A família Assad é um fenômeno. É a primeira dinastia musical que se fez ao largo do Rio de Janeiro – que abrigou a família Caymmi, a família Tapajós e a família Buarque de Hollanda.
Convivi muito com a segunda geração – a de Sérgio, Odair e Badi. Com Sérgio experimentamos algumas serestas em São João da Boa Vista, antes que explodisse como intérprete mundial. Badi, acompanhei a partir dos anos 2.000
Seu Jorge e dona Ica conheci anos depois.
Na última turnê da família – incluindo os pais – a terceira geração se apresentou. E já dava para perceber o talento enorme de Clarice.
Hoje em dia, nos Estados Unidos, Clarice já tem uma carreira consolidada, como pianista, jazista, cantora. E, assim como os pais e tios, sem perder as raízes. No momento, curte férias em São João ao lado da avó – seu Jorge, infelizmente, faleceu no ano passado.
Aqui exemplos do jazz brasileiro de Clarice.
edna baker
6 de agosto de 2014 9:12 pmMuito, muito interessante.
Muito, muito interessante. Belo trabalho da Clarice.
jura
6 de agosto de 2014 10:03 pmSorte sua!
Nassif, você é um sortudo!
Luis Antonio Pradella
6 de agosto de 2014 11:24 pmFamilia Assad
Perde quem não vem para nossa cidade, São João da Boa Vista, acompanhar a Semana ASSAD se apresentar em um dos 10 Teatros restaurados mais belo do Brasil mas tudo bem , o ano que vem tem mais.
Arlene Lélis
24 de setembro de 2014 12:42 pmFelicitações
Olá Luis Nassif, como vai?
Como você, tenho tido o privilégio de contar com a amizade desta belíssima Família Assad há algumas décadas.
Os meninos, como costumo chamar carinhosamente ao Sérgio e ao Odair, conheço desde a adolescência em Campo Grande/Rio (à época, Badi era ainda uma menininha de longos cabelos encaracolados, hoje tenho o prazer de revisar alguns dos seus lançamentos musicais, inclusive o livro infantil).
Carolina, dona de uma voz aveludada nos brinda cada vez que canta.
Clarice, e Rodrigo (pasme! ele tem um suingue e um timbre de voz incríveis) são também talentosíssimos – ela, uma artista multifacetada de brilho único e ele um cineasta de “mão cheia”.
Seu Jorge, aquele homem ímpar: espirituoso e acolhedor assim como Dona Ica, que ao cantar evoca uma saudade indescritível em nossos corações; mas, de fato, o que mais me encanta nesta Família Assad é a GENTILEZA de todos e de cada um deles.
Um grande abraço,
da Arlene.