4 de junho de 2026

Conselho Federal de Medicina autoriza hidroxicloroquina contra COVID-19

Presidente do CFM reconhece que não há nenhum estudo científico comprovando eficácia da droga, mas autorizou o uso após encontro com Bolsonaro e Teich

Jornal GGN – O presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Luiz Britto Ribeiro, saiu de um encontro com Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde Nelson Teich, na manhã desta quinta (23), anunciando que o uso de hidroxicloroquina será autorizado pela instituição em três situações.

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A droga poderá ser usada em pacientes críticos, internados em UTI, com autorização dos familiares. Também em casos menos graves e até em estágios iniciais dos sintomas, desde que descartada a hipótese de o paciente estar com outro tipo de gripe. Nos casos mais leves, também poderá ser receitada em ambiente domiciliar.

Ribeiro destacou que o CFM não autoriza o “uso preventivo” da hidroxicloroquina, e que a liberação nos demais casos não são uma “recomendação”, apenas “autorização”, porque não há evidências científicas de que a droga funcione.

“Não existe nenhuma evidência científica forte que sustente o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid. É uma droga utilizada para outras doenças já há 70 anos, mas em relação ao tratamento da Covid não existe nenhum ensaio clínico prospectivo e randomizado, feito por grupos de pesquisadores de respeito, publicados revistas de ponto, que aponte qualquer tipo de benefício do uso da hidroxicloroquina no tratamento”, disse Ribeiro segundo relatos da Folha.

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9 Comentários
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  1. Flavio

    23 de abril de 2020 2:19 pm

    CONSELHO MEQUETREFE . NOS USA DIZEM NÃO. CORRESPONSÁVEIS.

  2. José Torres Martins da Costa Júnior

    23 de abril de 2020 2:41 pm

    O uso da talidomita no melado do século passado também foi assim. Os tristes resultados nos conhecemos muito bem. Depois é só os médicos lavarem as mãos. Quanta covardia!

  3. Carlos Elisio

    23 de abril de 2020 2:46 pm

    Nao sei pq se perde tanto tempo só porque um debil mental fica batendo na mesma tecla. Po, todo maluco é assim.
    Ficamos circulando em torno desta insanidade enquanto faltam leitos, respiradores e até sepulturas decentes.
    Larguem este insano de lado, é só um papagaioque repete automaticamente td o que outro demente, trump, fala.

  4. Anônimo

    23 de abril de 2020 2:55 pm

    Fica a sugestão de se resgatar a história do medicamento talidomida e seus resultados trágicos. Quanta covardia desse “conselho” de medicina.

  5. Anônimo

    23 de abril de 2020 3:07 pm

    Conselho Federal de Medicina AUTORIZANDO médicos a usarem pacientes desesperados como cobaias de remédio não comprovado e que pode matar e que, de fato, já matou muitos, com seus efeitos colaterais.

    Isto está mais para Conselho Federal de MONSTROS.

  6. Zé Sérgio

    23 de abril de 2020 3:57 pm

    E Conheceis a Verdade. E a Verdade Vos Libertará.

  7. Ugo

    23 de abril de 2020 4:03 pm

    Coronavirus: il farmaco antimalarico non funziona. Aumentano i rischi cardiaci

    A sostenerlo l’analisi della rivista scientifica Prescrire sui più recenti studi sull’idrossiclorochina

    Esta informação completa está disponível no jornal “La Repubblica” da Italia.
    Os doutores picaretas trump/bolsonaro precisam desmentir estas pesquisas!!!!!!!

  8. +almeida

    23 de abril de 2020 5:53 pm

    Taí uma contradição do CFM, que proíbe o tratamento Auto-hemoterapia (de auto-imunidade) com alegação de que não existe estudo científico que comprove os vários benefícios, que tanto os usuários como médicos e autoridades cientificas, se manifestaram em vários artigos e depoimentos facilmente encontrados na Internet. Com uma diferença essencial, a Auto-hemoterapia não tem nenhuma contra-indicação, apesar do cuidado necessário para a retirada e aplicação do sangue, enquanto a hidroxicloroquina todos sabemos sobre as terriveis causas, que os efeitos dela pode levar ao medicado. Outro detalhe importante é que a Auto-hemoterapia existe há mais tempo, que os 70 anos da hidroxicloroquina. Também não encontrei na Internet, nenhuma notícia documentada de morte ou de algum mal causado pelo processo da retirada e a seguida aplicação do sangue. Sendo assim, qual a razão para não se tentar, também, fazer um teste com tão inofensivo processo de aumento da imunidade e sem riscos? Será o temor de que se comprove a eficácia de uma solução simples e barata, que venha causar, sim, um grande constrangimento aos órgãos produtores, controladores e reguladores da medicina?

  9. Carlos Elisio

    23 de abril de 2020 6:02 pm

    Conhecereis o virus e o virus o matará.
    Esta galera da “SAUDE-SE” não decepciona. Vem desde que quando se tentou salvar vidas dos desafortunados com o Mais Medicos, a “classe”, alem de nao aceitar a missao, se posicionou contra os medicos cubanos, e tudo veio descambar nas atitudes destrambelhadas do debil.mental do bozo.

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