
Jornal GGN – O caso triplex, em que Lula é acusado pela força-tarefa da Lava Jato de receber propina da OAS, será analisado por uma equipe formada por professores de Direito de três universidades da Europa, em parceria com o advogado Rafael Valim, da PUC-SP. A ideia é formular um relatório indicando se o processo penal contra o ex-presidente foi “imparcial e independente”.
Desde o dia 21 passado, o juiz Sergio Moro está com o processo concluso para sentença. O GGN apontou, em reportagem que analisa a decisão do magistrado em 10 ações penais, que quando há petistas sentados nos bancos do réus, Moro costuma divulgar o resultado do julgamento, em média, dentro de duas semanas. Leia mais aqui.
A expectativa da chamada Análise Internacional Independente sobre o Processo Penal de Lula é de concluir o relatório e torná-lo público em agosto.

peregrino
23 de junho de 2017 7:41 pmoutra humilhação internacional…
o Brasil não pode ter o direito de restringir os limites da justiça ao limite de cada um do judiciário local
Ugo
23 de junho de 2017 7:41 pmmoro peça conselhos ao gilmar
Menino moro, lá fora o julgado será você e os teus beatos bíblia no sovaco, e exposto o teu ódio visceral ao Grande Presidente Lula, e os teus miseráveis conhecimento jurídicos.
Claro o tio sam mentor e patrocinador pode te dar como recompensa um lugarzinho nos states cucarachos Miami, o desprezo de um sujeito incomodo sempre pronto a nova traição.
Afinal que traiu uma vez a sua pátria poderá futuramente denunciar os patrocinadores da farsa, enfim suma e todo cuidado para abandonar os holofotes dos “mui amigos” de outrora.
Egomet Leão
23 de junho de 2017 9:23 pmAinda bem! Daqui a algum
Ainda bem! Daqui a algum tempinho, todos vão ficar sabendo porque eu sempre digo que o maior mal do Brasil – disparado! – não é nenhum outro, senão a Justiça!
lenita
23 de junho de 2017 10:54 pmO que espero ?
Que terminem com a sugestão de condenar o limpíssimo juiz a 100 anos de cadeia, em regime fechado. É p/ ele ver o quanto dói, uma saudade e tomar juizo, crescer, amadurecer, etc. etc.
Tadeu Silva
23 de junho de 2017 11:19 pmRé
Aí é a Justiça Brasileira que estará no banco da ré.
hc.coelho
24 de junho de 2017 1:21 amQual a dúvida? O estado de direito não está sendo observado.
“(…) se o Estado de Direito tem sido observado” e “avaliar os impactos da cobertura e dos comentários da mídia sobre o julgamento”.Nem precisava de análise nenhuma: O estado de direito não está sendo observado. Eu mesmo posso atestar que não. Ou tem algum país, mesmo na africa subsaraiana, onde um juiz pode gravar a conversa particular de um “suspeito” com a presidenta da república e, além de gravar, enviar cópia da gravação à globo para divulgação imediata; ainda que este país nem tenha um tal de stf de lá.Ou onde no mundo um acusado tem que provar que um apartamento em nome de terceiro sem nenhuma ligação de amizade ou parentesco ou “laranja” não é dele? E mesmo provando ainda é acusado de ser o dono? Ou um terrreno que alguem disse que ia dar para ele mas afirma que não deu é prova de alguma coisa? Nem na alemanha nazista tentando condenar um comunista ou judeu.Que tal se perguntassemos ao nosso stf? Tipo pergunta e resposta imediata. Ou ele é mudo, cego e surdo, mesmo.Para que tomar tempo e trabalho destes senhores analistas intenacionais?O estado de direito não está sendo observado.
Rui Ribeiro
24 de junho de 2017 9:07 amO processo deverá ser estudado como modelo de teratologia
Já a Suécia ou Noruega, o Temer sabe lá, exigiu que a Lava Jato faça escoar ralo abaixo a imundicie, isto é, que a Lava Jato dê um banho no temer com um hiperjato dagua> O que ela sabe é que dependen mais não da lavajato mas do congresso. que nem sequer afasta o Aécio, flagrado com a boca na botija