4 de junho de 2026

Catarina e Jarirí – Uma paixão sobre-humana

Destonces, u aroma qui invinha da cuzinha cumeço a fazê cum qui tudos eiles ficassem cum a boca cheia d’água i hipinótizados, coszólhos istatelados. As barriga deiles cumeçaru a roncá tanto qui paricia qui tinha una órquéstra sinfônica tócandu ali.

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– Ieu tô achanu qui ieu vô saí vuano pu céu, ditão léve qui ieu tô. Tô muito mólengo i sem fuórças.

– Ieu tumém, Tuxo, tô quinenzim ucê. Eisse aroma dilicioso tá me déxanu inté tonto di tanta fomi i o meu órganismu tá sendu puxado pur eile. Qui cousa istranha!
Entonces, u mestre falô.

– Num ié tão istranhuuuuuu, Jarirí. Cuandu a fomi é grandi i tem um aroma di comida di tanta qualidadi cumu si fuóssi uma nuvem invólvenu a jienti, u nuósso pensamientu fica só numa diréção, a di sastisfezê u nuósso órganismo qui tá sendu sensibilizadu.

– Mestre, ieu num tô sintuno duê, maisi a fomi dói, num ié mesmo?

– Sim, dói muito. Cuandu num si tem u qui cumê, a péssoa vai definhandu i u cérebro num funciona direito. Uma das maiores mardades du mundo ié déxá una pessoa passanu fomi. É uma tortura térrivel. Pur causa disso, Dilma cunsiguiu acabá cum a fomi nu Brasil. A tar di ONU só fala bem do governo déila. No estranjeiro u governo di Dilma é aplaudido sem pará. Di lonji, si dá para enchergá o todo, eiles conségue vê as grandis mudanças qui éila feizi, maisi aqui di drentu u puóvo num vê, principalmienti pur causa das própagandas i falações inganosas qui jógam in cima deile. U puóvo passa a sê massa di manóbra pra quem qué ganha as eleições di qualquer jeito, purque eiles num si impórta di inventá quarqué cousa pá fazê u puóvo vótá neiles.

– Sabi, Mestre, ieu num intendo nada di Economia, maisi ieu num sô bobo não. Eisse tar di Aécio, qui répresenta os ricos, quérem inplantá no Brasil o neoliberalismo. Ieu já pércebí qui éissa coisa só faizi mudança co dinheiro qui circula nu país. Eiles qué controlá o tar di o mercado finaceiro, qui é pur ondi todo o dinero du país passa. Eiles num qué construí nada, eiles qué favorecê u lucro di quem tem muito dinero pra invéstí, purquê indaí só quem tem muito dinero cunségue ganhá maisi dinero ainda i os póbres só ficam vendo u navio passá. Eiles são o contrário di Dilma, qui deseja construir tudo o qui o país precisa. Isso é chamado di infraestrutura, construí creches, muitos hospitais, muitas escolas i universidades i muitas óbras di qui u país precisa i só anssim u país vai si desenvolvê maisi i maisi. Dilma qué a melhoria do povo.

– Sim, Jarirí. Em 2011 e 2012, qui ainda éra a época du prisidenti férnando henrique cardoso, eile inplantô u neoliberalismo nu país, i dexô o povo sem emprego, cum uma inflação enórmi. Si u puóvo fizé um isforço, vai se lembrá di como foi térrivel aquele período. Muita jienti passô fômi i procurava emprego, maisi num incuntrava. I teve inté apagão di énergia elétrica, purquê, cumu ieu disse, nu neoliberalismo eiles num invésti in infraestrutura i só mexem cum dinero qui sóbi pra cima i vai caí nos bolsos dos ricos brasileiros i estranjeiros. Com Dilma é diferenti, eila dá inté casa quasi di graça pro povo i faz as óbras qui são muito necessárias i trabalha voltada para o bem estar di todos nós.

– I tem maisi uma cousa térrivel, Mestre. U ministro qui u tar di aécio quer pôr para cuidar da economia é u tar di Armínio Naufraga, qui é o mesmo da época du governo férnando henrique. Pur aí a jiente já vê a jogada deile.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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