Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Webster Franklin
7 de agosto de 2014 4:50 amAécio deixou Minas com salário básico de médico em R$ 1.050.
Do Tijolaço
Palavra do CFM
6 de agosto de 2014 | 23:17 Autor: Fernando Brito
Eu me recuso a acreditar que Aécio Neves deixou os médicos mineiros com o pior salário do Brasil, muito menos do que ganham os “escravos cubanos” do Mais Médicos, aos quais ele pretende dar fim.
Isso não é verdade, é obra, claro, de blogs sujos como este aqui.
Por isso, fui buscar uma informação responsável, garantida, de quem entende do assunto e que , como ele, também chama de escravos os cubanos que recebem R$ 3.000,00, mais casa, comida e um valor depositado em seu país de origem.
O Conselho Federal de Medicina.
No dia 24 de outubro de 2011, portanto já quase um ano depois da saída de Aécio, o vencimento básico do médico mineiro estava em …R$ 1.050 por 20 horas semanais. Como os médicos do Mais Médicos têm jornada de 40 horas, isso daria R$ 2.100.
Não era o pior, mas era o 4° pior.
Está aqui, no site do Conselho, com uma tabela e tudo o mais.
Confira e compartilhe.
Claro que o vencimento básico não é a remuneração total. Em quase todos os Estados, senão em todos, há gratificações, penduricalhos diversos que são acrescidos, mas que não mudam o essencial.
Esta era a base da remuneração deixada por Aécio Neves.
Mas acho que o Conselho Federal de Medicina não ia publicar dados totalmente distantes da realidade.
O médico mineiro, inclusive, tem a desvantagem de não poder pedir exílio ao deputado Ronaldo Caiado, do DEM, aliado de Neves na disputa presidencial.
Espero que o Antonio Anastasia tenha melhorado o vencimento destes profissionais.
Agora mesmo ele abriu um concurso para especialistas em políticas de saúde, de formação médica, oferecendo R$ 2.292 de vencimento, mais 40% (R$ 917) de gratificação.
Não me recordo de ter lido que o Dr. Dr. João Batista Gomes, presidente do Conselho Regional de Medicina mineiro, a quem apelidei de Dr. Puliça , por dizer que ia chamar a PM para prender os médicos cubanos, ter ido para a porta do Palácio de Aécio fazer protestos.
A hipocrisia só tem um “probleminha”.
Não se sustenta de pé.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=19821
Webster Franklin
7 de agosto de 2014 5:02 amO Brasil não tem campanha eleitoral, tem pesquisas e mídia.
Do Tijolaço
quinta, 07 de agosto de 2014 6 de agosto de 2014 | 14:59 Autor: Fernando Brito
Dentro de menos de duas semanas, começa o horário eleitoral gratuito.
Muita gente não entende porque a esquerda, por conta dele, precisa engolir sapos, cobras e lagartos.
O horário gratuito – que aliás é pago, absurdamente, pelo Estado às emissoras, beneficiárias de uma concessão pública – é o único fator de equilíbrio nas disputas eleitorais que temos por aqui.
Não seria, se tivéssemos uma mídia minimamente equilibrada e que exercesse o seu “direito de opção” apenas em seus editoriais.
Mostramos aqui este desequilíbrio com o Manchetômetro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
E o massacre só se agrava.
Em julho, foram 45 matérias de capa negativas contra Dilma, contra 13 de Aécio e duas de Eduardo Campos.
Nos cinco primeiros dias de agosto, foram 13 chamadas desfavoráveis a Dilma Rousseff e apenas uma para Aécio e Eduardo Campos.
Aos tiros ininterruptos dos jornais e noticiários de TV, soma-se o “canhão” das pesquisas.
Que, como todos sabem, são encomendadas e dirigidas pelos mesmos grupos de mídia que escancaram seu partidarismo todo dia nas bancas de jornal e telas de TV.
E que não procuram outra coisa senão, ajeitando aqui e ali, levar a disputa eleitoral ao 2° turno para, então, desfechar uma guerra total, sem reservas de qualquer espécie.
O único obstáculo para isso é o horário eleitoral.
Único, não, corrijo-me (e no próximo post explico).
Há a internet.
E a consciência crítica do nosso povão, aquela turma que um dos gravatinhas aecistas chamou de “pessoal que vota com o estômago”.
Mas é na TV que se poderá fazer o contraponto da interferência monstruosa da mídia e de suas pesquisas no processo de formação de consciência do povo brasileiro.
E por isso se engolem sapos, cobras, lagartos e até o brejo inteiro.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=19805
Webster Franklin
7 de agosto de 2014 5:04 amO Brasil não tem campanha eleitoral, tem pesquisas e mídia.
Do Tijolaço
quinta, 07 de agosto de 2014 6 de agosto de 2014 | 14:59 Autor: Fernando Brito
Dentro de menos de duas semanas, começa o horário eleitoral gratuito.
Muita gente não entende porque a esquerda, por conta dele, precisa engolir sapos, cobras e lagartos.
O horário gratuito – que aliás é pago, absurdamente, pelo Estado às emissoras, beneficiárias de uma concessão pública – é o único fator de equilíbrio nas disputas eleitorais que temos por aqui.
Não seria, se tivéssemos uma mídia minimamente equilibrada e que exercesse o seu “direito de opção” apenas em seus editoriais.
Mostramos aqui este desequilíbrio com o Manchetômetro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
E o massacre só se agrava.
Em julho, foram 45 matérias de capa negativas contra Dilma, contra 13 de Aécio e duas de Eduardo Campos.
Nos cinco primeiros dias de agosto, foram 13 chamadas desfavoráveis a Dilma Rousseff e apenas uma para Aécio e Eduardo Campos.
Aos tiros ininterruptos dos jornais e noticiários de TV, soma-se o “canhão” das pesquisas.
Que, como todos sabem, são encomendadas e dirigidas pelos mesmos grupos de mídia que escancaram seu partidarismo todo dia nas bancas de jornal e telas de TV.
E que não procuram outra coisa senão, ajeitando aqui e ali, levar a disputa eleitoral ao 2° turno para, então, desfechar uma guerra total, sem reservas de qualquer espécie.
O único obstáculo para isso é o horário eleitoral.
Único, não, corrijo-me (e no próximo post explico).
Há a internet.
E a consciência crítica do nosso povão, aquela turma que um dos gravatinhas aecistas chamou de “pessoal que vota com o estômago”.
Mas é na TV que se poderá fazer o contraponto da interferência monstruosa da mídia e de suas pesquisas no processo de formação de consciência do povo brasileiro.
E por isso se engolem sapos, cobras, lagartos e até o brejo inteiro.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=19805
jns
7 de agosto de 2014 5:24 amEbola
EUA estabelece o nível de alerta máximo para conter o surto de Ebola
Le Matin | 07 de Agosto de 2014
As autoridades americanas atribuíram, na quarta-feira, o alerta de nível 1, o mais elevado na área de saúde, para dar a melhor resposta ao surto de Ebola, revelou um porta-voz à AFP.
“Esta ativação nos permite mobilizar recursos através da agência para responder a esta crise”, disse Tom Skinner, porta-voz do Centro de Controle e Prevenção (CDC).
Alerta máximo
“Esta é a primeira vez, desde 2009, que o estado de alerta máximo é acionado. Ele foi então introduzido para a gripe H1N1”, disse ele.
Esta decisão responde à “propagação do Ebola na Nigéria e do risco potencial que afeta muitas vidas”, disse, por sua vez, o diretor do CDC Dr. Tom Frieden em uma mensagem no Twitter.
932 mortes
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está informando agora 932 mortes e 1.711 infecções por este surto de Ebola sem precedentes que afeta principalmente três países da África Ocidental, de acordo com uma estimativa publicada pela CDC nesta quarta-feira, 4 de Agosto.
Serra Leoa, Libéria e Guiné são os países mais afetados. Na Nigéria, onde a propagação da epidemia é temida, houve nove casos suspeitos de infecção e provável morte, disse o CDC em seu site.
Além disso, o missionário americano Nancy Writebol, infectado com o vírus na África, chegou terça-feira ao local para tratamento em quarentena em um hospital especialmente equipado em Atlanta, onde recebeu uma terceira dose de um anticorpo experimental, informou a CNN.
Tratamento experimental
O Dr. Kent Brantly, contaminado, repatriado da Libéria para os Estados Unidos, no sábado, também foi tratado com este novo soro nunca antes testado em seres humanos.
Este tratamento poderia explicar a melhoria da sua saúde que ainda era considerada grave no final da semana passada. A mídia norte-americana também informou que um médico, que administrou a primeira dose ao Dr. Brantly, na África, havia falado sobre o tratamento “milagroso”, que reduziu os sintomas em uma hora.
Expectativa de cura
O presidente Barack Obama disse, na quarta-feira, em uma conferência de imprensa, ser “prematuro” enviar esta droga experimental para a África.
O Dr. Anthony Fauci, diretor do Instituto Americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID), reconheceu, nesta terça-feira, que o soro foi “um pouco eficaz, mas apenas em dois pacientes” nesta fase.
“Os resultados de experiências com animais são muito boas e a utilização deste agente nestes dois pacientes sugerem que isto tem um efeito positivo. Mas, uma vez que se limita a duas pessoas, devemos ter cuidado antes de tirar conclusões”, acrescentou.
Não há atualmente nenhum tratamento para combater este agente patogênico muito virulento, identificado em 1976, que apresenta uma taxa de mortalidade de 60-90%.
Abaixo é apresentado um infográfico da AFP para entender melhor a epidemia:
Infográfico: Agence France-Presse
Fonte: http://www.lematin.ch/monde/ebola-usa-passent-niveau-alerte-eleve/story/26013240
Webster Franklin
7 de agosto de 2014 5:24 am“Gambiarra-2″ de Alckmin começa a sugar Atibainha
Do Tijolaço
“Gambiarra-2″ de Alckmin começa a sugar Atibainha na semana que vem
6 de agosto de 2014 | 19:48 Autor: Fernando Brito
Enquanto os jornais divulgam o “la garantía soy yo” de Geraldo Alckmin de que não faltará água em São Paulo, debaixo do nariz de todos eles os fatos vão acontecendo.
Semana que vem acaba a água disponível por gravidade na represa do Atibainha – que em abril estava em 50% de seu nível máximo.
Restavam, hoje cedo, 9 bilhões de litros lá, acima do nível de saída normal. Meio metro de água, se preferirem.
Que estão sendo drenados à razão cerca de 900 mil litros por dia, enquanto caiu à metade a retirada do Jacareí, que ainda assim continua baixando e só tenha mais 33 bilhões dos 104 bilhões de litros de suas águas de fundo.
Do Atibainha, espera-se tirar pelas bombas 78 bilhões de litros.
Desta vez, por conta da lei eleitoral, seremos poupados da cena constrangedora de ver o governador do Estado inaugurando a “Gambiarra-2″.
Os ambientalistas que acordem, porque a água do Atibainha é conhecida pela quantidade de algas. É só lembrar como pegaram o tal Mizael Bispo justamente por tê-las nos sapatos.
Quem já anda achando a água esbranquiçada, quando volta às torneiras, por excesso de cloro, vai ver sair “leite” delas.
Reproduzo lá em cima um gráfico, que tomo emprestado de um dos leitores do Nassif, que o elaborou em maio.
Ele considera o volume de água na hipótese de que, a partir de novembro, as chuvas voltem à normalidade, sendo de 80% da média. E é até generoso, porque considera um “volume morto” de 196 bilhões de litros, mais do que a Sabesp hoje estima: 182 bilhões de litros.
Ou seja, se tudo correr muito bem, como todos esperamos, São Paulo entrará no período seco de 2015 com zero, em lugar dos 10% com que entrou este ano.
Mas isso é o sonho das noites de inverno de Alckmin.
Como a curva toca o ponto mínimo, qualquer período sem pouca chuva que seja faz a corda balançar.
Talvez com alguém na ponta.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=19815
emerson57
7 de agosto de 2014 1:03 pmtodos
Deveria ir para a página principal de todos os blogs e continuar lá.
A população precisa ser esclarecida.
Se o PIG (proba imprensa gloryosa) não o faz, os blogs progressistas deveriam fazê-lo.
O jogo não é só político. É de sobrevivência!
Assis Ribeiro
7 de agosto de 2014 9:09 amAécio na Associação Médica de
Aécio na Associação Médica de Brasília: cubanos têm “prazo de validade”
Durante encontro na Associação Médica de Brasília, presidenciável tucano afirmou que pretende acabar com o atendimento de médicos estrangeiros no Brasil e, questionado sobre os cubanos, disse que eles “têm prazo de validade” e ficarão “por três anos” no País; “O que eu pretendo é que não haja mais necessidade de médicos estrangeiros no Brasil. Ao longo do tempo, as nossas políticas, as nossas ações, permitirão que essas vagas sejam ocupadas por brasileiros”, defendeu; Aécio Neves prometeu ainda “criar uma carreira nacional de médicos”.
Da Agência Brasil
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, anunciou hoje (5) que, se for eleito, criará 500 centros especializados em saúde pública no país. O programa de governo de Aécio prevê a criação de 500 grandes unidades regionais, nas quais o atendimento será feito por um médico especializado, que encaminhará o paciente para fazer exames. “E ele já sairá com remédios”, disse o candidato, durante encontro na Associação Médica de Brasília.
Siga nossa cobertura de eleições em http://www.sul21.com.br/jornal/eleicoes/.
Ele explicou que o problema da saúde será tratado de forma “estrutural”. Para Aécio, a atuação de médicos estrangeiros, viabilizada pelo Programa Mais Médicos, é uma solução “paliativa” . “O que nós vamos fazer é criar uma carreira nacional de médicos, para que eles possam se preparar, se qualificar e atender na periferia das grandes cidades, nas cidades mais remotas, porque, como o tempo, eles mudarão de região.”
Perguntado sobre a permanência de médicos cubanos no Brasil, Aécio disse que eles “têm prazo de validade” e ficarão “por três anos”. “O que eu pretendo é que não haja mais necessidade de médicos estrangeiros no Brasil. Ao longo do tempo, as nossas políticas, as nossas ações, permitirão que essas vagas sejam ocupadas por brasileiros. Se houver necessidade, que seja uma solução lateral, não central”, acrescentou Aécio, que defendeu o Revalida, exame para validação do diploma de estrangeiros. Ele destacou que os médicos cubanos devem receber salário igual ao dos demais.
O candidato disse ainda que, em seu governo, as políticas de saúde pública serão debatidas com os profissionais do setor. “Os profissionais da área é que serão responsáveis pela execução das políticas públicas”, afirmou Aécio, dirigindo-se aos médicos presentes na plateia.
O senador mineiro também falou sobre infraestrutura. Nesta semana, ele informou que pretende criar um ministério apenas para tratar da área. Segundo Aécio, as hidrovias e ferrovias devem ser prioridade. Para ele, as ações da gestão atual para as ferrovias, por exemplo, não avançaram o suficiente para atrair investimentos privados. O candidato tucano criticou as obras paradas no país e destacou a necessidade de marcos regulatórios e segurança jurídica para o setor. Além disso, defendeu meritocracia e critérios técnicos nos órgãos públicos e agências reguladoras.
http://www.sul21.com.br/jornal/aecio-na-associacao-medica-de-brasilia-cubanos-tem-prazo-de-validade/
Alan Souza
7 de agosto de 2014 4:23 pmAécio, o especialista em falas óbvias
O maior especialista em falar o que a plateia quer ouvir é o Aécio. Não importa se a plateia quer comprar terreno na Lua pra entregar em Marte: o Aécio diz que sim, é possível e ele fará quando for presidente! Ainda que no evento anterior ele tenha garantido que isso jamais acontecerá no seu governo!
Assis Ribeiro
7 de agosto de 2014 9:10 amPutin limita importações de
Putin limita importações de países que sancionaram Rússia
Decreto de presidente russo impõe restrição de pelo menos um ano sobre produtos agrícolas e alimentícios provenientes da União Europeia e dos EUA, que aplicaram sanções a Moscou por conta da situação na Ucrânia.
O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou nesta quarta-feira (06/08) a restrição das importações de alimentos e produtos agrícolas provenientes de países que impuseram sanções contra a Rússia por conta da situação na Ucrânia. A limitação, segundo o decreto, valerá por pelo menos um ano.
Em um documento, o Kremlin afirmou que o decreto do presidente “ou proíbe ou limita as importações para a Federação Russa de certos tipos de produtos agrícolas, matérias-primas e alimentos de países que decidiram adotar sanções econômicas contra entidades e indivíduos russos”.
A ordem de Putin afirma que a decisão foi tomada “com o objetivo de garantir a segurança” da Rússia. O decreto, no entanto, não nomeia nenhum país em especial nem menciona quais produtos serão banidos.
A porta-voz do governo russo Natalia Timakova disse que os ministros ainda estavam trabalhando na lista de produtos que seriam incluídos entre as restrições de importação.
A decisão de Putin segue a mais recente rodada de sanções contra a Rússia imposta pela União Europeia na semana passada. A Rússia já havia parado de importar alguns alimentos de uma série de países europeus e também chegou a ameaçar os EUA de limitar a quantidade de frango que compra do país.
No entanto, Moscou sempre negou que as medidas estavam ligadas de alguma forma às restrições impostas pela União Europeia e pelos EUA que, até o final do ano, devem levar a frágil economia russa à beira da recessão.
Outras frentes
A limitação de importações de produtos alimentícios e agrícolas, porém, não seria a única resposta da Rússia às sanções. De acordo com o jornal Vedomosti, Moscou estaria estudando fechar o espaço aéreo russo para companhias aéreas ocidentais.
A medida poderia custar até 1 bilhão de euros para as empresas europeias, que ficariam em desvantagem na concorrência com as asiáticas. A aviação russa, porém, também sofreria as consequências dessa medida. Por conta da suspensão dos voos da Dobrolet, as ações da Aeroflot já despencaram 7,8% desde o início desta semana.
E, caso as companhias aéreas do oeste da Europa não possam mais sobrevoar o espaço aéreo da Sibéria, a Aeroflot deixaria de faturar alto: as taxas de sobrevoos são uma importante fonte de renda para a estatal.
Outro meio de pressão política que poderia ser usado por Moscou são suas matérias-primas. Cerca de um terço de todo o petróleo e gás importados por países da UE vem da Rússia. Entretanto, segundo a especialista em energia Claudia Kemfert, a equação não é tão simples.
“Não é bem assim. A questão é se os russos poderiam simplesmente aumentar preços. Há contratos em vigor”, lembra Kemfert, do Instituto Alemão para Pesquisas em Economia. “Esses contratos, com validade de vários anos, estabelecem também preços para o gás natural.”
A possibilidade pode ainda se transformar para a Rússia em uma faca de dois gumes: se por um lado o Kremlin poderia acertar em cheio a economia europeia, por outro, a Rússia poderia estar também se prejudicando.
Grande parte da receita do país vem exatamente do negócio envolvendo suas matérias-primas. Caso o comércio de petróleo e gás com os países ocidentais sofra um grande impacto, a economia russa seria seriamente afetada.
http://www.dw.de/putin-limita-importa%C3%A7%C3%B5es-de-pa%C3%ADses-que-sancionaram-r%C3%BAssia/a-17838082
Assis Ribeiro
7 de agosto de 2014 9:12 amPetrobras, US$ 108 bilhões,
Petrobras, US$ 108 bilhões, volta a ser a maior da AL
Estatal presidida por Graça Foster colhe os louros pela política de investir em prospecção no pré-sal, compartilhar exploração com gigantes do petróleo, preservar domínio territorial e concretizar plano bilionário de investimentos; companhia é avaliada em US$ 108,5 bilhões e volta a ser a maior da América Latina; ações fecham o dia com alta de 3,6% na bolsa, impulsionadas por declaração do ministro Guido Mantega sobre possível reajuste de combustíveis até o final do ano; companhia vai fazendo lição de casa; “Provocamos um círculo virtuoso, em que quanto mais prospectamos, mais encontramos petróleo e mais fazemos receitas próprias”, explica Graça; plano de investimento para próximos 15 anos não prevê necessidade de captações financeiras; crítica irresponsável à companhia é respondida pelos fatos
Baixem a crista os críticos irresponsáveis da Petrobras. É de conhecimento do mercado há algumas horas que a estatal brasileira de petróleo retomou o primeiro lugar no ranking das maiores companhias da América Latina, posição que vinha sendo ocupada pela Ambev, de Jorge Paulo Lehman. A empresa comandada pela funcionária de carreira Graça Foster chega a US$ 108,57 bilhões de valor de mercado, poderio que a coloca acima da companhia de bebidas (US$ 105,56 bi), do Itaú Unibanco (US$ 83,67), da mexicana American Movil (US$ 83,5) e da colombiana Ecopetrol (US$ 71,23 bi).
O levantamento é da respeitada consultoria Ecomática, com base no preço de mercado das ações negociadas em bolsa. Para a estatal, o reconhecimento chega num momento de paz e produtividade interna, e guerra aberta nos meios políticos. Sob o comando de Graça, a companhia passou a executar nos últimos três anos políticas de longo prazo que tinham como base a prospecção de petróleo, uma verdadeira obsessão da atual presidente. Respaldada pela presidente Dilma, com quem tem uma sintonia quase telepática, sua gestão foi sacudida por ataques especulativos em todas as frentes.
No principal front da guerra, o mercado financeiro, as ações da Petrobras foram derrubadas ao piso de R$ 12,64, em fevereiro, mas nesta quarta-feira 6 chegavam a R$ 20,22, com alta de 3,10% no dia, às 13p0. A subida com jeito de disparada vai sendo atribuída ao posicionamento do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ontem, admitindo à agência Reuters que este ano, “a exemplo do que tem acontecido todos os anos”, um reajuste no preço dos combustíveis poderá ocorrer até dezembro. De fato, no ano passado, em novembro, a gasolina subiu 3% e o óleo diesel. Também houve reajustes em 2012.
Mais que isso, os fundamentos da Petrobras também estão se mostrando cada vez mais sólidos, depois de terem resistido a diversos tipos de especulação. Talvez se tente atribuir a alta exclusivamente ao pronunciamento de Mantega, mas para a alta superior a 3% certamente o mercado também está reconhecendo que a companhia merece ser avaliada com seriedade e sem partidarismo. Por seus resultados.
A Economatica apurou que o valor de mercado da Petrobras ultrapassou o da AmBev em 5 de agosto. Esta situação já tinha acontecido em 22 de julho do ano passado, mas logo a estatal voltou para a segunda posição. O maior valor de mercado já atingido pela empresa na sua história foi no dia 21 de maio de 2008: US$ 309,48 bilhões. Os pessimistas podem dizer que a estatal vale hoje um terço do que já foi. Mas também dá para enxergar o quanto se pode crescer.
A personagem pública responsável pela Petrobras não se abala com as críticas e sabe comemorar suas conquistas. No mês passado, a Petrobras quebrou o recorde de extração de barris de petróleo do pré-sal, ultrapassando a marca dos 500 mil.
– Nosso plano de investimentos para 2017 não prevê a necessidade de nenhuma injeção de capital, lembrou a presidente, em junho, a jornalistas de meios eletrônicos.
– Nós estamos conseguindo produzir um círculo virtuoso, no qual prospectamos mais, descobrimos mais e aumentamos, assim, as nossas receitas. Você consegue aumentar a gasolina com um telefonema, mas não consegue aumentar a produção de petróleo com um telefonema. Tem muito trabalho atrás disso, frisou ela.
Abaixo, reportagem do portal Infomoney sobre os resultados da Petrobras na Bolsa nesta quarta-feira 6:
Em dia volátil e de olho no exterior, Ibovespa volta a subir com Petrobras e bancos
Lara Rizério
SÃO PAULO – Em um movimento de volatilidade bastante similar ao de ontem, o Ibovespa segue os EUA e vira para alta, mas com as tensões na Ucrânia ainda no radar. Às 11p7 (horário de Brasília), o índice registrava ganhos de 0,47%, a 56.481 pontos, após cair 0,90% na mínima do dia. O índice acompanha Wall Street que, após abrir em queda, diminuiu as perdas. Vale e bancos voltam a registrar ganhos nesta sessão.
Em destaque, estão a volatilidade das ações da Petrobras (PETR3;PETR4), que passou de baixa para expressiva alta de 2,5%. Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que em todos os anos houve correção nos preços da gasolina e que o comportamento do governo é continuar com reajustes normais, mas negou que haverá “tarifaço” após as eleições de outubro.
“Quando ocorrerá o aumento, essa é decisão que mexe com o mercado, com ações, não se comenta. É questão das empresas responsáveis”, acrescentou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras. O mercado fica ainda na expectativa pela divulgação da pesquisa Ibope, que deve ser revelada amanhã à noite pela Rede Globo de Televisão
Enquanto isso, as bolsas europeias registram baixa, com a crescente tensão na Ucrânia e com os números ruins da economia da zona do euro. Ontem, o ministro de relações exteriores da Polônia disse que o acúmulo de tropas russas na fronteira com Ucrânia pode ser prenúncio de invasão. Investidores seguem cautelosos, com receios de essas sinalizações sejam um indício de um conflito militar entre os dois países. Já com relação aos dados econômicos, o PIB (Produto Interno Bruto) da Itália caiu 0,3% no segundo trimestre de 2014 ante o mesmo período do ano anterior, mostrando que a recuperação da zona do euro ainda patina.
Destaques da Bolsa
As ações da Gol (GOLL4) apresentam alta nesta sessão, de mais de 2%, repercurtindo o acordo anunciado nesta quarta-feira. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições o acordo de compartilhamento de voos entre a VRG Linhas Aéreas, subsidiária da Gol Linhas Aéreas, e a Etihad Airways, com sede em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.
Enquanto isso, as ações do BB Seguridade (BBSE3) registram uma das maiores perdas do índice após ter sua recomendação reduzida de overweight (exposição acima da média do mercado) para neutra pelo JPMorgan.
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/149206/Petrobras-US$-108-bilh%C3%B5es-volta-a-ser-a-maior-da-AL.htm
Assis Ribeiro
7 de agosto de 2014 9:14 amO prato frio da vingança de
O prato frio da vingança de Gilmar Mendes?
Se alguém não sabe quem é Marcio Chaer, editor do site Consultor Jurídico, transcrevo abaixo a descrição que faz dele o jornalista Rubem Valente, da Folha, autor do livro “Operação Banqueiro”:
Chaer tem ou teve como clientes de suas empresas alguns dos principais escritórios de advocacia do país, muitos dos quais receberam recursos da companhia telefônica Brasil Telecom na época em que ela era comandada por pessoas indicadas pelo grupo Opportunity. Márcio Chaer é amigo íntimo do ministro do Supremo Gilmar Mendes, devidamente referido em meu livro.
Dito isso, ficamos livres para pensar que o artigo publicado por Marcio Chaer, ontem, insinuando de maneira nada indireta que o ex-Ministro Joaquim Barbosa é, em matéria de conhecimento jurídico, algo próximo do nada, possa ter uma espécie de identidade de avaliação de Gilmar Mendes, pelo intenso convívio de ambos, mesmo que não uma “coautoria espiritual”.
Diz de Joaquim o amigo de Gilmar:
(…)cada voto era um suplício. Até a leitura da decisão, preparada pela assessoria, a coisa ia bem. Mas quando chegava a hora dos costumeiros questionamentos dos demais ministros ao relator, complicava. Atônito, sem respostas, ele se punha a reler o voto — que não contemplava a informação solicitada. Uma nova pergunta se seguia de nova leitura do voto.
Até que um ou outro colega mais paciente, ou menos cruel, passou a vir em seu socorro. “Vossa Excelência, então, quanto à preliminar suscitada, acolhe os embargos, certo?” Ao que Joaquim murmurava algo em sentido positivo. Outro completava: “Quanto ao mérito, o relator considera prejudicado o pedido, é isso?”. Com uma variação ou outra, os votos iam sendo acochambrados até se dar formato a uma decisão inteligível ou minimamente satisfatória.
Chaer descreve que, numa roda de ministros, alguém comentou, jocosamente:
“Olha o que ouvi agora: sugeriram ao Joaquim mostrar sua contribuição técnica no Supremo”. E todos caíram na risada.”
Não tenho, é claro, elementos para julgar com tanta severidade as luzes jurídicas de Barbosa e muito menos duvido que Chaer, que frequenta aqueles tapetes há anos, possa de fato não estar distante do juízo que fazem dele os demais ministros.
Mas há, no texto, duas coisas gravíssimas.
A primeira é a afirmação de que a Ação Penal 470 foi o tablado em que Joaquim Barbosa fez sua exibição de poder ante seus próprios pares, criando um clima em que divergir dele seria ser conduzido ao “matadouro” diante da mídia e da opinião pública por ela insuflada.
“As poucas vozes que ousaram “chutar a santa” canonizada pela opinião pública, sedenta de vingança contra a comunidade política em geral e contra o PT em particular, enfrentaram o risco aventado por Nelson Rodrigues e as vaias da plateia.”
Boa razão para a frase do Ministro Luiz Roberto Barroso, logo em suas primeiras manifestações no STF:
“Não estou almejando ser manchete favorável. Sou um juiz constitucional, me pauto pelo que acho certo ou correto. O que vai sair no jornal no dia seguinte, não me preocupa”. “Eu cumpro o meu dever. Se a decisão for contra a opinião pública é porque este é o papel de uma Corte constitucional”
Mas, para os demais, uma vergonha em acompanhar situações que só recebiam a desabrida defesa de quem, por razões políticas, simpatizava com os atropelos de Joaquim Barbosa, como o próprio Ministro Gilmar Mendes e o “ministro” Merval Pereira.
O segundo fato grave está bem lá em cima, antes de iniciar-se o artigo: a data.
Dias após a aposentadoria de Joaquim Barbosa, torna-se meramente vingança covarde fazer aquilo que seria, antes, um ato de informar a população e a comunidade jurídica de algo da maior gravidade – um ministro ser incapaz tecnicamente na avaliação de seus próprios colegas e estar usando uma ação penal como instrumento de sua afirmação em um tribunal que o desprezava.
Assim é que Joaquim Barbosa tornou-se, ele próprio, alvo das vilanias que praticou e até de seus próprios arroubos, como aquele em que perguntou a Gilmar Mendes se estava falando “com os seus capangas lá do Mato Grosso”.
Não, não estava.
Até porque os capangas do Mato Grosso, mesmo pacientes em suas tocaias, usam outras armas e não têm tanta paciência para esperar.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=19801
Assis Ribeiro
7 de agosto de 2014 9:15 amCom método cubano de
Com método cubano de educação, Unesco declara Bolívia um país livre do analfabetismo
Governo Evo Morales aplicou o método “Sim, eu posso” desenvolvido por Cuba e que já havia sido usado com sucesso na Venezuela
O vice-ministro da Educação alternativa da Bolívia, Noel Aguirre, declarou na última terça-feira (29) que a Unesco aceitou o relatório enviado pelo governo que aponta que o país está livre do analfabetismo.
“Podemos dizer orgulhosamente que o Estado Plurinacional é um estado livre do analfabetismo”, declarou.
De acordo com Aguirre, o país tem nesse momento um índice de 3,8% de analfabetos, abaixo dos 4% que a ONU declara que um país precisa ter para erradicar o analfabetismo. O ministro apontou que o objetivo do governo é chegar até a população “residual”, com mais de 60 anos.
Nascido em Cuba, o método “yo si puedo” (sim, eu posso) começou a ser exportado para outras nações a partir de 1999 e já foi utilizado na alfabetização de milhões de pessoas pelo mundo e foi utilizado pelo governo Morales.
O método busca entender as necessidades dos alunos e todas as peculiaridades do local ultilizando recursos audiovisuais e combinações entre números e letras. Além disso, tem a vantagem de poder ser durar pouco mais de três meses e de poder ser impantado em locais com pouco estrutura.
No Brasil, o método é aplicado pelo MST em diversos estados, e foi importado pelo governo Lula em 2010.
http://www.brasildefato.com.br/node/29400
Assis Ribeiro
7 de agosto de 2014 9:22 amExpansão do crédito: Dieese
Expansão do crédito: Dieese aponta por que bancos privados estão arredios a Dilma
Instituições privadas seguem ideário da austeridade e cortam oferta de empréstimos. Bancos públicos, por outro lado, ampliam carteiras duas vezes mais rápido e já detêm 48,1% do mercado
Não são apenas os partidos e candidatos que formulam projetos a serem debatidos durante as campanhas eleitorais: organizações da sociedade civil e entidades privadas também avaliam quais mudanças na condução do poder público são necessárias para garantir o atendimento de interesses singulares ou coletivos. Algumas dessas plataformas “setoriais” são tornadas públicas. Para as que se referem a interesses empresariais, seja pelo sigilo do planejamento nos negócios, seja porque há objetivos patronais inconfessáveis à opinião pública, a regra é que sejam discutidos privativamente.
Para as eleições presidenciais deste ano, porém, empresas do mercado financeiro, central no capitalismo e no jogo político brasileiro, romperam o silêncio habitual e têm tomado posição agressivamente contrária à reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT). Nas últimas semanas, o banco espanhol Santander divulgou análise em que previa cenário econômico negativo caso Dilma se reeleja, mesma prática adotada por diversas consultorias que atendem a investidores do mercado financeiro. Por meio de estudo encomendado ao Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e divulgado pela Folha de S.Paulo, o setor chegou até a conferir valor concreto a cada ponto percentual perdido por Dilma nas pesquisas eleitorais: seriam US$ 801 milhões a mais investidos em ações de estatais a cada vez que a vitória da oposição se mostrasse mais provável do que no levantamento anterior.
Mercado financeiro alimenta alarmismo e escolhe seu candidato
Um dos motivos para a campanha agressiva do setor financeiro, como visto apenas às vésperas da primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2002, está em estudo divulgado pelo Dieese sobre o desempenho dos bancos em 2013. De acordo com o levantamento, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, ambos públicos, conquistaram 48,1% do mercado de crédito no país no ano passado e seguem ampliando as carteiras de crédito em ritmo duas vezes superior aos bancos privados nacionais (que detêm 38% das carteiras) e três vezes superior ao crescimento das empresas estrangeiras (com 13,9% dos contratos de crédito). Não conta, para o levantamento do Dieese, o BNDES que, em 2013, investiu R$ 514,5 bilhões em consumo e infraestrutura.
As instituições públicas foram as principais responsáveis pelo crescimento, entre 2002 e 2013, da relação entre volume de crédito e Produto Interno Bruto (PIB). Há 12 anos, o crédito disponível no país somava 23,8% do PIB; hoje, são 55,8%. Entre 2008 e 2013, mudou também o perfil do microcrédito: se há seis anos os pequenos empréstimos tinham 73% do volume destinados ao consumo, em 2013 apenas 10% foram voltados a essa modalidade. Os outros 90% foram empenhados em micro e pequenas empresas (MPEs), setor que mais cria emprego e renda no Brasil – em 2013, de acordo com o Sebrae, 85% dos empregos com carteira assinada foram abertos nele.
O momento e a motivação dos bancos públicos e privados são bastante distintos: enquanto os primeiros seguem a diretriz do governo federal de ampliar o acesso e baratear o crédito com o objetivo de fortalecer o poder de consumo das famílias e evitar os piores efeitos da crise econômica mundial, os bancos privados seguem a direção oposta. Demitem trabalhadores (foram 10 mil dispensas em 2013) e ampliam taxas e juros para garantir a rentabilidade.
O Itaú, por exemplo, que teve o maior lucro da história do sistema financeiro brasileiro no ano passado (R$ 15,6 bilhões), aumentou em 12,8% seus ganhos, principalmente por meio de cobranças de serviços e taxas. Já o Banco do Brasil, por meio da ampliação de sua atuação no mercado, foi relativamente mais bem-sucedido e aumentou o lucro líquido em 29,1% em relação a 2012.
Desde 2008, quando os mercados de capitais se desequilibraram nas potências econômicas, o Brasil aplica políticas anticíclicas de incentivo ao setor produtivo e ao consumo, com manutenção de um baixo índice de desemprego e intensificação da transferência de renda, solução oposta à adotada pela zona do Euro e no campo de influência dos Estados Unidos. Nesses países, houve corte de investimentos públicos e distribuição de pacotes de amparo ao sistema financeiro. O FED, banco central norte-americano, por exemplo, injeta US$ 75 bilhões mensais no mercado financeiro atualmente.
Os bancos brasileiros, que atuam nas mesmas linhas gerais de suas contrapartes internacionais, parecem estar à espera do mesmo tratamento: tanto Aécio Neves quanto Eduardo Campos, candidatos a presidente por PSDB e PSB, sinalizaram ao setor financeiro que estão dispostos a tomar medidas “impopulares” para a economia, eufemismo para reformas no sentido de reverter a política focada na geração de empregos e maior aproximação com o modelo econômico norte-americano.
Já os governos petistas, a partir de 2003, embora tenham garantido lucros astronômicos ao setor (que foi de um lucro global de R$ 4,8 bilhões em 2000 para R$ 46,6 bilhões em 2010), tomaram decisões importantes para que os bancos públicos fossem capazes de induzir e equilibrar o mercado financeiro, e, para tanto, até impediram privatizações. Em 2008, o então governador de São Paulo, José Serra (PSDB), colocou à venda o último banco público do governo estadual, a Nossa Caixa. Luiz Inácio Lula da Silva, então em seu segundo mandato como presidente, acertou a compra da empresa pelo Banco do Brasil por R$ 5,3 bilhões. Em 2009, o Banco do Brasil pagou mais R$ 4,3 bilhões por 50% do Banco Votorantim, em nova ação agressiva de tomada de mercado.
O estudo do Dieese aponta, como um dos indicadores do sucesso da aposta no crédito, o fato de que 2013 registrou os patamares de inadimplência mais baixos já observados, com média de 3% de compromissos financeiros descumpridos por clientes de bancos privados e na casa de 1% entre clientes de bancos públicos. O cenário é próximo do descrito pela presidenta Dilma em pronunciamento para o 1º de maio de 2012, quando enviou recado bastante direto para o sistema financeiro.
A diferença mais expressiva é que, à época, o Brasil operava com a menor taxa Selic, índice definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central e que serve de base para os juros ao consumidor, da série histórica, a 8%. O barateamento da captação de dinheiro por parte dos bancos, no entanto, não foi acompanhada de redução dos custos da tomada de crédito nas instituições privadas, que mantêm, no Brasil, um dos índices de spread bancário mais altos do mundo. O spread é a diferença entre os juros que o banco paga quando toma emprestado (as cadernetas de poupança, por exemplo, rendem 6,8% ao ano) e quanto paga quando empresta dinheiro (o cheque especial tem juros em torno de 200% ao ano).
Após campanha intensa na mídia tradicional em torno das taxas de inflação, o Banco Central cedeu e a taxa Selic está em 11%, sem previsão de que vá retomar a tendência de queda.
Alta da Selic para combater inflação é polêmica em debate de economistas
Não se trata apenas de uma questão de fatia de mercado. Como os juros de cerca de dois terços dos títulos emitidos pelo governo federal para arrecadar dinheiro estão atrelados à variação da Selic, o aumento do índice eleva a dívida pública. De acordo com o economista Amir Khair, especuladores financeiros teriam até US$ 220 bilhões investidos em títulos brasileiros, com lucro médio de US$ 10 bilhões graças aos juros. No ano passado, o superávit primário do governo, quantia reservada ao pagamento dos juros da dívida pública, foi de R$ 75 bilhões. A dívida pública, que representava 60,4% do PIB em 2002, hoje está em torno de 33% da riqueza nacional, de acordo com a Receita Federal.
http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2014/07/expansao-do-credito-entenda-por-que-os-bancos-privados-estao-contra-dilma-1862.html
nilo
7 de agosto de 2014 10:06 amO GOVERNO DE SÃO PAULO TREINA
O GOVERNO DE SÃO PAULO TREINA PARLAMENTARES PARA DEFENDÊ-LO EM CPI MISTA
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/06/1465312-painel-governo-de-sp-treina-parlamentares-do-psdb-a-defende-lo-de-cpi-mista.shtml
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/08/06/psdb-faz-media-training-pode-ataulfo/
DanielQuireza
7 de agosto de 2014 12:19 pmForte crescimento do gasto
Forte crescimento do gasto fiscal no governo Dilma
6 de agosto de 2014 por mansueto
“O crescimento da despesa primária do governo Dilma será muito próximo ao crescimento do gasto público nos 12 anos que antecederam o governo Dilma”.
Não é preciso construir modelos sofisticados para prever o crescimento do gasto público primário do governo central no governo Dilma. Primeiro, para fazer essa projeção é preciso lembrar que, de 2000 a 2013, o crescimento médio nominal da despesa primária do governo central foi de 13,5% ao ano e, nos últimos três anos, a média de crescimento foi de 11,6% ao ano. O “nosso normal” de crescimento do gasto público no Brasil é anormal.
Dado que 2014 é um ano eleitoral, supor que a taxa de crescimento nominal da despesa primária do governo central será de 12% este ano é uma hipótese até conservadora. Nas eleições passadas (2002, 2006 e 2010), o crescimento nominal da despesa primária do governo central foi sempre acima de 14%.
Segundo, vamos ter que trabalhar com uma taxa de crescimento do PIB nominal para calcular a despesa primária do governo central com % do PIB que é o que me interessa. Vou trabalhar com um crescimento do PIB nominal de 7,9%, uma taxa que não deve ser muito diferente das projeções de mercado. Com esses parâmetros qual será o aumento da despesa primária ao longo de quatro anos do governo Dilma?
Crescimento da Despesa Primária por Mandato Presidencial – 1999-2014 – Pontos do PIB
Como se observa no gráfico acima, em quatro anos de governo Dilma o crescimento da despesa primária será de 2,2 pontos de percentagem do PIB, ante um crescimento de 2,4 pontos de percentagem do PIB ao longo dos doze anos que antecederam o governo Dilma. Ou seja, o crescimento da despesa primária do governo central ao longo de quatro anos de governo Dilma será equivalente a quase 12 anos do governo FHC-II, Lula-I e Lula-II.
O crescimento nominal da despesa primária do governo central no governo Dilma será próximo a 11,7% ao ano, que corresponde um crescimento real médio da despesa de 5,1% ao ano, muito acima do crescimento real do PIB de 1,8% ao ano. A grande diferença é que, no segundo governo Lula, apesar do crescimento nominal despesa primária do governo central de 13% ao ano, o PIB real crescia em média 4,6% ao ano e puxava para cima o crescimento do PIB nominal o suficiente para acomodar parte do forte crescimento do gasto público.
Em resumo, enquanto a desaceleração no crescimento do gasto foi mínima, o crescimento do PIB real no governo Dilma será 60% menor do que no segundo governo Lula. Isso foi desastroso para o crescimento do gasto público, especialmente porque a nossa presidenta usou um espaço fiscal que não existia para desonerações e concessão de subsídios. Se tivéssemos crescendo 5% ao ano não teria sido problema. Mas como estamos crescendo abaixo de 2% e os empresários perderam a confiança na capacidade de o governo resolver os problemas, o governo se meteu em uma enrascada.
A nossa situação é a seguinte. Mais dois anos de baixo crescimento com esse mesmo ritmo de expansão do gasto público significa (i) déficit primário e/ou (ii) aumento da carga tributária. O próximo governo terá que mudar esse equilíbrio, mesmo que “o próximo” seja o atual. É claro que a retomada do crescimento vai ajudar muito esta agenda e acho que o mercado não cobrará um ajuste imediato em 2015. Na minha interpretação, o mercado espera muito mais um “plano de voo” para os próximos quatro anos do que um choque em 2015.
Adicionalmente, há ainda dois problemas. Primeiro, o governo fez de tudo para esconder as despesas de subsídios que ainda não foram pagas. Isso criou um esqueleto para o próximo governo – uma conta significativa de bilhões de reais. Segundo, a sociedade pode até achar as preocupações de nós economistas gordos interessantes, mas a classe média quer melhor serviço de saúde, melhor serviço de educação e melhoria no transporte público. Como conciliar tudo isso e mediar esse debate no Congresso Nacional será tarefa para o próximo Presidente da República.
http://mansueto.wordpress.com/2014/08/06/forte-crescimento-do-gasto-fiscal-no-governo-dilma/
Ulisses s
7 de agosto de 2014 12:51 pmQuem é o anão diplomático?
Com as boas relações e seriedade política internacional, Brasil ganha mais mercado na exportação de carne para a Russia.
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/149272/Com-embargos-R%C3%BAssia-privilegia-carne-brasileira.htm
247 – A exportação de carnes do Brasil pode se beneficiar da crise internacional envolvendo a Rússia sobre a situação da Ucrânia.
Nesta quarta-feira, autoridades russas anunciaram a suspensão da importação de matérias-primas de países que decidiram sancioná-la por causa do conflito.
O serviço sanitário do governo de Vladimir Putin ampliou de 30 para cerca de 90 o número de frigoríficos brasileiros autorizados a exportar carne bovina, suína e de frango ao país. Só em frango, o país poderá ganhar mais US$ 300 milhões em receitas.
BRAGA-BH
7 de agosto de 2014 2:21 pmDilma lidera conquista de
Dilma lidera conquista de seguidores na maior rede social no início da campanha
Por Vitor Sorano – iG São Paulo |
07/08/2014 06:00
Presidente reduz distância para concorrentes, mas ainda fica em terceiro; Aécio passa Campos e fica em 1º no Facebook
Dilma Rouseff (PT) liderou a conquista de seguidores no Facebook no primeiro mês de campanha, e se aproximou de Aécio Neves (PSDB), seu principal rival. O tucano, que tem o maior número de fãs, ultrapassou Eduardo Campos (PSB). Os três, porém, vêm causando cada vez menos barulho entre seus seguidores na rede social, a mais popular entre os brasileiros – 30% dos internautas nacionais a utilizam.
Até a noite da última terça-feira (5), Dilma contabilizava 855,2 mil seguidores, 183,7 mil a mais do que em 6 de julho, ou alta de 21,4%, segundo levantamento da consultoria E.life, adiantado ao iG. Com 112 mil novos seguidores (crescimento de 11%), Aécio Neves (PSDB) atingiu 1,03 milhão, tomando a liderança de Eduardo Campos (PSB), que fechou o período com 1,01 milhão, 36,7 mil do que há um mês.
O engajamento dos seguidores de cada página — número de vezes que eles curtem ou compartilham um conteúdo, por exemplo –, entretanto, caiu para os três candidatos, segundo o estudo.
A publicação com maior engajamento no primeiro mês de campanha foi o post de Dilma dando parabéns ao time da Alemanha, que conquistou a Copa do Mundo
O índice de engajamento de Aécio, que também está no topo nesse quesito, era de 2,4% na primeira semana de julho, caiu para 1,6% no final do mês e está em 1% nesta semana. Para Dilma, a queda foi de 1,6% para 1,04% e 0,75%. Nos mesmos períodos, Campos registrou engajamentos de 0,5%, 0,37% e 0%.
As páginas da presidente e do candidato do PSB também estão menos faladas no conjunto da rede social, e não apenas entre os respectivos seguidores, segundo o estudo.
A queda nesses indicadores está relacionada à Copa do Mundo, avalia o presidente- executivo da E.life, Alessandro Barbosa Lima. A publicação com maior engajamento no primeiro mês de campanha eleitoral foi um post de Dilma dando parabéns ao time da Alemanha pela conquista do Mundial. A imagem teve mais de 46 mil curtidas e foi compartilhada mais de 19 mil vezes.
“Isso mostra que o público estava muito focado na Copa do Mundo, e que com o fim do evento, caiu o engajamento em todas as páginas [desde então]. Agora eu creio que esse engajamento volte a subir.”
Lima ressalta ainda que a queda não é necessariamente ruim: o polêmico aeroporto de Cláudio (MG), construído pelo governo de Minas Gerais a 6 km de uma fazenda da família de Aécio Neves (PSDB), foi citado na postagem mais popular do tucano neste início de campanha, que tratava sobre as intenções de voto do candidato em Goiás.
“Se você publicou um post sobre um tema qualquer, mas na mídia, naquele momento, está um escândalo na mídia, isso pode impactar no engajamento”, afirma Lima.
Facebook ainda não funciona como fórum de discussão
As redes sociais como o Facebook, que estiveram no centro da mobilização social ocorrida em junho de 2013, poderão ter um papel relevante no processo eleitoral deste ano, avalia o cientista político e coordenador do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), Luiz Ademir de Oliveira.
A forma como as candidaturas vêm utilizando as páginas oficiais, entretanto, tem deixado a desejar.
Um dos motivos é a profusão de postagens: em 20 de julho, por exemplo, a equipe de Dilma fez 20 publicações na página da presidente – em média foram 9 por dia no primeiro mês de campanha.
Além disso, ressalta Oliveira, as publicações abrangem sobre temas muito diversos – diferentemente de um programa eleitoral de TV, que geralmente elege um tema específico –, e são misturadas como conteúdos sobre o dia a dia da campanha.
Um post sobre o polêmico aeroporto de Cláudio (MG) obteve o maior engajamento da página de Aécio Neves
“O grande problema das fanpages é que elas não conseguem ser um fórum [para discussão]”, afirma o professor, ao iG. “O eleitor não consegue ter um foco. Essa fragmentação tão grande cria uma dificuldade para fixar conteúdo, ao contrário da prograganda eleitoral da televisão.”
Oliveira ressalta ainda que as campanhas não têm conseguido explorar a possibilidade de interagir com o eleitor dada pela rede social: mesmo com mais de um milhão de seguidores cada um, Aécio e Campos não conseguiram chegar a 100 mil curtidas ou comentários durante o primeiro mês de campanha.
“E essa interatividade é falsa, [uma vez que] são páginas oficiais de propaganda dos candidatos.”
Alan Souza
7 de agosto de 2014 4:29 pmValeu, tio Sam!
Agradeçamos ao tio Sam esse reforço de caixa pro Brasil!
Rússia compensará embargo proibição de importação com mais carne do Brasil
O ministro da Agricultura da Rússia, Nikolai Fyodorov, disse nesta quinta-feira (7) que o país vai compensar a proibição de importação de alimentos e produtos agrícolas da União Europeia e dos Estados Unidos com um maior fornecimento de carne do Brasil e de queijo da Nova Zelândia.
O governo russo anunciou que vai proibir a importação de frutas, vegetais, carnes, peixes e laticínios dos Estados Unidos, União Europeia, Austrália, Canadá e Noruega.
Um decreto assinado pelo presidente russo, Vladimir Putin, ordenou ao governo proibir ou limitar importações de alimentos de países que impuseram sanções a Moscou por seu apoio aos rebeldes no leste da Ucrânia e pela anexação da Crimeia. A proibição será válida a partir de 7 de agosto e irá durar um ano.
Para o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Seneri Paludo, o mercado da Rússia para as carnes brasileiras poderá representar “uma revolução para a indústria” do país comparável à que a China provocou nas exportações de soja do Brasil na última década.
(http://glo.bo/1mp2m4d)
BRAGA-BH
7 de agosto de 2014 6:27 pmLei da Ficha limpa vale ou não vale?
Ficha Limpa: candidatos negam má-fé e alegam fim do prazo de inelegibilidade
Por Wilson Lima I iG Brasília |
07/08/2014 13:29
Argumento já garantiu deferimento do registro de candidatura de Cunha Lima; Arruda, Maluf e Maia ainda brigam na Justiça
Vários candidatos que foram alvo de impugnações pela aplicação da Lei da Ficha Limpa ingressaram com recursos e argumentações na Justiça Eleitoral, para obter seus respectivos registros de candidatura. Apesar de ter sido instituída em 2010, hoje, quatro anos depois, a Lei Complementar 135/2010 ainda suscita dúvidas e tem gerado muita controvérsia no meio jurídico brasileiro.
Fundamentalmente, a LC 135/2010 afirma que um político condenado à perda de mandato ou que teve outras condenações em crimes de corrupção em segunda instância se tornará inelegível por um período de oito anos. O problema da lei, conforme consultores jurídicos contatados pelo iG, é que ela não deixa muito claro os prazos relacionados aos períodos de inelegibilidade em vários casos.
Existem dúvidas se Arruda (de verde) de fato será candidato ao governo do DF. Isso porque o ex-governador homologou sua candidatura junto ao PR antes de ser condenado em segunda instância
No Distrito Federal, a candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo foi questionada pela Procuradoria Eleitoral. No início de julho, Arruda teve sua condenação por crime de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito confirmada pela 2ª Câmara Criminal do Distrito Federal, após envolvimento no chamado “Mensalão do DEM”, esquema de corrupção desbaratado pela Polícia Federal em 2009, durante a Operação Caixa de Pandora. Na época, o iG antecipou os principais momentos da operação e publicou com exclusividade um vídeo em que Arruda aparecida recebendo suposta propina.
Apesar disso, existem dúvidas se Arruda de fato será candidato ou não. Isso porque o ex-governador homologou sua candidatura junto ao PR antes de ser condenado em segunda instância. Dessa forma, ele não seria afetado pela Lei da Ficha Limpa conforme seus advogados. Eles classificam, inclusive, de “invenção” a impugnação da candidatura de Arruda já que existe no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um entendimento de que o candidato passa a ser alvo da ficha limpa se for condenado antes da homologação da candidatura e não depois, como defendem procuradores eleitorais em todo o Brasil.
Além disso, os advogados argumentam que a impugnação de Arruda ocorreu antes da publicação do acórdão (íntegra da decisão) do julgamento da 2ª Câmara Criminal do DF. Ou seja, a condenação somente teria efeitos práticos após a publicação do acórdão.
A candidatura de Paulo Maluf (PP) a deputado federal por São Paulo ainda está indefinida
Um outro caso polêmico diz respeito à aplicação da Ficha Limpa para o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que teve sua candidatura impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo. Maluf teve sua candidatura questionada por ter sido condenado, em novembro de 2013, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, pelo crime de improbidade administrativa, no processo relacionado à construção do túnel Ayrton Senna. Os desembargadores entenderam na época que houve superfaturamento na obra inaugurada em 1995.
Entretanto, os advogados de Maluf argumentam que não houve dolo (má-fé), nem condenação por enriquecimento ilícito no caso da construção do túnel Ayrton Senna. Na sua defesa, Maluf argumenta que nem sequer assinou ou autorizou pagamentos referentes à essa obra. Dessa forma, sem a configuração da má-fé, Maluf, conforme seus advogados, não teria como ser alvo da Ficha Limpa, embora a legislação não determine a existência de dolo para a inclusão de um candidato condenado em segunda instância na lista dos “ficha-sujas”.
Essa situação é semelhante ao do ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia (DEM), candidato ao Senado. Ele foi condenado em maio por crime de improbidade administrativa no ato da construção da Igreja de São Jorge, em Santa Cruz, quando era prefeito do Rio de Janeiro e teve sua candidatura impugnada pelo Ministério Público Eleitoral do estado.
A defesa de Maia argumenta também que não houve configuração de dolo na construção da Igreja de São Jorge, nem enriquecimento ilícito. Os advogados alertam que, inclusive, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, tem entendimento de que a inelegibilidade somente ocorre quando há configuração de crime eleitoral e má-fé do político condenado.
O iG apurou que uma outra argumentação que também pode ser utilizada para livrar Maluf e Maia de uma eventual aplicação da Ficha Lima diz respeito ao período de inelegibilidade da lei. A lei afirma no inciso XIV, do art. 22, que a inelegibilidade passa a valer não a partir da condenação, mas a partir da eleição pela qual um político foi condenado por atos de improbidade administrativa.
No caso de Maluf, mesmo com uma condenação em 2013, a sua suposta inelegibilidade já teria vencido em 2001, pois os atos de improbidade são referentes ao mandato dele de 1993 a 1997. No caso de Maia, a inelegibilidade teria vencido em 2012 já que o ato de improbidade administrativa citado na impugnação é referente ao mandato dele entre 2004 e 2008.
Argumento jurídico sobre condenação tardia garantiu deferimento do registro de candidatura de Cássio Cunha Lima (PSDB) ao governo da Paraíba
Esse argumento livrou o senador Cássio Cunha Lima, candidato ao governo da Paraíba pelo PSDB, que teve sua candidatura impugnada pelo Ministério Público Eleitoral. Lima foi condenado por corrupção eleitoral em 2009. Na época, ele foi acusado de ter comprado votos para se eleger em 2006.
Durante o julgamento do seu registro de candidatura, venceu a argumentação de seus advogados de que a eleição ocorreu dia 1º de outubro de 2006, logo a inelegibilidade dele terminaria em 1º de outubro de 2014, quatro dias antes da eleição. Por 5 votos a 1, os desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) entenderam esse argumento como válido.
Pelo mesmo motivo, a candidatura de Expedito Júnior (PSDB) ao governo de Rondônia foi liberada na tarde da terça-feira dessa semana. O atual presidente tucano no Estado teve seu mandato de senador cassado em 2008 pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por compra de votos nas eleições de 2006. Mas como ele foi eleito dia 1º de outubro de 2006, sua inelegibilidade cessará em 1º de outubro deste ano.
Gão
7 de agosto de 2014 6:51 pmComitê do PSB batiza cadela com nome de prima de Campos
Comitê do PSB batiza cadela com nome de prima de Campos
Vereadora repudiou a “homenagem”, que acontece um mês após ela ter anunciado apoio à candidata Dilma Rousseff
A vereadora Marília Arraes (PSB), prima do candidato presidenciável do mesmo partido, Eduardo Campos, repudiou, nesta quarta-feira, uma “homenagem” peculiar que teria recebido no comitê oficial do partido em Recife. Uma cadela, que foi achada por militantes e vive no local, foi batizada com o nome e sobrenome da socialista.
O episódio acontece um mês após a vereadora ter declarado apoio à candidata petista à reeleição, Dilma Rousseff. Além disso, Marília vem criticando abertamente o presidente nacional do PSB, cobrando democracia interna na legenda.
“Atitudes assim mancham a honra de todos nós que trabalhamos para que houvesse uma vitória do progresso neste Estado, para que houvesse uma democracia”, disse a vereadora em um pronunciamento oficial.
Frame com o conteúdo relacionado
A “homenagem” ganhou ampla repercussão nas redes sociais. De um lado, seguidores da vereadora criticaram o apelido e consideraram-no pejorativo. Do outro, eleitores de Eduardo Campos consideraram a história um exagero da parte da prima do candidato e defenderam a postura do presidenciável em não comentar o caso.
“Quero deixar claro que não me sinto ofendida na minha honra”, disse Marília. “Um candidato a governador que trata assuntos tão sérios com esse desdém, ele sim que tem a honra manchada”, atacou.
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/eduardo-campos/comite-do-psb-batiza-cadela-com-nome-de-prima-de-campos,e6268a77e01b7410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html
Gão
7 de agosto de 2014 7:45 pmONU elogia Plano Diretor de Haddad
ONU elogia
Plano Diretor de Haddad
Diretor regional da ONU enalteceu o programa: “São Paulo é exemplo para o mundo”.
O Conversa Afiada reproduz post do Diário do Centro do Mundo, com informações da ONU/BR:
ONU elogia Plano Diretor de SP e sugere projeto como exemplo ao mundo
Durante a cerimônia de sanção do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, o diretor regional do Escritório para América Latina e o Caribe do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), Elkin Velasquez, destacou os méritos do plano recém sancionado, sublinhando que “São Paulo teve a ousadia para seguir os princípios de sustentabilidade e urbanismo social”.
Velasquez elogiou a inclusão do planejamento urbano como peça fundamental no plano de São Paulo, como guia para qualquer ação de setores no cotidiano da cidade, em especial do público. Mais do que isso, frisou que é necessário que ele seja utilizado para fomentar os princípios e instrumentos do urbanismo.
O PDE tem o objetivo de diminuir a densidade populacional e reorganizar a cidade de São Paulo nos próximos 16 anos, centrando seus esforços em três eixos principais – moradia, mobilidade urbana e sustentabilidade. Além de contar com a participação de técnicos do setor público, o desenho do plano incluiu a opinião da sociedade civil através de um processo colaborativo que contou com mais de 25 mil contribuições pela internet.
Contextualizando a iniciativa paulistana no cenário global, o representante do ONU-Habitat afirmou que São Paulo é um exemplo para outras metrópoles do planeta, lembrando que o município tem encontrado na densidade urbana uma oportunidade de reorganização do espaço, algo que o programa da ONU vem incentivando em outras cidades do mundo.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/08/07/onu-elogia-plano-diretor-de-haddad/
Gão
7 de agosto de 2014 7:48 pmAlckmin evita visitar escola
Alckmin evita visitar escola sem água em SP; Sabesp nega
Em agenda como governador e candidato, tucano trocou visita a escola na Brasilândia, na zona norte, por visita a unidade em Pinheiros, na zona oeste. Segundo funcionários da escola na Brasilândia, falta água “dia sim, dia não” na instituição
O governador e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSDB) visitou na manhã desta quarta-feira uma escola técnica na avenida Faria Lima, em Pinheiros, em uma agenda “mista” – oficial e de campanha – na qual verificou o andamento de um programa estadual que mescla ensino médio e ensino técnico. O colégio se chama 24 de Março – quase “24 de Maio”, nome de outro colégio da capital que, segundo agenda oficial, seria visitado pelo candidato no mesmo horário, mas acabou substituído pela unidade na Faria Lima. O colégio 24 de Maio fica na Brasilândia, área de periferia na zona norte da cidade, e sofre, junto com o comércio da região, com interrupções no fornecimento de água, prática que o governo nega ser racionamento.Frame com o conteúdo relacionado
A assessoria de campanha do candidato anunciou ontem à noite a agenda na zona norte, mas a corrigiu, cerca de uma hora depois – às 23p4 –, com o endereço de Pinheiros. Hoje cedo, porém, novo comunicado dava a visita na Brasilândia como o alvo do candidato.
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No colégio 24 de Maio, hoje, às 7p5, funcionários se disseram surpresos com o cancelamento da visita, informado por uma funcionária da Secretaria Estadual de Educação cerca de 15 minutos antes. A unidade tem cerca de 2 mil alunos de ensino fundamental e técnico, e o fornecimento de água, afirmou uma funcionária que não quis se identificar, “interrompido durante a noite dia sim, dia não”. Até a supervisora da região Norte-1 da secretaria, Luzia Oliveira, perdeu viagem. Ela não quis dar entrevista.
Estabelecimentos localizados na avenida onde fica a escola, a Cantídio Sampaio, também relataram falta d’água de forma intermitente – a diferença é que todos os dias, e não dia sim, dia não.
“Têm dias em que a água falta 16h, 16p0. À noite, nunca tem. Quando acaba expediente e não tem água, o jeito é separar um balde para poder fazer a higiene antes de ir embora”, afirmou o mecânico Hugo Gomes, 20 anos, funcionário de uma oficina a poucos metros do colégio que seria visitado pelo governador/candidato à reeleição. “Para mim, isso é racionamento”, disse.
Funcionária de um salão de cabeleireiro na mesma avenida, Marilene de Jesus, 42 anos, afirmou que os cortes diários no fornecimento não têm afetado o expediente. “Porque acaba a água perto das 22h e volta umas 6h; a gente abre em horário comercial. Acredito que não tenha outro nome para isso que não racionamento, né?”, indagou. Já o comerciante José Antônio Lobato, 54 anos, dono de uma lanchonete na avenida, fez coro com a cabeleireira. “Não tem água de madrugada e a gente percebe isso logo cedo, quando liga a torneira e sai aquela água esbranquiçada e cheia de pressão”, relatou.
Já o vendedor de uma loja de autopeças José Airton Rabelo, 50 anos, contou que nem sempre o fornecimento para apenas de madrugada. “Tem dias que às 19h a torneira de água da rua está seca. O jeito é usar a caixa d’água”, definiu.
Procurada a respeito dos casos relatados à reportagem, a Sabesp informou que um técnico da companhia visitou a região e constatou “abastecimento normalizado”. “A vistoria foi acompanhada pelos clientes presentes nas residências e na escola e todos dizem que não reclamaram de falta de água. Esclarecemos, ainda, que no dia 29 de julho houve uma interrupção no fornecimento de água na região para reparo de um vazamento na avenida Raimundo Pereira de Magalhães, cruzamento com a avenida deputado Cantídio Sampaio”, informou a estatal, em nota.
O Terra ouviu no bairro as queixas dos entrevistados sobre a falta d’agua entre as 7p0 e as 10p0 desta quarta.
Assessoria de campanha explica “agenda mista”
A assessoria de imprensa da campanha de Alckmin, por sua vez, informou que a agenda enviada hoje cedo informando sobre a visita ao colégio da Brasilândia “foi um erro” corrigido, conforme a assessora, com o envio de novo comunicado às 8p6 sobre a visita à escola de Pinheiros –marcada, porém, para as 8h.
A reportagem questionou o porquê de os funcionários da escola da zona norte terem sido avisados apenas hoje sobre a visita cancelada, mas foi informada pela assessoria do candidato que “a visita à escola foi agenda oficial; o pronunciamento após a visita que é agenda de campanha”. A agenda oficial na unidade foi confirmada também pelo Palácio dos Bandeirantes.
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/sao-paulo/alckmin-muda-rota-e-evita-visita-a-escola-sem-agua-em-sp,acd3cfd6f5ca7410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html
Gão
7 de agosto de 2014 7:50 pmDocumentário defende que índios guaranis inventaram futebol
Documentário defende que índios guaranis inventaram futebol
http://esportes.terra.com.br/futebol/documentario-defende-que-indios-guaranis-inventaram-futebol,e2d80d07d46a7410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html
Gão
7 de agosto de 2014 7:55 pmGoverno de Aécio desmente Aécio sobre o Aécioporto
Governo de Aécio desmente Aécio sobre o Aécioporto
A peça publicitária, nos anais do Sitraer pags. 913 a 924, prometia reduzir de 81 para 56 os aeroportos não pavimentados, aumentar de 13 para 42 os aeroportos com “Operação VFR – Visual Diurno e Noturno” e de 12 para 27 os com “Operação IFR – Diurno e Noturno”. E ainda construir, entre 2006 e 2011, 12 novos aeroportos, conforme todas as explicações, atingindo um total de 163 unidades em MG (pág. 923). Cumpriu até aqui em 2014 um terço da meta e fez 2 novos.
O aeroporto do titio, digo, de Cláudio, sequer constava neste link do DER/MG que o Google data como de 16/7/08. Veja em ordem alfabética ao final da postagem. Mas na apresentação no Rio, pag. 921, temos Cláudio, que aparece como “Novos Aeroportos” para 2010. Embora a pista de terra já existisse como mostram estas imagens desde 2002. Nelas também se vê que foi feita, sim, outra pista, ao lado da antiga.
Entretanto, hoje candidato a presidente, Aécio declarou dia 20 de Julho em seu Facebook:
“Não se trata também de construção de um novo aeroporto, mas de melhorias realizadas em pista de pouso que existia há mais de 20 anos no local”.
O problema para Aécio é que esta declaração é desmentida, como se viu acima, pelo seu próprio governo à época. E reforça a suspeita já levantada pela Folha de que o Aécioporto de Cláudio teria sido feito para beneficiar seu tio, então processado devido à pista clandestina feita pelo avô Tancredo. Além de a si mesmo, já que Aécio admitiu tê-la usado várias vezes para visitar sua terrinha.
O detalhamento do ProAero também levanta outras questões difíceis de serem respondidas. A menos que se considere que houve critérios pessoais, e não técnicos, na construção e reforma dos aeroportos em Minas. A reforma no aeroporto de Patos de Minas, prevista para 2009, antes de Cláudio, só foi autorizada ano passado, 2013. Aliás, a Construtora Rocha Sousa Ltda é o 8º caso em que encontramos doações (R$50.000) para Aécio, em 2006 (ver TSE). E o valor de R$ 4 milhões hoje é bem menos que os R$ 14 milhões em Cláudio em 2010. Logo, não foi falta de dinheiro.
Na mesma página do Diário Oficial soubemos que a doadora, digo, construtora Vilasa, a de Cláudio, com “dispensa de licitação”, ganhou mais R$ 9 milhões para o aeroporto de Januária, antes previsto para 2009, pag. 920. Muito depois do de Montezuma, cujo balneário o Vi o Mundo desmoralizou de vez, e era previsto para 2010, pag. 921. A empresa que o reformou, a Pavisan, também foi doadora de Aécio. E fez a obra por TP, tomada de preços, sem licitação. Note que Montezuma adiantou para 2008. E pode ter tido até mais, muito mais “melhoramentos”, segundo o Globo. Já que estes de 2008 seriam “as últimas” das reformas em 12 anos tucanos. Parece que este valor “barato” de R$ 309 mil ainda está por ser devidamente apurado.
Assim, o resumo do que temos é que os aeroportos que interessavam ao papai e ao titio de Aécio foram feitos, antes do previsto até. Deixando a maioria dos projetos por fazer. E o candidato mentiu sobre o de Cláudio: não foi reforma, mas outro aeroporto novo.
O pior de tudo é ainda saber que após tanto investimento, os aeroportos reformados como o de São João Del Rei e de Diamantina foram impedidos de operar pela ANAC por falta de bombeiros. É ridículo.
http://www.blogdadilma.com/features/1633-governo-de-aecio-desmente-aecio-sobre-o-aecioporto
Gão
7 de agosto de 2014 8:05 pmTwo Ukrainian Government Fighter-Jets Shot Down Malaysian Airlin
Evidence Is Now Conclusive: Two Ukrainian Government Fighter-Jets Shot Down Malaysian Airlines MH17. It was Not a ‘Buk’ Surface to Air Missile
We’ll go considerably farther than has yet been revealed by the professional intelligence community, to provide the actual evidence that conclusively shows that (and how) the Ukrainian Government shot down the Malaysian airliner, MH-17, on July 17th.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=7ze9BNGDyk4 width:560]
The latest report from the intelligence community was headlined on August 3rd by Robert Parry, “Flight 17 Shoot-Down Scenario Shifts,” and he revealed there that,
“Contrary to the Obama administration’s public claims blaming eastern Ukrainian rebels and Russia for the shoot-down of Malaysia Airlines Flight 17, some U.S. intelligence analysts have concluded that the rebels and Russia were likely not at fault and that it appears Ukrainian government forces were to blame, according to a source briefed on these findings. This judgment — at odds with what President Barack Obama and Secretary of State John Kerry have expressed publicly — is based largely on the absence of U.S. government evidence that Russia supplied the rebels with a Buk anti-aircraft missile system that would be needed to hit a civilian jetliner flying at 33,000 feet, said the source, who spoke on condition of anonymity.”
It’s actually based on lots more than that; it’s based not on an absence of evidence, but on positive proof that the Ukrainian Government shot the plane down, and even proving how it was done. You will see this proof, right here, laid out in detail, for the first time.
The reader-comments to my July 31st article, “First Examination of Malaysian MH-17 Cockpit Photo Shows Ukraine Government Shot that Plane Down,” provided links and leads to independent additional confirmatory evidence backing up that account, of retired Lufthansa pilot Peter Haisenko’s reconstruction of this event, to such an extent that, after exploring the matter further, I now feel confident enough to say that the evidence on this matter is, indeed, “conclusive,” that Haisenko is right.
Here is all of that evidence, which collectively convinces me that Haisenko’s conclusion there, is, indeed, the only one that can even possibly explain this wreckage:
“There have been two or three pieces of fuselage that have been really pockmarked with what almost looks like machine-gun fire, very very strong machine-gun fire.”
This remarkable statement comes not from Haisenko, but from one of the first OSCE investigators who arrived at the scene of the disaster.
Go to https://www.youtube.com/watch?v=7ze9BNGDyk4 and you will see it.
That youtube snippet in an interview with Michael Bociurkiw, comes from a man who is
“a Ukrainian-Canadian monitor with the Organization for Security and Cooperation in Europe (OSCE), [who] has seen up close … the crash site of Malaysia Airlines Flight MH17. Bociurkiw and one other colleague were the first international monitors to reach the wreckage after the jet was shot down over a rebel-held region of eastern Ukraine July 17.”
That description of him is from the lead-in to the full interview with him, at the 29 July 2014 CBC news article, “Malaysia Airlines MH17: Michael Bociurkiw talks about being first at the crash site.” The far briefer youtube clip shows only what’s presented on 6:10-6:24 of this CBC interview with Bociurkiw. The CBC reporter in the video precedes the interview by announcing, “The wreckage was still smoldering when a small team from the OSCE got there.” So: he had to have been there really fast. “No other officials arrived for days,” she said.
So: one of the two first international monitors on-site saw conclusive evidence that the Malaysian plane had been hit by “very very strong machine-gun fire,” not by ground-based missile-fire.
Peter Haisenko’s reconstruction of the downing of that airliner, was here being essentially confirmed on-site by one of the two first OSCE international monitors to arrive on-site, while the wreckage was still smoldering. That’s as close to virgin, untouched evidence and testimony as we’ll ever get. Unlike a black-box interpretation-analysis long afterward by the Russian Government, or by the British Government, or by the Ukrainian Government, each of which governments has a horse in this race, this testimony from Bociurkiw is raw, independent, and comes from one of the two earliest witnesses to the physical evidence. That’s powerfully authoritative testimony, and it happens to confirm pilot Peter Haisenko’s theory of what happened. Bociurkiw arrived there fast because he negotiated with the locals for the rest of the OSCE team, who were organizing to come later: Bociurkiw speaks the local languages there — Ukrainian and Russian.
Furthermore, this is hardly testimony from someone who is supportive of the anti-Government rebels. Earlier, there had been this, http://pressimus.com/Interpreter_Mag/press/3492, which transcribed the BBC’s interview with Bociurkiw on July 22nd. He said then: “We’re observing that major pieces, and I’m looking at the tail fin as I said, and then there’s also the rear cone section of the aircraft, they do look different than when we first saw them, … two days ago.” So, he had arrived on-scene July 20th at the latest. (Neither the BBC nor the CBC, both of which interviewed him, were sufficiently professional to have reported the specific date at which Bociurkiw had actually arrived on-scene, but, from this, it couldn’t have been after July 20th. The downing had occurred July 17th. If some of the debris was still “smoldering” as the CBC journalist said, then maybe he had arrived there even earlier.)
The youtube snippet of Bociurkiw came to me via a reader-comment to my article, from Bill Johnson, after which I web-searched the youtube clip for its source and arrived then at the 29 July 2014 CBC news article and its accompanying video.
Further, there’s this crucial 21 July photo-reconstruction of that cockpit-fragment positioned into place on the aircraft as it had originally been in that intact-airliner: https://twitter.com/EzraBraam. (Sometimes that doesn’t work, so here’s another screen of it from someone who copied it.) Looking at that photo-reconstruction, one can easily tell that the SU-25 or other fighter-jet that was firing into the cockpit from the pilot’s left side didn’t just riddle the area surrounding the pilot with bullets, but that it then targeted-in specifically onto the pilot himself, producing at his location a huge gaping hole in the side of the plane precisely at the place where the pilot was seated. Furthermore, this gaping hole was produced by shooting into the plane, precisely at the pilot, from below and to the pilot’s left, which is where that fighter-jet was located — not from above the airliner, and not from beside it, and also not from below it.
In other words: this was precise and closely-targeted firing against the pilot himself, not a blast directed broadly against, and aiming to hit, the plane anywhere, to bring it down.
Haisenko explained how this penetration of the plane, though it was targeted specifically at the pilot, caused immediately a breaking-apart of the entire aircraft.
Other readers have responded to my news-report about Haisenko’s article, by saying that shrapnel from a Buk missile could similarly have caused those holes into the side of the cockpit. However, that objection ignores another key feature of Haisenko’s analysis. Haisenko said there: “You can see the entry and exit holes. The edge of a portion of the holes is bent inwards. These are the smaller holes, round and clean, showing the entry points most likeley that of a 30 millimeter caliber projectile. The edge of the other, the larger and slightly frayed exit holes showing shreds of metal pointing produced by the same caliber projectiles. Moreover, it is evident that … these exit holes of the outer layer of the double aluminum reinforced structure are shredded or bent — outwardly!”
What this means is that in order to have some of those holes frayed inwardly and the other holes frayed outwardly, there had to have been a second fighter-jet firing into the cockpit from the airliner’s right-hand side.
That’s critically important, because no ground-based missile (or shrapnel therefrom) hitting the airliner could possibly have produced firing into the cockpit from both sides of the plane. It had to have been a hail of bullets from both sides, that brought the plane down, in that circumstance. This is Haisenko’s main discovery, by his pointing that out. You can’t have projectiles going in both directions — into the left-hand-side fuselage panel from both its left and right sides — unless they are coming at the panel from different directions. Nobody before Haisenko had noticed that the projectiles had ripped through that panel from both its left side and its right side. This is what rules out any ground-fired missile.
Peter Haisenko posted an extremely high-resolution image from that photo which he used, and it shows unequivocally that some of the bullet-holes were inbound while others of them were outbound: Here it is, viewed very close-up.
Although the fighter jets that were said to have been escorting the Malaysian plane into the war-zone were alleged to be SU-25 planes, a different type might have been used. SU-25s are designed to be flown up to 23,000 feet without an oxygen-mask, but can go much higher if the pilot does wear that mask, which was probably the case here. Of course, an airliner itself is fully pressurized. That pressurization inside the airliner is, moreover, a key part of Haisenko’s reconstruction of this airliner’s downing. Basically, Haisenko reconstructs the airliner’s breaking apart as soon as that hail of bullets opened and released the plane’s pressurization.
The specific photo of that cockpit-fragment, which Haisenko had downloaded immediately after the disaster, was removed from the Internet, but other photos of this fragment were posted elsewhere, such as at the British publication (which, like the rest of the Western “news” media is slanted pro-Obama, anti-Putin), on July 21st, headlining their anti-Putin missile-theory bias, “MH17 crash: FT photo shows signs of damage from missile strike.” Their “reporters” opened with their blatant anti-Russian prejudice:
“The first apparent hard evidence that Malaysia Airlines Flight MH17 was brought down by a surface-to-air missile is emerging from the crash site in eastern Ukraine, after experts confirmed on Monday there were signs of shrapnel damage to the aircraft.”
Although they didn’t say in their opener that the “surface-to-air missile” was from the rebels, they made clear their pro-Ukrainian-Government anti-Russian bias by saying, “Over the weekend, western intelligence agencies pointed to mounting evidence that backs Ukraine’s claim that the aircraft with 298 people on board was shot down by mistake by pro-Russian separatists and Russian military personnel with an SA-11 missile launched from a Buk-M1 SAM battery.” Their stenographers (or as they would say “reporters”) stenographed (“reported”) that, “Douglas Barrie of the International Institute for Strategic Studies, said the photographic evidence ‘was consistent with the kind of damage you would expect to see from the detonation of a high explosive fragmentation warhead of the type commonly used in a SAM system’.” No analyst from the pro-Putin camp was interviewed by their “reporters.” For example, Russia’s Interfax News Service headlined on July 29th, the same day as the FT’s article, “Boeing’s downing by Buk missile system unlikely — military expert,” and they stenographed their “expert,” as follows:
Chief of the Russian Land Forces’ tactical air defense troops Maj. Gen. Mikhail Krush said he doubts that the Malaysian passenger liner was brought down by a Buk surface-to-air missile system. “No one observed a Buk engaging targets in that region on that day, which provides 95 percent proof that Buk systems were not used in this concrete case,” the general said in an interview with the Voyenno-Promyshlenny Kuryer military weekly to be published on Wednesday [July 30th]. ”This is no more than a theory for now. However, a guided missile launched by a Buk missile system leaves behind a specific smoke trail as it flies, like a comet. In daylight this trail can be clearly seen within a radius of 20-25 kilometers from the missile system. It cannot remain unnoticed. There are no eyewitnesses to confirm there was any. No one reported a launch. This is one thing,” he said. “Second. The holes left by the strike elements on the Boeing’s outer skin indicate that the warhead blew up from below and sideways. A Buk missile strikes the target from above,” he said. “The damage done to the plane suggests that a different missile was used. Our guidance method is a zoom, when the missile strikes the target from above covering it with a thick cloud of fragments” the general said. “I cannot state categorically, guided by this data, but I can suggest, using my experience, that it was not a Buk missile that hit the Boeing,” the expert said.
General Krush’s statement can fit with Haisenko’s and with Bociurkiw’s, but not with FT’s or the rest of the “reporters” (just consider them as rank propagandists) in the West.
U.S. President Barack Obama has been saying all along that Russia – against which he is actually systematically building toward war – and not Ukraine (which he’s using as his chief vehicle to do that), is to blame for this airliner-downing. Previously, he had said that the snipers who in February had killed many people at the Maidan demonstrations against the pro-Russian Ukrainian President Viktor Yanukovych came from Yanukovych’s State Security Service and not from the far-right political parties that were trying to bring Yanukovych down and that Obama’s agent Victoria Nuland selected to run the new Ukrainian government. But that too was an Obama lie. He lies a lot, and it’s just about the only type of statement he ever makes about Russia, and about Ukraine: lies.
If someone wants to verify how rabidly the U.S. Government lies, and has lied since at least the time of George W. Bush’s Presidency, just look at this video, by starting at 16:00 on it and going to 42:00 on it, and you will be shocked. (It pertains to lies by Bush that are still being covered up by Obama.) And when you further consider the many obvious questions it points out, which U.S. “news” media refused to ask and still refuse to ask about the matter, you’ll recognize that we are being lied to systematically and with utter contempt of the public, and with no respect for the public’s right to know the truth, even regarding massive history like that. It’s really brutal.
Ignorant “reporters” sometimes slip-up and include, in their stenography, facts that actually support the opposite side’s narrative of events and that discredit their own story-line. Such has been the case, for example, in the Financial Times piece, which included the statement that, “Anti-aircraft missiles are not designed to score a direct hit as they are targeted to destroy fast, agile fighter jets. Instead, they are designed to explode within about 20m of their target, sending out a cloud of red hot metal to increase the chances of inflicting as much damage as possible.”
But rather than merely “a cloud of red hot metal,” what actually brought down this plane was what Haisenko has said brought it down: magazines-full of carefully targeted rapid-fire machine-gun bullets pouring forth from below the plane, at both its left and right.
This was a Ukrainian Government job. It was close-in. (No missile fired from the distance more than 30,000 feet down to the ground could have been that precise to target the pilot rather than the far larger target of the plane’s entire body.) It came from the Government that Obama installed there in February and that’s now carrying out an ethnic-cleansing campaign against the residents in Ukraine’s southeast, the places where Yanukovych’s voters live (to the extent that they still can and do live).Compare that picture with the following one, which I take from a propaganda-site for the U.S. regime, and so which is intended instead to support the Administration’s line on this, certainly not Haisenko’s explanation of how the airliner was downed, though it actually supports Haisenko’s case:
As you can see there, a plane that’s hit by a ground-fired missile, instead of by bullets fired from an attack-plane only a few yards away, has the damage spread rather widely over its body, not concentrated into a tiny area, such as to where the plane’s pilot is seated. Certainly, the contrast between that photo and this one is enormous.
Furthermore, note also that the shrapnel damage to that plane comes from above it, which is where missiles usually hit a plane from, releasing their shrapnel from above, down onto the plane. By contrast, the hail of bullets to the Malaysian plane’s pilot came from below the plane, aiming upward at the cockpit, from both sides of the cockpit.
As regards whether there were actually two fighter jets firing into the Malaysian airliner or only one, a proponent of the single-jet hypothesis, Bill Johnson, posted as a reader-comment to my article on August 4th, a series of extreme close-ups of the side-panel, in which he inferred that the explanation of the apparent left-side (pilot-side) bullets was probably the shape of the bullets. I then asked him why he declined to accept the possible existence of two jets. He said,
“from what I could find Russian military radar detected only one Ukrainian fighter jet, not two. I have looked and looked for any type of radar confirmation of a second fighter jet and can not find it.”
However, the most virginal, earliest, online evidence concerning the matter was on July 17th, within moments of the downing, headlined in the subsequent English translation, “Spanish Air Controller @ Kiev Borispol Airport: Ukraine Military Shot Down Boeing #MH17,” and it included, “@spainbuca’s TWITTER FEED,” which included his observation, only minutes after the downing, “2 jet fighters flew very close” to the plane. Furthermore, immediately before that, he had tweeted, “The B777 plane flew escorted by Ukraine jet fighter until 2 minutes before disappearing from the radar.” So, perhaps the second jet appeared distinct to him only immediately prior to the downing.
The accompanying news-report, also on July 17th, said:
“This Kiev air traffic controller is a citizen of Spain and was working in the Ukraine. He was taken off duty as a civil air-traffic controller along with other foreigners immediately after a Malaysia Airlines passenger aircraft was shot down over the Eastern Ukraine killing 295 passengers and crew on board. The air traffic controller suggested in a private evaluation and basing it on military sources in Kiev, that the Ukrainian military was behind this shoot down. Radar records were immediately confiscated after it became clear a passenger jet was shot down.” If this is true, then the radar-records upon the basis of which those tweets had been sent were “confiscated.”
The best evidence is consistent that those bullet-holes came from two directions not from one. What is virtually certain, however, is that at least one jet fighter was close up and shot down the Malaysian plane. The rest of the tweets from @spainbucca, there, described the immediate hostility of the Kiev authorities toward him on the occasion, and his speculations as to who was behind it all.
And the European Union has been playing along with this hoax. (If you still have any further doubts that it’s a hoax, just click onto that link and look.) And the mass of suckers in the West believe that hoax: it’s succeeding to stir a fever for war, instead of a fever to get rid of our own leaders who are lying us into a war that will benefit only the West’s aristocrats, while it inflicts massive physical and economic harms against everyone else – as if it were the invasion of Iraq except multiplied in this case a thousand-fold, especially with nuclear weapons possibly at the end of it.
If we had a free press, the news media would be ceaselessly asking President Obama why he doesn’t demand accountability against the Ukrainian Government for their massacre perpetrated on May 2nd inside the Trade Unions Building in Odessa, where that newly Obama-installed regime’s peaceful opponents were systematically trapped and then burned alive, which the Obama-installed Ukrainian Government has refused to investigate (much less to prosecute). Basically: Obama had sponsored the massacre. So, our “news” media ignore it, even though it started this civil war on Russia’s doorstep, and thereby re-started the Cold War, as Obama had intended that massacre (his massacre, and his subsequent ethnic cleansing) to do. (Similarly, the “news” media, though all of them receive my articles by email, virtually all refuse to publish them, because I won’t let them control what I find and report.)
And while Obama leads this Republican policy, and Vice President Dick Cheney’s top foreign-policy advisor Victoria Nuland actually runs it for Obama, congressional Democrats are just silent about it, and do not introduce impeachment of this fake “Democratic” hyper-George W. Bush neo-conservative President, who’s a “Democrat” in rhetoric only – and though Obama’s policy in this key matter threatens the entire world.
A reader-comment to an earlier version of this news report and analysis objected to my identifying Obama as a Republican-in-”Democratic”-sheep’s clothing, and said:
“They may be rethug policies in origin but they are decidedly BI-PARTISAN to anyone who wants to admit FACTS. The democratic party you all think still exists is DEAD and only exists in your brain (the part that doesn’t accept reality).”
However, U.S. Senate bill 2277, which invites Obama to provide direct U.S. military support to the Obama-installed Ukrainian regime, has 26 sponsors, and all of them are Republican U.S. Senators. Democratic Senators, by contrast, are just silent on Obama’s turn toward nazism (or racist — in this case anti-ethnic-Russian racist – fascism); the Senate’s Democrats aren’t seeking for it to be stepped up.
This is a Republican policy, which congressional Democrats are simply afraid to oppose. Any realistic person knows that however far right Obama turns, the overt Republican Party will turn even farther to the right, because they have to be to his right in order for them to be able to win Republican primaries and retain their own Party’s nomination. Just because Obama’s game of moving the American political center as far to the right as he can move it is succeeding, doesn’t mean that the Democratic Party itself should end. It instead means that progressives need to take the Democratic Party over, just like conservatives took the Republican Party over with Reagan. There is no other hope.
If a Democrat in the U.S. House will simply introduce an impeachment resolution against Barack Obama, then the right-wing takeover of the Democratic Party might finally end, and the world might yet be saved, because the Democratic Party itself could then reject Obama as being a fake “Democrat,” a Democrat-in-rhetoric-only. It could transform American politics — and American politics needs such a transformation, which would move the Democratic Party back to progressivism, more like the FDR Democratic Party was, so that Republican politicians would no longer need to be so fascist as they now have become (and as they now need to be in order to be able to win their own Party’s nomination). If Democrats fail to renounce the conservatism of Obama and of the Clintons, then the Party will end, and needs to be replaced, just like the Republican Party replaced the Whig Party immediately before the Civil War. Nazism has become today’s slavery-type issue – it’s beyond the pale, and Obama’s installation and endorsement of it in Ukraine is like James Buchanan’s endorsement of slavery was during the 1850s: either the Democratic Party will become the progressive party, or else the Democratic Party is over.
But that’s just my own theory of how Obama’s frauds might yet be able to be overcome and defeated, if they still can be; it’s not part of my presentation of the explanation of what brought down the Malaysian airliner, which has been an open case since July 17th, and which is now a closed case. This is past history, not future.
The present news story is being circulated free of charge or copyright to all “news” media in the English-speaking world, in the perhaps vain hope that the cover-ups of our leaders’ constant lies will cease soon enough to avoid a World War III, even though communism is long since gone from Russia and so the ideological excuse wouldn’t make any sense here.
This insanity is actually all about aristocratic conquest, like World War I was. It’s not for the benefit of the public anywhere. Silence about it (by “Democrats,” and the “news” media) is a scandal, which needs to stop. The real Democratic Party (the Party of FDR, who loathed and despised nazis — and even mere fascists — yet today Obama installs nazis into Power in Ukraine) must be restored, and a real news media needs to become established in America. Even Republicans need it, because the very idea of “victory” in a nuclear war is a vicious fantasy. It is a dangerous lie, though there are some people who find it a very profitable one. And time might be short — let’s hope not already too short.
After all, Obama’s hoax of having won from Europe the stepped-up economic sanctions against Russia after the government that Obama had installed in Ukraine downed the Malaysian plane and successfully blamed it on “Russian aggression,” is very encouraging to him. And European leaders know that Obama’s entire operation is a very bloody fraud (read the phone-transcript there — it’s a stunner). So, they certainly won’t save the world from it. It’s up to us.
Investigative historian Eric Zuesse is the author, most recently, of They’re Not Even Close: The Democratic vs. Republican Economic Records, 1910-2010, and of CHRIST’S VENTRILOQUISTS: The Event that Created Christianity.
http://www.globalresearch.ca/evidence-is-now-conclusive-two-ukrainian-government-fighter-jets-shot-down-malaysian-airlines-mp7-it-was-not-a-buk-surface-to-air-missile/5394814
CB
7 de agosto de 2014 8:13 pmhttp://www.onu.org.br/onu-hab
http://www.onu.org.br/onu-habitat-elogia-plano-diretor-de-sao-paulo-e-sugere-projeto-como-exemplo-ao-mundo/
O diretor regional da agência da ONU destacou a ênfase do projeto no planejamento urbano e no enfoque em sustentabilidade e urbanismo social.
Durante a cerimônia de sanção do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, o diretor regional do Escritório para América Latina e o Caribe do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), Elkin Velasquez, destacou os méritos do plano recém sancionado, sublinhando que “São Paulo teve a ousadia para seguir os princípios de sustentabilidade e urbanismo social”.
Velasquez elogiou a inclusão do planejamento urbano como peça fundamental no plano de São Paulo, como guia para qualquer ação de setores no cotidiano da cidade, em especial do público. Mais do que isso, frisou que é necessário que ele seja utilizado para fomentar os princípios e instrumentos do urbanismo.
O PDE tem o objetivo de adensar e reogarnizar a cidade de São Paulo nos próximos 16 anos, centrando seus esforços em três eixos principais – moradia, mobilidade urbana e sustentabilidade. Além de contar com a participação de técnicos do setor público, o desenho do plano incluiu a opinião da sociedade civil através de um processo colaborativo que contou com mais de 25 mil contribuições pela internet.
Contextualizando a iniciativa paulistana no cenário global, o representante do ONU-Habitat afirmou que São Paulo é um exemplo para outras metrópolis do planeta, lembrando que o município tem encontrado na densidade urbana uma oportunidade de reorganização do espaço, algo que o programa da ONU vem incentivando em outras cidades do mundo.
“Estamos totalmente alinhados com o que há de mais moderno em diretrizes urbanísticas. O plano já vem sendo estudado e discutido em artigos acadêmicos no mundo”, disse o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad.
Velasquez ofereceu o suporte do ONU-Habitat e convidou a capital paulista a sistematizar o plano para que ele inspire a nova agenda de desenvolvimento pós-2015, que substituirá os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, assim como as discussões da Habitat III, a Conferência Global de Assentamentos Humanos em 2016.