Jornal GGN – Durante audiência pública conjunta realizada pela Câmara dos Deputados, o Ministro de Ciência e Tecnologia, astronauta Marcos Pontes, aceitou a proposta de criação de um Grupo de Trabalho para debater, junto à comunidade de Alcântara (MA), os efeitos do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas para uso da Base Espacial brasileira.
O GT contará com representantes do Governo Estadual, Câmara dos Vereadores, Assembleia Legislativa, lideranças municipais e da comunidade científica brasileira.
Por enquanto é um aval tácito. O documento ainda não foi formalmente apresentado ao Congresso.
H’150 comunidades quilombolas em torno do Centro Aeroespacial Brasileiro. Além de respeitar seus direitos, espera-se que possam receber parte dos royalties sobre o uso comercial da estrutura.
Na segunda-feira (15), o astronauta participará, em São Luiz, de um Seminário organizado pelo governo do Estado para discutir o acordo.
Jus Ad Rem
11 de abril de 2019 6:27 pmDesce à terra não! Sobe à terra. Não podemos esquecer que o ministro astronauta compõe um governo que, segundo os “ensinamentos” de seu guru, o astrólogo Orgasmo de Cavalo descarta a força da gravidade e acredita na teoria da Terra plana.
Anônimo
12 de abril de 2019 12:24 pmÉ uma questão de soberania nacional, e tem que ser discutida de forma mais ampla. Este grupo de trabalho parece querer falar apenas com a assembléia dos vizinhos do empreendimento. Observem que não existe nenhuma brecha para o debate sobre o ato, mas apenas pequenos acertos de um acordo já firmado. O astronauta só vai descer a Terra quando trouxer o assunto para o debate antes de firmar o acordo. Diga-se de passagem que isto não é constitucional, pois o presidente sózinho não pode firmar este tipo de acordo. E se isto vai passar no Congresso porque formar este GT de vizinhos. Esta conversa de royalties é um conversa mole ou uma especie de suborno. Não é muito diferente do que fazem as empreiteiras e seus empreendimentos urbanos.