4 de junho de 2026

Projeto de Doria vai exigir abstinência de dependentes químicos

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Foto: Juarez Santos/Fotos Públicas
 
Jornal GGN – O projeto Redenção, elaborado pela gestão do prefeito João Doria (PSDB) para tratar dependentes químicos, exigirá que os pacientes sejam “ex-viciados” para que eles sejam encaminhamento para vagas de emprego.
 
O Redenção substitui o programa De Braços Abertos, da gestão de Fernando Haddad (PT), que tinha como principal objetivo a redução de danos. 
 
As diretrizes do projeto foram anunciadas ontem (26) e preveem “ações programáticas, como criar rede de moradias monitoradas no município e uma rede de residências terapêuticas para a continuidade do tratamento”, segundo o texto de divulgação. 
 
De acordo com a gestão municipal, os usuários que ficam nos hotéis do De Braços Abertos serão transferidos para a nova dinâmica proposta, sem explicar como será feita a transição. 

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A prefeitura afirma que realizou 33.782 abordagens na unidade emergencial de acolhimento, o Atende, desde o dia 21 de maio, data da megaoperação policial realizada na região chamada de cracolândia, no centro da capital paulista. 
 
Na ocasião, o prefeito disse que, primeiro, houve uma “ação preventiva” para prender traficantes, e que depois seria realizada uma segunda ação de “acolhimento daqueles que são psico-dependentes”.
 
A prefeitura tentou realizar internações compulsórias, mas a medida foi questionado pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público, e acabou sendo vetada pela Justiça. 
 
Outra unidade do Atende começará a funcionar na Praça Júlio Prestes e poderá atender 140 pessoas. Também terá início nesta semana o Projeto Mães da Luz, que irá dar orientações para os familiares do dependentes químicos. 
 
Campanha publicitária
 
Além destas ações, a gestão Doria irá lançar uma campanha com o slogan “Crack: a melhor saída é nunca entrar”, ao custo de R$ 4,9 milhões. A campanha, que será veiculada em jornais, pontos de ônibus e salas de cinema, foi criticada por responsabilizar somente o usuário pelo problema do crack.
 
“É a miséria que faz alguém chegar à Cracolândia e não necessariamente o crack. E a exclusão social é o principal problema de quem só encontra nas ruas alguma inclusão”, escreveu a jornalista Flávia Martinelli, dos Jornalistas Livres. 
 
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10 Comentários
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  1. DudaS

    27 de junho de 2017 2:08 pm

    Vish, é um perigo. Os caras

    Vish, é um perigo. Os caras vão ficar na “fissura”.

     

  2. baader

    27 de junho de 2017 2:12 pm

    1. 1. “redução de danos é uma

    1. 1. “redução de danos é uma política de saúde que se propõe a reduzir os prejuízos de natureza biológica, social e econômica do uso de drogas, pautada no respeito ao indivíduo e no seu direito de consumir drogas” (Tarcísio Matos Andrade , 2001). o que esperar de um prefake?

    2. clínicas evangélicas que dominam o “mercado de desintoxicação”, isso mesmo, é um mercado por onde se despeja vultosa verba pública pelo país todo, já foram condenadas pelo Cons.Federal Psicologia há muito.3. milhões, de novo, para agências de propaganda. isso tem que ser proibido no congresso, é uma aberração, um desperdício, uma duto para propinas (vide Marcos Valério) e uma interpretação bandida da CF88 quanto à prestação de contas que administrações são obrigadas. ou vamos achar que as peças dos entes públicos têm que se parecer com produtos-fetiches como de comerciais de carro, sabão, etc. até logomarcas/slogans esses pilantras inventam. assim não dá.

  3. vera lucia venturini

    27 de junho de 2017 2:22 pm

    Vamos exigir de Dória

    Vamos exigir de Dória “abstinência moral” e ver se ele cumpre.Cada um com o seu vício. O dele é ser imoral, vigarista e deselegante. Vício é vício.

    Ah! Duvido que numa dessas festas new rich (tão grosseiro e ostentador que nem de nouveau riche pode ser chamado) que frequenta não é servido a cocaina que faz parte do cardápio das festas dos ricos. Hipócrita.

  4. jose antonio santosjj

    27 de junho de 2017 2:49 pm

    Redenção

    Leio a palavra “Redenção” e penso em Religião. So Freud  pode explicar.

    Seria mais barato chamar uns “pastores”.

    Pensando bem talvez não seja boa ideia.

     

     

     

  5. Antonio C.

    27 de junho de 2017 3:19 pm

    Comentário

    Não é o só o Doria que é um ignaro. Seu partido é, todo ele, ignaro. Mas como tem uma plateia que o elege que sabe bem menos, fica assim, essa treva coletiva com cara de normalidade.

  6. Jus Ad Rem

    27 de junho de 2017 3:34 pm

    “J”ênio é “j”ênio mesmo

    Poxa vida! Esse João Doria é mesmo um “j”ênio! Como ninguém nunca havia pensado nisso antes? Para se livrar das drogas, basta não usá-las! Claro!!

    É por isso que é importante eleger não-políticos! Essa simples solução dispensa o serviço de psicólogos, psicanalistas, agentes sociais, clínicas de reabilitação, etc., que na verdade são todos uns idiotas quando comparados a um “j”ênio como João Doria.

  7. Alan Souza

    27 de junho de 2017 3:57 pm

    Método Tucano de trabalhar

    Faz as coisas com vício de origem. Feito pra dar errado. Só mesmo pra render notícia e promoção do Doria quando for lançado. Quando chegar ao seu fim natural (isto é, falhar) a mídia esconde. E quem denunciar que falhou será considerado mortadela, petralha, pesquisador comunista de universidade pública ou blogueiro sujo…

  8. André Oliveira

    27 de junho de 2017 6:11 pm

    Mas eles não são dependentes?
    Mas eles não são dependentes? Se são, como farão abstinência? Deve ser abstinência de sexo.

  9. Photios Andreas Assimakopoulos

    27 de junho de 2017 6:20 pm

    Dória e Cia. descobriram…

    …que o problema é o crak e que solução para isso é que os viciados fiquem sem o vício. Há esperança…Nesse ritmo em uns 20 ou 22 anos vão voltar ao programa “Braços Abertos” da gestão Haddad.

  10. Ivan de Union

    27 de junho de 2017 10:48 pm

    ABSTINENCIA DE DEPENDENTES

    ABSTINENCIA DE DEPENDENTES QUIMICOS??????

    Oh, putaiada paulista de merda, nao tinha ninguem menos analbabetoo pra votar nao???

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