Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Schell
2 de maio de 2015 3:11 amA cidade de joão ninguém – por Tânia Du Bois
A cidade de joão ninguém
por Tânia Du Bois
Você já ouviu falar na cidade de joão ninguém? É a cidade onde todos mandam, ninguém obedece e poucos respeitam.
Noel Rosa, em tempos passados, compôs uma letra com o nome de João Ninguém. O poeta teve sensibilidade para compreender o que estava acontecendo à sua volta; foi capaz de traduzir naquela música o seu tempo social. Trabalhou duro a palavra para tentar mostrar o que estava acontecendo em uma cidade saída da Revolução de 1930, num país carente da palavra; ele soube usá-la para definir o movimento das palavras para com a música: “João Ninguém / Que não é velho nem moço / Come bastante no almoço / Pra se esquecer do jantar / Esse João nunca se expôs ao perigo / Nunca teve um inimigo / Nunca teve opinião.”
Mas, nos tempos atuais, é a cidade em que o povo escuta música em volume excessivo, nos carros, nas ruas, até altas horas; os carros são estacionados de qualquer maneira, em qualquer mão. Nas lojas, parece que cada dono faz o seu próprio horário de atendimento. Não há policiamento. As casas são assaltadas à luz do dia. A novidade é que, agora, os ladrões escalam prédios e até matam para roubar. Os supermercados fixam preços de acordo com a temporada. O saneamento básico é feito e refeito. E como é a cidade de joão ninguém, não são tomadas providências, nenhuma atitude sobre absolutamente nada. Tudo é permitido, tudo podem.
Álvaro Mutis, poeta colombiano, mostra-nos que a força das armas não contempla a permanência, ao contrário, leva à destruição e ao esquecimento; a ilusão do progresso como atos a reconfigurar a terra em novas formas de compartilhamento: “Senhor das armas / ilusórias, faz tanto tempo / que o olvido trabalha / teus poderes que teu nome, teu reino / e torre, o estuário as areias e as armas / se apagaram para sempre…”
E como vivem os forasteiros nessa cidade? Eles entendem que a cidade de joão ninguém é protegida pela natureza. Que o Sol é glorioso e a Lua quando bate no mar reflete os sonhos. Que o entardecer se confunde com as telas de Ivan Freitas. Que o mar é verde esmeralda, como pinceladas de Sansão Pereira. Que os pescadores pertencem à tela de Elias Andrade.
E que, ainda, sentar no terraço e apreciar a paisagem na companhia de Mário Quintana, Jorge Luis Borges e Saramago faz com que consigam esquecer que essa cidade pertence a joão ninguém. A brisa chega com Cecília Meireles e cada momento de “Isto ou Aquilo” é desfrutado com muita sabedoria.
Assim vivem os forasteiros na cidade de joão ninguém, tentando unir as letras ao povo, dando-lhes lápis e papel para perceberem a realidade; desafiando a cidade a arranjar um amor e uma palavra.
Jussara Lourenço
3 de maio de 2015 4:35 amA cidada idealizada pelo
A cidada idealizada pelo Anarquista Sério…
Andre Araujo
2 de maio de 2015 3:49 amhttp://www.barbarossabooks.eu
http://www.barbarossabooks.eu/bmz_cache/5/5d5eafb33ef30c4c04eb2cf428440a27.image.360×550.jpg
O ULTIMO PRUSSIANO – O Marechal de Campo Ger von Rundstedt foi o ultimo grande militar prussiano do Seculo XX.
Produto da exclusiva Academia Militar Alemã, que só admitia 100 alunos por ano e só graduava como oficiais 25 por ano,
a admissão era restrita à familias da ristocracia prussina. Rundstedt, nascido em 1875, foi um dos mais importantes
comandantes alemães da Segunda Guerra, duas vezes Comandante em Chefe na Frente Ocidental em 1940, depois comandante de um dos tres Exercito que invadiram a União Sovietica e finalmente e novamente Comandante em Chefe da Frente Ocidental em 1944 até o fim da guerra. Foi o ultimo Marechal de Campo da casta militar prussiana.
Finda a guerra rendeu-se aos anglo-americanos e foi levada preso à Inglaterra, onde foi no geral bem tratado e protegido pelos ingleses, que respeitavam inimigos de origem nobre. Os russos queriam Rundstedt obviamente para executa-lo mas os ingleses o seguraram bem longe da Russia. Já com saude debilitada foi solto e morreu em casa em 1953.
Suas relações com Hitler sempre foram tumultuadas, era evidente o desprezo de um prussiano para um ex-cabo austriaco mas Hitler precisava de sua figura imponente e altamente respeitada.
Na hierarquia militar alemã da Segunda Guerra atuaram 29 Marechais de Campos mas Rundstedt era o de mais alta autoridade pessoal por sua origem e qualificação, sua frieza, perfil e conhecimento dvam-lhe uma reputação inigualavel.
A Republica Federal lhe negou aposentadoria, ele e a mulher foram mantidos por seus colegas.
O nome Rundstedt é conhecido em todos os exercitos do mundo como simbolo do militar profissional e apolitico.
No meio de uma guerra mundial nunca se curvou a um politico, nem a Hitler, e nunca perdeu a postura de oficial de carreira.
Andre Araujo
2 de maio de 2015 4:36 amhttp://www.gettyimages.com/de
http://www.gettyimages.com/detail/news-photo/world-war-ii-german-general-gerd-von-rundstedt-at-the-news-photo/92424650
O Marechal Gerd von Rudstedt no Museu do Louvre em 1940.
Andre Araujo
2 de maio de 2015 4:05 amhttp://upload.wikimedia.org/w
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3c/Pal%C3%A1cio_Pedro_Ernesto_-_Batalha_do_Riachuelo_-_c%C3%B3pia.jpg
CENTO E CINQUENTA ANOS DA TRIPLICE ALIANÇA – Em 1º de Maio de 1865 foi assinado em Buenos Aires um dos mais importantes atos diplomaticos da Historia do Brasil, o Tratado da Triplice Aliança, entre o Brasil, Argentina e Uruguai, que visava regularizar a a navegação fluvial e os limites dos tres paises com o Paraguai e foi uma preliminar da Guerra do Paraguai. A desintegração do antigo Vice Reinado do Prata deixou o cone sul da America do Sul com disputas de limites
entre os quatro paises do lado oriental dos Andes. A base original era o Tratado de Santo Ildefonso mas o Paraguai tinha
pretensões maiores e zelava especialmente pelo controle da navegação de seus rios lindeiros, unico meio de transporte
na região, não haviam ferrovias ou estradas. Para o Paraguai era um questão crucial, mais que para os outros paises.
Somado a isso o ativismo dos Lopez, pai e filho Presidentes do Paraguai, lideres especialmente ousados e agressivos,
faziam a guerra ser quase inevitavel.
Antonio Vlademir
2 de maio de 2015 10:18 amTriplice aliança?
O que a esquadra inglesa fazia ancorada em Montevideu?
Mara L. Baraúna
2 de maio de 2015 5:28 amCentenário de Zé Trindade e 25 anos de sua ausência
Milton da Silva Bittencourt (Salvador, 18 de abril de 1915 — Rio de Janeiro, 2 de maio de 1990)
Zé Trindade, pseudônimo do baiano Milton da Silva Bittencourt foi um ator, músico e compositor brasileiro, grande comediante de rádio, teatro, cinema e TV.
Zé Trindade nasceu em meio a um drama familiar e a sua infância, até os onze anos, foi muito sofrida. Seu pai, Heitor de Souza Bittencourt, era herdeiro de uma rica e tradicional família baiana que o deserdou ao vê-lo casado com Esther da Silva, uma moça de apenas treze anos e muito pobre. Inconformado com a desaprovação da família, começa a beber até a morte.
Desde menino, Zé Trindade já mostrava seus talentos artísticos ao publicar um poema no Jornal da Tarde, na Bahia.
Aos 11 anos, se emprega como officeboy e ascensorista no Hotel Meridional e lá faz amizade com Jorge Amado e Dorival Caymmi que, como os outros hóspedes, se divertem com suas piadas, ou se encantam com seus versos, poemas ou letras de músicas.
Em 1935, entrou para a Rádio Sociedade da Bahia, vivendo um bêbado no programa Teatro nos ares, que era praticamente uma cópia de Teatro pelos ares, lançado em 15 de abril de 1937, no Rio de Janeiro pela Rádio Mayrink Veiga. A peça chamava-se A bebedeira, e obviamente o protagonista era um bêbado, interpretação que Trindade sempre recordou com uma de suas melhores e a mais importante para o deslanchamento de sua carreira artística ainda em Salvador. Ali iniciou a carreira artística quase por acaso, quando substituiu um ator cômico que não compareceu e, quando se tornou popular, para não chocar seus parentes ricos, mudou seu nome para Zé Trindade, retirado de um livreto de cordel.
O maior sucesso de público de Trindade no rádio vem com a criação, a partir de 1938, da dupla Zé Trindade-Chico Fulô, que protagonizava o programa diário Você precisa?. Tamanho sucesso do programa Você precisa? fez com que seus protagonistas formassem um duo caipira, A dupla da gargalhada, com apresentações em teatros, cinemas e clubes de Salvador e do interior.
Também produzia e apresentava o programa Antigamente era assim, um novo programa de modinhas da Bahia antiga, irradiado aos domingos à noite.
Com a popularidade garantida, Trindade lança, no início de 1942, o seu primeiro livro: Buraco de fechadura, uma reunião de anedotas e pequenos contos humorísticos, esgotado em apenas um mês. A boa recepção ao livro fez com que Trindade lançasse, ainda em 1942, outra publicação: Black-out.
Na primeira semana de outubro de 1945, segue para o Rio de Janeiro, ingressando na Rádio Clube do Brasil e, no ano seguinte, integrando o elenco de humoristas da Mayrink Veiga. Nos quinze anos seguintes seria o melhor cômico do rádio. Brilhou nos programas humorísticos Vai da valsa, A Cidade se diverte, Este norte é de morte e Alegria de rua, entre outros, com textos de Chico Anísio, Haroldo de Andrade e Antônio Maria. Nos anos 80 ele gravou para o programa A Impecável Maré Mansa, com que a Rádio Tupi carioca atendia a sua assídua plateia de nordestinos.Trindade criou bordões como “Com licença da má palavra”, “É lamentável”, “O negócio é experimentar” que eram repetidos nas ruas. Ele inventava expressões que logo passavam a fazer parte do vocabulário nacional. Uma delas virou título de um de seus filmes: Mulheres, Cheguei.
Zé Trindade fez uma brilhante carreira cinematográfica. Foi um dos principais nomes da chanchada carioca, protagonizando vários sucessos. Destacou-se com a figura do anti-herói cômico, enredado nos conflitos entre mocinhos e bandidos. Encarnou como ninguém o antigalã conquistador. Baixinho, gordinho, o bigode fininho marcando um rosto safado, cria as frases “Meu negócio é mulher” e “Mulheres, cheguei”. Ninguém melhor do que ele fez o tipo do malandro.
Sua estreia no cinema foi em 1947 no filme O malandro e a granfina. Depois vieram: O cavalo 13, Fogo na canjica, Anjo do lodo, Tocaia, O rei do samba, O primo do cangaceiro, Tira a mão daí, Genival é de morte, Treze cadeiras, Rico ria à toa, Maluco por mulher, Garotas e samba, Na corda bamba, O batedor de carteiras, Espírito de porco, Mulheres à vista, Viúvo alegre, Os três cangaceiros, Mulheres, cheguei!, Bom mesmo é carnaval, Assim era a Atlântida. Aos 72 anos fez sua última atuação, uma pontinha como ascensorista em Um trem para as estrelas, filme de 1987, do diretor Carlos Diegues, concorrente à Palma de Ouro no Festival de Cannes.
Em 1965, o humorista recupera a veia poética de sua juventude e lança o livro O Poeta Zé Trindade, com capa do artista plástico Carybé e prefácio de Jorge Amado.
Trindade foi um nome de destaque nos programas humorísticos das rádios Mayrink Veiga, Clube do Brasil e Nacional, todas do Rio de Janeiro. Nos anos 70, participou dos programas humorísticos Balança mas não cai e Chico Anysio Show. Em 1986, fez uma participação na minissérie Memórias de um Gigolô, baseada no romance de Marcos Rey, sob a direção de Walter Avancini, onde Zé Trindade interpretou o personagem de Buster Keaton.
De 1954 a 1963, gravou 25 discos de músicas nordestinas, com trovas e pensamentos. Ele gostava de letras temáticas: marchinhas, músicas de carnaval, natal e São João.
Em 1963, seu LP É um Estouro recebeu o troféu “Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, do Ministério da Educação e Cultura, na categoria de melhor intérprete de música regional em disco.
Era casado com Dona Cleusa e tiveram quatro filhos: Anayra, Regina, Ricardo e Christina.
Faleceu de câncer no pulmão, em 2 de maio de 1990, no Rio de Janeiro, aos 75 anos.
Em 2013, foi homenageado no musical Zé Trindade: A última chanchada, de Arthur Xexéo, direção de João Fonseca.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Zv9khklIJu8%5D
Fontes:
Zé Trindade na Wikipédia
Zé Trindade no Dicionário Cravo Albin
Mostra Centenário Zé Trindade
“Mulheres, cheguei!”, por Herbert Carvalho
Zé Trindade antes da fama: nos tempos da Rádio Sociedade da Bahia (1935-1945), por Júlio César Lobo
Vídeos:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=W73GiwoBBi8%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=sggBZ-8vw0I%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=hQm6csCOhFA%5D
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[video:https://www.youtube.com/watch?v=eqZYeTqmdkU%5D
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[video:https://www.youtube.com/watch?v=nFVIbrPhakQ%5D
Notívago
2 de maio de 2015 6:11 amUm 1º de Maio levemente favorável ao governo
E não é que deu certo…
No Primeiro de Maio, os vídeos de curta duração com a Dilma fizeram o maior sucesso.
Pela primeira vez o PIG se curvou diante da blogosfera. E a Folha de São Paulo, que publicou os três principais vídeos, onde Dilma falava de salário mínimo, terceirização e diálogo, saiu catando na blogosfera o que a mulher tinha dito de importante. Encontrou e, pasmem!, publicou.
Meus parabéns aos jornalistas do PIG que pela primeira vez recorreram a fontes fidedignas de informação (espero que eles se acostumem). E como os vídeos já se encontravam editados, ficou difícil produzir uma montagem, até porque não havia tempo.
E pela primeira vez tivemos um primeiro de Maio levemente favorável ao governo Dilma.
É isso aí, Edinho Silva: contra os inimigos juramentados do Brasil só nos resta a Inteligência. Porque pancadaria é com o Beto Rincha, ou melhor, com os governadores do PSDB.
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:17 amMO E PRECONCEITOS
ATLÂNTICO NEGRO
Selecione…– Geledés– – Worldwide– – Quem Somos– – O que fazemos?– – Projetos em andamentos– – Publicações de Geledés– – Gęlędę na tradição yorubá– Áreas de Atuação– – Direitos Humanos– – Educação– – – Pensando a Educação– – – Planos de Aula– – – Dossiê Monteiro Lobato– – Comunicação– – Saúde– – Mercado de Trabalho– – Pesquisas– – Políticas Publicas– Questão Racial– – Artigos e Reflexões– – Violência Racial e Policial– – Lei 10639/03 e outras– – Cotas Raciais– Questões de Gênero– – Violência contra Mulher– – Mulher Negra– – LGBTI– Em Pauta– Racismo e Preconceitos– – Casos de Racismo– – Casos de Preconceito– – Defenda-se– Atlântico Negro– – África e sua diáspora– – Africanos– – Afro-americanos– – Afro-brasileiros– – Afro-canadenses– – Afro-europeus– – Afro-latinos– – No Orun– – Patrimônio Cultural– – Esquecer? Jamais
ATLÂNTICO
MO E PRECONCEITOS
Mãe expulsa filho gay de casa e avô manda carta de repúdio
Um senhor ficou indignado com sua filha depois de saber que ela expulsou o filho (que é seu neto) de casa, por descobrir que ele é gay e escreveu uma carta. Ao longo de quatro parágrafos escritos à mão ele a critica.
Cara Christine
Você me desapontou como filha. Você está certa sobre termos uma “vergonha na família”, mas errou sobre qual.
Expulsar seu filho de sua casa simplesmente porque ele disse a você que era gay é a verdadeira “abominação”. Uma mãe abandonar o filho é que “é contra a natureza”.
A única coisa inteligente que ouvi você dizer sobre tudo isso é que “não criou seu filho para ser gay”. Claro que não criou. Ele nasceu assim e escolheu isso tanto quanto escolheu ser canhoto. Você, entretanto, fez a escolha de ser ofensiva, mente-fechada e retrógrada. Então, já que esse é um momento de abandonarmos filhos, acho que chegou a hora de dizer adeus a você. Sei que tenho um fabuloso (como os gays dizem) neto para criar e não tenho tempo para uma filha que é uma b. sem coração.
Se encontrar o seu coração, ligue pra gente.
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:25 amOdonir Oliveira
2 de maio de 2015 11:10 amE como são perigosos!
Daí a importância da conscientização na luta, da união nas escolas, nos bairros, nas cidades e no país.
De todos os que consideram a EDUCAÇÃO maiúscula uma arma, peguemos em armas.
Lutemos com os professores.
“Tipo assim” : MEXEU COM ELES, MEXEU COMIGO, sabe comé?
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:30 amO mundo está ficando cada vez
O mundo está ficando cada vez mais ridículo:
Empresa cria pau de selfie que parece braço para tirar fotos ‘acompanhado’
Designers americanos criaram produto que ainda está em fase de testes.
‘Braço de selfie’ faz com que pessoa sozinha pareça estar com outra.
Dois designers americanos tentaram resolver o problema de quem viaja desacompanhado: criaram o “selfie arm” (braço de selfie, em português), um pau de selfie que tem o formato de um braço e uma mão.
Com o celular encaixado em uma das pontas, a pessoa retratada na imagem parece estar segurando a mão de alguém. Em texto publicado no site Design Boom, um dos criadores da invenção, Aric Snee, afirma que se baseou na premissa de que “ninguém quer estar sozinho enquanto tira fotos de si mesmo”.
O produto, feito de fibra de vidro, ainda está em fase de testes. “O projeto colaborativo é uma resposta direta ao fenômeno crescente do pau de selfie e à constante e torturante necessidade por validação narcisista na internet”, explica Snee, que criou o projeto com Justin Crowe.
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:38 amDesigner cria vibrador em que
Designer cria vibrador em que é possível guardar cinzas do falecido
Produto inclui compartimento para iPhone.
Para criador, ele permite que viúva resgate as memórias íntimas.
Uma empresa de design criou um vibrador especial em que é possível guardar as cinzas do falecido. Além do brinquedo sexual, o produto criado pelo designer holandês Mark Sturkenboom inclui um compartimento para iPhone e um difusor de aroma.
O produto recebeu o nome de “21 Gramas”, já que é possível armazenar até 21 gramas de cinzas. A caixa na qual vem o vibrador é feita de madeira e polida à mão. Ela conta como uma chave banhada a ouro, que pode ainda ser usada como um colar.
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:43 amJAPÃO, O PARAÍSO DO
JAPÃO, O PARAÍSO DO “FOREVER ALONE”
A ORIGEM DO FOREVER ALONE
O Forever alone é um personagem de quadrinhos que foi usado para expressar a solidão e a desilusão com a vida. A figurinha também tem sido usada como um dos elementos de conselhos e de zoação pela internet afora, tornando-se um dos memes mais conhecidos e amados a aparecer por aí.
O forever alone é considerado um dos primeiros grandes personagens de rage comics spin-off , surgindo logo depois do “Rage guy”, que surgiu pela primeira vez no site 4chan em 2009. De acordo com várias fontes, o quadrinho original foi carregado em um segmento intitulado “April Fools “por FunnyJunk usuário Azuul em 28 de maio de 2010.
Desde então, o personagem “explodiu” e passou a ser usado como um ícone para todos aqueles que por N motivos estão “para sempre sozinhos”.
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:45 amEu sei, mas não devia
Eu sei
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez irá pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Marina Colasanti)
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:50 amanarquista sério
2 de maio de 2015 8:57 am26 Ilustrações que farão
26 Ilustrações que farão você questionar o mundo
No mundo de hoje acontecem tantas coisas, o tempo todo, que é, certamente, complicado de acompanhar. Somos bombardeados a todo o momento por informações, de todos os lugares, onde quer que estejamos. A Era da Informaçãoé uma benção, mas pode se tornar uma faca de dois gumes caso não saibamos administrar e filtrar da forma correta aquilo que chega até nossos ouvidos.
É preciso manter a mente aguçada e ter pensamento crítico, do contrário nos tornamos mais e mais dormentes, pois é isso que acontece quando a mente não está pronta para ser bombardeada de ideias: nos transformamos em meros receptores.
O artista polonês Pawel Kuczynski se especializou em criar ilustrações que, sem exibirem uma palavra sequer, trazem profundas reflexões sobre o cotidiano. Além de serem trabalhos excepcionais, proporcionam a retomada da criticidade aos nossos olhos e ouvidos cada vez mais passivos, pois é importante lembrar que o mundo não está só à frente, mas aos lados, acima e abaixo de nós.
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Não há nada de mau em não conseguir decifrar as imagens de imediato; o mau é sequer tentar.
Anna Dutra
2 de maio de 2015 10:28 pm★★★★★★★★★★
S E N S A C I O N A L !!!
Rende um belo post a ser “mastigado”.
anarquista sério
2 de maio de 2015 8:59 amanarquista sério
2 de maio de 2015 9:01 amanarquista sério
2 de maio de 2015 9:02 amalexis
2 de maio de 2015 9:36 amVirus?
Não consigo ficar mais de um ou dois minutos neste blog e a memoria do meu NB estoura e apaga. Acontece apenas com o site do Nassif.
Anna Dutra
2 de maio de 2015 3:37 pmGGN reitero…
Está acontecendo comigo também … A cada 30 seg preciso atualizar a página ou me derruba sem mais. Desde ontem está assim. Desisti de postar algumas vezes por conta disso, perdendo o texto. Também não consigo postar imagens. Trava tudo. Com os vídeos, tudo bem.
anarquista sério
2 de maio de 2015 10:46 amManchete mundial
Manchete mundial
Pode,Arnaldo?
Nasce a filha de Kate Middleton e Príncipe William
http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2015/05/02/nasce-a-filha-de-kate-middleton-e-principe-william.htm
Samuel Beckett
2 de maio de 2015 10:53 amEu só queria protestar contra Dilma. Mas aí…
anarquista sério
2 de maio de 2015 11:20 amPedro Penido dos Anjos
2 de maio de 2015 12:56 pmFalsas ExpectativasPosted
Falsas Expectativas
Posted on01/05/2015by Fernando Nogueira da Costa
É interessante tomar conhecimento do debate que Arícia Martinas (Valor, 27/04/15) reporta: o processo de deterioração das expectativas respondeu pela maior parte da inflação de 6,41% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2014, segundo estudo da MCM Consultores, diferentemente do ponto de vista do Banco Central. Segundo o Relatório da Inflação do primeiro trimestre de 2015, essa variável teve papel secundário no IPCA do ano passado. Cálculos feitos pela MCM, no entanto, mostram que as estimativas para o indicador 12 meses à frente explicaram 2,56 pontos percentuais do índice oficial de inflação no período, ou 40% do total.
Para chegar a esse resultado, a consultoria usou metodologia alternativa à do BC para decompor a alta dos preços. Tanto para estimar a contribuição da inércia quanto das expectativas sobre a inflação corrente, o BC inclui em seu modelo somente a parcela de variação do IPCA que excede o centro da meta de 4,5%. Esse cálculo foi usado na Carta Aberta de 2002. Nela, o então presidente do BC Arminio Fraga explicava a Pedro Malan, ministro da Fazenda na época, por que o IPCA havia estourado o teto da meta de 6,5% no ano.
A equipe da MCM avalia que esse método é útil para identificar os motivos do desvio do IPCA em relação à meta em determinado ano, mas, para analisar a herança da evolução passada dos preços na inflação presente, assim como o impacto das expectativas, o correto seria usar os “índices cheios“.
Com essa mudança, as expectativas passariam a explicar 2,56 pontos da inflação de 2014, ao invés do 0,69 ponto apontado pelo BC, ou apenas 11% do total. Para a inflação de cada trimestre, a consultoria considera a influência das estimativas para o IPCA 12 meses à frente contidas no boletim Focus, assim como os efeitos defasados da expectativa passada.
[FNC: Acho que antes de usar essa fonte de informações (Boletim Focus) é necessário de fazer uma profunda análise crítica de sua metodologia. O problema maior está não nas diferenças entre as diversas previsões econômicas, mas sim nas diferenças entre as previsões como um todo e o que acontece. Uma análise do desempenho dos modelos de previsão, checando com a (fácil) sabedoria ex-post, demonstra que existe uma previsão de consenso, em torno da qual agregam-se os peritos. Esse consenso, no entanto, não conseguiu prognosticar nenhum dos mais importantes acontecimentos econômicos dos últimos anos! Como então essas expectativas do Focus conformam a taxa de inflação (IPCA)?!
Um dos motivos para essa aglomeração das expectativas em torno de um consenso deriva da maioria delas basear-se apenas na avaliação que os peritos fazem das opiniões e previsões de terceiros. Assim, não é surpreendente assemelharem entre si. O BCB sempre consulta os mesmos economistas-chefes e estes lêem o próprio grupo, quando não usam as mesmas fontes. E, pior, eles pautam o COPOM!]
Em 2013, as expectativas responderam por 10,1% da inflação no cálculo do BC, fatia que aumenta para 40,9% na metodologia da consultoria. O BC destaca que esse fator ganhou participação na dinâmica inflacionária de 2012 a 2014, uma vez que as expectativas para o IPCA nos próximos 12 meses fecharam 2012 em 5,5%, ultrapassaram 6,2% em outubro de 2013 e subiram mais em 2014, terminando o ano acima de 6,6%.
“Como as expectativas foram se deteriorando a partir de 2011, é natural que seu peso na inflação aumente”, diz Mauro Schneider, economista da MCM, para quem uma combinação de fatores está por trás dessa trajetória.
Em primeiro lugar, Schneider menciona o ciclo de relaxamento monetário entre agosto de 2011 e outubro de 2012, que levou a Selic de 12,5% para 7,25% ao ano, taxa que permaneceu até abril de 2013. “Daquele processo, ficou uma sensação de que a redução dos juros era um objetivo em si. Isso foi revertido, mas o estrago já havia sido feito”, afirma.
[FNC: “Estrago” para quem, cara-pálida?! Para os rentistas? O consultor quer provar que o IPCA, que permaneceu sob a meta de inflação em todo esses anos (2011-2014), só superando-a no ano corrente (2015) por causa do realinhamento tarifário (“preços administrados”) e do repasse cambial, foi contaminado pelas expectativas de O Mercado, devido ao “afrouxamento monetário”?! E a inflação de serviços e os choques de oferta com a seca? Nada?]
Naquele momento, lembra Schneider, a autoridade monetária parecia estar conformada com a ideia de que a inflação seria elevada por período mais longo, o que teve repercussão negativa sobre as expectativas.
[FNC: Argh, é O Mercado acreditando em seu raciocínio circular vicioso: a taxa de juros determina a taxa de inflação — e porque esta está alta aquela deve ser elevada. Então, nessa circularidade, a taxa de inflação que determina a alta taxa de juros!]
Mesmo depois que o ciclo de queda da Selic foi revertido, a partir de meados de 2013, o BC estava “enxugando gelo”, porque a política fiscal expansionista caminhava em sentido contrário ao aperto monetário, diz o consultor. Além disso, afirma Schneider, no período mais recente, a recomposição de preços administrados e a alta do dólar também afetaram as expectativas para a inflação futura.
“Quando há algum crescimento econômico, como nos últimos anos, os agentes econômicos olham para a norte das expectativas para reajustar seus preços, que no nosso caso foi sendo elevado a cada ano em que o governo não conseguia cumprir a meta de inflação”, afirma Schneider.
[FNC: Os economistas abandonaram tanto a abordagem estruturalista quanto a monetarista e adotaram as expectativas, seja incertas, seja adaptativas ou racionais, para explicar tudo! Inclusive o futuro incerto…]
Fazendo um paralelo com 2002 e 2003 — quando, de acordo com a medição do BC, as expectativas foram responsáveis por 1,7 ponto do IPCA nos dois anos — o professor Luiz Roberto Cunha, da PUC-Rio, observa que a variável ganha peso na inflação quando as incertezas sobre a economia aumentam. O ano passado, foi de incertezas elevadas. A partir de 2016, a tendência é que as expectativas tenham influência menor no processo inflacionário, mas caso o ajuste fiscal fracasse, pode haver nova deterioração.
[FNC: Em regime de alta inflação, era válido o argumento que o precificador tinha de colocar uma margem-de-segurança expectacional em seu markup para conseguir repor seu estoque de matérias-primas, cujos preços estavam em aceleração. Mas agora estamos em regime de inflação sob controle em baixo patamar inercial. Justifica-se tal ênfase em “expectativas”? É um conceito que ao tentar explicar tudo acaba nada explicando.
Outra crítica ao argumento de que as expectativas dos economistas-chefe de bancos constituem o componente de maior peso na formação de preços, atualmente, na medida em que foram sendo revistas para cima, é que não é apresentado nenhum vínculo dessas expectativas do mercado financeiro com os precificadores do mercado de bens e serviços.
Segundo o boletim Focus, a estimativa para a alta do IPCA em 2016 se estabilizou em 5,6%. Por que? O argumento novoclássico diz respeito à “credibilidade na consistência das políticas monetária e fiscal“.
Os economistas de “expectativas racionais” destacam que “a comunicação do BC ainda não foi suficiente para ancorar as expectativas em nível mais próximo ao centro da meta”. Isto porque, para 2017, a projeção mediana dos analistas consultados pelo BC conta com alta de 5% do IPCA, mesmo percentual previsto para 2018. “Se o BC quiser trazer a inflação um pouco mais para baixo, uma das questões mais relevantes é ancorar as expectativas em patamar mais próximo de 4,5%”, dizem eles.
A equipe da MCM avalia que, para vencer “a batalha das expectativas“, o juro real precisa ficar acima do nível considerado neutro — não diz a priori qual é esta NAIRU (sigla em inglês para Non-Accelerating Inflation Rate of Unemployment, Taxa de Desemprego Não-Aceleradora a Inflação) –, que permite à economia crescer sem gerar pressões inflacionárias, mesmo em 2016.
Não é engraçado como esses economistas, em última análise, se prestam apenas em oferecer o serviço de lobista a favor da manutenção do elevado juro real? Assim agradam seus clientes, cujo pavor maior é “a eutanásia dos rentistas“, i.é, a taxa de inflação superar a taxa de juros prefixada.]
Emanuel Cancella
2 de maio de 2015 7:00 pm1º de maio
Lapa reúne muitas lutas e expressões artísticas no Primeiro de Maio Unificado do Rio
Confira fotos do ato político-cultural do Primeiro de Maio Unificado do Rio de Janeiro.
O 1º de Maio marcou um momento importante de luta contra as políticas que retiram direitos dos trabalhadores, sejam essas medidas nefastas praticadas pelos governos federal, estadual, municipais ou pelos Congresso Nacional. As organizações envolvidas na articulação da atividade no Rio de Janeiro destacam a necessidade de avançar na unificação das pautas dos diversos movimentos sociais e no fortalecimento da mobilização popular.
Em breve, matéria completo sobre o ato. Na segunda-feira disponibilizaremos também vídeo da TV Petroleira com a cobertura da atividade.
Fonte: Agência Petroleira de Notícias
Fotos: Samuel Tosta / Agência Petroleira de Notícias
Nilva de Souza
2 de maio de 2015 7:41 pmMorre cantor de soul Ben E.
Morre cantor de soul Ben E. King, famoso por “Stand By Me”, aos 76 anos
Publicado há 19 horas – em 1 de maio de 2015 » Atualizado às 21:04
Categoria » Patrimônio Cultural
[video:https://www.youtube.com/watch?v=dTd2ylacYNU%5D
Lenda do R&B e da soul e membro dos Drifters, o cantor Ben E. King morreu quinta-feira aos 76 anos. Conhecido pelo grande público pelo êxito Stand by Me, é também autor de clássicos como Spanish Harlem, cantados por si e por músicos como Aretha Franklin, John Lennon ou os Mamas & the Papas.
no Publico.pt
O norte-americano, que segundo o seu porta-voz morreu de “causas naturais”, começou a sua carreira na década de 1950 tocando com os Drifters, cujos êxitos There Goes My Baby (1959) ou Save The Last Dance For Me (1960) tinham a sua voz. Mas foi na década seguinte, mais precisamente com Stand by Me em 1961, que atingiu a fama e os topos das tabelas de vendas. A canção chegaria novamente – num total de nove entradas distintas – aos tops ao longo das décadas conforme ia sendo interpretada por outros músicos, como Lennon ou Spyder Turner. O filme de Rob Reiner com o mesmo nome e baseado numa história do escritor Stephen King devolveu-a ao sucesso de vendas na década de 1980 na sequência do sucesso da longa-metragem de 1986.
Stand by Me, cuja prevalência na cultura popular muito agradava a King – “Tenho tanto orgulho que tenha resistido à passagem do tempo”, disse numa entrevista em 2013, citada pelo diário britânico Telegraph – foi a quarta canção mais tocada do século XX na rádio e televisão norte-americana, segundo as contas da BMI, uma associação dedicada aos direitos de autor na música, citada pela BBC.
A balada foi este ano integrada no Registo Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso dos EUA, uma listagem que preserva registos “cultura, histórica ou esteticamente importantes e/ou informam ou reflectem a vida nos Estados Unidos”. Stand by Me, segundo aquele organismo, “era a voz incandescente de King que a tornou um clássico”. Em 1993, King cantou Stand by Me na tomada de posse do Presidente Bill Clinton e no baile que se seguiu cantou com o novo Presidente democrata ao saxofone Your Momma Don’t Dance and Your Daddy Don’t Rock ‘n’ Roll”
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Us-TVg40ExM%5D
Leia a matéria completa em: Morre cantor de soul Ben E. King, famoso por “Stand By Me”, aos 76 anos – Geledés
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Cláudio José
2 de maio de 2015 10:51 pmNEM TUDO ESTÁ PERDIDO NESSE MUNDO
Cabeleireiro constrói casas e doa para famílias carentes no interior do PI
Entrega simbólica das residências aconteceu no fim do mês de abril.
Comerciantes e amigos colaboraram com a iniciativa do cabeleireiro.
Do G1 PI
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Casas doadas pelo cabeleireiro na cidade de Itaueira, Sul do Piauí (Foto: Waldeck Carvalho/ Arquivo Pessoal)
A pequena cidade de Itaueira, distante 344 km ao sul de Teresina, foi palco de um grande gesto de caridade e sensibilidade humana. Comovido com as dificuldades financeiras enfrentadas por duas famílias do município, um cabeleireiro resolveu construir duas casas e depois doou para as famílias. A entrega das casas aconteceu há cerca de duas semanas.
Em novembro de 2014, Waldek Carvalho, 54 anos, iniciou a construção das residências na rua Manoel Martins. Ele conta que além de ter gastado do próprio dinheiro para erguer as casas, também pediu ajuda de amigos e comerciantes da cidade. A mão de obra na construção também teve apoio de amigos.
durante a entrega das casas (Foto: Arquivo Pessoal)
“Muita gente me ajudou para que eu pudesse fazer as casas. Alguns pedreiros contribuíram na mão de obra e alguns comerciantes me ajudaram com partes do material. Os próprios beneficiados também se colocaram a disposição e ajudaram na construção”, contou Waldek.
Segundo ele, a escolha ocorreu após constatar a necessidade das famílias, que haviam deixado a zona rural e passavam por dificuldades de moradia na zona urbana. “Eles já chegaram a ser assistidos por programas da Igreja e conhecíamos as necessidades que passavam”, disse Waldek que faz parte de uma pastoral da Igreja Católica na cidade.
As famílias passaram a morar nas casas em fevereiro, mas a entrega simbólica ocorreu somente no final de abril. Ao G1, Waldek relatou a sensação que sentiu durante a entrega. “Construir casa é algo que não se pode fazer todo dia, mas o pagamento de quando se faz o bem é ver a pessoas felizes. Temos que fazer o bem”, disse Waldek.
Uma das famílias beneficiadas tem quatro membros e a outra três. Entre os pais de família beneficiados, está o horticultor Juscelino Feitosa, 46 anos. Ele morava na zona rural do município, mas com pouca condição para sustentar a família, decidiu tentar a sorte na zona urbana. Ao chegar na cidade, passou a morar num casebre apertado, onde pagava R$ 150 de aluguel. Após ganhar uma casa própria, ele não esconde a alegria em poder oferecer um lar digno para a mulher e o filho.
“Uso um óculos com 18 graus e meio e tenho dificuldades para trabalhar. Receber essa casa foi uma grande alegria. Acho que nunca teria condições de construir uma casa para mim, pois nasci lá na roça e só tinha mesmo como sobreviver”, falou. A mudança para a casa ocorreu antes mesmo da instalação dos sistemas de água e luz.
Dentro do novo lar com dois quartos, uma sala e um banheiro, Juscelino só tem palavras de gratidão ao cabeleireiro benfeitor. “É difícil ter pessoas como ele nos dias de hoje. É um homem muito carinhoso e muito bondoso que ajuda o próximo. Sou muito grato a ele por tudo que fez para mim e minha família”, destacou.
tópicos:Itaueira
Andre Araujo
3 de maio de 2015 12:28 amhttp://i.telegraph.co.uk/mult
http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/03288/Berlin1_3288037b.jpg
SETENTA ANOS DA BATALHA DE BERLIM – Em 2 de maio de 1945 cai a capital do Terceiro Reich para as tropas sovieticas do General Zhukov. A cidade estava destruida mas ainda relativamente organizada, em meio às ruinas o correio funcionava, o General SS Karl Wolff, comandante geral das forças alemãs no norte da Italia foi a Berlim em 26 de abril para retirar as joias da esposa do cofre do banco e chegou de avião que pousou no aeroporto civil de Tempelhof. Havia destruição mas não caos.
As tropas que entraram em Berlim, depois de dias de bombardeamento por artilharia pesada, eram basicamente da Siberia,
soldados bastante rudes que não conheciam vaso sanitario e adoravam relogios.
A ocupação de Berlim foi considerado pelos sovieticos um grande feito militar e para marcar o evento a URSS exigiu uma rendição em separado do comando alemão para as Forças Armadas sovieticas, o que se deu em 8 de Maio, um dia após a rendição formal do Estado alemão, representado pelo Almirante Doenitz, novo Chefe de Estado após o suicidio de Hitler, em 7 de Maio, o que marcou oficialmente o fim do conflito.
A ocupação de Berlim pelos russos tinha sido acordada na Conferencia de Yalta em fevereiro de 1945 para decepção do General George Patton que dizia que poderia ter sido ele o primeiro a chegar a Berlim mas Roosevelt já tinha acertado a primazia sovietica em função da divisão do mapa da Europa definida entre os Aliados contra a Alemanha.
O ocupação de Berlim nas primeiras semanas foi terrivel para os alemães, com estupros em serie, roubos e saques.
A divisão de Berlim em duas zonas de ocupação, Berlim Ocidental e Berlim Oriental pos alguma ordem na grande cidade.