem quque cumprir todos os deveres sem ter a garantia dos direitos.
Paulo P Ribeiro
5 de junho de 2015 1:25 pmEdsomarcon. sou totalmene
Edsomarcon. sou totalmene contrário à isenção fiscal e tributária do governo às igrejas, sejam elas católias, evangélicas ou o raio que as parta. Da mesma forma, sou contra verbas públicas para a Parada Gay e contra cotas específicas para homossexuais no funcionalismo público e universidades. E, não existe crime de homofobia. Compara-lo às agessões sofridas por mulheres e caracterizadas na Lei Maria da Penha, bem como crimes de racismo contra o negro são situações historicamente justificáveis e compensatórias. Equipara-las juridicamente é uma visão distorcida e que não tem respaldo em legislações de outros países.
Edsonmarcon
6 de junho de 2015 9:00 pmClaro
E, não existe crime de homofobia
E também não existe racismo no Brasil….
Nossa!!!!
Esse cara toma Ali Kamel e Olavo de Carvalho direto na veia.
Paulo P. Ribeiro
7 de junho de 2015 5:55 pmEdsonmarcon, você deve ter
Edsonmarcon, você deve ter dificuldades na interpretação de textos. Deixei claro que existem crimes específicos contra a mulher e contra negros, leia novamente.
Jorge Luis
3 de junho de 2015 4:09 pmNão vi nada demais no
Não vi nada demais no comercial. Fiquei até positivamente supreso por eles terem figido um pouco da fórmula tradicional, como se o que eles mostraram não acontecesse de verdade. Não sei como tem gente que se sentiu ofendida.
Pereira LF
3 de junho de 2015 4:19 pmSer gay rico é mais fácil
As empresas se interessam por vendas, faturamento e lucro. A empresa “O Boticário” não está avalizando ou induzindo escolhas pessoais. Nem afirmando que o comportamento gay seja algum avanço social ou humano. Produziram um comercial leve, delicado e bonito para atingir um nicho de mercado: gays com poder aquisitivo para as futilidades que produzem. Nada contra; isso movimenta a economia, gera empregos e recolhimento de impostos.
Os gays estão se tornando objeto de mercado. A doutrina do politicamente correto se junta ao interesse comercial para empreendimentos voltados a um publico específico, porém rico. Daí os empreedimentos hoteleiros, de turismo, de publicações, encontros sociais, conferências, etc. Não é coisa para gay pobre. Aliás, para estes há muito pouca simpatia da sociedade e nenhuma solidariedade da própria classe mais privilegiada.
Sérgio T.
3 de junho de 2015 7:29 pmUé…
O Boticário não vende nada para pobre, gay ou hetero. Vivemos numa sociedade capitalista com mercado estruturado para os que têm acesso aos seus produtos. Por que essa implicância em achar que com os gays é coisa de “politicamente correto”? Hetero favelado, ignorante e pobre tem o que a mais que os gays pobres?
Um abraço.
Edson, o menor
3 de junho de 2015 4:52 pmA força da propaganda
Se comercial faz de alguém virar gay por assistir, quero exigir as mulheres que o comercial do AXE garante.
m.cubiak
3 de junho de 2015 4:53 pmo que poe em risco a familia
o que poe em risco a familia brasileira é a terceirização;
é a desorganização urbana que come horas e horas das pessoas para ir aos trabalhos.
é o arrojo!
o que põe em risco a famíla brasileira é o Sr. CUnha.
Alan Souza
3 de junho de 2015 5:42 pmOs ofendidos podem boicotar à vontade!
Que os ofendidos boicotem o Boticário e andem fedidos por aí à vontade!
O mau-cheiro dos corpos deles vai combinar com a podridão das respectivas almas e mentes…
Vânia
3 de junho de 2015 6:19 pmServe para muitos dos que contestam o comercial rsrss
Pai de família tradicional boicota o Boticário e compra presente pra amante em outro lugar
O advogado Carlos Cunha, casado com Maristela Cunha e pai de do casal Davi e Raquel, ficou indignado com o comercial do Boticário para o dia dos namorados onde são exibidos diversos tipos de casais incluindo casais homoafetivos. Carlos acha que esse tipo de propaganda pode influenciar na orientação sexual de seus filhos e publicou em suas redes sociais um textão se posicionando contra esse tipo de arranjo familiar, defendendo a ideia de que “só um homem e uma mulher são capazes de constituir um casal aos olhos de Deus e da sociedade e que qualquer coisa diferente disso é uma aberração”.
Cunha diz que não é homofóbico e nem é preconceituoso, apenas quer ter o direito de preservar a instituição família dentro de sua casa e privar seus filhos do contato visual com o homossexualismo.
Revoltado com a afronta que o Boticário proporcionou aos valores familiares cristãos, Carlos Cunha se recusou a entrar na loja e foi visto em uma loja de perfumes importados no centro da cidade comprando presente de dia dos namorados. Carlos comprou dois perfumes: um para sua mulher e outro para sua amante.
http://sensacionalista.uol.com.br/2015/06/02/pai-de-familia-tradicional-boicota-o-boticario-e-compra-presente-pra-amante-em-outro-lugar/
Alan Souza
3 de junho de 2015 7:04 pmDez minutos rindo!
Vânia quase me matou de tanto rir! Essa do Sensacionalista foi bem no olhinho dos moralistas!