4 de junho de 2026

A Islamofobia europeia atinge o grau do ridículo.

 

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Com os atentados recentes na Europa levados por pequeno bando de retardados homicidas que acham que são muçulmanos, a histeria europeia está atingindo o grau do ridículo, agora vem a proibição do burkini!

Uma estilista australiana há mais de dez anos inventou uma peça de vestiário para mulheres que queiram se banhar em locais públicos possam fazer cobrindo o seu corpo, diga-se de passagem, que tanto as muçulmanas mais recatadas como as judias ortodoxas aderiram ao traje de banho.

O tal de burkini é semelhante a uma roupa de mergulho, destas que vemos o pessoal utilizando principalmente quando a água é um pouco mais fria, tapa o corpo deixando o rosto à mostra, logo até o nome burkini é impróprio, pois a Burka, uma tradição pré-islâmica do Afeganistão que foi confundido como um traje islâmico pelos atrasados Afegãos cobre o rosto da mulher, algo que até alguns anos era restrito somente aquela região e não era utilizado pelo resto do mundo muçulmano.

Pois bem, agora os prefeitos das regiões balneárias, por coincidência a região em que a extrema-direita é mais forte na França, vem proibindo que as mulheres utilizem trajes de banhos mais cobertos, ou seja, ou muçulmanas, ou judias ortodoxas ou mesmo freiras para se banharem terão que aderir a um maiô ou um biquíni!

Este assunto foi divulgado mais ou menos superficialmente pela grande mídia brasileira (que novidade), mas nos parece de extrema importância, pois parece que o feminismo que adotam os grandes países do ocidente tem mão única. Se for para andarem peladas às mulheres podem, agora se forem para andar tapadas não podem!

Na Austrália, por exemplo, até o corpo de salva-vidas de uma determinada praia australiana aprovou para uma de suas salva-vidas de confissão muçulmana, e com a quantidade de pequenas mães-d’água muito pequenas e venenosíssimas, comuns em algumas regiões australianas, parece que algumas banhistas não religiosas estão aderindo à vestimenta.

Conheço algumas senhoras brasileiras, que por excesso de recato, não vão se banhar nas praias devido à necessidade de colocarem suas pernas de fora. Alguns podem dizer que é exagero, mas como não devemos julgar o pudor de cada um nada temos a se meter nisto.

Eu fico pensando nas europeias que vem às praias brasileiras, elas usam a parte de baixo dos biquínis da década de 70 e soltam a parte de cima expondo seios um pouco (ou muito) caídos, fazem isto simplesmente porque não possuem as luxuriosas e bem formadas nádegas das mulheres brasileiras, que as exibem com orgulho justificado suas belas nádegas com seus famosos fios dentais. Deveríamos impor as europeias o uso do fio dental, pois um dos pretextos utilizados para proibição do burkini é que as pessoas devem se adaptar aos hábitos locais.A Islamofobia europeia atinge o grau do ridículo.

Com os atentados recentes na Europa levados por pequeno bando de retardados homicidas que acham que são muçulmanos, a histeria europeia está atingindo o grau do ridículo, agora vem a proibição do burkini!

Uma estilista australiana há mais de dez anos inventou uma peça de vestiário para mulheres que queiram se banhar em locais públicos possam fazer cobrindo o seu corpo, diga-se de passagem, que tanto as muçulmanas mais recatadas como as judias ortodoxas aderiram ao traje de banho.

O tal de burkini é semelhante a uma roupa de mergulho, destas que vemos o pessoal utilizando principalmente quando a água é um pouco mais fria, tapa o corpo deixando o rosto à mostra, logo até o nome burkini é impróprio, pois a Burka, uma tradição pré-islâmica do Afeganistão que foi confundido como um traje islâmico pelos atrasados Afegãos cobre o rosto da mulher, algo que até alguns anos era restrito somente aquela região e não era utilizado pelo resto do mundo muçulmano.

Pois bem, agora os prefeitos das regiões balneárias, por coincidência a região em que a extrema-direita é mais forte na França, vem proibindo que as mulheres utilizem trajes de banhos mais cobertos, ou seja, ou muçulmanas, ou judias ortodoxas ou mesmo freiras para se banharem terão que aderir a um maiô ou um biquíni!

Este assunto foi divulgado mais ou menos superficialmente pela grande mídia brasileira (que novidade), mas nos parece de extrema importância, pois parece que o feminismo que adotam os grandes países do ocidente tem mão única. Se for para andarem peladas às mulheres podem, agora se forem para andar tapadas não podem!

Na Austrália, por exemplo, até o corpo de salva-vidas de uma determinada praia australiana aprovou para uma de suas salva-vidas de confissão muçulmana, e com a quantidade de pequenas mães-d’água muito pequenas e venenosíssimas, comuns em algumas regiões australianas, parece que algumas banhistas não religiosas estão aderindo à vestimenta.

Conheço algumas senhoras brasileiras, que por excesso de recato, não vão se banhar nas praias devido à necessidade de colocarem suas pernas de fora. Alguns podem dizer que é exagero, mas como não devemos julgar o pudor de cada um nada temos a se meter nisto.

Eu fico pensando nas europeias que vem às praias brasileiras, elas usam a parte de baixo dos biquínis da década de 70 e soltam a parte de cima expondo seios um pouco (ou muito) caídos, fazem isto simplesmente porque não possuem as luxuriosas e bem formadas nádegas das mulheres brasileiras, que as exibem com orgulho justificado suas belas nádegas com seus famosos fios dentais. Deveríamos impor as europeias o uso do fio dental, pois um dos pretextos utilizados para proibição do burkini é que as pessoas devem se adaptar aos hábitos locais.

Exemplo de uma bela tradição muçulmana (ou seria católica?)

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados