Jornal GGN – Estudantes de Medicina de Cuba, cerca de 28 mil, estão indo às casas dos habitantes da ilha na busca de suspeitos de infecção por coronavírus Covid-19. São perguntas básicas, que podem mapear o risco de contaminação.
Cuba foi dos últimos países da América Latina a fechar suas fronteiras para não residentes, em 24 de março. A demora se deu com fitos a preservar o turismo, sua principal atividade econômica. Até agora, Cuba apresenta 186 casos de coronavírus e seis mortes. Outras 2.837 pessoas estão hospitalizadas por precaução.
Esta medida, de colocar estudantes de Medicina no mapeamento de riscos de infecção, é uma forma de se proteger. A ilha tem 82 médicos para cada 10 mil habitantes, o maior índice segundo a OMS.
No país são 25 faculdades de Medicina, além da Escola Latino-Americana de Medicina (Elam), frequentada por estudantes estrangeiros. Sem tecnologia de primeiro mundo, a ilha se escuda em uma equipe de profissionais altamente treinada.
Neste mapeamento, qualquer caso suspeito de tosse ou febre é imediatamente relatado ao centro médico do bairro, e providências são tomadas. Além disso, os cuidados com os idosos, cerca de 20% da população, são aumentados.
As outras medidas tomadas pelo governo cubano para conter o coronavírus são a suspensão de voos internacionais e saída dos barcos estrangeiros das águas da ilha, suspensão do desfile de 1º de maio. Como medida, semana passada o governo isolou turistas e proibiu que cubanos deixassem o país, além de decretar fechamento de escolas e suspensão de transporte público inter-regional.
Leia a matéria completa em O Globo.
DENILSON DUARTE LANA
3 de abril de 2020 11:10 amSacanagem escolherem uma foto de um suposto estudante, vestindo camisa com estampa dos EUA. Eu ia compartilhar, mas aí não dá, os bolsominions vão cair de pau.
sturt
3 de abril de 2020 11:20 amQue foto que ilustrou a matéria em?
Aqui tem algumas melhores:
https://twitter.com/FeuCuba/status/1245728461215485952
Aliás, no perfil da FEU tem várias fotos
https://twitter.com/FeuCuba
André Oliveira
3 de abril de 2020 12:06 pmCuba tem um hospital oftalmológico todo montado com o estado de arte em equipamentos ópticos alemães. Mesmo no primeiro mundo vai ser dificil encontrar hospital tão bem equipado. Então a idéia de q lhes falta estrutura de 1o mundo deixa a desejar.