Jornal GGN – O Ministério da Educação, capitaneado por Abraham Weintraub, abriu procedimento administrativo disciplinar contra 30 professores da Universidade Federal Fluminense (UFF). O mote: que eles expliquem um voto que deram há 12 anos sobre a carreira administrativa dos funcionários da universidade. As informações são de Monica Bergamo, em sua coluna na Folha.
Há 12 anos atrás, os mestres do Conselho Universitário da UFF, decidiram que os funcionários aposentados deveriam ter os mesmos aumentos do que estavam na ativa, seguindo os princípios da isonomia e da integralidade.
Adriana Pena, da associação os docentes da UFF, considera ser este o maior abuso de autoridade que se ‘comete contra a liberdade de manifestação e de voto nos Conselhos superiores da universidade pública’. ‘É uma clara tentativa de intimidação e ataque à autonomia universitária’, disse ela.
A UFF está dando apoio jurídico aos professores.
Anarquista Lúcida (sem estar logada)
17 de fevereiro de 2020 1:00 pmIsso é um direito constitucional! Os funcionários públicos, pelo menos antes das últimas reformas (acho que já a partir da de 2003) têm direito à isonomia, paridade e integralidade.
Evandro Condé de Lima
17 de fevereiro de 2020 1:54 pmTambém não entendi.
peregrino
17 de fevereiro de 2020 6:10 pmUFF virou ninho de militantes bolsonaristas…
professores que tentam impor limites estão sofrendo provocações
vingancinha babaca e com marcação cerrada no âmbito do trabalho
José Antônio e Souza
17 de fevereiro de 2020 10:56 pmA uff não está prestando nenhuma assistência jurídica aos professores! Quem está fazendo isto é a ADUFF, a associação dos docentes da uff! Por favor corrijam a notícia! Prof. José Antônio e Souza, membro do Conselho de Representantes da ADUFF!