3 de junho de 2026

Imediatista, mídia questiona viabilidade do pré-sal

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Jornal GGN – Ontem (6), o jornal O Globo publicou uma matéria que afirmava, na chamada de capa, “Petróleo desaba e já é ameaça ao pré-sal”. Na chamada de capa o impresso dizia que o barril de petróleo a US$ 50 (em Nova Iorque) e US$ 53 (em Londres) estaria acendendo “uma luz amarela nos investimentos da Petrobras e de seus parceiros”.  

Depois de alarmar na capa, apenas na reportagem, na página 17, surgiram informações de que especialistas ainda consideravam viáveis os projetos. E aí a matéria é consistente, explica que o preço do petróleo está muito perto do mínimo necessário para a viabilidade da exploração do pré-sal, mas que deve voltar a subir porque a necessidade da commodity não vai simplesmente desaparecer. Os próprios empresários e acadêmicos ouvidos pela reportagem respondem à dúvida levantada e garantem que sim, o pré-sal é viável e qualquer empresa com dinheiro em caixa exploraria suas reservas, porque o retorno é de longo prazo.

Ainda assim, a Petrobras sentiu necessidade de se manifestar e detalhou, em nota, porque considera importante as operações do pré-sal brasileiro. “O break even (preço mínimo do barril a partir do qual a produção é economicamente viável) planejado no momento em que foram aprovados os projetos de produção do pré-sal, situava-se no entorno de US$ 45 por barril, incluída a tributação e sem considerar os gastos com infraestrutura de escoamento de gás”. Considerando esses gastos, o valor aumenta entre US$ 5 e U$ 7. Ou seja, o break even fica entre US$ 50 e US$ 52. Considerando os preços de Nova Iorque e Londres a margem fica bastante baixa ou inexistente.

No entanto, a Petrobras afirma que o cálculo do break even considera que todos os dispêndios dos projetos (investimentos, custos operacionais e tributação) estão associados aos preços dos insumos vigente no momento da sua aprovação. E os custos da indústria fornecedora estão relacionados aos preços do petróleo no mercado internacional. “Quando há redução relevante, como no caso atual do patamar de preços do barril, ela é acompanhada, ainda que não imediatamente, de uma diminuição dos custos em segmentos importantes do setor de bens e serviços. O efeito dessa redução compensa, em parte, a perda de receita ocasionada pela queda do preço do barril”.

A estatal também defende o foco de longo prazo dos seus projetos e afirma que o potencial do pré-sal pode ser avaliado pela alta produtividade dos poços em operação. Para não deixar dúvidas ao O Globo, o título da nota da Petrobras é: Pré-sal é economicamente viável.

O Globo também deu, no site, o direito de resposta à Petrobras com trechos da nota da estatal.

Abaixo, a íntegra do esclarecimento:

Pré-sal é economicamente viável

Em relação à matéria intitulada “Petróleo desaba e já é ameaça ao pré-sal”, publicada hoje, 6/1, no jornal “O Globo”, a Petrobras esclarece que está aumentando a sua capacidade de produção de petróleo e gás no pré-sal brasileiro de modo economicamente viável. A companhia informa que o break even(preço mínimo do barril a partir do qual a produção é economicamente viável) planejado no momento em que foram aprovados os projetos de produção do pré-sal, situava-se no entorno de US$ 45 por barril, incluída a tributação e sem considerar os gastos com infraestrutura de escoamento de gás. Ao considerá-los, esse valor pode aumentar entre US$ 5 e US$ 7 por barril.

Além disso, o break evenjá mencionado, leva em consideração uma vazão de poços entre 15 e 25 mil barris por dia. Atualmente a Petrobras produz no pré-sal a uma vazão média de 20 mil barris por dia. Alguns poços do Polo Pré-sal da Bacia de Santos têm alcançado vazão superior a 30 mil barris de óleo por dia, com efeito positivo na economicidade dos projetos. Essa elevada produtividade permitiu, por exemplo, que as unidades piloto de produção do FPSO Cidade de São Paulo (navio-plataforma operando no campo de Sapinhoá) e FPSO Cidade de Paraty (instalada no campo de Lula) atingissem a sua capacidade máxima de produção, de 120 mil barris por dia, com apenas quatro poços produtores interligados a cada uma delas.

Esse cálculo considera que todos os dispêndios dos projetos (investimentos, custos operacionais e tributação) estão associados ao nível de preços dos insumos vigente no momento da sua aprovação. É importante destacar, ainda, que os custos da indústria fornecedora de bens e serviços são, historicamente, correlacionados aos preços de petróleo no mercado internacional. Quando há redução relevante, como no caso atual do patamar de preços do barril, ela é acompanhada, ainda que não imediatamente, de uma diminuição dos custos em segmentos importantes do setor de bens e serviços. O efeito dessa redução compensa, em parte, a perda de receita ocasionada pela queda do preço do barril.

Vale ressaltar, também, que as decisões de investimento em projetos de Exploração & Produção – especialmente os destinados a águas profundas – são baseadas em cenários que incorporam uma visão de longo prazo, não só para os preços, como também para todos os demais insumos e custos dos projetos.

Alta produtividade – O enorme potencial do pré-sal pode ser avaliado pela elevada produtividade dos poços em operação. No último dia 16 de dezembro, por exemplo, a produção de petróleo nos campos operados pela companhia na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu a marca histórica de 700 mil barris de petróleo por dia (bpd), com a contribuição de apenas 34 poços produtores interligados a 12 diferentes plataformas – sendo oito deles produzindo exclusivamente na camada pré-sal. Esse volume foi alcançado apenas oito anos depois da primeira descoberta de petróleo nessa província, em 2006, e apenas seis meses após a companhia ter atingido a marca de 500 mil bpd, em julho.

Além disso, vêm contribuindo para o desempenho da companhia no pré-sal os resultados obtidos pelos programas estratégicos PRC-Poço (Programa de Redução de Custos em Poços) e PRC-Sub (Programa de Redução de Custos em Sistema Submarinos). Esses programas integram iniciativas que vêm incorporando melhorias contínuas na redução da duração e dos custos não só de poços, como também de instalações submarinas dos projetos de Exploração e Produção, contribuindo para aumentar ainda mais a competitividade econômica dos projetos do pré-sal. Como exemplo da melhor produtividade que vem sendo obtida desde 2010, destaca-se a redução da ordem de 60% no tempo de construção de poços dos campos de Lula e Sapinhoá, ambos no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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15 Comentários
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  1. Marcos Antônio

    7 de janeiro de 2015 5:09 pm

    Que mantido neste patamar a

    Que mantido neste patamar a GASOLINA PODERIA BAIXAR uns 40%!

    Isso o PIG não viu!

    Imagina na copa?

    A inflação vai baixar…

    As passagens de ônibus poderão baixar…

    Isso eles não viram…

  2. sandao

    7 de janeiro de 2015 5:14 pm

    Por quê

    Eu gostaria que alguém com conhecimento explicasse por que o preço baixo do barril do petroleo inviabilizaria o pré sal se não exportamos, pelo contrário, importamos, o produto e os preços na bomba se mantém?

    1. Luís Henrique Donadio

      8 de janeiro de 2015 7:50 pm

      Por que é mais barato

      Por que é mais barato importar petróleo a 50 dólares o barril do que produzi-lo internamente ao custo de 52 dólares o barril.

      Dá para fazer, lógico, mas aí é preciso subsídio, ou tarifas de importação, ou permitir que a Petrobrás tenha prejuízo contábil.

  3. Sérgio Lamarca

    7 de janeiro de 2015 6:11 pm

    O objetivo é bem simples, extorquir.

    Como a mídia é uma agência de propaganda, a prática é publicar o que dá dinheiro a eles.

    Bem simples, o uso da informação como meio de ganhar dinheiro. Aqui em Itajaí tem um jornalzinho que o falecido dono usava essa arma para extorquir políticos e empresários. Era só chegar junto e pagar a ele que o mesmo infernizava a vida de quem era inimigo do político e empresário. Abria uma temporada de publicações de difamação e destruição da imagem do politico ou da empresa até esse ir lá e pagar mais, calando a boca dele.

    Era sem vergonha, em muitos casos, chegaram a dar uma surra nele ou coloca – lo atrás das grades. Mas em nome da “liberdade de imprensa” saia da cadeia e voltava a atazanar a vida alheira. O jornal era um misto daqueles jornalecos que se espremer sai sangue e colunas sociais de palpiteiros e fofoqueiros encomendados. Normalmente reacionário até os fios de cabelo e escandaloso. O velho morreu em um cruzeiro de overdose de viagra (fofoca da região). Os filhos tocam mas não com a mesma virulência. Mas o negócio ainda continua a render frutos.

  4. serralheiro 70

    7 de janeiro de 2015 6:16 pm

    Viabilidade de projetos de produção de petróleo

    O exercício mental feito pela groubo tem baixa qualidade em relação de produção de petróleo não passando mais  que torcida para um fracasso no programa brasileiro do pré-sal, onde nosss autoridades, executivo e legislativo, depositam as maiores expectativas quanto a geração de recusos praa incrementar a qualidade de nossa educação e de nossa saúde pública. Portanto não é nada mais que uma torcida contra a pátria Brasil. Não leva em conta históricas quedas vertiginosas de preço que invariavelmente são seguidas de altas muito mais expressivas.Não considera que os enormes volumes de hidrocarboneto existentes tem alto valor mesmo “in place”. Desconsidera a recente aquisição de Libra por consórcio mutinacional por  valor extemamente elevado, na expectativa dos associados faturarem muito mais durante a vida futura do empreendimento. Desconsideram ainda que a maturação de áreas de fronteira como o pré-sal costumam demandar mais de 10 anos, e que em função dos investimentos nossa produção antecipados para obtenção de dados aumenta no momento e muito nossa produção, que caso relegada a desatenção pode sofrer  quedas na faixa de 10% anuais pela depleção dos reservatórios (caem no México, na Argentina, na Venezuela…)  

  5. João Alexandre

    7 de janeiro de 2015 6:25 pm

    Verdade

    Pois é, toda essa abordagem é feita como se todos nós fossemos investidores do mercado de capitais e, pior, estivéssemos comprados nas ações da Petrobras…

    O fato relevante é que a baixa do preço do petróleo poderá sim ser de GRANDE  valia para inúmeros setores de nossa economia e, por conseguinte, para o bolso do cidadão comum.

  6. Rinaldo

    7 de janeiro de 2015 6:37 pm

    ENTREGUISMO DO PRÉ-SAL E DA PETROBRÁS.

    Está claro que a Rede Globo quer desmoronar a PETROBRÁS, o PRÉ-SAL e entregá-los aos estrangeiros. E, de quebra, promover um golpe contra o governo brasileiro, democraticamente eleito pelo povo. Ora, o que desabou foi o sistema hídrico de São Paulo – e ninguém fala absolutamente nada.

  7. Orlando Soares Varêda

    7 de janeiro de 2015 7:10 pm

     
    Agindo de maneira tão

     

    Agindo de maneira tão destrabelhada e rigorosamente imoral, a grande imprensa brasileira(?), apenas deixa  à mostra, um possível envolvimento suspeitíssimo, como é de custume, com sinais de articulação espúrias internas e externas, como aliás, bem observou a presidenta Dilma.

    Não é possível uma imprensa quinta-coluna, agir de maneira tão nefasta aos interesses do país onde vive. Mesmo servido a não se sabe quem, são intocáveis estes contraventores? Não pode ser investigada por tamanha campanha destrutiva movidas contra uma empresa do Brasil? Evidente que não se trata mais, de apurar denúncias de corrupção na Petrobras.  Salta aos olhos de qualquer pessoa. A muito tempo estes senhores extrapolaram todos os limites éticos investigativos. Não se trata mais de mera investigação jornalística. A coisa está clara, trata-se de atacar em todos os flancos, para debilitar a companhia e, em consequência destruí-la. 

    Para que diabos mantemos um orgão Federal, especializado em lidar com informações? Cujo principal escopo, imagina-se, é proteger e defender os interesses do país. Onde andam esses especialistas? No come e dorme? Porquê  não se investiga a que grupos, a quais organismos internacionais o cartel que monopoliza as redes de informações estão vinculados? De quem recebem $$ ? Esse tal de Instituto Millenium, serve mesmo para que e a quem? Seria um clone do extinto(?) IBAD? Ou, trata-se de uma empresa de caridade para oferecer pró labore extra aos jornalistas amigos dos Estados Unidos?

    A tudo isso, infelizmente não temos um SNI, 007, CIA, KGB, ou o diabo que seja, contanto que preste serviços à Republica do Brasil. E, que sirva aos brasileiros curiosos. Se tem, nada me disseram.

    Orlando

  8. Jorge Luis

    7 de janeiro de 2015 8:06 pm

    Estão procupados com o

    Estão procupados com o pré-sal? Deviam é se preocupar com o óleo de xisto cuja extração é totalmente inviável com esses preços.

    A baixa do petróleo é vantajosa para a Petrobras, pois nós trocamos o óleo pesado extraído do pós-sal por óleo leve, mais caro e também por combustíveis já refinados. Quanto mais baixo o preço internacional do petróleo, menos a empresa perde com essa troca e mais ganha com a venda dos derivados no mercado interno. Um ano de petróleo a US$ 50,00 zeraria todo o subsídio que a Petrobras deu para a gasolina nos últimos anos, segurando os aumentos de preços no Brasil.

  9. mello

    7 de janeiro de 2015 8:07 pm

    A canalha privatista se

    A canalha privatista se assanhou. Estão doidos para  “passar a Petrobrás nos cofres “.  Não conseguirão.

  10. Lucinei

    7 de janeiro de 2015 8:12 pm

    Eu não chamo de imediatismo.

    Eu não chamo de imediatismo. É entreguismo e golpismo juntos e misturados.

  11. Marcos Antônio

    7 de janeiro de 2015 10:16 pm

    Se os preços se manterem

    Se os preços se manterem estáveis neste patamar durante um bom tempo, poderá afetar a industria de petróleo americana enquanto isso a Petrobras vai ENCHER OS COFRES com a diferença de valores!

    Lá nos EUA a gasolina não tem preços administrados…

     

     

  12. altamiro souza

    7 de janeiro de 2015 10:31 pm

    excelente matéria, ambos os

    excelente matéria, ambos os pontos de vista.

    a insistencia do globo em detonar a petrobrás

    deveria ser investigada.

  13. SILOÉ-RJ

    8 de janeiro de 2015 2:49 am

    FRACKING PRÁ TODOS OS LADOS

    E o XISTO HEIM???

    JÁ TÁ TODO FRATURADO!!!

    Tal e qual nosso QUISTO GLOBAL.

  14. rdmaestri

    8 de janeiro de 2015 4:49 am

    Petrobrás: Mais possibilidade de lucros do que perdas.

    Na resposta a tendeciosa ou mesmo ignorante reportágem do Globo, intitulada Petróleo desaba e já é ameaça ao pré-sal a Petrobrás foi até modesta sob determinado ponto de vista que está simplesmente sendo ignorado. Como disse um dos comentaristas a reportágem, Marcos Antônio, nos EUA a gasolina não tem preços administrados. 

    Este diferencial entre os preços livres no mercado Norte Americano e os preços administrados no Brasil, é algo que pode inclusive em médio prazo diminuir o custo da extração do pré-sal, a longo prazo garantir a vitalidade da empresa, e além de tudo isto colocá-la um passo adiante em relação as outras grandes petroleiras.

    Como no Brasil os preços dos combustíveis, gasolina, óleo diesel e gás de cozinha é tratado através de uma média histórica e não pelo preço do dia, ou seja, quando o Petróleo vai a US$130,00 o barril ela amarga um prejuízo na parte importada e lucro na parte produzida no país, isto pode representar algum desconforto dos acionistas que querem interesses a curto prazo.

    Por outro lado quando o mercado está aquecido junto com o preço do petróleo mesmo os custos de produção são onerados, como custos como aluguel de navios sonda, custos de matéria prima importada e até custo de mão de obra de empreiteros que vem ao Brasil para fazer tarefas especiais.

    Estes custos devido ao aquecimento do mercado sofre uma grande inflação em dólar e a disponibilidade de equipamentos deve seguir a uma reserva de longo prazo (alguns deles acima de dois anos).

    Porém quando o petróleo cai de preço há um movimento em sentido inverso e inclusive mesmo as grandes petroleiras sustam uma série de investimentos que já eram programados há bastante tempo, isto cria inclusive uma pressão negativa na oferta de petróleo, pois tendo um lucro menor as petroleiras diminuem seus investimentos de médio prazo.

    No caso da Petrobrás, que durante três anos segurou o preço dos produtos refinados importados, gasolina e óleo diesel, no momento estes produtos estão temporariamente abaixo do preço do mercado internacional, logo se for mantido o preço e não se cair num populismo energético, os lucros da Petrobrás aumentarão significativamente dando condições de prescindir de alguma parte do financiamento externo.

    Também diria que é o momento da Petrobrás aproveitar que o bando de assaltantes de seus cofres estão acuados e que os fornecedores estão sofrendo uma redução em suas encomendas para renegociar a menor valor ou a prazos e juros menores.

    Caso esta política de preço médio for mantida, quando o petróleo voltar as condições normais de preço o país estará com os preços já ajustados e o mais importante o país poderá começar exportar um bom volume de petróleo e derivados a preços bem abaixo do preço de produção.

    Este seria um ótimo momento para o governo brasileiro renacionalizar parte da Petrobrás recomprando aões a preços de mercado, pois daqui a dois anos quando o Pré-sal estiver produzindo a mais todo o custo da compra será inclusive pago com a lucratividade da empresa.

    Já citei um artigo de Steve Austin no site Oil-Price.net intitulado Falling Oil Price slows US Fracking em que há diversas observações importantes, inclusive uma no último parágrafo, demominado Revisiting Foreign Policy to Saudi Arabia em que há uma exortação a mudança de atitude da política externa dos Estados Unidos em relação a Arábia Saudita. Este artigo e mais outros de especialistas no mercado de hidrocarbonetos colocam claramente que a política de preços baixos da Arábia Saudita visa simplesmente a quebra do setor de óleo e gás não convencional (óleo e gás de folhelho e de areias betiuminosas), ou seja um verdadeiro atentado a busca da segurança energética dos Norte Americanos.

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