Nos 12 meses até julho de 2022, as exportações brasileiras para a China aumentaram em 7,3%. A China foi o maior comprador em 3 dos 20 produtos de maior peso nas exportações; 2º em 1 produto e 5º em 1 produto.
Houve aumento expressivo – 31,4% – nas oleaginosas, mas queda de 15,9% no minério de ferro, consequência da crise no mercado imobiliário chinês. Nos 12 meses encerrados em julho de 2021, o minério de ferro foi o produto de maior volume na pauta de exportações para a China.
Na ponta das importações, a China foi o maior vendedor em 9 produtos, o 2º maior em 2 produtos, o 3º maior em 1 produto, e a maioria produtos industriais sofisticados.
O primeiro produto foi produtos químicos básicos, seguido de componentes eletrônicos e placas, equipamentos de comunicação e fertilizantes e produtos nitrogenados.
Fertilizantes experimentaram um salto de 179,3%, devido à guerra da Rússia e da Ucrânia. O volume de importações da China foi 37,4% maior do que em 2021.
Aqui, se tem o comércio um pouco mais ampliado, por bloco econômico? incluindo a China, Hong Kong e Macau.
Observa-se uma pequena queda no peso das exportações brasileiras para a região, caindo de 33,5% do total em 2021 para 28,54%. Também houve pequena quda das importações, caindo de 22,07% para 21,96%.
Houve queda também no saldo comercial, mas que contibua extremamente robusto. Em 2021, o saldo comercial com a China representou 28,62% do saldo comercial brasileiro; em 2022 caiu para 25,58%.
Em relação aos Estados Unidos, houve uma pequena melhora nas exportações – passou a responder por 11,39% do total contra 10,4% do ano passado -, e das importações – aumento de 16,34% para 11,39% no período. Mas o déficit comercial continuou aumentando, embora o fluxo de comércio (exportações + importações) tivesse aumentado.
Para efeito de comparação, confira os números de comércio com a União Europeia.
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