4 de junho de 2026

Mercado amplia estimativa do PIB para 0,21%

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Jornal GGN – Os agentes do mercado financeiro aumentaram seus prognósticos para o crescimento da economia brasileira em 2014: segundo dados do relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central, o prognóstico para o PIB (Produto Interno Bruto) ao fim deste ano passou de 0,20% para 0,21%, ao passo que a variação para 2015 foi mantida em 0,80%.

Ao mesmo tempo, os analistas aumentaram pela terceira vez consecutiva a estimativa de fechamento da taxa de câmbio para 2014, chegando a R$ 2,53, ao passo que a média do período avançou pela segunda semana, atingindo R$ 2,35. Para 2015, tanto o fechamento (R$ 2,61) como a média do período (R$ 2,58) subiram pela terceira semana consecutiva.

O boletim também reduziu pela quinta semana consecutiva os seus prognósticos para o saldo da balança comercial neste ano, passando de US$ 1 bilhão registrados na semana passada para um superávit de US$ 400 milhões. Para 2015, o indicativo foi reduzido pela segunda semana, de US$ 7 bilhões para US$ 6,50 bilhões.

Com relação à taxa básica de juros da economia, analistas continuam estimando fechamento em 11,5%, com média do período estável em 11%. Os números para 2015 apontam um fechamento em 12% ao ano (estável pela segunda semana consecutiva), e a média do período foi mantida em 11,97%.

Já a projeção da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 6,39% para 6,40%. A sinalização para 2015 foi mantida em 6,40%.

A dívida líquida do setor público ficou estimada em 35,8% do PIB, contra 35,2% na semana passada. A variação para 2015 subiu pela terceira semana consecutiva, chegando a 36% do PIB.

No setor externo, a previsão de déficit em conta corrente ao fim deste ano ficou estável em US$ 82 bilhões, e os dados de 2015 passaram de US$ 76,90 bilhões para US$ 76 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões, ao passo que os indicativos para 2015 foram reduzidos pela segunda semana, de US$ 58,50 bilhões para US$ 58 bilhões. Os preços administrados deverão ser reajustados em 5,30% em 2014, e a variação estimada para 2015 foi mantida em 7%.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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