Não se impressione nem com o recorde diário de óbitos – de 4.195 – nem com a queda da média diária semanal, para 2.757, depois do pico de 3.117. Tudo se deve aos ajustes da Semana Santa, período em que houve acúmulo de casos e óbitos não notificados.
Os próximos dias deverão registrar outros recordes diários e trazer a média de casos e óbitos para os patamares anteriores.
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