4 de junho de 2026

Mercado mantém IPCA de 2014 próximo do teto da meta

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Jornal GGN – Os agentes do mercado financeiro mantiveram seus prognósticos para a taxa oficial de inflação de 2014 perto do teto da meta, segundo estimativas divulgadas pelo relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central.

A variação estimada para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ao fim deste ano ficou estável em 6,45% pela segunda semana consecutiva – perto do teto da variação gerenciada pelas autoridades, considerando que o centro da meta é de 4,50%, com dois pontos de tolerância para mais (6,50%) ou para menos (2,50%). Na variação mensal, os dados para outubro foram mantidos em 0,50% pela quinta semana consecutiva, ao passo que os dados de novembro caíram pela segunda semana consecutiva, de 0,59% para 0,58%.

O total suavizado para os próximos 12 meses ficou inalterada em 6,37%. Para 2015, os números ficaram em 6,30% pela quarta semana consecutiva.

Os índices gerais de preços também não apresentaram mudanças: o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) foi mantido em 3% para o fim deste ano. A variação mensal do índice foi mantida em 0,31% para outubro, e os números de novembro perderam força pela terceira semana seguida, de 0,53% para 0,51%. A variação suavizada para os próximos 12 meses subiu pela segunda semana consecutiva, de 5,45% para 5,49%. Os dados para 2015 foram mantidos em 5,52% pela segunda semana seguida.

No caso do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), a variação para 2014 seguiu em 3,09%. A estimativa para outubro foi mantida em 0,19%, e a variação para novembro desacelerou pela terceira semana, de 0,52% para 0,50%.

Os dados suavizados para os próximos 12 meses foi ampliado pela segunda semana consecutiva, passando de 5,54% para 5,57%. A estimativa para 2015 segue em 5,50% pela sexta semana consecutiva.

O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) perdeu força, e a estimativa para o fim de 2014 caiu de 5,38% na semana anterior para 5,34%. O indicativo para o fechamento de outubro ficou estável em 0,45% pela décima primeira semana, e a sinalização para novembro ficou em 0,51% pela segunda semana consecutiva.

O prognóstico suavizado para os próximos 12 meses avançou de 5,30% para 5,36%, enquanto a sinalização para 2015 também foi reduzida, passando de 5,59% para 5,48%.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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  1. Fabiana C.

    27 de outubro de 2014 3:47 pm

    Com um IPCA de 6,5%, a Selic

    Com um IPCA de 6,5%, a Selic pode ser de 8% sem riscos para o aumento  da inflação, pois a economia está devagar quase parando: não temos riscos de inflação de demanda. O Banco Central já pode reduzir a Selic rapidamente para 8%, a economia do governo seria de R$ 60 bilhões no pagamento dos juros. A economia voltaria a crescer, a indústria e comércio se fortaleceriam, contratariam mais pessoas e o governo arrecadaria mais impostos com o círculo virtuoso da economia.

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