4 de junho de 2026

Petrobras aprova acordo para encerrar ação judicial nos Estados Unidos

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Foto: Steferson Faria/Agência Petrobras
 
Jornal GGN – Por meio de nota à imprensa, a Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou um acordo que vai encerrar uma ação individual na Corte Federal da Pensilvânia, nos Estados Unidos. 
 
A ação foi proposta por um grupo de afiliadas do The Vanguard Group, Inc., um dos maiores acionistas da companhia, depois da União Federal e entidades relacionadas, segundo a estatal.
 
As ações nos Estados Unidos foram movidas por investidores que se sentiram lesados após as denúncias de corrupção reveladas pela Operação Lava Jato. 

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A empresa também ressaltou que já foram fechados acordos para encerrar outras dezenoves ações individuais na Corte Federal de Nova York, também nos EUA.
 
Segundo a estatal, ao todo, 27 ações individuais foram consolidadas em uma única ação coletiva – chamada de class action – na Corte de Nova York, e a ação da Vanguard era a única fora dessa jurisdição.
 
A Petrobras afirma que o total de provisões estimado para cobrir os valores dos acordos realizados e das negociações em curso chegou a US$ 445 milhões para o segundo semestre deste ano. A empresa já havia provisionado um total de US$ 372 milhões no ano passado. 
 
A empresa, que disse que não é possível fazer uma estimativa confiável sobre o desfecho da ação coletiva, disse que os acordos pretendem eliminar incertezas e custos relacionados à continuidade das disputas, e “não constituem qualquer reconhecimento de responsabilidade por parte da Petrobras, que continuará se defendendo firmemente nas demais ações”.
 
 

Redação

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4 Comentários
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  1. emerson57

    20 de junho de 2017 2:10 pm

    república de bananas

    Teriam ponderado RECOMPRAR as ações criminosamente vendidas por çerra e fegacê em poder de americanos?

    Ou arriaram as calças pura e simplesmente?

    1. Roxane

      20 de junho de 2017 3:32 pm

      Ma$$$$$ e$$$$a$$$$$a$$$$ 

      Ma$$$$$ e$$$$a$$$$$a$$$$  $$ão diferente$$$$$ . Firmaram outro$$$$$$ acordo$$$$ fora do$$$ tribunai$$$$$$. E eu paguei, tu pagastes, ele pagou, nós pagamos…. Até hoje e por muito tempo. Com o nosso atraso.

  2. Andre Araujo

    20 de junho de 2017 2:38 pm

    “”Investidores que se

    “”Investidores que se sentiram lesados”” NADA A VER. É uma industria de achaques muito bem montada, sempre os mesmos escritorios de advogados, o maior deles é Rosen Law Firm. Eles compram ações para processar  extorquir mediante acordos,

    e mais um “”business” dos EUA contra o mundo, eles fazem as leis anti-corrupção, obrigam os paises a reconhecer esses leis por Acordos de Cooperação Judiciaria, treinam os juizes e promotores dos paises-alvo em cursos nos EUA e ai processam as empresas nacionais que para se defender tem que contratar escritorios americanos de advocacia pagando DEZENAS DE MILHÕES DE DOLARES DE HONORARIOS, a Petrobras já gastou mais de US#200 milhões com advogados americanos

    por causa da Lava Jato. O mais dinamico negocio dos EUA hoje é processar empresas estrangeiras de paises-tolos.

    1. Ugo

      20 de junho de 2017 3:08 pm

      É prevista na lei?

      É possível fazer uma “class action” no Brasil alegando perdas e má administração?

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