O general Júlio Cesar de Arruda, escolhido pelo presidente eleito Lula (PT), assumirá o comando do Exército na próxima sexta (30), antes da cerimônia de posse presidencial.
A decisão sob pressão para desmontar acampamentos de bolsonaristas golpistas em frente ao QG do Exército em Brasília e para evitar um vácuo de poder entre o fim do governo Bolsonaro, à meia-noite do dia 1º de janeiro, e a posse de Lula, que ocorre por volta das 15h.
O novo ministro da Justiça, Flávio Dino, já havia dito em entrevista à GloboNews que o governo eleito trabalha para evitar os riscos do vácuo de poder.
O atual ministro da Defesa, Paulo Sergio de Oliveira, marcou a cerimônia de despedida do cargo para 29 de dezembro, informa o Estadão. Além disso, segundo Folha de S. Paulo, o comando da Marinha também deve ser trocado entre quarta e quinta-feira, antes da posse.
A equipe de Lula também espera que a troca de comando no Exército agilize o desmonte dos acampamentos antidemocráticos.
Escalada de violência
Em Brasília, o acampamento bolsonarista foi palco de conspiração de um grupo que armou um atentado a bomba no aeroporto local.
O ato de terrorismo foi interceptado pela polícia do Distrito Federal. O autor da bomba, George Washington Oliveira de Sousa, foi preso no dia 23. Um segundo homem identificado como Igor, que seria o responsável por instalar a bomba em um caminhão com combustível, está sendo procurado pelas autoridades.
O objetivo dos extremistas era que a explosão provocasse o estado de sítio e intervenção militar para impedir a posse de Lula. Antes disso, bolsonaristas praticaram vandalismo no dia da diplomação de Lula.
O Exército sob Bolsonaro
Consta em depoimento de George Washington à Polícia Civil que ele teria contatado uma autoridade militar para retirar “petistas infiltrados” do acampamento. Além disso, o depoimento demonstrou que bombeiros e policiais militares também ajudaram os bolsonaristas fazendo vistas grossas para o vandalismo.
+almeida
27 de dezembro de 2022 5:43 pmcookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar o cbm.df.gov.br, você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse Política de cookies. Se você concorda, clique em ACEITO.
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Hino da Independência
Letra: Evaristo da Veiga
Música: D. Pedro I
Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade,
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil…
Houve mão mais poderosa…
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Não temeis ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó! brasileiros!
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá… temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.