4 de junho de 2026

Dilma, a Geni da política nacional; por Ruy Castro

Sugerido por Assis Ribeiro

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Boa de apanhar

Por Ruy Castro, na Folha

Sem querer, Dilma Rousseff está realizando um sonho que deve ter passado pela cabeça de muitas mulheres: parecer-se com alguma personagem dos sambas de Chico Buarque. Que mulher não gostaria de ser a Rita, a Madalena, a Carolina, a Bárbara, a Januária, a Joana Francesa, a Ana de Amsterdã? E que mulher não gostaria de ser aquela que desatinou, viu chegar quarta-feira, acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando e continuou sambando? Ou a que ficou diferente, ficou pra lá de pra frente e passou o cara pra trás?

Pena que, em vez daquelas mulheres maravilhosas, a personagem de Chico Buarque com quem Dilma pode estar se identificando neste momento seja a infeliz Geni –mais exatamente, a que aparece nos versos “Joga pedra na Geni / Joga bosta na Geni / Ela é feita pra apanhar / Ela é boa de cuspir”.

Desde as eleições, a oposição não lhe dá sossego. Mas, como o PT bem sabe, é para isso que existe a oposição –e, agora, mais do que nunca, com o argumento de que Dilma foi eleita demonizando uma política que ela própria está praticando. Por sinal, muitos que a elegeram estão com ganas de jogar-lhe pedras ao ver seus rendimentos encolherem, os benefícios desaparecerem e os encargos subirem. Os ambientalistas, se pudessem, jogar-lhe-iam bosta. E ela ainda tem de se preocupar com o escândalo da Petrobras, cada vez mais perto do seu quintal.

Como se não bastasse, o PT, sempre cioso do poder, tenta descolar-se do fracasso de seu governo. Acabou o amor –seu antigo “companheiro de armas” José Dirceu, sua ex-ministra Marta Suplicy e até seu atual ministro Juca Ferreira surram-na diariamente, em voz alta e às claras, sob o tonitruante silêncio de Lula. Pobre Geni, digo Dilma. Ninguém desce de um zepelim para acudi-la.

Dilma deve estar fazendo alguma coisa certa para apanhar tanto.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/205806-boa-de-apanhar.shtml
 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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37 Comentários
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  1. altamiro souza

    29 de janeiro de 2015 7:36 pm

    se não me engano a letra de

    se não me engano a letra de geni tb fala em traidores e vilões e geni é a única que vem para salvar.

    admirava ruy castro e nelson rodrigues,  mas percebi que há um fato no mínimo curioso da obra deles.

    muito do que dizem ou disseram foi arrancado dolorosamente do

    próprio seio em que vivem ou viveram, isto é, uma desgraceira geral

    e uma classe média horrorosa, com psicopatologias que desvendaram nossas piores loucuras (des)humanas

     

  2. Malú

    29 de janeiro de 2015 8:16 pm

    Deixa a mulher trabalhar!

    Deixa a mulher trabalhar!

  3. FabioT2

    29 de janeiro de 2015 8:20 pm

    Nassif, agora é o governo que

    Nassif, agora é o governo que está sendo cabeça de planilha ?

  4. edna baker

    29 de janeiro de 2015 8:33 pm

    Que horror! A Folha desce a

    Que horror! A Folha desce a ladeira cada vez mais.

  5. L. Souza

    29 de janeiro de 2015 8:36 pm

    Força

    Em 70, também ninguém desceu aos porões para acudí-la.

  6. will

    29 de janeiro de 2015 8:49 pm

    Lembre-se:
     
    quem joga a

    Lembre-se:

     

    quem joga a pedra são os hipócritas!

  7. Lu Tor

    29 de janeiro de 2015 8:50 pm

    Tá feia a coisa pro Ruy…

    Nossa senhora! A coisa anda feia pro lado do Ruy Castro. Não que eu ande morrendo de amores por Dona Dilma ultimamente. Menos ainda que eu o considere um escritor que valha tanta coisa. Mas ele mostrou com esse texto horroroso e mal escrito que não entendeu nem a letra do Chico, nem de análise de conjuntura, de política, de Brasil, nem de texto, nem de contexto. O Ruy não entendeu a poesia… Quem salva a cidade é a Geni, Seu Ruy… 

    1. Lu Tor

      29 de janeiro de 2015 8:56 pm

      Ah! E mais ainda (preciso

      Ah! E mais ainda (preciso comentar de novo, o texto é mesmo muito ruim): que história é essa dele achar que D. Dilma deva estar se identificando com outrem? Quem está se identificando com quem?Que projeção mais explícita e sem-vergonha…

      1. Lionel Rupaud

        29 de janeiro de 2015 9:12 pm

        Mas o leitor médio do jornal vai

        se sentir um gênio lendo algo que entende…

        1. Ivan de Union

          29 de janeiro de 2015 11:19 pm

          Eu entendi, e digo:  a unica

          Eu entendi, e digo:  a unica coisa que esta sendo jogada contra Geni eh bosta.

          Antigamente chamada de “titica tucana”…

          Falando do assunto…

          Por onde anda o Aecio nesse meio tempo?

  8. Carlos Graça Aranha

    29 de janeiro de 2015 8:59 pm

    Não se enganem- É a Petrobrás !

    Lembram-se da PETROBRAX ? Deste projeto insidioso e odioso quase levado a efeito pelos tucanos e toda sorte de maçanetas que lhes acompanhava ?

    Pois bem, já se inicia um consenso entre as cabeças pensantes e relativamente isentas( ninguém é 100% imparcial e isento) em torno dos reais objetivos da campanha sistêmica contra a Petrobrás. Além de uma impiedosa caça midiática ao entorno da “lava-jato”( nome bobo em épocas de seca), há claros sinais internacionais de pura defenestração da viabilidade econômica do pré-sal. Não sem sentido e objetivos o preço do barril anda tão deflacionado.

    Eis aí o “xis” da questão. A verdadeira cordilheira andina submersa em nosso oceano ameaça o Establishment da ordem mundial ainda predominante.Brasil potência, soberana e independente ?! Nem pensar, diriam os defensores do quintal americano da República das Bananas.

    Ao decidir pela manutenção do regime de partilha e pelo caráter inegociável, D. Dilma, a Presidente deste país( presidenta é feio pacas) traçou destino, rumo ao desconhecido. Tem que lutar contra toda sorte de oposição canalha e irresponsável, além dos próprios  canalhas a quem tem que agregar, fruto do inconsequente regime presidencialista de coalisão por achaques. Tornando as coisas ainda piores, Deus, o brasileiro, anda de cara amarrada para S. Pedro e este não faz chover. O risco iminente de uma desastrosa convulsão social aí está, somente não enxergando os apedeutas de toda sorte.

    Triste sina. Em meio a tudo isso, como promover as necessárias reformas a fim de expurgar do cenário político brasileiro toda a corja das quadrilhas partidárias, depurando o sistema e as agremiações ? Como fazer com que criminosos efetivamente cumpram suas penas ? Como tornar o sistema tributário mais justo e eficiente ? Como reformar o judiciário, esta caixa preta ?

    Nosso país vive sob domínio do crime organizado encabeçado pelas altas esferas políticas, com apoio irrestrito das quadrilhas midiáticas, onde um presidente, além de parlamentares limpos, são totalmente reféns dos atos de puro banditismo. Como podemos assistir a tudo isso e não haver irresignação coletiva ? As novelas, programas de auditório, Big bostas da vida e jornalões platinados não permitem. Há toda uma ideologia de criminalização somente do PT matando sonhos, afogando ideais. ( NÃO SOU petista, que fique claro).

    Em minha filosofia barata de boteco fico pensando se sou infantil a ponto de sonhar que a D. Dilma bem que poderia nomear um General do Exército de boa e comprovada conduta para presidir a Petrobrás. Seria um símbolo para o momento. Há bons generais gestores. Implodir o conselho administrativo, reformular a gestão interna, modernizá-la e deixá-la menos ao alvitre das decisões pessoais e monocráticas. E o Zé…o que este Zé ainda faz no MJ ? Pelo amor de Deus ! E esse ministério…à exceção de um ou outro, carece de gente técnica e limpa. Parece que a “chefa” ainda não entendeu o recado do quase 1×1 das urnas.

    Parece haver medo na D. Dilma…medo de enfrentar com porrete, explicando ao povo, passo a passo, as atitudes que a quadrilha midiática certamente diria ser de uma tresloucada sem sentido, pugnando pelo afastamento. Há medo e o que ainda em minha infantilidade não entendo é como as estatais ainda gastam nosso dinheiro em propagandas institucionais nas redes privadas de mídia. Absurdo !

    Assim, fico me divertindo com o pessoal do parafernália, assistindo a D. Dilma da ficção falar tudo aquilo que tenho vontade de ouvir da D. Dilma real. Mas diriam os críticos: E o decoro do cargo ?! Ora, senhores, para um presidente extorquido diariamente haverá de se cobrar decoro em suas ações ? Que ela desça do olimpo e governe com os porretes em mãos, travando, de fato, a batalha da mídia, cercando-se de gente técnica nesse momento, pois é o que as crises que se avizinham demandam.

    E tomara que chova, senão, F…

  9. Francy Lisboa

    29 de janeiro de 2015 9:06 pm

    Quem demandou a mudança de

    Quem demandou a mudança de Dilma agora tira o da reta:

     

    https://jornalggn.com.br/blog/francy-lisboa/levy-o-ponto-de-transicao-entre-duas-personalidades-presidenciais-demandadas-pela-sociedade-manipulada

    1. márcia melo

      29 de janeiro de 2015 11:22 pm

      Pois não é?

      Parece que temos duas opções: de errática a errada ou de errada a errática. Questão de gosto (à Bourdieu?). 

  10. Teodoro Isnard Ribeiro de Almeida

    29 de janeiro de 2015 9:18 pm

    Dilma, a Geni da política nacional; por Ruy Castro

    Como Ruy Castro é um cara culto, entendo que ele nesse texto desanca a oposição e mesmo o povo, que não parte para a defesa de sua presidenta que sofre ataques de tudo quanto é lado. E aguarda que Dilma vá nos redimir. Não sei se foi bem essa sua intenção, mas é o que se depreende…

  11. Sta. Catarina

    29 de janeiro de 2015 10:25 pm

    Dilma

    Independente de tudo que está ocorrendo neste, é bom dizer, 1 MÊS DE SEGUNDO MANDATO, acredito na capacidade da nossa presidente. A pressão é grande. A direita e a mídia ainda não engoliram a derrota e estão fazendo o que podem para prejudicar a administração e, por conseguinte, os resultados da presidente.

    Não posso dizer com absoluta certeza, mas tenho a convicção que algo está em gestação às escondidas no planalto para responder à altura a esse bando de traidores e entreguistas que estão invadindo os notícias e apunhalando não só a presidente mas o povo brasileiro que quer ver este país crescendo e tornando-se um dos líderes mundiais. 

    Por isso pessoal, não vamos virar as costas à presidente e vamos lutar diariamente e mostrar que este governo, cujo projeto iniciou em 2003, fez e irá fazer muito mais. O Brasil tem inúmeras deficiências. Não podemos chorar sobre o leite derramado, mas trabalhar para fazer deste nosso lar um lugar melhor.

  12. Alex Sotto

    29 de janeiro de 2015 10:29 pm

    Que é isso

    O Ruy Castro assassinou a poesia do Chico.

    Ninguém desce do Zeppelin para acudir a Geni, e sim para ser apenas mais um, na verdade o pior de todos, a abusar da bondade dela.

  13. Preocupado-rj

    29 de janeiro de 2015 10:47 pm

    A cultura machista.

    A cultura machista é a mais perversa e a mais depravada  que todas as outras. Há milênios ela banaliza as mulheres considerando-as como um ser descartável. É para ser usada e em seguida jogada fora. Acontece que tal ideologia com o seu julgamento generalizado em todas as culturas não percebeu ainda que o gênero homem se comportandoo tal como este aprendizado, já no berço ou fora dele, passa a ter infinidades de desvios comportamentais de todos os tipos, sendo  o principal deles, o do homossexualismo, sem exceção.Freud, o criador da psicanálise explica. A nossa Mãe Natureza predestinou e privilegiou a Mulher como o Ser mais completo e, por isso mesmo, fadada a pensar sempre, e até inconscientemente, a partir de tenra idade, na eternidade, e por isso mesmo, gerar Vida. Já os homens, foi predestinado a ser coadjuvante de todas as mulheres e de suas crias. É esta destinação que fez do homem um ser polígamo por naturez, sem perder a sua natureza da virtude e ter que ser  ser sempre um coadjuvante. A humanidade só vai trilhar o caminho da igualdade, da justiça e da verdadeira esperança, quando estiver sob o governo ou os governos dos entes mais maravilhosos e milagrosos de todo o universo, as Mulheres.

  14. Luiz Gonzaga da Silva

    29 de janeiro de 2015 11:02 pm

    Que mulher não gostaria de

    Que mulher não gostaria de ser …. a Bárbara,… a Ana de Amsterdã?

     Qualquer mulher teria orgulho de ser amada por Calabar, mas, por outro lado que mulher gostaria de ser a viúva de um homem  enforcado e esquartejado pelos colonizadores acusado de traidor? Que mulher gostaria de ser a mulher que atravessou o oceano para casar e virou jogo de azar(Ana)?

    Creio que nenhuma.

    E dentre as duas  mulheres das janelas( Carolina e Januária), a sofrida Carolina?

    Carolina é aquela que guarda nos olhos toda a dor desse mundo. É aquela cujos olhos tristes guarda tanto amor que não mais existe. Que não vê a vida e o tempo passar na janela. Não creio que existam mulheres que queiram viver a sina de Carolina, lindamente poetizada por Chico.

    Talvez, das mulheres de Hollanda  a que chegue mais perto de Dilma seja “Angélica”. A bela canção em que o músico/cantor/escritor homenageia a luta de Zuzu Angel para desvendar o crime de que foi vítima seu filho na ditadura. Zuzu e Dilma são duas heroínas na luta pela redemocratização do nosso país.

    Zuzu e Dilma, tudo a ver.

    “Angélica”de Miltinho & Chico Buarque

    Miltinho

    https://www.youtube.com/watch?v=LO_xoq10gBs

    Chico Buarque

    https://www.youtube.com/watch?v=AhtlDIuSbIo

  15. Pedro Penido dos Anjos

    29 de janeiro de 2015 11:08 pm

    Ruy Castro é própria

    Ruy Castro é própria encarnação do atvavismo udenista. O que não ofez perceber o ato falho escancarado neste seu artigo.

  16. will

    29 de janeiro de 2015 11:38 pm

    ja que ninguém postou….

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=jG28MYTxtIw align:left]

    1. Ivan de Union

      30 de janeiro de 2015 12:14 am

      O que essa interpretacao faz

      O que essa interpretacao faz com o metro da musica eh fantastico!!!!

  17. rita scaramuzzi

    29 de janeiro de 2015 11:51 pm

    a musica de chico buarque foi

    a musica de chico buarque foi inspirada num conto de guy de maupassant  que se chama “Bola de Sebo”. Nesse conto a jovem Élisabeth Rousset se sacrifica para salvar companheiros de viagem  das garras dos oficiais prussianos, durante a guerra franco-prussiana. Depois sente a humilhação e desprezo  daqueles que a sacrificaram.

  18. Mat

    30 de janeiro de 2015 12:38 am

    Dilma salvo a Patria ela merece apoio com povo governando

    Quem salvo do desastre eleiroral foi  a Dilma e os milhoes que brigaran com garra  pelo triunfo

    mas istou nao basta.  Povo a governar !!   todos os dias organizando a democracia

    participativa nos bairros ,nas ruas,nas escolas e nas fabricas. Criar uma vasta rede do

    cooperativismo (agricultura familar,assentamentos, cooperativas rurales e nas cidades,eco-empresas

    para pesar dentro da economia nacional em coexistencia com as outras formas economicas

    (publicas, mista, privada) sendo a  quarta roda do tessido produtivo do pais.

    O PT dorme como procurando o desastre para agora e para o 2018!

    O PT deveria ser independente do governo federal e deveria ser o organizador do povo governando.

    Ahi é complementaridade, Dilma e os dirigentes das institucoes dirigem o aparelho do Estado e

    o povo (sociedade civil) dirige as politicas e orientaçoes pelo baixo. Dilma escolhe Levy not problem,

    a CUT deve sair na luta com ideias e propostas!  Grande DILMA e grande Povo Brasileiro.

  19. JB Costa

    30 de janeiro de 2015 12:50 am

    O articulista fantasiou

    O articulista fantasiou demais. Primeiro porque as críticas à presidente não são articuladas, ou seja, provém de matizes das mais diversas. Muitas pertinentes, outras só para constar e um bocado desonestas.  Segundo, quem assume um cargo de relevância, no caso o maior do país, sempre será alvo de senões. A dramaticidade fica por conta da falta de assunto. Então, qual o problema? Tenho certeza que as medidas acertadas implicarão em elogios. 

    Tem como comparar, por exemplo, as críticas do José Dirceu com as da Marta Suplicy? É costume do ex-ministro sempre apontar erros e omissões do governo patrocinado pelo seu partido, PT. Já as da ex-ministra do Turismo, da Cultura e atual senadora da República são de cunho R.O.P: ressentimento, oportunismo e politicagem. 

    Por fim, o destaque para o de sempre: Lula possivelmente “está de mal” com a Dilma. 

     

  20. Elizabete Oliveira

    30 de janeiro de 2015 1:11 am

    Quando a esquerda começa a PIGar

    É parece que tem uma parte dos apoiadores da Dilma que estão mais para PIGal do que para Sujos.

    O modo republicano diz que a oposição deve esperar pelos menos 100 dias para começar a atacar.

    A oposição não saiu do palanque. E parece que os apoiadores da vitoriosa está seguindo o mesmo barco.

    Quanta incoerência. Zé Dirceu e Marta. Não precisa nem falar. Usam as armas do PIG. Alguns blogs estão aderindo à oposição, formando uma onda direitista no país. As medidas que Dilma está tomando foram bem próximas das que Lula tomou em 2002. Mas a memória é sempre o grande problema dos oportunistas. 

  21. Yacov

    30 de janeiro de 2015 1:43 am

    No fim, a GENI é o povo

    No fim, a GENI é o povo brasileiro… Vale tudo para barrar o desenvolvimento autosustentável do Brasil. ‘JOGA MORO NA GENI’ !!

     

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÂO & GOLPES – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO & GOLPES é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

  22. Gilson AS

    30 de janeiro de 2015 2:39 am

    Em parte é culpa da própia

    Em parte é culpa da própia Geni que adora um controle remoto.

    Como ela vai se defender com controle remoto na mão ?

    Joga essa porcaria fora Geni.

  23. GODPLAYER

    30 de janeiro de 2015 9:47 am

    Ela pediu

    Tá levando pedradada mesmo e não acho que vai ficar melhor para ela não, 2015 vai ser muito mais difícil do que foi 2014.

    E diga-se que grande parte das pedras ela está recebendo são por erros DELA na condução da economia e gestão. E o pior, ela não prende, ainda acha que está 100% certa, que só ela sabe das coisas, que tem que ser do jeito dela e pronto e por aí vai…..

  24. Gardenal

    30 de janeiro de 2015 9:51 am

    O Ruy Castro apenas mantém a

    O Ruy Castro apenas mantém a coerência de quem se colocou, durante toda a campanha,  como cabo eleitoral do Max Overseas. PERDEU, MALANDRO!

  25. Centelha, o retorno

    30 de janeiro de 2015 10:47 am

    Do blog Tijolaço

    carteira

    Não é preciso dizer que sou, e a vida inteira, contrário a qualquer retirada de direitos de trabalhadores.

    Mas, igualmente, sou contra espertezas e arranjos que se possam fazer com dinheiro que pertencem ao trabalhador.

    Hoje, quando os jornais noticiaram o primeiro déficit desde 1997, algo ficou pelo meio dos textos e pode ter passado despercebido.

    É que os gastos com seguro-desemprego (e, em escala menor, abono salarial) responderam por R$ 10 bilhões, dos R$ 17 bilhões do déficit total do Tesouro.

    Um crescimento de 21,7%.

    Como são vinculados ao mínimo, estes valores subiriam 6,78%, se tivessem de atender ao mesmo número de trabalhadores desempregados.

    Subiram o triplo.

    E deveriam ter caído, porque  o desemprego, em 2013, foi de  5,4 por cento; e em 2014, ficou  em 4,8 por cento, a menor marca da história.

    Algumas pessoas, todas com a maior boa-fé, estranharam aqui que eu tivesse defendido regras mais duras na regulamentação do seguro desemprego.

    Não preciso fazer demagogia e não confundo cortes moralizadores com cortes desastrados, que atinjam os programas de distribuição de renda  e os investimentos públicos.

    Defendi e defendo, porque não vou ser hipócrita de negar que formou-se uma teia de cumplicidade entre empregados e empregadores para demissões simuladas, com devolução de multa do Fundo de Garantia e recebimento “por fora” (e menor) enquanto dura a percepção do seguro desemprego.

    Claro que isso exige a regulamentação do dispositivo constitucional que pune a rotatividade excessiva de mão de obra.

    Que não é simples e não pode ser linear.

    Mas é dever do governo e deveria ser também das centrais sindicais encontrar caminhos para eliminar o mau uso de um seguro que, este ano, deve ter chegado perto de 10 milhões de beneficiários.

    Hipocrisia não faz bem a ninguém.

    E hipocrisia com dinheiro que pertence ao trabalhador (é com recursos do PIS que se paga o seguro) é pior ainda.

    As regras mais corretas podem não ser exatamente as que o governo anunciou, é preciso verificar se elas atingem injustamente trabalhadores.

    Mas que é preciso regras diferentes das atuais, é.

    Tanto para a rotatividade quanto para as “espertezas”.

  26. Centelha, o retorno

    30 de janeiro de 2015 10:49 am

    Nassif, você discorda do Roubini?

    Saiu no Diário do Centro do Mundo

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    Do valor:

    O economista Nouriel Roubini, da Stern School of Business da Universidade de Nova York, afirmou estar “cautelosamente otimista” com o Brasil. Segundo ele, apesar de haver dúvidas no mercado sobre a disposição da presidente Dilma Rousseff de fazer ajustes na economia, “o custo de não fazer é muito maior”.

    “Não há escolha. O custo é um ano de sofrimento, mas é melhor que não fazer e ser um desastre nos próximos quatro anos”, disse Roubini durante palestra em conferência promovida pelo Credit Suisse com investidores.

    Na leitura do economista, as visões de que o Brasil poderia se aproximar do modelo político e econômico da Argentina e da Venezuela são equivocadas, já que há no país um grau significativo de moderação política.

    Segundo Roubini, os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, e o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, mostraram ser uma “equipe sólida” durante o Fórum Econômico Mundial em Davos.

    Na avaliação de Roubini, as intervenções do Banco Central (BC) no mercado de câmbio por meio dos leilões de contratos de swap visam ganhar tempo enquanto as medidas de ajuste fiscal não surtem efeito.

    Questionado sobre a validade dessas medidas, o professor afirmou que se trata de “um debate em curso”, pois o movimento do real depende do efeito da nova política econômica e do preço das commodities. O risco é o custo que as intervenções implicam para o BC, ponderou.

    O economista também observou que as taxas de juros no país podem ajudar a amortecer um eventual efeito da subida dos juros nos Estados Unidos sobre o real. Nesse sentido, afirmou, o Brasil está mais bem preparado que países emergentes que mantiveram a política monetária mais frouxa. “Pressões, se houver, vão ocorrer por conta de políticas não críveis e não por causa das taxas de juros”, disse.

  27. Severino Januário

    30 de janeiro de 2015 11:26 am

    Qualé a do Ruy Castro? A

    Qualé a do Ruy Castro? A personagem não combina com a heroína.

  28. Cesário

    30 de janeiro de 2015 5:02 pm

    Determinismo

    A presidente Dilma concordou em concorrer ao cargo que ocupa, sendo escolhida pelo seu predecessor. A julgar por sua postura, palavra, modos, maneirismos, e é claro que a distância, parece ser uma líder autoritária e pouco dada a afagos, como o Lula fazia com aliados e até opositores. Não sendo do meio político, pois iniciou na carreira eletiva no mais alto posto do executivo, sofre as consequências da falta de traquejo, de vivência e de capacitação. Infelizmente as pessoas fazem o que sabem fazer, e não fazem o que efetivamente devia ser feito.

  29. Cesário

    30 de janeiro de 2015 5:02 pm

    Determinismo

    A presidente Dilma concordou em concorrer ao cargo que ocupa, sendo escolhida pelo seu predecessor. A julgar por sua postura, palavra, modos, maneirismos, e é claro que a distância, parece ser uma líder autoritária e pouco dada a afagos, como o Lula fazia com aliados e até opositores. Não sendo do meio político, pois iniciou na carreira eletiva no mais alto posto do executivo, sofre as consequências da falta de traquejo, de vivência e de capacitação. Infelizmente as pessoas fazem o que sabem fazer, e não fazem o que efetivamente devia ser feito.

    1. Clever Mendes de Oliveira

      31 de janeiro de 2015 3:27 am

      Diz a maioria: a presidenta Dilma faz o que deve ser feito

       

      Cesário (sexta-feira, 30/01/2015 às 15:02),

      Sempre considerei o Ruy Castro um bom jornalista principalmente no quesito de estilo, mas no conteúdo considero que ele se deixou impregnar pela crença de jornalistas de que são superiores aos políticos. Então suas crônicas políticas pecam por uma soberbia que a olhos de muito o desmerece. Se os jornalista fossem mais competentes do que os políticos quem dirigiria o mundo seriam os jornalistas e não os políticos. E nem, aproveitando o motivo do post “Dilma, a Geni da política nacional; por Ruy Castro” de quinta-feira, 29/01/2015 às 17:24, se poderia acusar os políticos de dirigirem o mundo como um Zeppelin porque eles, os jornalistas, são passageiros e não desfrutarão de nenhuma vantagem no caso de explosão.

      E o Ruy Castro soube dar o recado dele. Como quem não quer nada, ele despistadamente também jogou pedra na presidenta Dilma Rousseff, e se protegeu no final dizendo que ela deve está fazendo alguma coisa certa. Uma proteção marota, afinal, fazendo tanta coisa, só alguma é certa, é muito pouco para querer se safar de ser acusado de jogador de pedras.

      Pois bem, não esperava grande texto de Ruy Castro, mas interessou-me em confirmar como ele se colocaria diante da onda para dar fecho à coluna dele na Folha de S. Paulo, pois pela natureza da profissão sabia que ele assumiria aposição cômoda de torcedor. E interessou-me também saber quem mais na plateia tinha a mania de jogar pedra.

      Vejo o seu comentário como o primeiro de uma lista de 32. E me pareceu, à medida que eu lia o seu comentário, que havia nele bom senso, sobriedade e racionalidade. Quase ao final você expressa algo com uma quota de verdade: “as pessoas fazem o que sabem fazer”. Toda regra tem exceção e há malucos que teimam em fazer o que não sabem e até jogam pedras.

      Agora ao afirmar que “as pessoas fazem o que sabem fazer, e não fazem o que efetivamente devia ser feito”, você deveria dizer de que lado você está diante do rol de coisas que deveriam ser feitas. Observe que a Presidenta Dilma Rousseff faz o que sabe fazer e faz o que para uma parte da população efetivamente deveria ser feito. Para uma parte que é a maioria e que parece não incluir você. E então você sem razão joga pedra.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 30/01/2015 (Em Pedra Azul)

      1. Cesário

        3 de fevereiro de 2015 12:15 am

        Apropriação

        Clever, eu cometi um equívoco ao colocar um aforismo que citei de memória. Infelizmente, como eu escrevi pareceu uma crítica, mas é somente uma constatação empirica. Para dar somente um exemplo de coisas que deveriam ser feitas há muito tempo e ainda não sairam do papel: o uso do aquecimento solar (sem boiler) em substituição ao chuveiro elétrico. Clever, você sabia que os projetos das construções financiadas pela Caixa Econômica deveriam, mas não contemplam este item? No nordeste praticamente não existe chuveiro elétrico nas casas. Ela sabe fazer, mas não faz.

        1. Clever Mendes de Oliveira

          9 de fevereiro de 2015 4:06 pm

          Fico mais de acordo com você ao ver que você saiu da retórica

           

          Cesário (segunda-feira, 02/02/2015 às 22:15),

          De certo modo, o comentário que eu lhe enviei foi mais uma forma de fazer a defesa da presidenta Dilma Rousseff. Basta fazer uma comparação entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente Barack Obama para compreender o quão difícil é a situação da presidenta Dilma Rousseff. Em condições normais independente da capacidade de cada um de escolher seus assessores, Barack Obama vai contar com uma equipe técnica muito mais capacitada que qualquer equipe que a presidenta Dilma Rousseff jamais poderia formar.

          E Barack Obama tem carisma enquanto a presidenta Dilma Rousseff não tem nenhum carisma. E mesmo assim o Partido Democrático perdeu a maioria no Senado e ficou ainda mais minoritário na Câmara dos Deputados.

          E olhe que talvez o carisma de Barack Obama seja maior do que o de Lula. O carisma de Barack Obama atinge letrados e iletrados. O carisma de Lula é mais em decorrência da facilidade de ele fazer um discurso sem impostação e de entendimento imediato pela população. Costumo dar como exemplo, o discurso dele em uma inauguração de uma Casa Bahia, em que ele diz: “A inflação essa desgraça”. E ainda faço o contraponto do discurso de Lula com a frase do PSDB que o partido usa para justificar o combate a inflação: “A inflação é o mais injusto dos impostos, pois atinge os mais pobres”. É frase que só é compreendida pelos mais letrados, é frase falsa e é frase que incita um sentimento equivocado das pessoas em melhores condições financeiras e educacionais e que poderiam ter uma tendência a se comportar como de esquerda. Essas pessoas abraçam a tese da frase sem saber que a frase é equivocada e assim acham correto ficar do lado dos que combatem a inflação a qualquer preço, o que é uma posição de direita. Então é uma frase que dá a esquerda um alívio de consciência por na verdade estarem praticando uma política de direita.

          O Barack Obama sempre me chamou a atenção. E eu fiquei bem impressionado com a frase dele quando foi eleito presidente pela primeira vez e que transcrevo a seguir:

          “If there is anyone out there who still doubts that America is a place where all things are possible; who still wonders if the dream of our founders is alive in our time; who still questions the power of our Democracy; Tonight is your answer.”

          Provavelmente não é frase dele. Com toda a eloquência que possui ele ainda arruma quem seja capaz de fazer um discurso contendo uma frase de significado tão denso como a que eu transcrevi acima.

          E apontaria outra qualidade que Barack Obama tem que a presidenta Dilma Rousseff não tem. Dado o poder de fogo dos Estados Unidos, Barack Obama tem consciência que ele não é capaz de estar em todos os lugares e a todo tempo. Então Barack Obama tem consciência que ele é limitado pela capacidade dele para desempenhar completamente a presidência dos Estados Unidos. Um presidente do Brasil, a não ser quando sabe que ele não é gerente, como o Aécio Neves, por exemplo, fica com a ilusão que gerenciar o Brasil não está além de suas forças.

          Especificamente a minha crítica foi só a frase sua de que “Infelizmente as pessoas fazem o que sabem fazer, e não fazem o que efetivamente devia ser feito”. Eu via na sua frase dois inconvenientes. Um seria certo ar de megalomania, como se você soubesse o que realmente deveria ser feito. Você até pode saber “o que efetivamente deveria ser feito”, mas você sabe segundo a sua ideologia. Foi no sentido de criticar a sua ideologia, que eu desconhecia que eu dei um título não tão apropriado ao meu modo de pensar ao meu comentário. O título “Diz a maioria: a presidenta Dilma faz o que deve ser feito” não é uma tese que eu acredito. A avaliação que faço do governo da presidenta Dilma Rousseff não diz respeito ao resultado eleitoral. Diz respeito à concordância do que eu penso com o que ela faz.

          O título, entretanto, era apenas para dizer que politicamente ou eleitoralmente era preferível a presidenta Dilma Rousseff fazer aquilo que o povo entende que deve ser feito do que fazer aquilo que na sua ideologia seria o correto. E o segundo inconveniente que eu vi na sua frase foi uma crítica a capacidade da presidenta Dilma Rousseff com a ajuda dos assessores dela e agindo de acordo com a ideologia que eles professam de se proporem e se comprometerem a fazer “o que efetivamente devia ser feito”.

          O seu segundo comentário pareceu-me mais consistente. Há, entretanto, que observar que a minha crítica a você não significa que a presidenta Dilma Rousseff esteja fazendo tudo “o que efetivamente devia ser efeito”, ou restringindo ainda mais que ela esteja fazendo tudo que a ideologia dela e dos assessores aponta como sendo “o que efetivamente devia ser feito”. Ele não estaria fazendo tudo não só porque pode não haver recursos para fazer tudo, como o tudo para o qual ela e os assessores dela apontam como sendo “o que efetivamente devia ser feito” é muito menor do que o tudo que efetivamente devia ser feito. Isso sem contar que há coisas que estão sendo feitas e que efetivamente não deveriam ser feitas.

          Então o seu primeiro comentário ficou um texto retórico. Você pode dizer o que você disse a respeito de qualquer governante em qualquer lugar do mundo. Faltou um exemplo concreto para o texto não ficar retórico. Ai você dá, no seu segundo comentário, um exemplo concreto e a sua frase do primeiro comentário ganha validade. A presidenta não faz o que efetivamente não devia ser feito. Um pouco por culpa dela, um pouco por culpa dos seus assessores, ou talvez um tanto por conta da falta de recursos, a presidenta Dilma Rousseff não estaria fazendo “o que efetivamente devia ser feito”.

          O seu exemplo sobre a energia me chama atenção. Coincidentemente há quase uns dez anos eu vim de ônibus de Pedra Azul para Belo Horizonte conversando com um irmão de um amigo de infância e conterrâneo meu lá do nordeste de Minas, em Pedra Azul. Ele é engenheiro e trabalhava para a Odebrecht, tendo sido um dos gerentes da construção do estádio do Corinthians. E na conversa ele falou sobre o trabalho que ele realizava em regiões rurais de baixa densidade populacional para o projeto “Luz para Todos”. Muitas vezes, para levar a “Luz para Todos” os engenheiros tinham que apelar para outras soluções principalmente quando o custo da linha de transmissão ficava muito cara. Ai eles apelavam para a luz solar e a energia eólica (Quer dizer, ele só falou em energia solar, mas não me parece ser difícil que também fosse feito uso de energia eólica se ela for viável economicamente). Então se não está havendo uma preocupação em contemplar nos projetos das construções financiadas pela Caixa Econômica o uso do aquecimento solar me parece uma falha de algo que já se fazia há dez anos. É uma falha que pode ser em decorrência de realmente não se ter pensado no assunto, mas aqui há que se reconhecer que esta não seria uma tarefa de responsabilidade dela, mas sim da sua assessoria em uma extremidade bem afastada da presidenta. E há também a possibilidade de que o aquecimento solar tenha sido descartado por esse braço distante da assessoria da presidenta Dilma Rousseff pelo custo que ele representaria.

          Clever Mendes de Oliveira

          BH, 09/02/2015

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