Jornal GGN – “Quem vai dizer se a gente pode se juntar ou não é o meu partido e o partido dele”, disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a aliança com o ex-governador Geraldo Alckmin.
Foi a primeira vez que Lula se manifestou sobre a possibilidade de formar uma chapa com aquele que já foi seu oponente em diversas disputas de pleito presidencial. Hoje, no novo cenário, não basta derrotar Jair Bolsonaro, mas formar bases de apoio junto ao centro e à centro-direita no Congresso para, na Presidência, atingir um mínimo de governabilidade.
Essa é a orientação que motivou articuladores de ambos os lados a formar uma aliança. A declaração de Lula foi dada durante o “Jantar pela Democracia”, organizado pelo grupo Prerrogativas, em São Paulo. Reunindo diversas lideranças políticas, além de Lula e Alckmin, também estiveram presentes outros dois presidenciáveis: o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e a senadora Simone Tebet (MDB-MS).
Luis Nassif, do Jornal GGN, também participou do jantar: Xadrez do início da maior campanha popular da história, por Luis Nassif.
Ex-tucano, o ex-governador de São Paulo ainda não se decidiu sobre qual partido se filiará. O PSB, sua principal escolha, articula preferências para as eleições 2022, como por exemplo centralizar esforços nas candidaturas de deputados e de governadores. A chapa de Alckmin com Lula inicialmente não agradou a sigla, já que significaria abdicar de Márcio França na disputa ao governo de São Paulo, em favor de Fernando Haddad (PT).
Afonso Schroeder
21 de dezembro de 2021 6:52 amVamos compartilhar Trabalhador brasileiro “Lula” com certeza sabe o porque de sua escolha de vice! Isto é muito importante eleger “Lula” e muitos governadores, senadores e Deputados Federais p/ Lula não ser sabotado.