4 de junho de 2026

Dilma cresce e empata com Marina no 2º turno

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Jornal GGN – Faltam 11 dias para a eleição e o resultado da pesquisa Ibope divulgada nesta terça (23) não é bom para Aécio Neves (PSDB). Na comparação com os últimos estudos, Aécio recuperou o desempenho que havia perdido quando Marina Silva (PSB) entrou na disputa presidencial.

Marina também parece ter atingido um pico e vem regredindo lentamente nas últimas sondagens. Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, conseguiu virar o jogo e abriu 9 pontos de vantagem sobre a pessebista no primeiro turno.

No primeiro turno, Dilma saltou de 36% para 38%, Marina foi de 30% para 29%, e Aécio manteve a preferência de 19% do eleitorado. Pastor Everaldo (PSC) marca 1%. Outros candidatos, 2%. Brancos, nulos e indecidos caiu apenas um ponto, e agora somam 12%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou para menos.

No segundo turno, a petista chegou a um empate numérico com Marina . Ambas têm 41% das intenções de voto, nesse cenário. Antes, Marina estava à frente com 43% contra 40%. Num segundo turno contra Aécio, Dilma teria 46% e o tucano, 35%. Ela ampliou a vantagem de 7 para 11 pontos.

A pesquisa Vox Populi divulgada nesta segunda (22) coloca Dilma na liderança com 40% das intenções de voto, seguida por Marina (22%) e Aécio (17%). (Clique aqui para ler mais).

Os eleitores que rejeitam a presidente caiu de 32% para 31%. Já a rejeição à Marina subiu de 14% para 17%. Aécio permanece descartado por 19% do eleitorado.

De acordo com o levantamento, Dilma cresceu entre os eleitores evangélicos. Ela tinha 27% da preferência deles e passou para 32%. Marina perdeu espaço com esse público, passando de 41% para 38%. Aécio foi de 15% para 17%.

Entre os eleitores com renda familiar de até um salário mínimo, Dilma foi de 46% para 51% e Marina, de 24% para 20%. Aécio permaneceu com 28% entre quem tem renda superior a cinco salários.

No Sudeste, Dilma oscilou de 30% para 29%, e Marina, de 31% para 33%. No Norte e Centro-Oeste, Aécio foi de 20% para 21%. Na região Nordeste, ele passou de 9% para 11%. Dilma foi de 48% para 51% e Marina, de 29% para 22%.

A intenção de voto em Marina pela parcela de jovens entre 16 e 24 anos passou de 34% para 32%. Nessa faixa, Dilma tem 31%, e Aécio, 21%. Entre os com 55 anos ou mais, Dilma foi de 42% para 47%, Aécio manteve 18%, e Marina passou de 24% para 22%.

Entre eleitores com ensino superior completo, Marina está na frente, mas apresenta queda de 37% para 32%. Dilma foi de 22% para 25%, e Aécio manteve 26%. Na faixa com ensino médio completo, Dilma subiu de 32% para 35%, Marina de 32% para 31%, e Aécio permanece nos 19%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo. O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios do país entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00755/2014.

Com informações da Revista Fórum

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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15 Comentários
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  1. Ivan de Union

    24 de setembro de 2014 3:53 pm

    Nao sei se foram os

    Nao sei se foram os marketeiros, Dilma, ou Lula, mas o fato dele estar ficando pros escanteios na media nessa eleicao eh uma ideia brilhante.  Pra durar mais 4 anos Dilma tem que ser “sua propria mulher”, nao pode ficar escorada em Lula.

    Eh claro que Dilma eh Lula e Lula eh Dilma, esse nao eh o assunto.  Eh que, devido aa heranca logistica, Dilma tem condicoes -e de fato ja eh- bem melhor na presidencia do que Lula jamais conseguiu independente do enorme esforco dele. Entao Dilma pode kennedizar o tema eleitoral com “voce esta melhor hoje do que ha 4 anos atraz?” sem perigo de ferir ninguem, muito menos ele.

    Parabens a quem teve a ideia.

    1. ninguém será

      25 de setembro de 2014 2:56 am

      Tucanês puro. Com essa

      Tucanês puro. Com essa história que essa, ou qualquer outro na face da terra, possa ser nnelhor do que Lula, tá mais querendo que Dilma continue e termine pior do que FHC, tirando este doi limbo da história

  2. Ari

    24 de setembro de 2014 4:10 pm

    Acho que Joaquim Barbosa

    Acho que Joaquim Barbosa realmente seguira carreira política no futuro.

    Ao invés de enriquecer o debate, por exemplo, com  relação a idéias para melhorar o poder judiciário, que é sua área de atuação, dá pitacos populistas.

    1. Opa!

      24 de setembro de 2014 5:02 pm

      Se ele é populista eu não

      Se ele é populista eu não sei, mas que a ideia de acabar com o interurbano é boa, isso não há dúvida!

      1. Juarez Alencar

        24 de setembro de 2014 11:27 pm

        A ideia é boa, mas a

        A ideia é boa, mas a privatização merda realizada pelo FHC a impede de ser posta em prática pelos próximos 30 anos.

    2. cesarT

      24 de setembro de 2014 5:35 pm

      sujeito sem noção,

      sujeito sem noção,  desconhece que a telefonia foi privatizada a 15 anos, e no Brasil da forma como foi,  é uma mina de ouro para as multinacionais.

    3. Moraes

      24 de setembro de 2014 7:47 pm

      Ah, sim, reduzir as tarifas

      Ah, sim, reduzir as tarifas para ligacoes a Miami. PRo dr. Barbosa, sobretudo. Esse cara nao se enxerga mesmo.

    4. Quem terá sido?

      25 de setembro de 2014 3:18 am

      “O povo gaúcho tem uma

      “O povo gaúcho tem uma consciência acima da média da consciência política do povo brasileiro. Por que estou dizendo isso? Porque eu não conheço, dentro do Brasil, pessoas que eram importantes no meio de comunicação darem certo em Poder Executivo”,

  3. Miguel Zibboni

    24 de setembro de 2014 4:30 pm

    A mesma foto, a mesma santa…

    ”Dilma cresce e empata com Marina…”

    E apesar disso a foto que ilustra a matéria é da santa sorrindo (mais frequente em velório), Aécio parecendo disposto a lutar e a líder Dilma desanimada.

    Vamos atualizar a foto pelo menos com os números do instituto favorito da Globo?

    Ou será que há dissenssões mais profundas na cúpula do blog? Apenas uma dúvida que bateu. Abraço a todos. 

  4. racs

    24 de setembro de 2014 5:41 pm

    Assisti hoje ao horario

    Assisti hoje ao horario eleitoral da tv e vi o Aécio dizendo que Minas não elege um presidente há 60 anos. Alguém precisa, urgentemente, lembrar o menino do Rio, que a presidenta Dilma é Mineira de Belo Horizonte, capital do estado.

    1. Antonio Carlos Silva - RJ

      24 de setembro de 2014 5:51 pm

      Aqui no RJ o aecio está mais

      Aqui no RJ o aecio está mais tinhoso que a blablarina, a farsante do itaú já está completamente desconstruída .

      O aécio está mais bem estruturado politicamente, pois conta com apoio de muitos traíras do PMDBesta e de outros politiqueiros da “base aliada” de Dilma (coitada)  .

    2. NICKNAME

      24 de setembro de 2014 7:34 pm

      mas portoalegrense

      é meio bairrismo, mas que seja, todos temos nossas bobagens “reconstruiu sua vida no Rio Grande do Sul(…) ” http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff  (só pra lembrar que Porto Alegre é anos-luz à frente em senso de cidadania e de civilidade, em nosso país, é o que senti ao viver 20 anos em POA). Outros aspectos como justiça ágil e pioneira, maior participação (não só quanto a objetivos longínquos, mas a partir do que é mais próximo – e mais exemplar –  condomínios, por exemplo). Num debate ou entrevista tb. vi um dirigente petista dizeer considerar o PT Gaúcho o mais avançado. POA foi a 1ª capital a ter 4 prefeitos consecutivos. Não foi o único dirigente de esquerda, lembrei de outro, meu ex colega de colégio na adolescência, em Recife, depois foi morar em São Paulo, o termo q ele usou em bate-papo pessoal foi um sinônimo de q agora esqueço, mas equivalente a um particular e diferenciado “astral”.

  5. NICKNAME

    24 de setembro de 2014 7:36 pm

    Por que vou votar em Dilma – Silviano Santiago ( * )

    24/09/2014 – Copyleft

    Por que vou votar em Dilma – Silviano Santiago ( * )

    Votarei em Dilma por razões simples e progressistas, que só afetam de maneira indireta o meu dia-a-dia. Por razões, portanto, republicanas.

    Votarei em Dilma por razões simples e progressistas que só afetam de maneira indireta o meu dia-a-dia. Por razões, portanto, republicanas. Julgo que durante seu governo avanços foram feitos em direção à melhoria das condições de vida das classes populares.

    Nomeio os avanços, salientando que eles foram articulados no âmbito duma geografia nacional descentrada (sem privilégio ao eixo sudeste): programa residencial para os cidadãos de baixa renda, educação nos vários níveis, saúde pública, maior acesso das famílias aos bens domésticos e sensível aumento da autoestima.

    O último avanço – aumento da autoestima − pode parecer ridículo às vésperas da eleição. Não o é, pois se refere ao modo como nos últimos anos cresceu o reconhecimento por parte das classes altas e letradas daqueles e daquelas que vieram sofrendo por séculos as várias formas de preconceito social, étnico ou comportamental. Isso também redunda em ganho democrático da população brasileira como um todo.

    Só criticaria seu governo por algo que me toca diretamente: o reduzido interesse dedicado às atividades culturais e artísticas na complexidade que elas adquiriram no século 21.

    ( * ) SILVIANO SANTIAGO é escritor. Romancista, poeta, crítico literário, ensaista e professor. Autor dos livros Em Liberdade, Stella Manhattan, Viagem ao México. Ganhou o Premio Ibero-Americano José Donoso 2014 da Universidade de Talca, no Chile, o qual receberá no fim de outubro. http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Porque-vou-votar-em-Dilma/4/31862

     

     

     

  6. NICKNAME

    24 de setembro de 2014 8:02 pm

    “Por que a ultra-esquerda brasileira é residual?”( * )

    Por que a ultra-esquerda brasileira é residual?  ( * ) (não sei se já foi publicado no blog, por via das dúvidas):

    Dificilmente chegará a 2% o total de votos dos candidatos a presidente do PSOL, PSTU, PCB e PCO. Mas não é apenas a influência eleitoral desses partidos que é pífia. Também são forças de pouca envergadura no movimento sindical, estudantil e camponês. Não passam de franjas isoladas na intelectualidade. Apesar de tentarem se integrar às manifestações de junho do ano passado, não tiveram papel de relevo e tampouco se constituíram em referência para as massas juvenis que ocuparam as ruas.

    Diversos motivos poderiam ser identificados para desempenho tão marginal. Há interpretações sociológicas e políticas de todos os gostos para ajudar a compreender essa fragilidade. Creio que existe, no entanto, ao menos entre seus militantes de boa fé, uma razão de fundo para tamanho isolamento: a política de todas essas correntes é baseada na ideia de hipotética traição do PT ao programa de esquerda e aos interesses populares.

    De acordo com esta interpretação, teria ocorrido fenômeno semelhante ao que se passou com a social-democracia européia. O partido de Lula teria assumido o mesmo programa neoliberal do capital financeiro, transitado de armas e bagagens para o campo da burguesia rentista e renunciado à construção de um projeto independente dos trabalhadores. Segundo esse raciocínio, ainda que haja diferenças táticas, o PT e os demais partidos burgueses seriam farinha do mesmo saco.

    Esta posição empurra facilmente setores da ultra-esquerda para assumir o discurso falsamente moralista da direita contra o PT e até se alinhar com o conservadorismo quando se trata de fazer oposição ao governo petista.

    A absoluta falta de audiência popular à sua narrativa poderia levar estas correntes a refletir sobre a justeza ou não de sua política, mas não o fazem. Prevalecem o dogmatismo, o rancor de ex-petistas e a origem de classe: afinal, a maioria esmagadora de seus quadros tem origem nas camadas médias, onde viceja ambiente generalizado de ódio e desconfiança contra o PT.

    O erro fundamental de sua análise consiste em não compreender que a natureza petista e seu papel concreto nada tem a ver com a social-democracia dos dias atuais. Ainda que se possa criticar os governos de Lula e Dilma pela eventual opção por um reformismo fraco, no dizer de André Singer, o fato é que se constituíram em ferramentas de resistência ao neoliberalismo em todos os terrenos.

    Estes últimos doze anos foram marcados pela expansão dos gastos públicos, pela adoção de políticas distributivistas, pela ampliação de direitos sociais, pelo aumento do emprego e da renda dos trabalhadores. O Estado está sendo paulatinamente reconstruído como epicentro de um modelo econômico que associa desenvolvimento e criação de um mercado interno de massas, através de mecanismos para a inclusão social. No mais, o país impulsiona política internacional contra-hegemônica e de apoio à integração de blocos que se separam do campo de gravidade do imperialismo norte-americano.

    Como se pode ver, pela realidade dos fatos, um caminho absolutamente distinto da social-democracia européia. Não apenas por questões programáticas, mas também pela posição na luta de classes: não é à toa o esforço beligerante do núcleo dirigente da burguesia para derrotar o PT a qualquer preço, aceitando até o risco de inflar uma candidatura de oportunidade como a de Marina Silva.

    Há espaço, à esquerda do PT, para forças que pressionem pelo aprofundamento e a aceleração de reformas, buscando forjar um bloco histórico que mude a qualidade do processo de mudanças. Mas essa orientação é impossível para quem vê no PT o inimigo principal ou como integrante do campo político e classista da burguesia. Essa postura visceralmente antipetista não provoca apenas isolamento dentro da esquerda, mas também tornam inacessíveis os corações e mentes das dezenas de milhões de trabalhadores, de pobres do campo e da cidade, cuja vida melhorou admiravelmente desde a posse de Lula em 2003.

    Por fim, a insistência nessa política sectária faz da ultra-esquerda um aliado objetivo das forças reacionárias nos momentos de grande polarização e disputa. O caso mais emblemático foi o processo do chamado “mensalão”, mas muitos foram os episódios políticos e eleitorais nos quais essa lógica se reproduziu. Afinal, se o governo é do PT e esse partido passou para o outro lado, transformado em instrumento da dominação burguesa, contra essa administração deve ser a direção do golpe principal.

    Trata-se da fórmula perfeita para a irrelevância e a residualidade.

    ( * ) BRENO ALTMAN 12 de Setembro de 2014

    1. mas faz falta

      25 de setembro de 2014 2:47 am

      2%, mas se fossem todos

      2%, mas se fossem todos petistas, o petismo poderia dispensar pelo menos Maluf, obrigando que esse tivesse que apoiar  Marina

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