
Jornal GGN – O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apurado na cidade de São Paulo pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) subiu 1,57% na segunda prévia de fevereiro. O resultado é inferior à primeira prévia (1,78%).
A maior pressão sobre o orçamento doméstico ocorreu em transportes, que atingiu 4,19%, o que significa redução na velocidade de alta uma vez que, na pesquisa anterior, o índice variou 5,1%. Em seguida, aparece o desempenho do item habitação, que passou de 0,84% para 1,26%. Nesta classe de despesa, o que mais influenciou a alta foi a tarifa de energia elétrica que ficou 7,26% mais cara.
Já o grupo alimentação voltou a reduzir seu ritmo de alta com reajuste médio de 0,89%, ante a apuração de 1,18% verificada na primeira prévia (1,18%). Em educação, o aumento registrado chegou a 3,9% o que mostra um arrefecimento dos preços em relação à pesquisa anterior, quando o índice havia subido 5,72%.
No grupo despesas pessoais também foi constatada redução na velocidade de correções com a taxa passando de 0,97% para 0,69%. O mesmo ocorreu em saúde com variação de 0,53%, menor do que no levantamento anterior (0,67%).
O índice geral reflete ainda a queda mais intensa no grupo vestuário de 0,31%. No levantamento anterior, o grupo tinha apresentado recuo de 0,23%.
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