
Jornal GGN – O IBOPE entrevistou 3.010 eleitores e a pesquisa deu 53% dos votos válidos para Dilma contra 47% de Aécio. A margem de erro era de 2 pontos. Com base nessa margem, o IBOPE anunciou Dilma como praticamente eleita.
No Jornal Nacional, o impacto da pesquisa IBOPE foi amenizado pelo Datafolha. O instituto entrevistou 19.318 eleitores e o resultado apontou 4 pontos de diferença: 52% para Dilma contra 48% para Aécio. O instituto informou que a margem de erro da pesquisa era de 2 pontos. Logo, haveria um “empate técnico no limite superior da margem de erro”. Esse foi o tom da manchete da Folha e da chamada principal do Jornal Nacional.
Em entrevista ao programa Manhattan Connection, o cientista social Alberto Carlos Almeida trouxe uma informação relevante. Analisando a metodologia do Datafolha e a quantidade de entrevistados, a margem de erro era de apenas 0,7 pontos. Logo a pesquisa dava a vitória insofismável de Dilma, muito mais certa que a pesquisa do IBOPE.
A diferença de quatro pontos estava fora da margem de erro. O Datafolha acertou cravado, mas como anunciou margem de erro de 2 pontos, permitiu a ideia do empate técnico.
A entrevista é uma aula de conhecimento sociológico, ajudando a desmontar mitos criados pela análise rasa pela mídia. Inclusive mostrando as vantagens do modelo político, com as classes de menor renda representadas pelo PT, as de maior renda pelo PSDB e o PMDB garantindo a governabilidade de ambos.
Desmonta a ideia de que haveria correlação entre o petismo e o peronismo.
Ivo Miter
2 de novembro de 2014 2:40 pmDilma, volta da Bahia e vai para a televisão!
No Blog da Cidadania: Em Brasilia, carro com família dentro é atacado por ter adesivo de Dilma. E a polícia fez cara de paisagem.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/11/carro-com-familia-dentro-e-atacado-por-ter-adesivo-de-dilma/#comment-1242474
geraldo gomesg
2 de novembro de 2014 4:55 pmcom o apoio da midia
com o apoio da midia
W K
2 de novembro de 2014 2:51 pmEm suma,
não foi o PT que ganhou, nem o PSDB que perdeu estas últimas eleições, foi tão somente o velho PMDB que se manteve junto com suas alianças atuais!
Para quem não sabe o PMDB é o sucedâneo do velho MDB, criado em 1966, logo no início do regime militar. Como o PMDB agrupa várias correntes internas que não se entendem, esse partido escolhe quem faz o serviço para eles.
Houve uma época na ainda Alemanha Ocidental, que existia um partido com representação minúscula no Congresso de lá, que tinha apenas uns 5 – 6 % das cadeiras, chamado de F.D.P. Numa eleição ele havia feito uma aliança com a CDU, na qual a soma das suas cadeiras com as do F.D.P. davam maioria, mas na eleição seguinte, o concorrente da CDU, o SPD, obteve um pouco mais de cadeiras do que a CDU. F.D.P. não perdoou, trocou o partido da aliança. Igual ao que o PMDB fez em 2002.
Em vez de o PSDB (que já teve o PMDB como aliado) brigar com o PT, teria sido muito mais lucrativo se aliar ao PMDB. E ainda temos que ver um bando de patetas patetando suas patetices pela Avenida Patética, ops, Paulista.
Mariano S Silva
2 de novembro de 2014 10:42 pmNão te assustes que os irmãos
Não te assustes que os irmãos Gomes já estão preparando um antídoto para as gracinhas do Eduardo Cunha!
JB Costa
2 de novembro de 2014 2:52 pmAssisti, Esse cientista
Assisti, Esse cientista “colocou no bolso” a bancada do programa. O cara é realmente uma “fera”. O Diogo MALnardi que o diga.
Fr@ncisco
2 de novembro de 2014 3:10 pmMelhor Que o Índice, O Convidado Pra Concordar Massacra os Coiós
O índice, sabia-se que servia para destacarem o “Empate” na véspera, mas o convidado foi chamado para atestar o trololó dos Coiósnnection sobre o voto inferior dos nordestinos, dito à farta antes de chamarem-no à cena homologatória, certamente baseado em afirmações de seu livro, porém, ai porém… para surpresa de quem acompanhou ao vivo na madrugada de segunda-feira, pós eleição, e esperava a homologação da conversa pelo convidado, eis que baixa o espírito ligeiro de Luiza Trajano no dito cujo e deu no que deu, um divertido massacre sobre o despreparo dos Coiósnnection, que pode ser apreciado no vídeo, que bem poderia ser postado na integra, inclusive com o segundo convidado, Contardo Calligaris, que não sai do script e cumpre o papel para o qual fora convidado, tentando ser engraçado solidário e revelando-se um hipócrita ostentação.
AlvaroTadeu
2 de novembro de 2014 3:21 pmVocê comeu 1 galinha. Não comi nenhuma. Comemos 1/2 galinha cada
Em Estatística, a análise de uma amostra pode ser o retrato fiel de todo o conjunto Universo. Os dados têm de ser colhidos de forma aleatória e refletir o todo. Quanto menos elementos de amostragem, maior a margem de erro, dentro da mesma metodologia. Na pesquisa, o estatístico já escolhe a margem de erro. Se ele procura uma margem de 2%, ele calcula quantas entrevistas deverão ser feitas para se obter aquela margem. Uma única entrevista no Brasil inteiro daria margem de erro infinita, isto é, não teria utilidade, quer dizer, 100% dos eleitores votariam neste ou naquele candidato. No limite, se todos os eleitores fossem entrevistados, a margem de erro seria zero, mas essa realidade é impossível de se obter. Mas o DataFolha, quando aumentou o número de entrevistas para mais de dezessete mil, diminuiu a margem de erro, obviamente. Como pouca gente entende de estatística e quem estudou não gosta, fica relativamente fácil enganar tanta gente ao mesmo tempo.
De Paula
2 de novembro de 2014 5:08 pmÉ Milor Fernandes quem
É Milor Fernandes quem ensina: Para encerrar qualquer discussão com abordagem estatística, e ao sabor das tendências do questionado: “Em estatística prova-se tudo” ou “As estatísticas não provam nada”. FDP; ( Fim De Papo); pensou o que?
Marcos Antônio
2 de novembro de 2014 4:00 pmPara ser tão preconceituoso
Para ser tão preconceituoso precisa MESMO viver em New York….
Carlo Zardinni
2 de novembro de 2014 4:06 pmFarta distribuição de sopapos!
Uma farta distribuição de sopapos pelo Cientista político, naturalmente, com luvas de pelicas, na trupe mambembe do ‘marasma com nada’.
Como são fracos, sem argumentos, chegam às raias so do patético, principalmente o exilado de Venecia, aquele que saiu do Brasil depois de duas condenações na Justiça para não ver o sol nascer quadrado. Com seus altos e baixos, estes, principalmente, um dos poucos que ainda se salva é o Amorim.
O preconceito contra o Nordeste aflorou despudoramente.
Seria interessante ver colocações desta natureza sendo feitas por estes ‘colonistas’ quando nordestinos do dem e psdb tais como Marcos Maciel, vice de fhc, Tarso Jereissati, líder tucano, Agripino, líder do dem, só para ficar nestes, estavam no poder no desgoverno tucanodemista se um mainardi da vida, um ‘blinder’ vociferassem contra o Nordeste e os nordestino.
Era um pé no rabo na hora, pois a ordem era a de que a imprensa amestrada tinha que dar uma força sempre ao fhagagac!
No tempo de ‘painho’ ACM nem pensar, pois seriam pendurados pelos culhões, se é que os têm!!!!!!
anarquista sério
2 de novembro de 2014 4:53 pmNa visão do nobre articulista
Na visão do nobre articulista a Folha erra mesmo acertando.E diz o seguinte:
”A diferença de quatro pontos estava fora da margem de erro. O Datafolha acertou cravado, mas como anunciou margem de erro de 2 pontos, permitiu a ideia do empate técnico.”
Nem comento de tão absurdo que é.
Mas quero aproveitar o gancho pra falar de Sensus e VoX Populi.
Se erram REDONDAMENTE sempre, por que ainda são contratados por determinadas empresas que tem interesse pelo erro?
E o curioso é que o erro é brutal.Enquanto uma empresa ”erra” uns 10 pontos pró governo, a outra erra uns 10 pontos contra o governo.
Ou seja, é um erro de 20 por cento.
Em planos de saúde se suspende ou se elimina empresas incompetentes ou safadas.Na propaganda enganosa temos o Procon.
Quando será criado um órgão pra eliminar essas duas empresas de pesquisas?
‘
De Paula
2 de novembro de 2014 5:12 pmTem laboratório que faz a
Tem laboratório que faz a mesma coisa com seus exames.
anarquista sério
2 de novembro de 2014 7:34 pmNão o Fleury.
Entendeu ou
Não o Fleury.
Entendeu ou preciso desenhar?
Mariano S Silva
2 de novembro de 2014 10:31 pmNessa, Anarquista, você
Nessa, Anarquista, você dançou baixo. Um pesquisador do Instituto de Estudos Avançados do CTA publicou um pdf (infelizmente não consegui recuperar o texto para citá-lo devidamente, alguém ajuda?) mostrou que o êrro em uma pesquisa de opinião é inversamente proporcional à raiz quadrada da amostra. Como a pesquisa Datafolha envolveu 19.000 indivíduos e a do IBOPE apenas cerca de 3000 a razão entre as duas é cerca de 6,3. Portanto a razão entre o erro IBOPE / Datafolha = 0,4. Então temos erro Datafolha = erro IBOPE X 0,4 = 0,8 Bingo! Datafolha acertou a eleição de Dilma na mosca, demonstrando, inclusive, que a tentativa de golpe da vejinha nem surtiu efeito!
José Almeida de Souza Jr.
3 de novembro de 2014 12:03 pmMargem de erro em pesquisas eleitorais
Aqui vai o link que você pediu: https://jornalggn.com.br/wp-content/uploads/documentos/eleicoes_0.pdf
Mariano S Silva
3 de novembro de 2014 6:32 pmObrigado!
Obrigado!
Mariano S Silva
2 de novembro de 2014 10:35 pmMais, realmente Datafolha
Mais, realmente Datafolha prova que ela mesma mentiu sobre a margem de erro! Nas próximas eleições, graças a estas bondosas almas que nos deram evidências matemáticas da tentativa de fraude nas eleições, estaremos calculando, por fora, as margens de erro!
maurobrasil
2 de novembro de 2014 6:19 pmCientista político nocauteia golpistas da Globo
2 de novembro de 2014 | 11:07 Autor: Miguel do Rosário
Quer assistir um bando de alienados da Globo tomar um nocaute bonito? Veja o vídeo abaixo. Se tiver qualquer problema para assisti-lo, vá para o link direto, clicando aqui.
Antes, uma observação. O cientista político entrevistado não é um homem de esquerda. Ao contrário, é membro do Instituto Millenium.
Ao contrário, dos apresentadores da Globo, contudo, ele tem um nome a zelar.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=22709
azzisem
2 de novembro de 2014 6:45 pmQue aula..
Como são fracos e arrogantes, basta alguém articulado e que não cumpra um script, para serem massacrados. A sutileza em que ele falou da última pesquisa datafolha, foi sensacional. Elogiou fazendo uma crítica. Ou seja, o datafolha sabia que estava certo, mas preferiu forçar um pouquinho mais, para ver se a capa da veja ajudaria. Esse tem um nome a zelar.
anarquista sério
2 de novembro de 2014 8:18 pmHá tempos que gostaria de
Há tempos que gostaria de comentar,Chegou o dia.
Leio todos os dias,desde que o assunto permita,um massacre no programa Manhattan Connetion.Mas todos sabem de tudo: O que falou,quem falou,quem foi entrevistado etc…
Ou seja,vcs metem o cacete no programa,mas todos assistem.Hoje acredito que é o programa mais assistido da tv paga e vendido pra mais de 120 paises.—eu li essa informação.mas fiquei meio cético.
Se até vcs ficam acordados até meia noite num domingo.Sem se importar que a segunda-feira é brava…
Precisa gostar muito MESMO
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Russo Salvatore
3 de novembro de 2014 2:28 amEu não assisto a Globo, eu
Eu não assisto a Globo, eu vigio.
Davi Chagas
3 de novembro de 2014 10:14 amTeoria Errada
Desculpe estragar sua teoria, mas como o programa fica disponível na internet, no site da tv globo, não precisamos ficar acordados até tarde, basta ir no site e ver quem foi entrevistado. Eu por exemplo, só assisti este programa 4 vezes. Quando foi o Eike Batista, Luiza do Magazine, Silvia da BBC e este do Almeida. Adoro ver o Diogo tomar no kkkkkk. Acredito que a maioria aqui só viu este programas algumas vezes tb … neste mesmo raciocínio. Inclusive galera, sempre que o garoto fujão se fufu, coloquem aqui … []s
edisilva
3 de novembro de 2014 1:55 pmEntao, eu sou a exceção que
Entao, eu sou a exceção que confirma a regra.
Não assisti nem o vídeo indicado pelo post. Não suporto a cara de limão do maynard.
jeorge luis
2 de novembro de 2014 8:39 pmarrogância global
Assistam ao video e vejam como o pesquisador fala com propriedade e rebate de primeira e com elegancia a prepotência e altivez dos “intelectuais” e recalcados entrevistadores. “Meus pais são do nordeste, sou nordestino e casado com uma catarinese”, isso calou a boca do frustado e decadente mainard.
serralheiro 70
2 de novembro de 2014 8:50 pmManhattan connection
Não assisto com frequencia, não me agrada a participação desta turma de comentaristas de groubo. Entretanto vez por outra convidam participantes de valor. Nisto incluo Carlos Alberto Almeida, que me trouxe informações que me passaram despercebidas nestas eleições. Ficou patente o ranço da turma da groubo que detesta opiniões defaforáveis a sua linha de preferência política
altamiro
2 de novembro de 2014 10:52 pmo cientista desbancou a
o cientista desbancou a bancada…..
Daytona
3 de novembro de 2014 6:59 amPrimeira vez que assisto esse
Primeira vez que assisto esse programa, e foi pior do que eu imaginava. Que trupe de idiotas, não sei como o Almeida não perdeu a paciência com eles. O propósito dos entrevistadores era dizer que o nordestino é burro e o Brasil é uma ditadura peronista.
BRUNOAFERREIRA1954
3 de novembro de 2014 12:48 pmO Ibope e a datafolha deram
O Ibope e a datafolha deram um empurrãozinho no Aécio, pq com apenas dois candidatos, o nível de confiança e a margem de erro são muito diferentes de quando se tem sete candidatos. O incrível é o Sensus do Aécio dar 13 pontos de vantagem a um dia da eleição.
Eduardo A
3 de novembro de 2014 3:09 pmNão é bem assim.
Os comentários do cientista são muito bons para entender os chamados erros não amostrais. Quanto à margem de erro (erro amostral), não procede esse valor de 0,7. O correto é por volta de 2, mesmo.
Sérgio Vianna
4 de novembro de 2014 12:18 amPrezado Nassif, gostaria de
Prezado Nassif, gostaria de defender – e faço um apelo a você e a todos os blogueiros que defendem uma lei de mídia – o início urgente do debate sobre o que significa a regulação da mídia no Brasil.
Iniciar a divulgação do que seria essa regulação, quais os aspectos estariam envolvidos, pesquisando o que é praticado em países como Alemanha, Suécia, Inglaterra, Itália, Espanha, Japão, Austrália, Holanda, Canadá, Estados Unidos, Coréia do Sul, Noruega, Dinamarca, etc.
Divulgar as diferenças para televisão aberta e por assinatura, emissoras de rádio, jornais e revistas, outras mídias, para seu público entender cada aspecto de todos os meios que deverão ser regulamentados.
É preciso massificar, ampliar, debater os critérios e o alcance de cada uma das medidas que vão alterar a legislação brasileira.
E destacar os quesitos que comporão os diversos campos do direito e da proteção dos ofendidos, como: direito de resposta (tempo, espaço e custos – como definir?), questões relacionadas à calúnia, à difamação, ofensas à honra, aspectos relacionados aos direitos das minorias (ou dos segmentos tratados como minoria, embora nem sempre o sejam, de fato, minorias), o laicismo (para uma Constituição laica o que pode ou o que não deve ser exibido – como, por exemplo, as insinuações ou campanhas políticas ou de ódio e preconceito, disfarçadas de divulgação da fé – nas televisões abertas e emissoras de rádio), o pluralismo intelectual, cultural e das artes em geral, privilegiando a diversidade de regiões, estados e lugares especiais, nelas incluídas as origens culturais de etnias, de gênero, de geografia (a região amazônica usa a navegação como meio de transporte e obrigar suas populações a assistir diariamente os problemas do trânsito rodoviário das ruas de São Paulo é uma estupidez social).
Enfim, meu Caro Nassif, para tratar o tema do golpismo que a mídia trabalha dia e noite neste país, contaminando a lucidez e a compreensão de nosso povo que não sabe mais discernir o que é domínio público e o que está no campo das liberdades individuais, penso ser necessário iniciar esse debate com todos os detalhes, e não mais ficar na repetição pedindo uma nova lei para a mídia.
O debate que está sendo apresentado ao público pelos meios de comunicação é tão somente o de que se pretende calar a imprensa, eliminar a liberdade, implantar a ditadura. E como sabemos que essa não é a questão, que o objetivo primeiro é justamente garantir a liberdade, a democracia e o direito de todos, e para tanto é preciso ter um conjunto de regras que estabeleçam esses direitos e limites, precisamos urgentemente começar esse debate por dentro, iniciando pela lógica do que é direito individual do que é direito coletivo, destacando as questões relacionadas ao domínio público e ao direito do povo de ter acesso e opções livres.
Sem isso, lamento muito, mas acho que permaneceremos como a figura do cachorro louco correndo atrás do próprio rabo, porque a cada dia mais direitos nossos, do povo brasileiro, são invadidos sob a falácia de que a Constituição lhes garante a liberdade. Ora, bolas! Que liberdade é essa de ofender minorias, desqualificar populações, rotular pessoas por suas opções, impor regras de conduta e de pensamento que não dizem respeito aos interesses da maioria?
Que liberdade é essa de propor ditadura, de defender “justiçamentos”, de incitar linchamentos políticos, religiosos, morais, éticos e étnicos, de comportamento?
Precisamos trabalhar e defender teses completas, não apenas discursos do medo ou da vitimização.
Elielde Azevedo Santos
4 de novembro de 2014 12:30 amEleições, Pesquisas & Mídia
Ninguém comentou, mas os comentaristas da TV Cultura não disfarçaram a tristeza quando às 20h o TSE divulgou a ligeira vantagem de 1% de Dilma frente ao Aécio, a medida que o tempo passava o semblante dos entrevistados e do apresentador se entristecia mais.
Era até melancólico, como achei aquilo de mal profissionalismo, mas não surpreendente, dei muita risada.
Esse é o nível de jornalismo e isso porque estou falando de uma emissora teoricamente pública, mas que na verdade possui ligação com o governo tucano.
Mancini
4 de novembro de 2014 2:15 amTV cultura, foia
Nassif, tem uma história de arrepiar. Até lá sabe-se quando, a tv minas, transmitia a TV BRASIL. Isso foi no primerio semestre. Em um belo dia, quanta surpresa, desagradável é claro! Volta a tv cultura que o govenador Itamar, já havia corrido com a mesma! Pondé e o horroso que se diz historiador… O Careca, muito bom.
Bem, a TV Brasil digital daqui não rola [65.1] mais, tem um canal três a cabo e euzinho tenho duas, a TV Brasil Internacional. Aqui e ali, na Tabela de Links! Ao pé! Tem conteúdo importante lá!
Debaixo para cima, sexta linha, penúltima coluna e já com o perdão da Elielde! foia faz fogueira, mas em 24 de junho!
maria cecília p binder
4 de novembro de 2014 9:24 amNota dez
Nota dez pela disponibilização da entrevista no blog. Excelente. Muito obrigada.
Rafael Beatles
4 de novembro de 2014 12:26 pmDICA DO TIJOLAÇO
Já tinha assistido no Tijolaço. O cientista foi cortando todos os sofismas.
Edilson Ferreira
4 de novembro de 2014 12:26 pmFácil de resolver
Para resolver esse problema de margem de erro pode se usar de uma técnica simples e objetiva utilizado em laboratórios de ciências. Basta pegar os dados brutos obtidos pelo jornal e/ou empresa se ele(a) tiver a coragem de disponibilizar é claro e refazer todos os cálculos com um grupo de 5 estatísticos, onde cada apresenta o seu resultado, dai teremos a verdade. A verdadeira estatística não mente.
Estatístico
4 de novembro de 2014 1:50 pmÉ mais fácil ainda do que
É mais fácil ainda do que isso:
Basta perguntar à empresa quantas pessoas foram entrevistadas. Chame esse número de n.
A margem de erro é
100[1/raiz(n)] %
Para n=2500, dá 2%. Para n=10.000, dá 1%. Para n=20.000, dá 0,7%.
Ricardo Pinheiro
4 de novembro de 2014 1:43 pmConversa sobre urna eletrônica
Nassif, eu e alguns amigos, todos nós profissionais de TI, temos conversado muito sobre a urna eletrônica, e a questão da segurança de todo o processo eleitoral. Um deles é servidor de um TRE, e tem comentado várias coisas a respeito do processo, inclusive sugestões de como torná-lo mais seguro e transparente. Em tempos onde o “paper track” tem voltado à mídia, acho que é interessante compartilhar essa conversa que tivemos com outras pessoas, certamente vai ajudar a lançar luz sobre algumas dúvidas de todos nós.
Como posso proceder para submeter-lhe uma compilação dessas nossas conversas, na forma de um artigo?