Medidas diretas da liberalização promovidas pelos conluios das bancadas do agronegócio, principalmente durante os governos Temer e Bolsonaro, sabidamente preocupados com o bem estar das famílias, entre 2016 e 2019, houve um aumento de 50% no número de agrotóxicos vendidos no Brasil que são proibidos na União Europeia (UE). Um levantamento de 2016 apontou que eram oito produtos e, agora, três anos depois, já são 12. No país e em época de extremas coincidências, um estudo da Universidade Federal de Mato Grosso mostrou que em 13 municípios (com população total de 644.746 moradores), onde soja, milho e algodão foram plantados entre 1992 e 2014, houve 1.442 casos de câncer gástrico, esofágico e pancreático. Em comparação com outros 13 municípios (219.801 habitantes no total), onde a atividade principal é o turismo, e não a agricultura, o número de casos foi de apenas 53.
Abaixo a Censura. Abaixo os UrbanoTóxicos. Abaixo as Indústrias MultiNacionais Estrangeiras que fabricam tais Venenos. SHELL. BAYER. BASF. BUNGLE. MONSANTO. DOW. RHODYA. CARGILL. Precisamos ir a Tribunais Internacionais pedir Bilhões de Dólares de Indenização
Porque precisamos de conhecimento e informação, como educação permanente para a cidadania, para entender em que mundo estamos vagueando sonâmbulo/as.
Vídeos (1 a 4) de reportagem do canal TV Brasil, no programa Caminhos da reportagem, postados em 24/11/2011.
Da ativista e pesquisadora indiana Vandana Shiva, autora do livro “Oneness v. the 1%” (O uno/a unidade versus o um por cento, em tradução livre) – do qual, com o colapso do mercado editorial brasileiro, provavelmente não teremos uma tradução em breve –, que trata, em outros assuntos, das relações entre as grandes corporações bioquímicas produtoras de venenos agrícolas e ambientais (agrotóxicos e sementes geneticamente modificadas), o mercado financeiro e as empresas de tecnologia – a hipervigilância não é a única nem a maior ameaça das Big Techs:
Precisamos de uma conferência com Edward Snowden, Shoshana Zuboff, Vandana Shiva e Noam Chomsky para montar o panorama dos perigos à democracia, à paz e à justiça ambiental representados pelo capitalismo tecno-biopirata praticado pelas pessoas e empresas mais ricas do mundo, os mais cínicos e sádicos terroristas destes tempos.
A industria química adoece e ganha também ao vender remédios para as doenças que produziram. É um grande, imenso, negócio. O agro-químio-negócio também.
O Brasil é um dos países com mais alta eficiência produtiva, sendo taxado como maior consumidor de agrotóxicos. Temos que analisar vários fatores, antes de criticar, um ponto? Análise por uso por metro quadrado? Vc verá muitos países de primeiro mundo com utilização muito superior ao Brasil. Atualmente, devemos observar o uso indiscriminado de veneno (pesticidas) utilizados no interior das residências. Quem tiver alguma dúvida a respeito? Verifique o principio ativo dos spray caseiro, e verá que é o mesmo agrotóxico utilizado na agricultura, mas com um agravamento, é uso diário, logo a maior contaminação das pessoas está dentro de casa? E não nos agricultores, contudo, poderia comentar também o uso dos pesticidas nos animais de estimação, que seria de maior gravidade, pois, tem ativo de uso controlado na agricultura, sendo vendido sem controle nas lojas de pet?
A Dra Larissa se engana redondamente. de acordo com dados do Ministério da Saúde (podem ser lidos também na Revista Exame de 11 de agosto de 2018) em 10 anos morreram 1824 pessoas intoxicadas por agrotóxicos, das quais 1582 foram por suicídio. Portanto 242 pessoas morreram por intoxicação devido ao uso de agrotóxicos. Não há registro da causa dessa intoxicação. O mais provável é que seja devida a mau uso de EPI durante o manuseio das substâncias. Portanto não há nenhuma “epidemia” de intoxicações por agrotóxicos no Brasil. Da mesma maneira não há epidemia de câncer no Brasil ou no mundo. É preciso ter honestidade na transmissão das informações e evitar que o comportamento de militância influencie.
Lúcio Vieira
27 de abril de 2019 2:11 pmMedidas diretas da liberalização promovidas pelos conluios das bancadas do agronegócio, principalmente durante os governos Temer e Bolsonaro, sabidamente preocupados com o bem estar das famílias, entre 2016 e 2019, houve um aumento de 50% no número de agrotóxicos vendidos no Brasil que são proibidos na União Europeia (UE). Um levantamento de 2016 apontou que eram oito produtos e, agora, três anos depois, já são 12. No país e em época de extremas coincidências, um estudo da Universidade Federal de Mato Grosso mostrou que em 13 municípios (com população total de 644.746 moradores), onde soja, milho e algodão foram plantados entre 1992 e 2014, houve 1.442 casos de câncer gástrico, esofágico e pancreático. Em comparação com outros 13 municípios (219.801 habitantes no total), onde a atividade principal é o turismo, e não a agricultura, o número de casos foi de apenas 53.
Zé Sérgio
27 de abril de 2019 2:32 pmAbaixo a Censura. Abaixo os UrbanoTóxicos. Abaixo as Indústrias MultiNacionais Estrangeiras que fabricam tais Venenos. SHELL. BAYER. BASF. BUNGLE. MONSANTO. DOW. RHODYA. CARGILL. Precisamos ir a Tribunais Internacionais pedir Bilhões de Dólares de Indenização
Anônimo
27 de abril de 2019 2:51 pmPorque precisamos de conhecimento e informação, como educação permanente para a cidadania, para entender em que mundo estamos vagueando sonâmbulo/as.
Vídeos (1 a 4) de reportagem do canal TV Brasil, no programa Caminhos da reportagem, postados em 24/11/2011.
Da ativista e pesquisadora indiana Vandana Shiva, autora do livro “Oneness v. the 1%” (O uno/a unidade versus o um por cento, em tradução livre) – do qual, com o colapso do mercado editorial brasileiro, provavelmente não teremos uma tradução em breve –, que trata, em outros assuntos, das relações entre as grandes corporações bioquímicas produtoras de venenos agrícolas e ambientais (agrotóxicos e sementes geneticamente modificadas), o mercado financeiro e as empresas de tecnologia – a hipervigilância não é a única nem a maior ameaça das Big Techs:
Post deste GGN, de 2014, sobre seu livro “Monoculturas da mente” (https://jornalggn.com.br/meio-ambiente/o-livro-monoculturas-da-mente-de-vandana-shiva/ ), entrevistas (5 e 6) e palestra na ONU (7) sobre suas ideias, seu trabalho de divulgação científica e sua atuação social em defesa da democracia, da justiça social e do meio ambiente.
(1) TV Brasil – Agrotóxicos no Brasil (1/4) – Caminhos da Reportagem
https://www.youtube.com/watch?v=cG8BzwTqB7Q
(2) TV Brasil – Agrotóxicos no Brasil (2/4) – Caminhos da Reportagem
https://www.youtube.com/watch?v=bcwWfJ8-o1A
(3) TV Brasil – Agrotóxicos no Brasil (3/4) – Caminhos da Reportagem
https://www.youtube.com/watch?v=UIv-lw0sJFs
(4) TV Brasil – Agrotóxicos no Brasil (4/4) – Caminhos da Reportagem
https://www.youtube.com/watch?v=UV_YnUP6DY8
(5) RT America – ON CONTACT – The fight for life v. Monsanto/Bayer AG (postado em 30/03/2019)
https://www.youtube.com/watch?v=1282XZ_8ofw&t=1s
(6) Canal Ziller Alefh – Depoimento de Vandana Shiva O tempo e o modo – [RTP 2012] (postado em 28/04/2013)
https://www.youtube.com/watch?v=7G6c2QYf8e8
(7) Oneness vs. The 1%: #VandanaShiva at the United Nations Office at Geneva (postado em 14/03/2019)
https://www.youtube.com/watch?v=Ek2M-obq9LE
Precisamos de uma conferência com Edward Snowden, Shoshana Zuboff, Vandana Shiva e Noam Chomsky para montar o panorama dos perigos à democracia, à paz e à justiça ambiental representados pelo capitalismo tecno-biopirata praticado pelas pessoas e empresas mais ricas do mundo, os mais cínicos e sádicos terroristas destes tempos.
Sampa/SP, 27/04/2019 – 14:51
José Maria Caldas Gouveia
27 de abril de 2019 8:31 pmA industria química adoece e ganha também ao vender remédios para as doenças que produziram. É um grande, imenso, negócio. O agro-químio-negócio também.
Romeu Suzuki
28 de abril de 2019 7:50 amO Brasil é um dos países com mais alta eficiência produtiva, sendo taxado como maior consumidor de agrotóxicos. Temos que analisar vários fatores, antes de criticar, um ponto? Análise por uso por metro quadrado? Vc verá muitos países de primeiro mundo com utilização muito superior ao Brasil. Atualmente, devemos observar o uso indiscriminado de veneno (pesticidas) utilizados no interior das residências. Quem tiver alguma dúvida a respeito? Verifique o principio ativo dos spray caseiro, e verá que é o mesmo agrotóxico utilizado na agricultura, mas com um agravamento, é uso diário, logo a maior contaminação das pessoas está dentro de casa? E não nos agricultores, contudo, poderia comentar também o uso dos pesticidas nos animais de estimação, que seria de maior gravidade, pois, tem ativo de uso controlado na agricultura, sendo vendido sem controle nas lojas de pet?
antonio sergio baptista
3 de julho de 2019 10:39 pmA Dra Larissa se engana redondamente. de acordo com dados do Ministério da Saúde (podem ser lidos também na Revista Exame de 11 de agosto de 2018) em 10 anos morreram 1824 pessoas intoxicadas por agrotóxicos, das quais 1582 foram por suicídio. Portanto 242 pessoas morreram por intoxicação devido ao uso de agrotóxicos. Não há registro da causa dessa intoxicação. O mais provável é que seja devida a mau uso de EPI durante o manuseio das substâncias. Portanto não há nenhuma “epidemia” de intoxicações por agrotóxicos no Brasil. Da mesma maneira não há epidemia de câncer no Brasil ou no mundo. É preciso ter honestidade na transmissão das informações e evitar que o comportamento de militância influencie.