4 de junho de 2026

Redução da velocidade em SP atinge “zeitgeist” do carro e das marginais

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Há algo além do ódio político-partidário no verdadeiro “freak out” dos motoristas paulistanos e grande mídia contra a medida de redução a velocidades das marginais Tietê e Pinheiros em São Paulo. Parece que a Prefeitura atingiu o coração ideológico e imaginário das verdadeiras “pièce de résistance” do enclave conservador em que se tornou a cidade: o automóvel e as marginais. No automóvel, a representação da velocidade como o último símbolo de distinção e poder; e nas marginais, os tristes portais de entrada na cidade que representam uma modernidade fracassada na qual ainda os paulistanos nostalgicamente se agarram.

FREAK OUT!!! Talvez essa expressão em inglês  (alguma coisa entre “surtar”, “baratinar” ou “perder o bom senso”) seja a que melhor sintetize a reação de motoristas paulistanos com a determinação da prefeitura da cidade de São Paulo em reduzir a velocidade máxima nas vias expressas, centrais e locais das marginas dos rios Tietê e Pinheiros – de 90 km/h para 70km/h ou até 50 km/h dependendo do local.

Reações indignadas nas redes sociais postam vídeos com ciclistas ultrapassando automóveis nas marginais: “quando bicicletas terão placas e restrição de velocidade?”, protestam. Nas viciadas enquetes dos telejornais da grande mídia, selecionam comentários como “vai travar o trânsito”, “vai piorar o trânsito”, “vou perder tempo” e assim por diante – como se diariamente as principais vias da cidade já não estivessem costumeiramente travadas, obrigando motoristas a andarem a menos de 20 km/h.

E como determina o modus operandi atual do neoconservadorismo, exige-se o “retorno da ordem” por meio de ações judiciais: a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), seccional de São Paulo, entrou na Justiça contra a Prefeitura com uma petição com argumentos tão subjetivos como na ação contra a construção das ciclovias na cidade: “direito de transporte prejudicado”, “medida não proporcional” (?) ou “uma via que foi concebida para ser expressa não pode deixar de ser expressa”.

Se em todas as metrópoles do mundo civilizado é adotada o princípio de “acalmar o trânsito” como filosofia de engenharia de tráfego (redução de velocidade, estreitamento das vias, cobrança por pedágios para entrar nas regiões centrais como medidas para desestimular o transporte motorizado individual),  em São Paulo, ao contrário, essas medidas são tomadas como uma afronta (bolivariana?) ao inalienável direito individual.

Há algo nessa reação dos paulistanos que vai além do simples ódio político-partidário. Parece que a medida adotada pela Prefeitura diante do crescente número de acidentes e mortes nas pistas das marginais atinge o coração da ideologia e do imaginário da classe média paulistana: o automóvel, a pièce de résistance do verdadeiro enclave conservador em que se tornou a cidade.

O neodesenvolvimentismo dos governos petistas dos últimos dez anos já estava irritando o suficiente as classes médias, com o crescimento do crédito e incentivos fiscais resultando em aeroportos lotados, shoppings ameaçados por “rolezinhos” e a facilidade de aquisição de carros novos em concessionárias outrora somente frequentadas por pessoas “de posse”.

Mas, no caso da cidade de São Paulo, tudo ultrapassou os limites com essa medida de engenharia de tráfego: atingiu o próprio cerne do imaginário automobilístico, para além da propriedade – a velocidade, o fetiche de modernidade das classes médias. E também maculou as marginais Tietê e Pinheiros, verdadeiros símbolos de uma modernização fracassada, mas na qual ainda os paulistanos se agarram nostalgicamente.

O “zeitgeist” do automóvel

Um carro sedan com linhas arrojadas passa rápido por um rua vazia pelo Centro de São Paulo. O asfalto está molhado, refletindo e destacando ainda mais o brilho da aerodinâmica do veículo. Um motorista confiante e orgulhoso com rosto quadrado e másculo aprecia o prazer de guiar em ruas vazias. As imagens do carro transmitem estabilidade, segurança, rapidez e potencia. 

Quantos comerciais de TV de lançamento de automóvel de uma marca qualquer, com um argumento parecido, o leitor já deve ter visto? Esse é a narrativa proto-arquetípica que promove não apenas o automóvel, mas o seu “zeitgeist”: a velocidade. 

Mas não a velocidade tradicional – aquela que diminui a distância entre todos os pontos de partida e chegada. Mas a velocidade “dromológica”, o imperativo psicológico de consumir a velocidade apenas como um signo, já que no mundo real as vias estão congestionadas e as estradas monitoradas por radares.

O urbanista e pensador francês Paul Virilio chama esse tipo de velocidade de “dromológica” – um novo imperativo cultural, disciplina, forma de dependência e submissão. O conceito vem do grego “dromo” (corrida), mas para Virilio é um tipo de velocidade paradoxalmente inercial porque é tomada como um fim em si mesma, como moralmente boa, significante do desejo, capacidade, superioridade, performance, inteligência e energia libidinal. Não é mais um meio para se chegar a algum fim, mas gozo em si mesma.

Com o colapso dos sistemas viários, o carro é consumido em sua virtualidade e potencialidade – símbolo fálico de potencia, virilidade e distinção. Potencialidade nunca realizada (onde acelerar de zero a cem em “x” segundos?), mas consumida como o grande AGORA! – desejo de urgência, imediatismo, ansiedade como algo moralmente bom.

Redução da velocidade como medida de uma política pública somente poderá ser percebida como uma afronta a um princípio sagrado numa sociedade de consumo onde se consome cada vez menos produtos e muito mais ideias e valores: não se trata mais de distinção de classe da propriedade do carro, mas da sobrevivência do mito da velocidade – sem isso, o carro reduz-se a sua materialidade e, por fim, a sua inutilidade.

A modernidade fracassada das marginais

Mas além do carro e o seu zeitgeist, há outro símbolo em jogo: as marginais Tietê e Pinheiros. 

A retificação do rio Tietê na década de 1930 e o Plano de Avenidas do prefeito Prestes Maia e o rodoviarismo de uma cidade pensada em ser urbanizada a partir de perimetrais, radiais e marginais, transformam as vias expressas Tietê e Pinheiros nos símbolos de uma modernidade jamais realizada.

 

Wilson Ferreira

Wilson Roberto Vieira Ferreira – Mestre em Comunição Contemporânea (Análises em Imagem e Som) pela Universidade Anhembi Morumbi.Doutorando em Meios e Processos Audiovisuais na ECA/USP. Jornalista e professor na Universidade Anhembi Morumbi nas áreas de Estudos da Semiótica e Comunicação Visual. Pesquisador e escritor, autor de verbetes no “Dicionário de Comunicação” pela editora Paulus, e dos livros “O Caos Semiótico” e “Cinegnose” pela Editora Livrus.

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36 Comentários
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  1. robson_lopes

    25 de julho de 2015 2:32 pm

    A via expressa se define pela

    A via expressa se define pela não interrupção, pela velocidade constante, não pela alta velocidade, a OAB está enganada quanto a isso.

  2. Idiro

    25 de julho de 2015 2:40 pm

    Essa criminalização dos

    Essa criminalização dos motoristas por causa de comerciais de carros é dose. Comerciais não querem dizer nada. Existem comerciais com ninjas, samurais, dragões. No dia-a-dia ninguém liga pra essas coisas. Quem vai a pé para o trabalho diz isso com orgulho para os colegas. Um carro com “linhas arrojadas” não tem nada a ver com masculinidade – tanto é que as mulheres adoram essas “linhas arrojadas”. As mulheres adoram suvs, caminhonetas potentes. Esses comerciais são só uma maneira de entreter, de chamar a atenção para o produto – ninguém vai comprar um carro pensando em ser James Bond.

    Quando se coloca um limite de 50km/h, um motorista que queira dirigir sem medo de multa precisa andar a 40km/h por segurança, e mesmo assim de olho o tempo todo no velocímetro. Essas coisas precisam ter um pouco mais de critério. Antigamente eu dirigia com o único cuidado de não passar de 60. Hoje, tem que ficar olhando as placas o tempo inteiro, às vezes é 60, às vezes é 40, em outras 50km/h. Hoje em dia dirigir virou um inferno. Viajar então, nem se fala. Tem um caminhão na frente e você precisa acelerar pra passar dele antes que venha um carro em sentido contrário. Se acelerar muito corre o risco de ser multado por um radar, e se acelerar pouco corre o risco de não dar tempo e colidir com um veículo em sentido contrário. Virou uma arte.

    1. rdmaestri

      25 de julho de 2015 4:27 pm

      O motorista que dirige a 40km/h quando a máxima é 50km/h …

      O motorista que dirige a 40 km/h quando a máxima é 50 km/h é burro, não seguro.

      Os odometros de todos os carros trabalham com um erro entre 3 km/h a 4 km/h a mais, e o limite tolerado para não levar multa é de 7 km/h, logo quem dirige a 40 km/h na realidade está dirigindo entre 37 km/h ou 36 km/h. Considerendo que o limite para levar uma multa é 57 km/h ele está dirigindo a aproximadamente 20 km/h a menos do limite, ou seja, não é alguém seguro, é burro mesmo.

      1. Idiro

        25 de julho de 2015 6:05 pm

        Prezado, eu não estava

        Prezado, eu não estava falando de mim. Eu costumo marcar 60 km/h no velocímetro ao passar pelos semáforos sem grandes preocupações. Eu me refiro a quem não pode levar uma multa em hipótese alguma – alguém muito pobre, por exemplo. Esse, se não quiser correr o risco de levar uma multa (eu corro um pouco esse risco pois não vou morrer se levar uma multa) tem que andar abaixo do limite por garantia. Eu peguei 40 ante 50 porque tenho 10 dedos – costumamos trabalhar com números em dezenas pra facilitar, não me preocupei com tanta precisão. Tudo bem, existe uma tolerância de 7km, e essa tolerância talvez seja suficiente para o seu carro, que deve ter um velocímetro digital bem calibrado, mas nem todo mundo pode confiar nisso. Não é burrice, no máximo excesso de cuidado.

        1. rdmaestri

          25 de julho de 2015 6:22 pm

          E eu também não estava falando da tua pessoa!

          Se o velocímetro é analógico a margem ainda é mais ampla, os erros introduzidos pelo fabricante superam os 3km/h a 4km/h, em algumas velocidades chegam a quase 10 km/h!

    2. ruyacquaviva

      25 de julho de 2015 5:06 pm

      Nunca dá

      Eu dirijo, portanto não estou falando de algo que eu não conheço. Tirei minha habilitação há 35 anos atrás, portanto não sou novato.

      O que eu vejo por aí é o contrário de sua afirmação. Vejo motoristas imprudentes, muita gente em excesso de velocidade e muitas vezes desconhecimento atroz das regras de trânsito. Ver pessoas dirigindo comprudência e respeitando as regras no trânsito ainda não é a regra geral, no máximo metade dos caros nas ruas e olha lá. Se você acrescentar a questão da cortesia e educação então vai para a flagrante minoria.

      E tem muitos acidentes, muitas mortes, muita briga e muito trânsito nas ruas.

      Faço agora uma pausa lastimar o fato de você dizer que precisa andar a 40 Km/h para não ser multado em um limite de 50Km/h. É uma afirmação ridícula que seria cômica se não fosse trágica. Desculpas e mais desculpas para não cumprir as regras de trânsito. No meu trabalho, uns três anos atrás meus colegas ficaram espantados quando em meio a uma sessão de reclamação sobre as multas que recebiam por excesso de velocidade e troca de idéias sobre os truques para andar acima da velocidade permitida, eu afirmei que simplesmente não ando acima da velocidade máxima? “Como você consegue? Não dá!”. Me diziam, mas dá.

      Não nego que existam locais mal sinalizados ou que muitas trocas na velocidade máxima de uma via podem chegar em algum momento a confundir o motorista. É uma questão de erro de engenharia na sinalização e deve mesmo ser questionado. Mas muita gente usa esse questionamento simplesmente para esconder o fato que infringe as regras de trânsito e anda acima do limite. Eu ando na velocidade permitida e não preciso ficar tão abaixo do limite, até porque há uma margem no velocímetro para isso. Vou dirigindo normalmente controlando a velocidade através do velocímetro e consigo chegar onde quero sem problemas. Se eu que sou o mais tonto consigo, qualquer um consegue. Ou então não deveria ter a habilitação.

      Durante estes 35 anos em que dirijo, sempre ouví as mesmas lamúrias em relação a cada uma das regras de trânsito e segurança que foam implementadas ou que se fez a fiscalização. Não dava para dirigir com o cinto de segurança, apertava. Um absurdo multar só por falar no celular enquanto dirige. Não tem cabimento fiscalizar quem dirige após beber… Nunca dá para fazer, sempre fica inviável dirigir assim.

      É uma palhaçada, mas não tem graça.

      1. Idiro

        25 de julho de 2015 5:49 pm

        Educação

        “Se você acrescentar a questão da cortesia e educação […]”

        “É uma afirmação ridícula […] É uma palhaçada, mas não tem graça […]”

        1. ruyacquaviva

          28 de julho de 2015 4:51 pm

          Tergiversando

          Boa saída, apegue-se nos detalhes e aí não precisa discutir sobre o assunto.

          A afirmação que eu disse ser ridícula é ridícula mesmo, você está confundindo sinceridade com descortesia. Se não fizer afirmações ridículas ninguém vai dizer que são ridículas, mas se alguém mesmo assim o fizer indevidamente, aí será falta de educação.

          Afirmei que é uma palhaçada as pessoas reclamarem sempre que alguma legislação de trânsito começa a ser fiscalizada ou se alguma ação é feita para limitar a velocidade. Estoou falando da atitude geral das pessoas e é uma palhaçada mesmo. CAda vez que se vaio colocar uma regulamentação o medida preventiva de acidentes as pessoas que se sentem atingidas reclamam com virulência como se fosse a maior injustiça do mundo (com elas lógico, porque só pensam em si), ms quando alguém de sua família sofre um acidente reclamam que as autoridades de trânsito “não fazem nada”. Isso é uma palhaçada muito sem graça. Falei da atitude em geral, mas se a carapuça serviu, use-a.

           

  3. Vixe

    25 de julho de 2015 3:09 pm

    Não é por que somos de

    Não é por que somos de esquerda que temos de cocordar com tudo o que Haddad faz.

    As marginais são vias EXPRESSAS que interligam rodovias e que não passam pelo centro da cidade e como tal, suas velocidades tem que ser comapatíveis com a sua função.

    A meu ver, a redução só beneficiará as operadoras de radares fixos e móveis, além de aumentar a arrecadação da prefeitura.

    Se morrem “pedestres” nas marginais, é por que os dito cujos assumiram uma postura suicida e atravessaram a pista a troco de nada, pois do outro lado, só há rios fétidos de águas contaminadas e nada mais.

    Quem a usa todos os dias vê que os congestionamentos duram o dia todo e que o tempo de percurso aumentou consideravelmente.

    Sinto muito mas esse é o último prego no caixão das pretensões políticas do Haddad.

    Se ele pensava em se reeleger, vai ficar cada vez mais difícil.

    Se estou certo ou errado?

    Veremos nas próximas eleições municipais.

     

    1. Caetano Biasi

      25 de julho de 2015 5:04 pm

      Vixe, há tempos as marginais

      Vixe, há tempos as marginais não são vias que ligam rodovias, elas dividem a cidade também. Do outro laado da pista não há só um rio fétido, há bairros inteiros, alguns dos mais populosos da cidade, só pensar na marginal dividindo o centro expandido da freguesia do ó/ brasilândia. 

       

      As mortes não são só de pedestres atravessando mas de colisões de veículos automotores, a diminuição tende a diminuir consideravelmente a “qualidade”desses acidentes resultando em menos mortes e economias significativas para o setor público.

       

      O tempo de percurso aumentou no máximo 4 min isso em horário que as vias estão livres que são muito poucos. Qtas vezes de fato conseguíamos circular na expressa a 90 km/h no horário de pico?

       

      Quanto a reeleição grandes gestões não foram reeleitas em sp, como a da marta que levou a implementação dos ceus e dos corredores de ônibus. Acho um fato positivo que ele esteja implantando políicas públicas sem se preocupar com a popularidade, é a primeira gestão em que há planejamento urbano em são paulo na últimas décadas.

       

      Sugiro ler os estudos técnicos da CET, são uma belo trabalho, mostrando como essa companhia, se bem valorizada, pode ser de um bem inesstimável para a cidade.

      http://www.cetsp.com.br/media/388004/relatorioreducaovelocidadesfev2015.pdf

       

       

       

       

      1. Vixe

        25 de julho de 2015 10:08 pm

        Não ligam rodovias?
        Tente ir

        Não ligam rodovias?

        Tente ir da Régis, Raposo Tavares, Castelo Branco, Anhanguera e Bandeirantes até a Dutra ou a Fernão Dias, sem passar pela Marginal.

        Sim, há bairros dos dois lados, mas também a pontes que atravessam as marginais, pois não há semáforos ou cruzamentos para que se atravesse a mesma a troco de nada.

        Pelo visto, você só usa de vez em nunca as marginais.

        Eu sou obrigado a cruza-las todos os dias.

        Essa estória de 4 minutos é pura falácia.

        Hoje demoramos muito mais para cruza-la, sem contar que represou as secundárias que “desaguam” nela.

        Não estou falando de “orelhada” mas de experiência própria.

        A pior besteira que se possa fazer é a redução de velocidades nestas vias expressas.

        Não é por que foi o Haddad ou o PT, cujo partido sempre defendi, que sou obrigado a aceitar medidas arbitrárias como essa.

        E estudo da CET e a própria CET não devem ser levados a sério.

        A CET sempre foi um antro de incompetência não importando quem é o partido que está no governo.

        1. Caetano Biasi

          26 de julho de 2015 4:53 pm

          tampouco eu estou falando de

          tampouco eu estou falando de orelhadas, a perda de tempo é de 8 minutos no circuito total das marginais, 4 minutos cada uma se pensarmos numa distancia aproximada de 22,5 km de cada. é só fazer uma regra de 3. a 90 km/ h leva-se 30 min a 70 km/h leva-se um poco mais que 38 min.

           

          ´øbvio que a amrginal segue sendo o principal ponto d eligações entre rodovias digo apenas que hoje ela não pode ser entendida apenas como isso. Ela já é uma via totalmente interna `à cidade, não pode se rmais entendida como “higway”.

           

          Se vc ler o estudo vc vai ver que ele é bem sério a despeito de quaisquer erros que a companhia possa ter cometido em sua história.

        2. ruyacquaviva

          27 de julho de 2015 11:36 pm

          Na verdade não faz diferença

          A história dos 4 minutos é pura falácia mesmo. Na prática não tem diferença alguma entre trafegar na marginal com limite de 90 ou de 70 Km/h. Isso porque na grande maioria das vezes ela está congestionada ou obstruída em algum ponto com um acidente. Somente quem trafega em horários muito fora do horário comercial (lembrando que há trânsito intenso na Marginal até depois da 22h00) ou em trechos muito curtos. Quem for trafegar na marginal de ponta a ponta dificilmente (só se estiver de madrugada ou em um feriado) vai deixar de parar em um congestionemento ou uma interrupção por acidente.

          Toda essa  histeria por causa de uma pequena alteração na velocidade máxima da marginal não se justifica. Cçlaro que uma minoria que não tem problema com a morosidade do trânsito pode achar que ficou um pouco pior para si. Mas para a grande maioria melhora e muito.

          Outra coisa, acho ridículas essa falácias de autoridade como “você não usa  a marginal”, “eu uso todo dia”… Tem um sujeito que ficou horas tentando me convencer que atravessava a marginal todo dia na hora do rush em velocidade máxima, como se eu nunca tivesse usado a merginal ou nunca visse as notícias de trânsito sempre com morosidade nas marginais.

          Todo paulistano conhece e usa as marginais. São vias extremamente importantes e extremamente congestionadas. Os estudos apontam que a redução da velocidade máxima irá resultar no aumento da velocidade média. Os dados das medições nas semanas seguintes à implantação da medida vão mostrar se é verdade ou não. Se for verdade, é muito melhor assim, senão pode-se voltar ao que era antes. A vida das pessoas e uma melhora significativa do trânsito valem a tentativa, até porque é baseada em estudos científicos e não em chute.

           

      2. Weslei

        26 de julho de 2015 12:01 am

        A expressas devem manter 90 Km/h!

        Por óbvio no horário de pico não terá essa velocidade, mas a velocidade máxima deve ser mantida a 90 Km/h, assim  como 60 Km/h nas arteriais.

        Discordo de que aumentou apenas 4 minutos, pois se a velocidade for constante pode-se fazer em um trecho de 45 Km em 30 minutos com a velocidade de 90 Km/h, porém a 70 Km/h ????

  4. Gabriel Moreno

    25 de julho de 2015 3:15 pm

    Sempre um privilégio ler os

    Sempre um privilégio ler os artigos do Wilson. O cara manda muito bem.

  5. leonidas

    25 de julho de 2015 3:51 pm

    tudo é odio,persguição

    tudo é odio,persguição politica,midiatica e bla bla bla

    ninguem se toca que diminuir velocidade é algo que deva ser ( como tanto gostam da palavra) DEMOCRATICAMENTE DEBATIDO?

    o  Radard anunciou que a revisão da medida irá obedecer estudos tecnicos…

    Como assim? rs

    Eles não tinham sido feitos? 

    Se foram feitos pq não foi apresentado antes e adotada uma fase de transição?

    Outra, tá tudo mundo ferrado de divida , e se esfolando para pagar prestaçao de carro e manutençao, e ninguem vence trocar bucha, bandeja, alinhar carro com o completa e crimosa condições das vias, e com isso vem obvio as multas de transito né?

    Entao  a neura toda em boa parte é a revolta do estado se fazer presente na via para multar, mas nao para arrumar os buracos e pior ainda para dar SEGURANÇA

    A guarda metropolitana ja que não faz a função dela (devidoa obscena operação delegada ) poderia aos menos ficar permanentemente em lugares ermos e perigosos que com a diminuiçao da velocidade ficam ainda mais tentadores para os ladrões de maior, e os verdadeiros 007 licença para matar que o esquerda tanto protege.

    Pq nao tem uma merda de base comunitaria permanente ali onde a av aricanduva se encontra com a radialleste?

    O  farol para uma decada e vc nao tem para onde ir, e há espaço de sobra para construir um quartel rs

    entao são esses DETALHES né que o governo finge que não existe , e o fã clube chapa branca ( federal /municipal ) tambem.

    Cidade europeia e norte americana tem ciclofaixa mas NAO TEM ASFALTO PODRE como o nosso.

    Que tal fazer ciclofaixa ,diminuir velocidade e dar asfalto decente ou AO MENOS SEGURANÇA nessas vias?

    1. Caetano Biasi

      25 de julho de 2015 5:07 pm

      Olá Leonidas,
       
      sugiro os

      Olá Leonidas,

       

      sugiro os estudos da cet de fevereiro desse ano http://www.cetsp.com.br/media/388004/relatorioreducaovelocidadesfev2015.pdf

       

      desde 2014 o secretário de transportes já anunciava ques estavam sendo realizados estudos nesse sentido. A redução é de caráter puramente técnico como você poderá ver lendo esse trabalho. Um grande estudo feito por uma companhia que sendo bem tratada pode ser fundamental na construção de uma cidade que funcione.

      1. leonidas

        25 de julho de 2015 5:31 pm

        Ok irei ler
        grato

        Ok irei ler

        grato

      2. leonidas

        25 de julho de 2015 6:04 pm

        Lí o estudo e com certeza a

        Lí o estudo e com certeza a medida tem sua função.

        Mas no meu entender a coisa tem que vir acompanhada da presença do poder publico ao menos no tocante a segurança.

        Pq as pessoas tem a sensação que andar devagar as torna suscetiveis a abordagem de criminosos, isso+a associaçao da médida com uma suposta industria da multa tem um feito devastador na imagem do politico que a adote.

        Deste modo acho que se não dá para arrumar as vias em um primeiro momento, a prefeitura devia colocar a guarda nos cruzamentos e pontos estratégicos da cidade pois assim aquela sensação de ausencia do poder publico seria bastante reduzida e até mesmo haveria argumento para contradizer essa abordagem em um debate por exemplo.

        mas valeu pela postagem do link foi muito esclarecedor.

        1. ruyacquaviva

          25 de julho de 2015 6:22 pm

          Much ado about nothing…

          Como é que ficaria mais fácil para um criminoso abordar alguém a 70 Km/h do que seria a 90 Km/h? Não tem sentido essa afirmação.

          A chamada “indústria das multas” ocorre quando não há sinalização suficiente ou ela é instalada de forma inadequada. Se a sinalização está correta os motoristas não vão ultrapassar inadvertidamente o limite e não tomam multa.

          A redução da velocidade das vias da cidade começou na gestão Kassab onde grandes vias principais como o corredor Norte-Sul, a Radial Leste e a Avenida do Estado (além de centenas de outras vias) tiveram suas velocidade máxima reduzida sem burburinho da imprensa nem reclamação da OAB.

          Do jeito que a imprensa e os detratores colocam, parece que se trata de uma medida extemporânea e abrupta, mas desde 2011 eu leio sobre a política de redução de velocidade e a perswpectiva de chegar a hora de reduzir a velocidade na marginal.

          Trata-se mais uma vez de muito barulho a respeito de nada…

          1. leonidas

            25 de julho de 2015 6:53 pm

            Entao Ruy se vc ler o estudo

            Entao Ruy se vc ler o estudo colocado pelo colega ela cita isso, mas isso não é validado por ele pq como eu mesmo disse é uma percepção falsa das pessoas mas que politicamente falando é arrassadora ( nao precisa ser logica )

            Dai a importancia do estado se fazer prsente nas vias publicas ao menos no tocante a segurança.

            Afinal temos + de 5 mil homens na guarda municipal, que mal vejo no centro onde trabalho, e tambem não vejo onde moro ( zona leste / Itaquera ) …rs

             

            Obs: O Ruy nao nos deixa esquecer que o Kassab foi prefeito dessa cidade, isso é muita maldade…

          2. ruyacquaviva

            26 de julho de 2015 2:11 pm

            É preciso deixar muito claro

            É preciso deixar muito claro que a GCM tem as seguintes funções:

            Proteção Escolar (escolas municipais)
            Controle do Espaço Público e Fiscalização do Comércio Ambulante
            Proteção ao Agente Público e ao Patrimônio Municipal
            Proteção Ambiental
            Proteção de Pessoas em Situação de Risco

            O patrulhamento de rua não faz parte dessas atribuições.

            O que me espanta em São Paulo é que nunca se cobra nada do governo do estado. Quando fala-se de segurança reclamam da GCM quando a PM é que tem a atribuição do patrulhamento ostensivo e é ela que recebe os recursos dos impostos pagos para isso. Tenta-se cobrar da GCM uma atividade que não é da sua atribuição, para a qual ela não tem efetivos nem recursos e para a qual não recebe os recursos dos impostos cobrados para essa finalidade.

            A proteção à incompetência do governo do estado não para por aí. A rede estadual de ensino está destruída, mas cobra-se só do governo federal. Problemas nas estradas estaduais, xinga-se o governo federal. Até a falta de água (responsabilidade da Sabesp) é cobrada do governo federal ou da prefeitura de São Paulo (agora, porque não se cbrava quando o prefeito era da mesma curriola do governador). Tudo como resultado de uma intensa blindagem na mídia, muito bem paga com recursos públicos, que já dura 20 anos.

            A jogada é a seguinte, culpa-se tudo ao governo federal e não se cobra nada do estadual, como se o governo estadual não cobrasse impostos nem tivesse responsabilidades.

            Emblemático reclamar de eu lembrar que o Kassab foi prefeito, com apoio e participação tucana em sua adminnistração. A mídia e os midiotas querem que se esqueça do KAssab para poder cobrar do atual prefeito todos os problemas da cidade e vender a mentira de que foi ele que os criou.

            A direita vive de mentiras, mistificações e do abuso do poder econômico, que se torna mais agudo na forma do poder midiático. Engana muitos durante um bom tempo, mas não conseguirá enganar para sempre.

             

          3. leonidas

            27 de julho de 2015 1:13 pm

            é o segunte RuyEu pago

            é o segunte Ruy

            Eu pago imposto e tenho uma corporaçao c/ + de  5 000 que nao vejo ok?

            entao cara para alguma coisa ela tem que servir

            Guarda Municipal não é policia ok isso eu sei e todos sabem, a questão é que uma das atribuiçoes dela é guarnecer espaço publico e propriedade municipal

            Entao antes de falar abobrinha para defender o PT entenda que segundo sua logica de pelegão a GCM sequer poderia ficar no centro da cidade ok?

            Tava demorando para vc misturar paixao pelo PT com argumentação logica como estava fazendo até entao…

             

            Obs: da uma olhada nas suas incoerencias destacadas abaixo:

            ” …Proteção de Pessoas em Situação de Risco…””

            “…O patrulhamento de rua não faz parte dessas atribuições… “

             

            Oras bolas cruzamentos ermos nos dias de hoje é o que?

            A menos que a guarda tomou o lugar de Defesa Civil para mim defender pessoas de risco e exatamente guarnecer local com teor PREVENTIVO 

             

          4. ruyacquaviva

            27 de julho de 2015 11:17 pm

            Tava demorando para partir para os xingamentos…

            Você perde a razão e parte para os ataques grosseiros só para disfarçar a incoerência daquilo que diz. Não vou cair nessa, seu fanatismo é que te faz criticar unica e exclusivamente os governos do PT, escondendo a responsabilidade dos governos do PSDB, que você defende com unhas e dentes (e muitas falácias) mas mente dizendo que não o faz.

            A presença da GCM no centro da cidade está perfeitamente de acordo com as funções que eu listei. Mas ela não está lá para fazer policiamento ostensivo contra o crime, como você propôs que fizesse. A GCM está no centro para realizar as atividades acima listadas:

            Controle do Espaço Público e Fiscalização do Comércio Ambulante

            Proteção ao Agente Público e ao Patrimônio Municipal

            Proteção de Pessoas em Situação de Risco

            É óbvio que se um garda municipal vê um crime sendo cometido não vai ficar impassível, mas sua obrigação é a de defender os cidadãos e entregar os eventuais criminosos à PM, esta sim responsável pelo policiamento.

            Eu nunca cobrei que a GCM fizesse policiamento ostensivo quando o Maluf ou o Kassab eram prefeitos, continuo defendendo agora a mesma opinião, expressa acima, que defendia antes.

            Essa bazófia sobre você pagar impostos é outra forma de desviar o assunto por falta de argumentos. Todos pagamos impostos, mas você fala como se só pagasse impostos federais e municipais. É como se o governo estadual fosse invisível e imune à críticas.

            Ora, os impostos que todos pagamos para o policiamento são impostos estaduais e devem ser usados pelo estado para cumprir suas atribuições. Se o policiamento é deficiente é o governo do estado e a PM que devem ser cobrados.

            É você o fanático que está cobrando da prefeitura uma ação que é de exclusiva responsabilidade do governo do estado. E pior, quando o Kassab era prefeito você não fazia essa cobrança. Faz isso agora porque resolve cobrar do governo petista do município, mesmo sendo algo que é obrigação do governo tucano do estado. Isso sim é ser fanático.

            Chamar os outros de fanáticos é a forma que você encontrou para esconder seu próprio fanatismo. Tenta esconder (sem êxito) a defesa incondicional que faz dos tucanos acusando os outros daquilo que você faz.

            Mais uma vez afirmo, não tenho problema nenhum em debater com tucanos, neoliberais, monarquistas ou qualquer um que pense diferente de mim. Não tenho monopólio da verdade e aprendo com os questionamentos de quem tem um ponto de vista diferente. Só não tenho respeito com quem é desonesto, não assume as posições que defende, usa de subterfúgios e mentiras. Quem é assim não merece o menor respeito.

  6. anarquista sério

    25 de julho de 2015 5:07 pm

    Editorial Folha—uns dias

    Editorial Folha—uns dias passados

    Apenas quatro minutos

    Vai na direção correta a decisão da Prefeitura de São Paulo de reduzir os limites de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros. O objetivo principal da medida é diminuir a letalidade do trânsito paulistano. Em 2014, os acidentes deixaram 73 mortos e 1.399 feridos se consideradas apenas essas duas vias.

    Embora nem sempre se perceba o tema por esse ângulo, combater a carnificina nas ruas e avenidas brasileiras é um imperativo de saúde pública.

    O país registrou mais de 42 mil mortos e 170 mil internações no SUS em 2013. Para o governo, a conta ficou em R$ 230 milhões; para a sociedade, em R$ 28 bilhões, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), decorrentes das perdas humanas e da paralisação de atividades produtivas.

    Estudos internacionais apontam as vantagens de desacelerar o fluxo de automóveis: em velocidades mais baixas, é menor tanto a distância necessária para frear o carro com segurança como a probabilidade de uma lesão fatal.

    Dados do Departamento de Transportes do Reino Unido indicam que o risco de morte por atropelamento, por exemplo, é de 45% quando o veículo se desloca a 48 km/h, mas aumenta para 85% caso se mova a 64 km/h.

    Os benefícios da iniciativa, aliás, já foram constatados na própria cidade de São Paulo: nas ruas da região central em que se reduziram os limites para 40 km/h, houve queda de 18,5% no total de acidentes e de 71% na ocorrência de mortes.

    No caso das marginais, a medida cobrará um preço pequeno em termos de tempo dos motoristas e passageiros: um acréscimo de quatro minutos em cada uma das vias para quem fizer o percurso completo e com as pistas livres.

    Os evidentes benefícios e as pequenas desvantagens desse tipo de medida, no entanto, não eximem a prefeitura de maior zelo ao implementar as mudanças.

    A definição dos limites de velocidade nas artérias paulistanas muitas vezes parece seguir critérios arbitrários, com alterações inexplicáveis em uma mesma avenida ou tetos diferentes para ruas parecidas. A confusão de nada ajuda o motorista, que de resto passa a questionar o sentido da novidade.

    Verdade que pontos de grande fluxo populacional –escolas, hospitais, estações– exigem restrições específicas. Mas nem sempre é possível entender as incongruências.

    O sistema viário não pode se converter numa colcha de retalhos; precisa ter um mínimo de racionalidade e o máximo de sinalização –sob pena de a população se perceber vítima de uma “indústria de multas”, usada apenas para reforçar o caixa da prefeitura.

     

  7. Conde de Rochester

    25 de julho de 2015 5:36 pm

    Erudição

    Textão longão, poderia dizer prolixo?

    O esforço de parecer muito rudito e sofisticado tambem é um cuidado do autor do texto que não passa despercebido.

    Ja ouviu falar do inocente util?

    Vai ver que o autor é defensor do AGA. Né não?

    Mas td. bem até que é compreensivel a ideia vir de alguem que queira mostrar capacidade de erudição o que é incomprensivel é um politico se meter numa enrascada desta. Se a popularidade é algo com que não se preocupar, vá la…

  8. Jaderson

    25 de julho de 2015 6:32 pm

    Se há algo efetivo ao alcance

    Se há algo efetivo ao alcance do poder público para garantir um deslocamento mais rápido dos cidadãos é o investimento decente em transporte coletivo. Surpreendentemente, a recente alteração nas velocidades das marginais parece ter causado muito mais comoção a uma parcela de paulistanos do que as licitações fraudulentas do cartel do metrô. Por um lado, as medidas de um ente político no âmbito de sua competência são sujeitas a um escrutínio furioso e visceral; por outro lado, os atos ilícitos de outro ente político são solenemente ignorados e varridos para baixo do tapete. Definitivamente, a grande preocupação atual de parte dos paulistanos (e quiçá dos brasileiros) não é honestidade e ética, mas sim a manutenção de um nocivo partidarismo.

    1. Conde de Rochester

      25 de julho de 2015 9:07 pm

      Encheção de saco e meter a mão no bolso alheio

      Não é isto do que se trata. Descontando a profundidade de sua idéia o paulistano realmente deseja é que os dignissimos homens publicos atrapalhem o menos possivel com sua vida ja por demais atribulada. É só isto. O politico que não tem sensibilidade para compreender os anseios da população tem mais é que sofrer com a baixa popularidade mesmo. O famigerado Kassab com sua espertissima controlar esta ai pra gente comprender a coisa.

       

  9. Andre Araujo

    25 de julho de 2015 8:58 pm

    Não adianta esse texto

    Não adianta esse texto ideologico falar mal dos paulistanos, vezo aliás de grande numero de textos aqui do blog. O Prefeito

    governa para os paulistanos, é a eles que deve satifação ,  essa medida foi muito mal recebida, entendida como mais uma etapa PARA ARRECADAR. Paulistanos que guiam há 50 anos, cuidadosos, prudentes tem multas, é quase impossivel escapar delas,  o modelo de RADAR PRIVATIZADO é gerador de arrecadação, é realmente uma industria, montada para arrecadar e não para prevenir e organizar o transito. O sistema está cheio de “” pegadinhas “, radares malandros bem escondidos, ninguem acredita em boas intenções nessa historia de “”diminuir mortes”” porque 80% delas são de motoqueiros , que nunca respeitaram regras e limites de velocidade e vão continuar arricando a vida com qualquer limite.

    Se numa população de 11 milhões a opinião contra essa medida é de 90%, é muita pretensão achar que estão todos errados e o Prefeito é o unico certo.

    1. Conde de Rochester

      25 de julho de 2015 9:21 pm

                                 
      .

                                 

      .

    2. Conde de Rochester

      25 de julho de 2015 11:09 pm

      Paulistanos que guiam há 50

      Paulistanos que guiam há 50 anos, cuidadosos, prudentes tem multas, é quase impossivel escapar delas,  o modelo de RADAR PRIVATIZADO é gerador de arrecadação, é realmente uma industria, montada para arrecadar e não para prevenir e organizar o transito.

       

    3. Weslei

      26 de julho de 2015 4:16 pm

      Concordo, o texto usa a lógica binária!

      Sou contra tal medida, e favor da ciclovias (em sua maioria) e corredores de ônibus.

  10. alessandroduarte

    25 de julho de 2015 11:10 pm

    Paulistanos, ano que vem

    Paulistanos, ano que vem vocês se vingam elegendo o datena….

  11. Weslei

    25 de julho de 2015 11:25 pm

    Sou contra essa medida!

    Como motorista, usuário de ônibus, pedestre e um possível ciclista.

    Sou contra essa medida, marginais são para trânsito rápido 90 Km/h, e vias arteriais devem manter 60 Km/h na maioria dos casos.

    Sou a favor de ciclovias (maioria delas) e corredores de ònibus.

    Não é preciso ter lógica binária como o texto propõe. Não é preciso ser petista ou anti-petista.

  12. Lucinei

    26 de julho de 2015 1:14 am

    The freak is chic.
    Aliás,
    The freak is chic.
    Aliás, superfreak!

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