Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Gilberto Cruvinel
9 de agosto de 2014 3:19 amGeorg Solti rege o Requiem de Mozart
Sir Georg Solti rege a Orquestra Filarmônica de Viena (1991)
Requiem in Ré Menor, K. 626 de Mozart
Arleen Auger, soprano
Cecilia Bartoli, mezzo soprano
René Pape, baixo
Vinson Cole, tenor
[video:http://youtu.be/4wVuUXt8ADo align:left]
Assis Ribeiro
9 de agosto de 2014 9:42 amGriot – Nkongo”Nkongo”
Griot – Nkongo
[video:https://www.youtube.com/watch?v=n2vH8Xy5_rc%5D
“Nkongo” (Tiganá Santana)
Registro feito durante o show de estréia do Griot, com participações especiais de Roberto Mendes e Tiganá Santana.
Teatro do SESC Pompéia, 14/02/2014.
“Há dez anos os músicos Leonardo Mendes e Dalua conheceram-se em Santo Amaro da Purificação, Bahia, berço do samba de roda e da Chula do recôncavo, geografia articular, amálgama das matrizes culturais de possíveis Áfricas Diaspóricas em sintaxes Lusos/Tupis. Para recordar um pouco o que foi vivido e apreendido nessa arribada de confluências da contribuição entre música e amizade Léo e Dalua nos ofertam cantigas, batuques, maculelê e capoeira em uma roda/show de vivências Afro-Mestiço-Brasileiras.
O repertório traz músicas de domínio publico, composições de baluartes como Riachão e Roberto Mendes e de compositores novos como Tiganá Santana e Munir Hossn.”
Violão, viola e voz: Leonardo Mendes
Percussão e voz: Dalua
Violão e Guitarra Rafa Moraes
Baixo: Magno Vito
Percussão: Samba San e Cauê
Bateria: Bruno Marques
Coro: Didi Carvalho, Jurema Paes e Ully Costa
Direção musical: Leonardo Mendes e Dalua
Gilberto Cruvinel
9 de agosto de 2014 12:38 pmInezita Barroso, A Voz e a Viola
[video:http://youtu.be/oLU-pM2uMis%5D
O documentário retrata alguns dos momentos mais marcantes da vida da lendária cantora e estudiosa da cultura brasileira cuja carreira confunde-se com a história do cinema e da televisão brasileira.
O filme conta com depoimentos inéditos de Paulo Vanzolini, Renato Consorte, Tonico, Ruth de Souza, Tônia Carrero, Luis Nassif, Irmãs Galvão, Zica Bergami, Daniel e Pena Branca.
Produzido com recursos da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, o projeto contou com apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP.
Além do filme é possível conferir, ainda, em http://www.eca.usp/cje/inezita, a discografia completa de LPs e CDs e mais 12 extras (cenas de filmes, recitais, programas de televisão), que mostram a impecável atuação de Inezita nas suas mais de seis décadas dedicadas à música brasileira.
Duração: 1h 02min 32s
Direção: Guilherme Alpendre
Produção Executiva: Renato Levi
Fotografia: Juliana Knobel
Produção: Gisele Lobato
Edição: Thais Cortez
jns
9 de agosto de 2014 6:20 pmCUGAT
Xavier Cugat e a Vida: Uma Rumba Infinita
Salvador Dalí, Woody Allen, Al Capone, Abbe Lane, Carmen Miranda, Manuel Puig e Rita Haywoorth
“Se Mozart tivesse perdido o seu tempo na escola, não teria tido tempo para escrever música”
“Não me faça rir. Como você pode dizer que viveu, se você não foi para Las Vegas e só foi casado uma vez?”
[video:http://youtu.be/M-A2QKSziaE%5D
[video:http://youtu.be/cGAfvxpQ-U0%5D
[video:http://youtu.be/9XbbYx9aXaM%5D
Xavier Cugat me disse que, se ele tivesse vivido na frente de uma fábrica de salsichas, teria sido o salsicheiro mais importante do mundo, mas viveu em frente a uma casa em que eram feitos violinos e acabou sendo um grande músico.
– “As coincidências marcam o destino das pessoas. Onde tudo aconteceu?”
– “Em Havana Velha, onde vivia com meus pais, na frente da casa do único fabricante cubano de violinos e guitarras, um tipo valenciano chamado Salvador Iglesias. Um dia, com seis anos de idade, ele me deu um violinozinho quando olhei pela porta do seu estabelecimento. ‘Este vai ser músico’, meu pai disse, em seguida, e foi isso que também me disse um professor, ordenando que eu parasse de frequentar a escola. ‘Se Mozart tivesse perdido o seu tempo na escola, não teria tido tempo para escrever música’, disse meu pai, que era um homem sábio. ‘Você vai estudar música durante o dia e, à noite, vou ensiná-lo a escrever e fazer cálculos’, acrescentou. Aos doze anos, me tornei o primeiro violinista da Filarmônica de Cuba. Pouco depois viajei para Nova York pela primeira vez.”
Rita Haywoorth
Francesc d’Asís Xavier Cugat Mingall de Bru i Deulofeu, nasceu em Girona, na Espanha, em 1 de janeiro de 1900. Francisco Xavier Cugat era filho de um opositor do governo e de uma costureira. Quando Cugat tinha quatro anos, a família embarcou para o México, mas depois de 45 dias viagem, o navio parou em Havana. A família decidiu ficar e tentar a sorte com uma invenção de Joanet Cugat: um isqueiro dourado, mais leve, que usava o acetileno e foi recebido em Havana como uma autêntica revolução.
– “Meu pai era muito astuto e muito inteligente. Não estudou em qualquer universidade, mas ele sabia falar sobre tudo. Ele era um republicano fervoroso, que foi forçado a deixar a Espanha por motivos políticos e morreu com 98 anos de idade e a minha mãe morreu pouco depois. Ela morreu de saudade e por perder a sua companhia.”
Lembro, acima de tudo, que Cugar estava idoso, mas ainda tinha uma vitalidade fascinante e muito otimismo. Esse dinamismo levou-o a dizer que por suas mãos passaram as mais stelares personagens do Show Business dos últimos três quartos o século XX.
Xavier Cugat e Rita Haywoorth
– “Rita Hayworth, também…”, insisti, quando tentava, sem sucesso, organizar a sua memória para descrever o que seria a sua vida contada por ele mesmo.
Cugat começou a acariciar o livro que estava sobre a mesa redonda. Eu saboreava com prazer o hortelã-pimenta oferecido bela mexicana que era, então, a sua nova namorada, e permiti que um dos seus dois cães destroçasse as pernas da minha calça para espantar o tédio.
– “Leia aqui, jovem!”, ordenou Cugat, colocando, ao mesmo tempo, as minhas mãos na página 94 do Livro “Yo, Cugat”, a sua autobiografia, que foi publicada com pouco sucesso de público anos antes.
Dei um discreto pontapé no cachorro e li:
“Por um tempo, alcancei grande fama em Tijuana, na região de fronteira do México e da baixa Califórnia, em uma discoteca que também era um cassino e local de jogos de azar. Aos domingos, ali se reunia a nata e a flor do mundo do cinema. Eu fazia o show principal e tinha um casal que logo ganhou a atenção do público. Paradoxalmente, consistia de um pai e a sua filha, excelentes bailarinos espanhóis. O nome da filha era Rita, tinha dezessete anos e um corpo de formas proporcionais e harmônicas. A garota estava tentando entrar para o cinema. A sua imagem pessoa ainda não reunia, todavia, as qualidades necessárias. Ele era espanhola e irlandesa – pai espanhol e mãe irlandesa – nascida nos Estados Unidos, sem ser exatamente nenhuma dessas coisas. Dançava bem, mas não era uma grande dançarina. Ela cantava, mas a sua voz não era muito sugestiva. O seu nome, Rita Cansino, também contibuía para o seu anonimato. Tivemos que mudar tudo: a sua figuração, os seus gestos, o seu canto e a sua dança e, acima de tudo, o seu nome. Nós a convencemos e ela foi batizada como Rita Hayworth. Foi a minha primeira criação artística. Pensando bem, fiz, a mim mesmo, mais tarde e muitas vezes, a pergunta: ‘por que não me casei com ela?'”
Errol Flynn e Xavier Cugat, anos 40
– “Fantástico!”, murmurou fora de órbita, consciente de que tinha descoberto um filão fenomenal.
– “Siga lendo, jovem!”, ordenou, o destemido Xavier Cugat.
Eu li:
“Em 1942, Xavier Cugat rodaria, com Rita, ‘Yoy were never lovelier’, o filme com Fred Astaire, no qual também atuou Adolph Menjou, famoso pelo seu bigode. Salvador Dalí, que passou parte do inverno no Saint Regis, de Nova York, tinha sempre uma cigarreira na mão e, em vez de cigarros, continha ‘bigodes estilo Menjou’. Dalí ia de grupo em grupo, abria a cigarreira e, muito educadamente, perguntava: ‘Aceita um bigode?’. Dalí era muito divertido.”
Deve ter sido um filme com pouca história para contar. Xavier Cugat não se lembrava de nada sobre ele, exceto que, durante as filmagens, tinha feito algumas caricaturas que foram muito bem sucedidas. Conversar com Cugat era falar de sucesso. Toda a sua vida ele viveu isso: um grande sucesso. Pensei que 90 anos de sucesso, sem uma única falha, deviam ter sido muito chatos.
Peguei outro caramelo que a garota mexicana me ofereceu e tentei saber mais sobre Rita.
– “Entre você e Cansino foi estabelecido um relacionamento romântico?”
– “Vou contar a minha primeira viagem para Las Vegas”, disse Cugat.
– “Já que falamos de Rita, prefiro continuar a falar sobre ela.”
– “Muito bem. Como eu estava explicando, fui pela primeira vez para Las Vegas, em 1918, e fiz três concertos. Naquela época só havia um cassino, chamado The Frontier. Hoje em Las Vegas foram abertos 47 cassinos em 47 grandes hotéis. Esse era o meu sonho: fazer algo semelhante na Espanha. Cassino, hotel e entretenimento, como em Las Vegas. Ibiza era o lugar ideal para concentrar todos os cassinos da Espanha. Eu ofereci, ao presidente Suárez, para organizar, na Espanha, os melhores cassinos da Europa e estou aguardando a resposta.
Frank Sinatra, Peter Lawford, Xavier Cugat e Carmen Miranda em Hollywood.
Jovem – até então tinha apenas 23 anos – e sem experiênciade de trabalho como jornalista, pensei que Cugat não havia entendido:
– “Desculpe-me: eu disse que queria que explicasse o seu relacionamento com Cansino, não para me contar sobre cassinos…”
– “Ya. Vou dizer-lhe agora. Quando cheguei a Las Vegas pela primeira vez, ofereceram o local que eu quisesse escolher, desde que permanecesse seis meses. Eu inaugurei, em três viagens sucessivas, três cassinos em Las Vegas. Lá fiz uma temporada um ano inteiro. Woody Allen … soa familiar?”
– “Um pouco.”
– “Bem, Woody Allen tocou como clarinetista na minha orquestra. Quando eu o vi pela primeira vez eu disse: Garoto, você tem qualidades!”
– “Vá! Era o que faltava…”
– “A Las Vegas só se pode ir para jogar ou divorciar. Eu divorciei cinco vezes lá. É caro, mas é muito confortável.”
– “Podemos continuar falando de Rita?”
– “Como não vamos falar de Rita! Eu já contei que trabalhei três anos no mais famoso clube de Chicago, de propriedade de Al Capone? Um cara muito sério, muito cumpridor dos seus deveres, Al Capone. Muito confiável nos negócios, como deve ser. Todos os sábados me pagava com um cheque e seis noites por semana se sentava na sua mesa, sempre a mesma, em um canto do cabaré. De lá, dizia-me, quando a minha apresentação estava terminando: ‘Ei, Cugui, hoje você se esqueceu de tocar a número um’. Capone tinha memorizado o meu repertório e era muito carinhoso… sempre me chamava de Meu Cugui.”
– “Ao cair de uma melancólica tarde de outono fiquei enternecido, tomado pela emoção que me produziu umas páginas de Hans Enzensberger, dedicadas ao gangsterismo americano da década de trinta. Hans Enzensberger explicou que Al Capone tinha um lugar-tenente que, a partir das sete horas da tarde, não estava disponível para matar ninguém, porque tinha que estar em casa acompanhando a sua mãe idosa na recitação do Rosário.”
– “Ele só matava nas manhãs e nas primeiras horas da tarde”, explicou Cugat a sua emoção pela afeição filial revelada por um homem tão dedicado.
– “Uma mãe é uma mãe”, filosofou Cugat.
– “Claro, não há mais do que uma Mãe. O que você sabe sobre a mãe de Rita?”
– “Tudo e vu vou contar. Olhe aqui: a mãe de Al Capone fazia um ótimo espaguete, como confessou o próprio Al Capone. Eu nunca provei, mas ele sempre insistia: ‘Cugui, venha comer na minha casa para saborear os deliciosos espaguetes que a minha mãe faz’. Al Capone amava a sua mãe.”
– “Como é reconfortante ouvir isso, nestes anos de tão pouco afeto filial.”
– “A música favorita de Al Capone, acima de todas as outros, era ‘Begin The Beguine’, mas ele também gostava muito dos arranjos das boas canções napolitanas ao ritmo do Chá-chá-chá. Grande cara, Al Capone…”, rememorou Cugat ao fazer círculos com a bengala no chão da sala de jantar.
Xavier Cugat e Abbe Lane
– “Bem: é hora de falarmos sobre Rita…”
– “A minha terceira esposa, Lorrain Allen estava em Chicago. Era a modelo mais famosa dos Estados Unidos e colocava obstáculos para o nosso divórcio. Um dia, andando pela 5ª Avenida, em Nova York, encontrei-me com Bugsy Siegel, um grande cara, que era um dos capangas de confiança de Al Capone. Você parece tão triste, cara, o que está se passando?, perguntou ele. Eu expliquei: a minha esposa, Lorrain, está tornando a minha vida difícil, acabei confessando. Bobsy me deu um tapinha amigável no ombro e pediu o endereço dela, para dar uma passadinha para cumprimentá-la como um velho amigo, disse-me. Quando cheguei em casa, encontrei a resposta em uma chamada do advogado de Lorraine: ‘Ela aceita o divórcio nas condições que você impõem’, ele me disse. Nem Lorrain e nem Bugsy, um cara com uma grande cicatriz no rosto e uma única perna, nunca mencionaram a conversa que haviam tido.”
– “Por parte de Bugsy deve ter sido, sem dúvida, um papo dos mais cordiais… uma série de conselhos, eu acho.”
– “Eu suponho… e sobre Rita?”
– “Quando Carmen Castillo e eu vivíamos um grande amor…”
– “Perdoe-me: quem foi Carmen Castillo?”
– “Da dupla de Dolores del Rio.”
– “Ah…”
– “Carmen tinha uma sobrinha… simpatizamos muito. Eu estava em uma escola de dança e…”
– “Vejo que estamos falando de Carmen Castillo, quando deveríamos estar falando de Rita. O que você acha de Bing Crosby?”
– “Foi o ‘crooner’ mais sensacional que apareceu ao longo da história dos Estados Unidos.”
– “E Frank Sinatra?”, insisti naquela conversa evasiva.
– “Para mim, Frank é único, o melhor.”
– “E Rita?”
– “Charo Baeza foi a única espanhola que triunfou em Las Vegas. Muito boa garota. Ela estava sempre interessada na minha saúde. Você nunca foi a Las Vegas?”
– “Não!”
– “Você só foi casado uma vez?”
– “Sim.”
– “E você acha que viveu?”
– “Sim…”
– “Não me faça rir. Como você pode dizer que você viveu, se você não foi para Las Vegas e só foi casado uma vez?”
Carmen Miranda com Frank Sinatra, Lana Turner, Peter Lawford e Xavier Cougat, em Nova York, 1941.
Vi-o absorto com a sua bengala e contra ataquei:
– “Vale a pena viver tanto para acabar sentindo-se tão só como você se sente agora?”
– “Quem disse que estou me sentindo só?”
– “O piso do living.”
– “É um piso lindo. O que você tem contra esse piso?”
– “Ele exala solidão…”
-“Recordo de um dia em Las Vegas. Eu tinha um trompetista louco pelo jogo. Ele perdeu a casa, o casaco de vison de sua esposa; tudo o que tinha e, em seguida, se matou. Os músicos que viajaram comigo para Las Vegas…”
Rita Hayworth, Xavier Cugat, Shirley Temple e Fred Astaire
– “E agora que você anda com uma bengala e dores, como é lembrar de tudo aquilo?”
– “Psss… tudo passa…”
– “Incluindo as recordações das mulheres que amou?”
– “Eu sinto uma nostalgia. Às vezes, eu sonho com Abbe Lane.”
– “Você fala com ela em sonhos?”
– “Sim.”
– “O que você diz?”
– “Que me arrependo de não ter sabido mantê-la comigo.”
– “Você a deixou ir quando você achava que a vida era uma rumba infinita…”
Ele não respondeu. Da rua veio o som da chuva. Acabaram os caramelos. A jovem mexicana havia desaparecido. O cão voltou a morder as minhas calças.
– “Oh, vida …”, murmurou Cugat, caindo no sono no seu sofá.
Carmen Miranda com o maestro Xavier Cougat e sua esposa, a atriz e cantora Abbe Lane (1953)
Para saber sobre Rita, tive que esperar alguns anos e o que eu soube não foi através de Cugat, mas de Manuel Puig, o escritor argentino que é o autor de ‘La traición de Rita Haywoorth’. Passamos uma tarde bebendo café e fumando ao sabor das reminiscências dobre o mito. Puig fumava, para o meu gosto, horríveis e infumáveis cigarros, finos, curtos, com papel de cores diferentes. Puig disse: ‘Que vergonha! Tratei de Rita Hayworth nos anos de 1973 e 1974, no México e na sua casa em Beverly Hills. Ela era, então, uma vítima do tratamento do alcoolismo ao qual se submetia. A terapia era pior do que o próprio álcool, você sabe. Lembro-me da sua casa, na sua idade avançada, sem uma única imagem sua como atriz, sem uma memória, sem um testemunho de que ela tinha sido um grande mito erótico. Poderia ser a casa de um dentista. Em contato com ela, você não descobria que Rita era, profundamente, cálida, mas descobria que, no seu íntimo, havia um tremendo problema de subestimação.’
Abbe Lane – Al Capone – Rita Haywoorth
Xavier Cugat, lembrado por sua abordagem altamente comercial à música pop, deixou uma marca ainda maior como um dos pioneiros divulgadores da música e a dança latino-americana. Durante oito décadas de carreira, Cugat ajudou a popularizar o Tango, o Cha-cha-cha, o Mambo e a Rumba. Os seus sucessos incluem “El Manicero”, em 1930, “Perfidia”, em 1940, e a gravação original de “Babalu”, em 1944.
FONTE
Texto de José Martí Gómez, publicado em Lamentable [ http://lamentable.org/?s=cugat ], com imagens da Internet
[video:http://youtu.be/xwyYknYm8N0%5D
[video:http://youtu.be/N_EqBgW7jqE%5D
jns
10 de agosto de 2014 12:02 pmBOSSA NOVA
Rita Hayworth, Fred Astaire, Xavier Cugat e Elvis Presley
[video:http://youtu.be/5cHjqWfd9x0%5D
[video:http://youtu.be/_GanoEE7VUc%5D
CB
9 de agosto de 2014 8:02 pmEu vi aquele video sobre
Eu vi aquele video sobre trocas de mensagens entre israelenses e iranianos pela internet e me lembrei deste vídeo de Paul McCartney dos anos 80 e do fato em que ele se baseou.
A Trégua de Natal (Esporte fino)O futebol serviu ainda como pano de fundo para um dos episódios mais emblemáticos da Primeira Guerra. Em dezembro de 1914, ingleses e alemães acertaram uma trégua de Natal. Durante o intervalo das matanças, os adversários chegaram a deixar suas trincheiras e a trocar recordações, bebidas e abraços.Entrou para a história um suposto jogo de futebol entre ingleses e alemães nesta ocasião. Sabe-se que muitos soldados de fato jogaram bola na “terra de ninguém” (no man’s land), entre as trincheiras, e – ao que parece – soldados das duas partes trocaram alguns passes e se divertiram com a bola, embora nenhum jogo de fato tenha sido disputado. Paul McCartney – Pipes of peace http://www.youtube.com/watch?v=J7ErrZ-ipoE