5 de junho de 2026

Caminhoneiros realizam protesto no Porto de Santos; sindicalista é preso

Quanto à prisão do sindicalista, ainda não se tem informações sobre o motivo, já que o movimento é pacífico e não desobedeceu a liminar sobre fechamento de vias.
Foto Revista Fórum

Jornal GGN – Alexsandro Viviani, o Italiano, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos (Sindicam) foi detido pela Força Tática da Polícia Militar durante protestos de caminhoneiros.

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O grupo realizou protesto na manhã de hoje, 17, no Porto de Santos. A intenção é um protesto de 24 horas, que começou a zero hora. Estão reunidos na Avenida Engenheiro Augusto Barata.

Não houve bloqueio de acesso, já que o juiz Roberto da Silva Oliveira, da Justiça Federal de Santos, determinou multa diária de R$ 200 mil caso a liminar não seja cumprida. O presidente da Sindicam garantiu que iam cumprir a decisão.

A movimentação é um protesto contra o fechamento de dois grandes terminais de contêiner no Porto de Santos. Isso por conta do PDZ – Plano de Desenvolvimento e Zoneamento. Com o PDZ, dez mil pais de família perderam seu trabalho. Além disso, brigam contra o fim do piso mínimo de frete e a questão do preço dos combustíveis.

Segundo o ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, o PDZ é um rearranjo de terminais portuários, ‘um conceito de clusterização’, que irá concentrar cargas por tipos em determinadas áreas do Porto.

Quanto à prisão do sindicalista, ainda não se tem informações sobre o motivo, já que o movimento é pacífico e não desobedeceu a liminar sobre fechamento de vias. Também não se tem informações do porquê a Polícia Militar usou bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes.

Pelos relatos, a ação truculenta da Polícia foi para impedir que os grevistas conversassem com caminhoneiros que estavam chegando ao Porto, para conseguir maior adesão.

Após a prisão do sindicalista, a entrada de caminhões no Porto foi liberada.

Com informações do jornal A Tribuna.

Redação

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4 Comentários
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  1. ERNANDO PELUSO

    17 de fevereiro de 2020 3:20 pm

    É só os caras fazerem “arminha” que resolve.

  2. André

    17 de fevereiro de 2020 3:29 pm

    A prisão do sindicalista, é que as instituições estão funcionando, quando é contra o povo. Já para as barbaridades que os agentes do des-governo fazem, aí tem sempre o: não é bem assim; disse mas não era bem isso. Há um desequilíbrio polícial-judicial, na “doente democracia”.

  3. Lucio

    17 de fevereiro de 2020 4:00 pm

    Mais uma vez o protesto dos caminhoneiros deve ser tratado com cautela e sem oba-oba.
    Numa das faixas em que protestam contra os altos preços dos combustíveis, cuja foto foi publicada pela imprensa, aparece “ICMS zero”. Por mais absurda que seja a cobrança do ICMS por alguns estados, o alto preço não é devido às alíquotas deste imposto. As alíquotas de hoje são praticamente as mesmas do final do governo Dilma, quando o litro do diesel custava em torno de 1,80. Hoje custa quase 5,00.
    Este movimento está é dando corpo e voz à bravata do Bolsonaro quando desafiou os governadores a baixarem os impostos.
    A atual alta é consequência da mudança da política de preços, isso eles não querem que mude?

  4. Paulo José Pessoa.

    21 de fevereiro de 2020 6:48 pm

    Estamos totalmente a favor dos Petroleiros, não considero que seja uma luta da categoria, está deve ser uma luta de todos nós BRASILEIROS, POIS estamos vendo todo nosso Patrimônio sendo entregue aos estrangeiros mais particularmente aos americanos FSDP, que já levaram nossa EMBRAER, nossa base de Alcântara, nossas distribuidoras de Petróleo, etc, etc, já acabaram com nossos empregos, nossa aposentadoria, e agora estão também querendo ACABAR com nossas Empresas Caixa, BB, CORREIOS, alem do restante da nossa PETROBRÁS, sem falar na destruição de nossa Amazônia. Não sei p que é que querem acabar ainda.

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