
Deu no Financial Times: Com o título “Recessão e politicagem: a crescente podridão no Brasil”, a publicação diz que os recentes fatos levam o Brasil a ser comparado a um “filme de terror sem fim” e que, diante do risco de impeachment da presidente Dilma Rousseff, “tempos piores ainda podem estar por vir”.
O FT acertou quando comparou o que acontece no Brasil a filme de terror, não a um único e sim a vários, cujos os atores protagonistas são: Fernando Henrique ”Jason –Sexta-feira 13” Cardoso, Aécio “Freddy Krueger” Neves, José “Drácula” Serra, Geraldo “Michael Myers” Alckmin. Criado, produzido, dirigido, roteirizado pelos Irmãos “Jogos Mortais” Marinho, donos da grande produtora Globo.
E como todo filme de ficção sem fim sua história é requentada e reapresentada com novos recursos tecnológicos. Os Irmãos “Jogos Mortais” Marinho vendem como episódios novos, tentando tirar proveito do fanatismo de alguns, a falta de maturidade e de conhecimento de outros.
Mas a maioria sabe a verdade: não passam de remakes baratos de antigas produções de 1954, 1961, 1964. Algumas emplacaram, outras não. E as que deram certo jogaram o país na obscuridade e no atraso total. Décadas vivendo no mundo dos monstros assassinos.
Todo o staff de sabujos é posto para decorar essa nova embalagem, porém a história é sempre a mesma: um paranóico, esquizofrênico, psicopata, redivivo volta e mata muitos com requintes de crueldade.
Dizem as más línguas que alguns roteiristas, aqui chamados de colunistas, articulistas, apenas transcrevem, sem tirar uma vírgula, artigos do passado, enganando assim quem lhes paga. Afinal, o falecido Roberto Civita, dono da Veja, talvez tenha razão quando chamava os Irmãos “Jogos Mortais” Marinhos de Os três patetas, mas isso não vem ao caso, agora.
No filme, os loucos assassinos detestam ver felicidade dos outros e, tal como no Brasil, acabam com a festa, com a prosperidade, espalhando o terror e muito sangue, que por acaso é vermelho.
Com o pânico disseminado, é mais fácil matar um por um. Completamente amedrontadas, as vítimas não conseguem pensar com clareza e se tornam presas fáceis, assim como a população brasileira.
Mas no final sempre resta um figurante que consegue vencê-los. O mal não pode vencer o bem. Nem o mais sanguinolento desses produtores tem capacidade e estrutura para “bolar” um mundo de trevas eternas.
No mesmo artigo o FT reconhece que as instituições brasileiras têm mostrado força e exalta a prisão de executivos das maiores construtoras brasileiras. O Brasil, a Dilma, a democracia será o sobrevivente, e esses personagens subirão no barco de Creonte, sem dinheiro, e voltarão ao mundo subterrâneo.
Por que dos nomes? Fernando Henrique”Jason –Sexta-feira 13” Cardoso – Com esse não tem conversa, chega e mete a peixeira. Conversar pra que se ele é único dono de toda verdade do mundo?
Aécio “Freddy Krueger” Neves – Esse só surge quando alguém dorme no ponto. Caso do Tancredo Neves. Falador, adora torturar antes. E ai daquele que apontar o dedo pra ele, principalmente se tiver na segurança do pesadelo.
José “Drácula” Serra – Com sua voz de boa praça tenta seduzir antes de chupar o sangue. É despossuído de ideias novas.
Geraldo “Michael Myers” Alckmin – Mata, mas as vezes demonstra algum sentimento. Foi o único que tentaram um tratamento.
Irmãos “Jogos Mortais” Marinhos, donos da grande produtora Globo. Aprontam as maiores atrocidades e ficam de longe, gozando do desespero dos outros. Tem que ter muito dinheiro pra elaborar aqueles ambientes de terror. E dinheiro público. E ainda saem de bonzinhos.
lfmrodrigues
27 de julho de 2015 11:28 ammoral
proposta do financial times: vender o brasil para alguma companhia janponesa.
Andre Araujo
27 de julho de 2015 12:53 pmEles não fazem nenhuma
Eles não fazem nenhuma proposta, eles veem as coisas como elas são, inclusive em relação à Inglaterra, os mais devastadores editoriais do FT nos ultimos anos foram contra o gabinete John Major.
lfmrodrigues
27 de julho de 2015 1:30 pmchiste
precisa mesmo explicar?
peregrino
27 de julho de 2015 11:52 amsegredo da coisa…
manter a sociedade dependente da arbitrariedade dos diagnósticos
seguimos vítimas de um reducionismo destruidor e antigo…………………………………..
muito usado em países que desejam conquistar sem gastar um centavo com perdas materiais, armamentos, e humanas, idiotas facilmente manobráveis ou domesticados fora da razão, seres não pensantes
enfim, pela redução da solução dos problemas brasileiros unicamente à punição física e psíquica
Pedro Mundim
27 de julho de 2015 12:59 pmÉ só PT x PSDB
É engraçado como quase todas as análises aqui enquadram tudo na dicotomia PT x PSDB, como se nada mais existisse no país, no mundo, no passado e no futuro. Parece briga Fla x Flu, Coríntians x Palmeiras.
Quando foi que chegamos a essa indigência intelectual?
robson_lopes
27 de julho de 2015 1:12 pmE qual seria o filme da
E qual seria o filme da Europa? Com problemas claramente bem piores que os atuais do Brasil.
Calvin
27 de julho de 2015 1:48 pmO autor acredita no que escreveu?
Isso é mais que autismo, é cegueira mesmo!
naldo
27 de julho de 2015 1:55 pmE o filme é financiado pelo
E o filme é financiado pelo próprio governo, que parece que gosta de pagar para apanhar; ontem mesmo uma das filhas do homem do bau disse que a presidente traiu a classe trabalhadora (como se essa turma estivesse preocupada com isso) logo numa emissora que o governo salvou de ir a falencia e cujo dono deu um rombo de 5 bi em um banco de sua propriedade coberto pela viuva (nozes mesmos); então se o governo despeja caminhões de dinheiro na conta dessa turma e toma pau deles enquanto restringe direito dos trabalhadores, corta pensões, aposentadorias, discrimina o servidores publicos (que pra isso o governo usa o tal pig muito bem) só posso achar que no governo tem um pessoal muito incompetente e alienado da realidade, e se continuar assim vai cair mesmo.
L. Souza
27 de julho de 2015 2:03 pmO FT esqueceu de falar sobre
O FT esqueceu de falar sobre o espírito endemonizador: os EUA.
Fábio de Oliveira Ribeiro
27 de julho de 2015 2:34 pmOs anunciantes e acionistas
Os anunciantes e acionistas do FT querem nosso petróleo e estão tendo dificuldades ou acreditam que o nosso petróleo será deles com facilidade?
Fábio de Oliveira Ribeiro
27 de julho de 2015 2:43 pmOs ingleses são arrogantes e
Os ingleses são arrogantes e insuportáveis. Impossível não provocá-los. Ha, ha, ha…
Advertisers and shareholders of @FT want Brazilian oil and are having difficulties or they believe that Brazilian oil will be them easily?