4 de junho de 2026

antipoetisa

Chamo a ti em meu doce escorrido pranto,

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Espero que venhas me recompor,

Se dissolvida peço teu fulgor !

 

Branco passado homem que não vejo,

Este desejo não tem rosto é puro desvelo.

 

Mas como posso ter-te tão em mim?

Nesta noite em que de novo não existes,

Faço da sanha destemida minha glória.

 

E se tão intuitiva apalpo o traço largo da tua pupila,

É por deter o andar do escuro do desconhecido,

Pois se não sei de ti, não reconheço tampouco a mim,

Que busco aqui o fundo o grosso daquilo que nunca vi.

 

Minhas mãos desejam tocar o mundo de todo homem!

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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1 Comentário
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  1. Odonir Oliveira

    14 de agosto de 2015 4:20 pm

    Ô, Maíra, que lindeza, mulher

    Eu lírico feminino e universal.

    Parabéns!

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