4 de junho de 2026

O surrealista Giger

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Do Portal LN

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva
 
O lendário artista suíço Hans Rudolph Giger morreu recentemente, aos 74 anos, em consequência de uma queda. Artista prolífico durante mais de cincos décadas, ele ficou conhecido por seu trabalho em “Alien – O Oitavo passageiro”, o clássico sci-fi, com que ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, em 1980. Em suas imaginações e sonhos assombrados por visões de criaturas biomecânicas, Ginger encontrou a inspiração para sua obra. H.R. Giger: “Algumas pessoas diriam que minhas pinturas mostram um mundo futuro e talvez mostrem, mas eu pinto a realidade.” “Eu gosto de combinar seres humanos, criaturas e biomecânica.” “E eu adoraria trabalhar com ossos – que são elementares – e, afinal, fazem parte dos seres humanos.”
 
“Algumas pessoas dizem que meu trabalho é, muitas vezes, deprimente e pessimista…” “Com a ênfase na morte, sangue, superlotação, seres estranhos e, assim por diante, mas eu realmente não acho assim.” “Há uma esperança e um tipo de beleza em algum lugar, se você olhar para o que faço.” “Se as pessoas querem interpretar meu trabalho como avisos sobre superpopulação, doenças e a mecanização no futuro, então isso é com elas.” “Onde, diabos, acham que eu poderia ter ido buscar meus súditos? No inferno, talvez?”
 
Ridley Scott, cineasta inglês: “Uma da grandes preocupações (em “Alien”) era como realizá-lo. Quem iria fazer os projetos? Quando Ginger me mostrou o livro Necronomícron (de Lovecraft), eu quase caí da cadeira. E disse ‘é isto’. Eu nunca estive tão certo sobre qualquer coisa em minha vida. Os projetos de Giger foram uma experiência única, especialmente para o público. O mundo simplesmente nunca tinha visto nada igual a isso antes. E seu trabalho contribuiu significativamente para o sucesso do filme.”

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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5 Comentários
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  1. Andre Paulo Rezende

    26 de agosto de 2014 8:20 pm

    Imagens do surrealismo

    Globais de luto contra o direito de defesa do réu

    1. Cafezá

      27 de agosto de 2014 12:47 am

      Cruzes! De onde essas

      Cruzes! De onde essas assombrações saíram? Nem Giger conseguiria criar monstros mais horrorosos de tal submundo.

  2. anarquista sério

    26 de agosto de 2014 9:17 pm

    ”'” “E eu adoraria trabalhar

    ”'” “E eu adoraria trabalhar com ossos – que são elementares – e, afinal, fazem parte dos seres ”

    Partindo desse princípio,coração tbm faz parte ”dos seres” – além de outros órgãos.

      Exemplo:No filme Silêncio dos Inocentes,o cara gosta de trabalhar com pele.- humana,é claro.

          Ele pode ser ”lendário”,mas é macabro tbm.

  3. anarquista sério

    26 de agosto de 2014 9:26 pm

     
    O Nassa já me chamou de

     

    O Nassa já me chamou de ”nonsensse’

        E o que é um ”surrealista”?

        Um nonsensse habilidoso ?

          Não é exatamente sinônimo.Mas o nonsensse está mais pra louco,enquanto o surrealista é um gênio futurista.

               Como aquela propaganda:

                   ”Quanta diferença,não…”

            

        

  4. paulo cesar monteiro

    26 de agosto de 2014 10:45 pm

    Guerra nas estrelas com

    Guerra nas estrelas com aquelas naves ridículas de papelão e bonecos peludos que fizeram sucessos entre a molecada.  Star Treck é um ícone insuperável mas Alien é acachapante, uma tijolada no peito, um chute no saco, um tiro na testa…inigualável!!!

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