14 de junho de 2026

Bebianno dá a letra no Roda Viva: Follow the Carluxo, por Luiz Fernando Juncal Gomes

E Bebianno vai no Roda Viva e manda um recado piscando em néon. E nada.

Bebianno dá a letra no Roda Viva: Follow the Carluxo

por Luiz Fernando Juncal Gomes

Bebbiano, o unabomber, foi o entrevistado do Roda Viva, em 02.03.2020. Dia seguinte, foi postado o comentário abaixo, no post “TV GGN: Sérgio Moro assume o papel de chefe da ultradireita, por Luis Nassif”

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Bebianno dá a letra no Roda Viva: Follow the Carluxo

Bebiano sabe de tudo o que aconteceu em 06.09.2018, em Juiz de Fora. E dá a dica: Carluxo. E manda recado nem um pouco cifrado ao Planalto: “Não sou Adriano da Nóbrega, não me confundam, espalhei apólices de seguro de vida por aí”. E ninguém quer ir atrás.

“A única viagem que o Carlos fez conosco foi essa de Juiz de Fora e ainda deu azar”, disse Bebianno em entrevista ao “Roda Viva”, da TV Cultura. “[Ele] Atrapalhou o esquema de segurança, o que resultou no não uso do colete [à prova de balas] e naquela tragédia da facada”, completou.

“Ele foi dentro do carro com um drone. Parecia uma criança”, lembra Bebianno. “Nem eu, nem o capitão Cordeiro e nem o Max, do Bope, pudemos ir no carro. O resultado? Ele [Jair Bolsonaro] desembarcou sem o colete. O colete não teria evitado 100% o ferimento, mas teria limitado a penetração da faca”, acrescentou.

A terceira chance jogada no ralo – Eram duas grandes chances de depor o presidente, as únicas até então. Em março/2018, a execução de Marielle Franco; Em setembro/2018, o caso-potoca Juiz de Fora. Ambas na Sibéria dos cold cases. Aí surge a terceira, inesperada, com a execução do chefe do Escritório do Crime, Adriano da Nóbrega. E inacreditáveis 13 (treze) celulares, que podem contar tudo. Mais um pro cold case.

E Bebianno vai no Roda Viva e manda um recado piscando em néon. E nada.

***
Infarto. E ferimento na cabeça. E, ironia do destino, dia 14.03.2020, exatos dois anos da execução de Marielle.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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3 Comentários
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  1. Maria Luisa

    14 de março de 2020 11:35 am

    Isso, Luis Fernando Juncal. As pistas estão ai, piscando nos narizes e a PF protegendo o governo miliciano. E ironia das ironias. Ou não? Morreu na mesma data do assassinato de Marielle Franco. Sera esse mais um cadaver a rondar o Palacio do Planalto?

  2. Ricardo CP

    14 de março de 2020 12:34 pm

    “Ferimento na cabeça”???
    Não foi só o infarto não? Teve também ferimento na cabeça???

    1. Luiz Fernando Juncal Gomes

      14 de março de 2020 1:35 pm

      “Queda no banheiro”, quando começou a passar mal, às 4h30 da madruga.

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