4 de junho de 2026

Apoiada pelos BRICS, China prepara bancos de investimentos

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Jornal GGN – Enquanto o ministro chinês das Finanças Zhu Guangyao afirma que Pequim não pretende substituir a ordem econômica mundial, a China comemorou a adesão de 56 países, incluindo o Brasil, ao seu novo banco de desenvolvimento, o Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (BAII). Outros dois fundos de investimento também preparam suas lanças, em nome da China e dos BRICS, para se sobrepôr ao poderio americano no FMI.

Sugerido por Pedro Penido dos Anjos

Da BBC Brasil

No mesmo instante em que, na última sexta-feira, os líderes do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de outras agências multilaterais discutiam em seu tradicional encontro de primavera como revigorar suas operações, a poucas quadras dali, num prestigiado centro de pesquisas de Washington, o ministro chinês das Finanças, Zhu Guangyao, tentava tranquilizar a plateia afirmando que Pequim não pretende substituir a ordem econômica global.

Não parecia coincidência. Na véspera do encontro das duas organizações, fundadas sob a liderança dos Estados Unidos na metade do século passado e que desde então ditam as regras das transações econômicas globais, a China festejou a adesão de 56 países – entre as quais o Brasil – ao seu novo banco de desenvolvimento.

O Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (BAII), que deverá ser lançado ainda neste ano e financiará obras no mundo todo, tem sido considerado a última tacada de Pequim para se contrapor à influência americana no FMI e no Banco Mundial.

Em outra frente, os chineses se aliaram a seus parceiros nos Brics (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul) para criar o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), que terá sede em Xangai e deverá ser inaugurado em 2016. Os Brics também preparam o lançamento do Arranjo Contingente de Reservas, um fundo nos moldes do FMI para socorrer membros do bloco em dificuldades.

Qual o futuro?

As ações chinesas levaram muitos a questionar na reunião de primavera do Banco Mundial e do FMI o que ocorrerá com essas organizações e outros bancos multilaterais quando as novas instituições amparadas por Pequim começarem a operar.

Em público, tanto o Banco Mundial, quanto o FMI deram as boas vindas às iniciativas chinesas. Mas os gestos de Pequim também reforçaram os apelos por reformas nessas instituições, para que se tornem menos burocráticas e cedam mais espaço para nações emergentes em seus círculos de decisão.

“É uma ótima notícia que um país como a China, sentada em mais de US$ 4 trilhões (R$ 12,1 trilhões) de reservas, ponha esses recursos a serviço do financiamento de infraestrutura e desenvolvimento em vez de investir em fundos de países ricos”, diz à BBC Brasil Luis Alberto Moreno, presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), outra organização multilateral sediada em Washington.

Moreno afirma, porém, que a entrada da China nessa arena “força uma conversa sobre como nossas instituições, que têm muita experiência, podem ser mais ágeis e eficientes, e como podemos corrigir nossos processos”.

Nos últimos anos, muitos países emergentes têm deixado de procurar bancos multilaterais para financiar obras de infraestrutura por causa das rígidas regras dessas organizações e de sua aversão a riscos.

Crédito: Stephen Jaffe

Tanto o FMI, quanto o Banco Mundial em Washington deram boas vindas às iniciativas chinesas

Paralelamente, bancos estatais da China passaram a conceder empréstimos bilionários a operações chinesas no exterior. A estratégia é mais visível na África, onde chineses têm financiado e realizado uma série de obras – entre as quais estradas, ferrovias e conjuntos habitacionais – em troca de matérias-primas.

Para os governos africanos, a parceria com os chineses se mostrou uma alternativa às lentas e complexas negociações com bancos multilaterais e países desenvolvidos, que costumam fazer uma série de exigências para liberar seus recursos.

Já críticos ao modelo chinês dizem que os empréstimos de Pequim são mais sujeitos a desvios e ignoram boas práticas trabalhistas e ambientais.

‘Dos bilhões aos trilhões’

Sob a presidência do coreano-americano Jim Yong Kim, o Banco Mundial parece disposto a ampliar seu quinhão no financiamento de grandes obras mundo afora. A organização aprovou em 2014 um financiamento para que a República Democrática do Congo conduza os estudos para erguer oito hidrelétricas no país.

Estima-se que a obra custará ao menos US$ 50 bilhões (R$ 152 bilhões), o que a tornaria um dos maiores projetos já financiados pelo Banco Mundial.

Aumentar o volume dos empréstimos é um dos maiores desafios da instituição. O Banco Mundial calcula que em 2014 os financiamentos do órgão e de outras agências multilaterais somaram US$ 135 bilhões, enquanto todas as formas de investimentos entre países – como as que a China realiza na África – atingiram US$ 1 trilhão.

O presidente do banco tem dito que é preciso passar “dos bilhões aos trilhões”, e para isso defende que as organizações multilaterais se aproximem de bancos privados.

Reforma atrasada

O avanço chinês também tem reforçado as cobranças para que o FMI conclua a reforma do seu sistema de cotas para dar mais poder a Pequim e outras potências emergentes.

O processo se iniciou em 2010, mas para ser posto em prática ainda precisa ser ratificado pelo Congresso dos Estados Unidos, maior acionista do fundo e onde muitos legisladores temem que a reforma enfraqueça Washington perante os rivais russos e chineses.

Em entrevista durante o encontro em Washington, a diretora-gerente do fundo, Christine Lagarde, cobrou os legisladores americanos a acelerar a aprovação para que “a instituição possa continuar a representar a comunidade inteira à medida que ela evolui”.

O Brasil é um dos principais interessados na reforma. Em discurso à plenária do FMI no sábado, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que a demora em concluir o processo não só frustra os membros do fundo, como ameaça sua a capacidade de operar.

Ministro da Fazenda, Joaquim Levy participou das reuniões do Banco Mundial e do FMI em Washington e é favorável à reforma do fundo

Apagando o fogo

O surgimento do BAII, o novo banco chinês de desenvolvimento, foi um dos principais temas discutidos nos corredores do evento da última semana em Washington.

Os Estados Unidos tentaram até a última hora enfraquecer a adesão de outros países ao banco, levantando dúvidas sobre a disposição chinesa em seguir padrões internacionais sobre a concessão de crédito.

Mesmo assim, até mesmo aliados próximos dos americanos – como Grã Bretanha, Coreia do Sul e Alemanha – decidiram integrar a organização, que deverá começar a operar até o fim deste ano.

Em Washington, o ministro das Finanças da China, Zhu Guangyao, tratou de acalmar os ânimos americanos.

Em evento no Atlantic Council, ele afirmou que o BAII não substituirá o Banco Mundial, mas sim o complementará.

Ele disse ainda que a China está empenhada em fortalecer o FMI e o Banco Mundial, mas que os órgãos precisam de reformas para melhor assistir países em desenvolvimento.

Entre os bancos multilaterais em Washington, o discurso também é conciliatório. Os líderes do BID, do FMI e do Banco Mundial já disseram querer cooperar com as novas instituições chinesas.

O governo chinês também deverá buscar a aproximação. Observadores avaliam que Pequim está interessada na vasta expertise dessas instituições, o que tornaria a relação vantajosa para os dois lados.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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25 Comentários
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  1. Andre Araujo

    20 de abril de 2015 4:00 pm

    Há uma corrente de pensamento

    Há uma corrente de pensamento de esquerda que se alicerça em uma grande alegoria sobre a China:

    1.Tudo o que a China faz vai contra os Estados Unidos. A China é uma franquia dos EUA, na decada de 60 morreram 30 milhões de fome na Revolução Cultural. A China foi reaberta ao mundo por uma decisão do Presidente Nixon, que foi a Pequim se encontrar com Mao.. A partir da abertura do mercado dos EUA para seus procutos é que a China passou a prosperar e acumular reservas porque o padrão de vida de sua população era tão baixo que os dolares das exportações não eram gastos a não ser com importação de grãos, minérios e petroleo, com isso se acumularam reservas.

    2.A China é capaz de em curtissimo tempo mobilizar recursos financeiros, tecnologicos, organizacionais para tomar o lugar dos EUA em todos os setores da vida dos paises emergentes, na cultura, na economia, nas ciencias. Será?

    3.Tudo aquilo que os EUA fazem por serem malvados a China fará ao contrario por ser boazinha. O bancos chineses vão oferecer dinheiro barato e SEM CONDIÇÕES, as oompanhias chinesas vão investir em infra estrutura pelo mundo afora, empregar muitos nativos, pagar bons salarios, fazer construções primorosas, oferecer serviços e produtos de primeira.

    A China é um pais industrial mas não desenvolvido inteiramente, 300 milhões de chineses vivem mais ou menos sob regras de economia de mercado MAS sem leis sociais, aposentadoria, seguro desemprego, bolsa familia, minha casa minha vida,

    SUS, creches, etc Um bilhão no campo vivem com muito menos que esses 300 milhões e não tem vaso sanitario em casa.

    A China é uma LENDA. Muita gente curte lendas, bom proveito.

    1. Andre Araujo

      20 de abril de 2015 4:16 pm

      http://topforeignstocks.com/f

      http://topforeignstocks.com/foreign-adrs-list/the-full-list-of-chinese-adrs/

      Mais de 100 companhias chinesas abriram seu capital nos EUA para atrair capital americano, acima a lista de todas elas. Pergunat-se, porque não abrem em Hong Kong, que é a 3ª bolsa do mundo? Porque em Hong Kong eles conhecem as

      companhias chinesas, nas quais a contabilidade não tem muita importancia, as regras de Hongk Kong para companhias chinesas são bem rigidas do que em Nova York, eles não confiam muito nos numeros chineses.

      1. rdmaestri

        22 de abril de 2015 11:36 am

        A resposta da pergunta esta nela mesma!

        André, que furada.

        Na ânsia de provar a tua tese esqueceste do óbvio! Por que os chineses abriram o capital em NY para atrair o capital Norte-Americano?

        Não será porque New York está nos Estados Unidos?

        DÃ!

    2. nosde

      20 de abril de 2015 4:24 pm

      Há uma outra lenda não tão

      Há uma outra lenda não tão milenar assim e que dá conta de que “O QUE É BOM PARA OS USA, QUASE SEMPRE NÃO É BOM PARA OS QUE SÃO USADOS” (Menos C Tung).

    3. rdmaestri

      20 de abril de 2015 5:38 pm

      André, vamos a algumas respostas.

      1. Nixon, que não era nada burro, notou que se para os chineses, que na época já recebiam grandes investimentos europeus (estás esquecendo deste grande detalhe), se ele não abrisse o mercado norte-americano as condições de competição das empresas europeias em relação as norte-americanas seriam tantas que a indústria européia é que comeria a norte-americana.

      2. Não é necessário ser grande em todos os setores, porém com a política de treinamento de engenheiros demais técnicos chineses em relação a do ocidente é desproporcional, e o mais importante: Todos os membros do Comitê do Politiburo são Engenheiros. Hun Jintao, Presidente da República Popular da China, é Engenheiro Civil. Wen Jiabao, Premier do Conselho de Estado, e Luo Gan são Engenheiros de Minas. Huang Ju, Jia Qinglin, Li Changchun, Wu Bangguo, Wu Guanzheng e Zeng Qinghong são Engenheiros Eletricistas. Por outro lado no Brasil, 70% dos nossos governantes são bacharéis em direito, ou seja, isto é que se chama por dinheiro fora.

      3. Se eles perderem 50% de todo investimento que fizerem e dólares ainda estão ganhando!

      Já os 300 milhões que estão fora do mercado de trabalho, esta é a preocupação e o objetivo dos chineses, integrar este pouquinho que está faltando. Quanto aos vasos sanitários, é só colocar uma indústria monstro e fabricam logo os 300 milhões com condutos e válvulas de descarga, o que vai faltar é a água!

      1. Andre Araujo

        20 de abril de 2015 6:09 pm

        Vc trocou os numeros, 300

        Vc trocou os numeros, 300 milhões estão nas Zonas Economicas de Mercado, um bilhão NÃO estão. E não se trata de vaso sanitario apenas, não tem encanamento para levar o esgoto do vaso e não tem agua encanada para puxar a descarga.

        1. rdmaestri

          20 de abril de 2015 6:58 pm

          Não é bem assim.

          A população chinesa que está fora do mercado são trezentos milhões, pois não precisa estar nas Zonas Economicas de Mercado para estar dentro do mercado!

  2. Conde de Rochester

    20 de abril de 2015 4:38 pm

    Divida externa

    Pisando em ovos, os EUA não tem interesse algum em desestabilizar a china.

     

    A China, maior país credor dos Estados Unidos, comprou mais US$ 1,5 bilhão em dívidas do governo estadunidense.

     

    China aumentou sua participação na dívida do Tesouro dos EUA em US $ 12,2 bilhões em novembro, o suficiente para passar níveis recordes estabelecidos de volta em 2011. Como observado pela Associated Press, a China passou a deter quase 1320000000000 $ em dívida do Tesouro dos EUA, marcando um aumento de 0,9 por cento em relação ao mês anterior para o maior credor estrangeiro dos Estados Unidos.  

  3. azzisem

    20 de abril de 2015 5:02 pm

    André, e a alegoria sobre
    André, e a alegoria sobre USA? Não há bonzinho nessa questão. O que existem são negócios. O USA quer manter o mundo como nas décadas 40/50, mas não é possível. …”Que o novo sempre vem”. A China está forçando uma readequação das forças mundiais.

    1. Andre Araujo

      20 de abril de 2015 5:18 pm

      Os EUA não está tentando

      Os EUA não está tentando nada, em 1950 a Venezuela era cem por cento americania, hoje não tem um fiapo de influencia americana e o que os EUA fizeram? NADA. Chavez e Maduro destruiram COMPLETAMENTE o Pais, não sobrou o que quebrar, a PDVSA era a maior petroleira da America Latina, hoje é uma ruina, dois Embaixadores americanos em Caracas foram expulsos em 5 anos e os americanos fizeram o que? Então não estão tentando nada, mudou o mundo.

      A leitura que fazem da China é equivocada. Um banco de financiamento não significa muita coisa, os EUA tem 18 fundos de investimento com mais de UM TRILHÃO de dolares de ativos cada um, asima de 2 trilhões de dolares tem 5, o maior tem 4,5 tilhões de dolares, o capital do Banco dos Brics é de 50 bilhões de dolares, isso vai mudar o mundo? O novo banco de infraestrutura vai ter que capital? 100 bilhões, a ser integralizado em 2 ou 3 anos? Vai mudar o mundo? Francamente.

      Para um banco de fomento ter muito capital alem do proprio, precisa captar com bonds, vai ter mercado bonds chineses?

      Não acredito, o mercado de bonds chineses não tem muita tradição, leis seguras, boas auditorias, nada disso se improvisa.

      1. azzisem

        20 de abril de 2015 5:44 pm

        USA não tem nenhuma
        USA não tem nenhuma influência na desestabilização política dos governos da AL, nunca teve. A Venezuela de Carlos Andrés Pérez era um grande país e um exemplo de administração.

        1. Andre Araujo

          20 de abril de 2015 6:06 pm

          Os EUA tiveram influencia na

          Os EUA tiveram influencia na America Latina AO TEMPO DA GUERRA FRIA, assim como a URSS mandava na Polonia, Thecoslovaquia, Hindria, Romedia, Bulgaria. Estonia, Lituania, Letonia, Alemanha Oriental,  AO TEMPO DA GUERRA FRIA. Hoje o mundo mudou, a gerra fria acabou, os EUA mudaram e a America Latina é outra, meu caro vc está no tempo dos festivais da Record, alo, alo Wanderleia.

          Porque as pessoas não se atualizam? Para que servem a internet, os livros, as viagens?

          A Venezuela de Carlos Andres Peres estava NO NIVEL da America Latina da época, mas era um Pais INFINITAMENTE mais prospero, organizado, bonito, seguro , civilizado do que é hoje o grande favelão da America do Sul onde tudo foi destruido,

          agricultura, pecuaria (chegou a ser otima), industria, tinha otima cerveja, cimento, grande fabrica de Johnson & Johnson em Valencia, otima televisão (hpje é tudo estatal ou semi-estatal, até linha aerea propria, HOJE NÃO TEM MAIS NADA.

          A classe media e media alta de Caracas está hoje em Dallas, Miami, Washington, Toronto e Fairfax, na Virginia, emigrou

          quase toda classe media jovem, ficaram em Caracas os velhos, as abuelitas que já não querem mudar, restou a probelandia mais pobre do que era antes de Chavez, Caracas é hoje tão violenta que o Rio parece a Noruega em termos de segurança, a chance de vc ser assaltado do aeroporto Simon Bolivar para o hotel é de 95%, a menos que tenha dois carros de segurança para escolta-lo. Perez era baterdozinho de carteira perto da corrupção chavista, se vc quiser posso aqui postar um relatorio sobre o que é a corrupção dos tempos bolivarianos.

          Essa é a realidade, não adianta esconder porque está na janela.

          1. rdmaestri

            20 de abril de 2015 6:55 pm

            Só um detalhe!

            90% do dinheiro do petróleo ia para o exterior sem deixar rastro no país. 

          2. Andre Araujo

            21 de abril de 2015 12:07 am

            Errado.O dinheiro do petroleo

            Errado.O dinheiro do petroleo era gasto em IMPORTAÇÕES de mercadorias dos EUA, como é hoje e historicamente sempre foi, tudo na Venezuela é importado, comida, cosmeticos, roupa, moveis, eletromesticos, automoveis,  tratores, lampadas, panos de prato, louça, sanão, detergentes, vinha tudo dos EUA, as estatisticas estão ai para qualquer um ver, até hoje o que se come e veste na Venezuela vem dos EUA. Um pouco era roubado e hoje tambm é, só trocaram os bolsos.

          3. Wsobrinho

            22 de abril de 2015 11:02 am

            Corrigindo

            Corrigindo, hoje vem muito dos EUA mas pricipalmente os dólares do petróleo, a Venezuela diversificou muito seus fornecedores, incluindo o Brasil que antes não exportada nem 1 bi e hoje exporta mais de de 10 bi. O Mercocul, China e UE substituiram em grande parte os EUA, daí uma das broncas americanas.

          4. azzisem

            20 de abril de 2015 6:59 pm

            O mundo mudou? O que está

            O mundo mudou? O que está acontecendo com a Ucrânia hoje é por que o mundo mudou? Quem abre mão do poder? Basta você ver ler seus próprios artigos, que verá que poder não se ganha de presente, poder se conquista. Mudam-se as táticas. Verdade não estamos numa guerra fria, por isso, as estratégias hoje são diferentes,  são mais sutis.  Veja não estou atacando os USA, os admiro desde a Convenção de Filadélfia, pois lá já é uma arcabouço de uma grande nação. só considero que um alinhamento automático não trouxe nenhuma vantagem para o país, pode ter sido para um pequeno grupo. A Venezuela de Pérez era  protetorado onde apenas seus apaniguados viviam bem. O que acontece na Venezuela, é mais ou menos parecido ao que ocorre no Brasil, uma desestabilização política e econômica, para tentar levar/manter o país no século XIX. 

          5. Andre Araujo

            21 de abril de 2015 12:03 am

            Nada aver. O contexto

            Nada aver. O contexto geopolitico da questão da Ucrania mão nada a ver com ideologia e sim com seculares questões de controle territorial, que já existiam ao tempo da Imperatriz Catarina, a Grande.

          6. Orlando Soares Vareda

            22 de abril de 2015 12:55 am

            Nao fosse pelo nada aver

            Nao fosse pelo nada aver diria que plantaram um comentario falso pra comprometer a reputacao de critico atilado ddo AA.

            Orlando

          7. Wsobrinho

            22 de abril de 2015 10:59 am

            Errado

            Seu comentário parece história da VEJA, usa frases verdadeiras para traçar um enrredo inverídico.

            Os EUA têm sim influência total nos acontecimentos da Ucrânia, como pode tem certeza têm em toda AL, esquece que foi flagrado o email da embaixadora americana em Kiev, antes do massacre, avisando a sua agente, que já se tinha o novo presidente a ser nomeado após a queda do presidente pró Russia. O massacre até hoje não foi esclarecido, assim como a derrubada do avião, pois o atual governo ucraniano não divulga dados, sob o manto da segurança nacional.

            Os russos não são santos nem tampouco confiáveis, mas também nãos são idiotas a ponto de deixarem instalar bases de mísseis nas suas fornteiras, como quer os EUA e UE.

            É uma reprise moderna do que aconteceu com Kennedy e os mísseis em Cuba, os EUA não aceitaram, porque hoje a Russia não teria suas razões para resistir?

        2. Wsobrinho

          22 de abril de 2015 10:49 am

          Estude mais um pouco, pra não falar bobagem.

          A Venezuela de Andrés Peres era um dos países mais corruptos e desgual da AL, só vivia bem uma elite com carrões importados, a PDVSA era uma empresa na prática privatizada pelos diretores (todos ligados a um falso sindicato político) e os lucroa esram divididos entre eles e seus parceiros americanos, nada chegava ao povo. O narcotráfico grassava nas regiões pobres e caminhava para uma situação como a da Colômbia.

          Não apoiei nem apoio as políticas chavistas, mas ele só se viabilizou por causa da IMENSA DESIGUALDADE E CORRUPÇÃO DOS GOVERNOS pró EUA, a ponto dos militares se unirem a ele. 

          Conheci uma parente de Andrés Peres que mnorava nos EUA, tinha vergonha de falar sobre ele.

          1. azzisem

            22 de abril de 2015 11:13 am

            Se você contextualizar o meu
            Se você contextualizar o meu comentário com o debate que eu estava tendo com o autor do texto, verá que eu fiz uma pergunta indireta/irônica. A Venezuela do Caracazo não poderia ser um país civilizado.

  4. joao

    20 de abril de 2015 5:30 pm

    levy foi ao fmi e bm!
    Claro!
    O inimigo Do ministerio da Fazenda agora relatou o nbd. Levou o ouro. Voltou agradecido do apoio.
    Seriamente escuto ruidos sobre o piso, ha uma certa vibracao sob as pernas e o governo americano pergunta o que vem deste banco asiatico.
    – A tormenta responde que a China esta saindo da sinuca.
    – Qual sinuca, a de nao ter onde guarantir seus trilhoes.
    Chines tem olho fechadinho mais nao eh cego e nem americano eh dois. Assim a China vai investindo em suas pracas e interesses acabando e diminuindo o financiamento da divida americana. Dita seu interresses relativo aos valores dos emprestimos. Diversifica. Alavanca seus produtos, vendas e as suas necessidades de materias e parcerias.
    Exatamente como o americano fez na segunda guerra com a Alemanha quebrada e uma europa em cacos.
    Exatamente os Chineses estao usando o dolares pois sao suas as reservas que estao bancando o mundo financeiro internacional. Ela vai trazer para a producao e sua, mais lentamente direcionando, comandando e gerenciando.
    A China nao esta fazendo a transicao entre o socialismo comunismo para o capitalismo. E sim criando um novo sistema refenciado no que ha de melhor entre as tres teorias dos ideais para o sistema economico. Sera que chegarah a um novo sistema politico, falta teorias.
    quem viver verah!
    Qua!qua!

  5. wendel

    20 de abril de 2015 10:20 pm

    E ………………..

    Quando se discute economias chinesas e norte-americanas, alguns so faltam enfiar o dedo e rasgarem !!!!!

    Há os defensores do império, e os desejosos de mudanças.

    Se um é melhor que outro, ou se um império em decadência fez mais que outros na historia da humanidade, os fatos falam por si, see ignorarmos a historia forjada e falseada!

    Por outro lado, não adianta espernear, pois em toda a historia da humanidade, os impérios cresceram, dominaram e decaíram. É a lógica de todo o sistema !!!!

    O resto é historinha para se discutir na Rede !!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

  6. José Carlos Brandes

    21 de abril de 2015 1:04 am

    E lá vem

    Eu não sei quem daqui já trabalha para uma empresa chinesa ou pelo menos mantém relações comerciais e/ou financeiras com eles.

    Só posso dizer uma coisa: daqui a alguns anos vamos sentir uma saudade tremenda dos dias de hoje..

  7. robson fonseca

    21 de abril de 2015 1:03 pm

    geração burra
    geração burra essa de hoje…..
    que falta faz os livros de geografia e história …..
    também livros como A Era dos Extremos e outros q expunham a realidade do mundo …
    hoje o q se vê são um bando de idiotas saindo às ruas gritar sob liderança de um moleque idiota pra garantir a compra de camisas pólo e montar enxoval de crianças em miami …… kkkkk

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