
Jornal GGN – O governo de São Paulo discute com a cúpula da Sabesp a possibilidade de adotar um rodízio de fornecimento de água apenas na área do sistema Cantareira. Geraldo Alckmin e o presidente da Sabesp Jerson Kelman devem se reunir até amanhã (6) para tomar essa decisão.
Governo de SP discute adotar rodízio apenas na área do sistema Cantareira
Por Daniela Lima
Da Folha de S. Paulo
Integrantes do governo de São Paulo e da cúpula da Sabesp afirmam que as negociações em torno da adoção de um rodízio avançaram. A discussão agora se daria em torno de sua abrangência. A tese que vem ganhando força é que ele fique restrito à área do sistema Cantareira, que abastece 6,2 milhões de pessoas.
A expectativa é que o governador Geraldo Alckmin e o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, se reúnam até a sexta (6) para tomar uma decisão.
Na estatal, há técnicos que defendem um racionamento mais amplo, para a região metropolitana, o que pouparia também o sistema Alto Tietê. Nesta quarta (4), ele tinha 11% de sua capacidade.
O tema tem sido discutido em reuniões restritas no Palácio dos Bandeirantes. O entendimento é que seria preciso reduzir a captação do Cantareira em ao menos mais 5 mil litros por segundo para que ele possa resistir à estação de seca, a partir de maio. Hoje, são retirados 18,5 mil.
Há ainda a avaliação de que as obras para transferência de águas da represa Billings para a região abastecida pelo Cantareira poderiam amenizar o problema, mas, com as chuvas abaixo da média, seria temerário esperar, sem medidas adicionais, os cerca de 70 dias necessários para concluir os trabalhos.
Aos integrantes do governo, o corpo técnico tem dito que não seria possível reduzir ainda mais o volume extraído do Cantareira só com as ações já adotadas, como a redução da pressão na rede.
Nesses encontros, integrantes da Sabesp têm explicado que, com a redução da pressão, o sistema já economiza água equivalente a um racionamento de três dias com abastecimento e dois dias sem. Ainda assim, isso tem sido insuficiente, dado as chuvas abaixo da média e o baixo nível do reservatório –nesta quarta, estava em 5,2%.
Tanto na Sabesp quanto no governo é consenso que, ainda que a decisão de instituir o racionamento seja oficializada nos próximos dias, a população teria ao menos um mês para se preparar antes de a restrição ser adotada na prática.
O próprio Alckmin, ao falar sobre o assunto, disse na semana passada que nenhuma medida seria tomada sem que a população fosse avisada com “ampla antecedência”.
Nesta quarta, o governador instituiu um comitê de crise para planejar ações com cidades da região metropolitana após prefeitos criticarem a falta de transparência na condução da crise.
Zanchetta
5 de fevereiro de 2015 12:33 pmAlguém já falou que o sistema
Alguém já falou que o sistema Guarapiranga, que está em 40% de sua capacidade, tem 5 vezes mais volume de água que o sistema Cantareira?
Eliane Ribeiro
5 de fevereiro de 2015 2:58 pmSeu Troll,Alckimin é um
Seu Troll,Alckimin é um mentiroso safado ,Guaianazes é do Alto Tiete,desde novembro estamos se lascando.
Hoje faz 3 dias que minha caixa d agua e a da maioria dos vizinhos secou!
Estamos se reunindo para solicitar um caminhão Pipa.Esse Bandido vem falar de rodizio só no Cantareira!
A é o guarapiranga é maior então cade o investimento para interligar os reservatórios.
Por que tem dias que precisamos comprar agua para fazer comida.
Repetindo meu bairro faz parte do ALTO TIETE! ele não decreta pois já existe a muito tempo para os pobres da periferia,então vamos continuar enganando babacas binarios.
André LB
5 de fevereiro de 2015 3:09 pmBoa pergunta.
Eu tenho
Boa pergunta.
Eu tenho outra: por que a ANTA SAFADA do seu governador Geralstom Alckmin/PSDB, que vem se omitindo desde o segundo mandato, lá em 2003, esperou a situação chegar A ESSE PONTO pra pensar em obra de interligação de reservatórios?
Jean Baptiste
5 de fevereiro de 2015 6:33 pmO maluco, ninguém falou que
O maluco, ninguém falou que está faltando água, afinal o Brasil possui 1/5 da água doce do planeta. O que falta em SP é o governo/sabesp investir em estrututura e regularização e o eleitor se tornar cidadão.
Marcos Marques de Sousa Trindade
5 de fevereiro de 2015 6:43 pmCapacidade do Guarapiranga,
Capacidade do Guarapiranga, segundo o “insuspeito” G1, é de 171 bilhões de litros de água, ou seja, 17,1% da capacidade total do Cantareira. É menor, inclusive, que o sistema Alto Tietê, que possui 520 bilhões de litros de água.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/10/reservatorios-da-grande-sp-tem-158-do-volume-de-agua-disponivel.html
Se informe melhor da próxima vez.
Zanchetta
5 de fevereiro de 2015 6:54 pmEu devia ter mencionado
Eu devia ter mencionado Guarapiranga + Billings cuja capacidade é de 1,4 trilhões de litros.
walter araujo
5 de fevereiro de 2015 12:41 pmCritica-se tanto os titulos
Critica-se tanto os titulos de matérias em jornais impressos,
enquanto aquí. Tá bom, deixa prá lá.
gabi_lisboa
5 de fevereiro de 2015 12:51 pmE o consumo pelas empresas/agricultura?
Eu só tenho visto matérias falando e criticando do consumo de água pela população comum, que representa menos de 10% do consumo da sabesp, mas os grandes consumidores (agricultura+indústria) parecem poupados. Não é hora de mandá-los se abastecerem com caminhão-pipa? A prioridade de consumo, segundo nossa constituição, é humana. É demais pensar que as escolas podem fechar enquanto a gente não ouve falar em uma medida de restrição séria de uso de água tratada pela industria, por exemplo. É claro que vai ter impacto econômico, mas é melhor do que matar as pessoas de sede. A “gestão” da crise é tão absurda que o Alckmin queria poupar os shoppings da economia obrigatória de 20% que ele determinou para a população e agora a folha critica o Haddad por impor essa economia para as escolas – claro, é melhor fechar as escolas de uma vez. A crise toda é absurda, mas a população precisa se informar mais também e saber que não é a dona que varre a calçada com mangueira que é a grande vilã, mas a sabesp (perde 30% da água tratada), a agricultura (usa 70% da água restante) e a indústria (mais de 20% do que sobra). Toda essa gente (industria+agricultura) precisa dessa quantidade toda de água tratada? Será que eles não deveriam ser os primeiros a terem que arrumar outra fonte de abastecimento ou sou eu que vou ter que desembolsar uma fortuna em caixas d’água para passar 5 dias sem fornecimento de água para beber/comer/tomar banho? Eu estou armazenando água da chuva, quanta água da chuvas as industrias/shoppings de são paulo estão armazenando? Para dar descarga precisa ser a mesma água que a gente bebe ou o morumbi shopping pode usar água da chuva ou de reuso? Por que sou eu que vou ter que pagar a conta de uma crise que parece não afetar a maior parte dos negócios da região metropolitana de São Paulo? O Alckmin que me aguarde, na hora que eu ficar 5 dias sem tomar banho eu faço questão de ir jogar bosta lá na casa dele.
Conde de Rochester
5 de fevereiro de 2015 2:05 pmNão ha justificativa para…
Não ha justificativa para omissão e a irresponsabilidade
droubi
5 de fevereiro de 2015 2:25 pmLógico, afinal a culpa pela
Lógico, afinal a culpa pela situação do cantareira é do governo federal, não do governo estadual…
Este Geraldinho ainda vai ser o nosso querido presidente.
Um gênio.
Luis Armidoro
5 de fevereiro de 2015 2:35 pmComo o Alckmin terceirizou
Como o Alckmin terceirizou (ou privatizou?) o governo para o Tony Blair, a capital do estado é Londres, e geraldinho é o só o gerente que presta contas aos especuladores da City
Aline C Pavia
5 de fevereiro de 2015 3:18 pmRepita comigo
Não é rodízio. É RACIONAMENTO.
Não é rodízio. É RACIONAMENTO.
Não é rodízio. É RACIONAMENTO.
Não é rodízio. É RACIONAMENTO.
Não é rodízio. É RACIONAMENTO.
Não é rodízio. É RACIONAMENTO.
Lousa do Bart Simpson com giz mil vezes. Obrigado.
Sem Chuveiro
28 de novembro de 2015 8:23 pmSem água há 2 anos
GENTE! todo mundo tem caixa dagua né? e ele foi reeleito de lavada… de lavada…