
Enviado por Jose Borges
Mein Kampf oder Meine Skizze, es ist das gleiche.
Artigo do Deputado Israelense Moshe Feiglin publicado no israelnationalnews.com sobre os planos de Israel para a faixa de gaza.
Ultimatum – Um aviso do primeiro-ministro de Israel à população inimiga, em que ele anuncia que Israel está prestes a atacar alvos militares em sua área, e exorta aqueles que não estão envolvidos e não deseja ser prejudicado para sair imediatamente. Sinai não está longe de Gaza e podem sair. Este será o limite de esforços humanitários de Israel. Hamas pode render incondicionalmente e prevenir o ataque.
Ataque – Ataque total em Gaza com força máxima do IDF (e não uma pequena fração dela), com todos os meios convencionais à sua disposição. Todos os alvos militares e de infra-estrutura serão atacados sem qualquer consideração para ‘escudos humanos’ ou ‘dano ambiental’. O suficiente para que acertem os alvos exatos e que lhes deu aviso prévio.
Siege – Paralelamente ao anterior, um cerco total da Faixa de Gaza. Nada vai entrar na área. Israel, no entanto, permite a saída de Gaza. (Os civis podem ir para o Sinai, os combatentes podem se render às forças IDF).
Defesa – Qualquer lugar a partir do qual as forças de Israel ou israelenses foram atacados será imediatamente atacado com força total e sem consideração para ‘escudos humanos’ ou ‘dano ambiental’.
Conquistar – Após a IDF completa o “amolecimento” das metas com o seu poder de fogo, o IDF vai conquistar toda a Faixa de Gaza, usando todos os meios necessários para minimizar qualquer dano aos nossos soldados, sem outras considerações.
Eliminação – O GSS e IDF irá eliminar completamente todos os inimigos armados de Gaza. A população inimiga que é inocente e se separou dos terroristas armados serão tratados de acordo com o direito internacional e serão autorizados a sair. Israel vai generosamente ajudar aqueles que desejarem sair.
Soberania – Gaza faz parte de nossa terra e vamos permanecer lá para sempre. Libertação de partes da nossa terra para sempre é a única coisa que justifica pôr em perigo os nossos soldados no campo de batalha para capturar terra. Após a eliminação do terror de Gaza, ele se tornará parte de Israel soberano e será preenchida por judeus. Isso também irá servir para aliviar a crise de habitação em Israel. A linha de trem costeira será estendida, o mais rápido possível, para chegar a todo o comprimento da Faixa de Gaza.
De acordo com pesquisas, a maioria dos árabes em Gaza deseja sair. Àqueles que não estavam envolvidos em atividades anti-Israel será oferecido um pacote de emigração internacional generoso. Aqueles que optarem por permanecer receberá status de residente permanente. Depois de um certo número de anos de vida em Israel e se acostumando a ele, dependendo da legislação adequada no Knesset e autorização do Ministro do Interior, àqueles que, pessoalmente, aceitarem a si mesmos as regras, substância e modo de vida do Estado judeu em Israel sua terra, será oferecida cidadania israelense.
Helio J. Rocha-Pinto
27 de julho de 2014 12:45 pmSolução
O esboço para uma solução é incorporar Gaza a Israel? Retirar mais terra palestina? Só pode ser piada.
Jorge Luis
27 de julho de 2014 12:51 pm“Qualquer lugar a partir do
“Qualquer lugar a partir do qual as forças de Israel ou israelenses foram atacados será imediatamente atacado com força total e sem consideração para ‘escudos humanos’ ou ‘dano ambiental’.”
“Israel vai generosamente ajudar aqueles que desejarem sair.”
“Após a eliminação do terror de Gaza, ele se tornará parte de Israel soberano e será preenchida por judeus.”
Ah, bom. Então tá.
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de julho de 2014 12:57 pmBoicote total a Israel!!!
O Brasil precisa iniciar uma ação efetiva contra as atrocidades cometidas pelo governo de Israel.
Suspender por tempo indeterminado as importações e exportações, bem como os voos comercias.
Além disso deve fazer um chamado para todos os países acompanharem o boicote internacional.
Mauricio K
28 de julho de 2014 2:09 pmBoicote a Israel
Concordo com vc Roberto, Israel precisa ser boicotado mesmo
Roberto, Israel precisa ser boicotado mesmo. Se você é daqueles que adoram odiar Israel e está louco de vontade de boicotar seus produtos, aqui vai uma lista para ajudar :
– Remova chips sionistas Pentium e Celeron.
– Desinstale seu Windows XP.
– Sistema Microsoft? Esqueça.
– Remova anti-vírus e Firewall. Já!
– Enviar e-mail? Não mais. Código de algoritmo é… israelense!
– Compre um pager! Tecnologia do telefone celular foi desenvolvida em… Israel.
– Desative seu voicemail. Israelense.
– Facebook? Não te pertence mais.
– Busca online? Cuidado, maioria é israelense.
– Usa Waze? Usava.
– Reinstalou ICQ? Sionista! Desinstale.
– Curte e-book? Curtia!
– Armazenar dados na Web? Vá com calma, maioria israelense.
– Carro elétrico? No! Polua pra sempre.
– Tomatinho-cereja delicioso? Volte pro tomatão.
– Tecnologia de irrigação contra fome na África, China, Índia e Indonésia (maior país muçulmano do mundo): é o fim!
– Genéricos: prefira os de marca. A israelense Teva é a maior do mundo!
– Câncer: cientistas israelenses na vanguarda dos tratamentos.
– HIV: já ouviu falar do AZT?
– Diabético? Evite injetar insulina com aparelhos desenvolvidos em Israel.
– Esclerose múltipla: pare Copaxone, dos mais eficazes. Laquinimod? Abandone.
– Parkinson: remova marcapasso israelense que minimiza os tremores. Interrompa Levodopa.
– Histórico de doença cardíaca ou arterioesclerose na família? Reze pra doença não ter. Detecção prévia? Não pra você.
– Epilepsia: livre-se da pulseira sionista que envia alertas!
– Apneia do sono: testes só sem aparelhos israelenses.
– Dislexia: babau pro sistema de leitura baseado na intranet.
– Alergias de pele: tratar com creme de esteroide, esqueça os sem.
– Catéteres? Protegidos contra infecção por plástico israelense.
– Cirurgia na garganta: só sem laser cirúrgico sionista!
– Colonoscopia e gastro: aborte câmeras israelenses.
– Nunca implante um coração artificial: Israel foi pioneira!
– Transplante de rim: espere doadores do mesmo tipo sanguíneo! Métodos de Israel permitem outros doares!
– Células tronco: esqueça fabulosos tratamentos!
– Tratamento dentário: esqueça os principais, scanner desenvolvido em Israel.
– Assistência humanitária e produção local: quase 40 países beneficiados
mauro silva 1
27 de julho de 2014 1:04 pmsalteadores
é esse o tipo de bandido que o cidadão, a ‘democracia’ de israel elege como representante.
dessa forma, seria ‘antissemitismo’ responsabilizar todos os israelenses pelos crimes contra a humanidade que seu estado comete?
quem são os terroristas? … o autor de um discurso desse calão não é um terrorista repugnante?
aguardemos as ‘considerações’ dos porta-vozes do sionismo nesse blogue.
peregrino
27 de julho de 2014 2:00 pmpromessas de paz…
maioria foram eleitos com a promessa de acabar com tudo o que estão praticando agora…………….
mas justifica-se em mentes primitvas…………………..
paz é a morte de todos do outro lado, liberando mais terra para se viver em paz
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de julho de 2014 1:17 pmO embaixador de Israel em Washington, Ron Dremer
Israel merece o Nobel da Paz por “contenção”, afirma seu embaixador nos EUA
Yahoo Brasil—notícias—EFE – sáb, 26 de jul de 2014___Washington, 25 jul (EFE)
O embaixador de Israel em Washington, Ron Dremer, disse nesta sexta-feira em declarações à Agência Efe que “Israel merece o Prêmio Nobel da Paz pela contenção que estão demonstrando as Forças Armadas” na Faixa de Gaza, apesar do número de mortos no território palestino já superar os 800, muitos deles civis.
O diplomata criticou os meios de comunicação por não destacarem que o Hamas está utilizando a população civil como “escudo humano” e estabelecendo uma estratégia bélica que se repetirá no futuro, se esta não for denunciada publicamente.
Dremer, embaixador israelense em Washington há menos de um ano, afirmou que Israel merece “a admiração da comunidade internacional” pelo cuidado com o qual está realizando a incursão terrestre em Gaza, apesar de ter reconhecido que alguns erros foram cometidos.”As críticas às operações militares só conseguirão convencer o Hamas de continuar utilizando civis como escudos humanos, já que Israel é quem acaba sendo responsabilizado por essas mortes”, disse o embaixador.
Na sua opinião, se o Hamas considera que esta é uma estratégia efetiva, não se comprometerá com um cessar-fogo de longo prazo com Israel, o que, por enquanto, parece distante.
A invasão terrestre, que começou há uma semana como resposta aos ataques com foguetes do Hamas, fez o número de mortes disparar, especialmente em Gaza, onde fontes oficiais dentro do território palestino já situam os mortos em 865 e os feridos em 5,7 mil, a maioria civis.
A ofensiva, que também custou a vida de 35 soldados e três civis israelenses, gerou também um aumento nas críticas de organizações de defesa dos direitos humanos.A morte de um grande número de crianças palestinas e o ataque contra uma escola-refúgio das Nações Unidas em Beit Hanoun na última quinta-feira, no qual morreram 15 pessoas por disparos e cuja autoria ainda não foi confirmada, provocaram um clamor internacional por um cessar-fogo imediato, que acabou sendo estipulado hoje por pelo menos 12 horas.Fontes israelenses que pediram o anonimato garantiram nesta sexta-feira que “terroristas” do Hamas realizaram disparos de um edifício pertencente às instalações do complexo escolar de Beit Hanoun atacado ontem. “Cometemos erros, mas o número de vítimas poderia ser muito pior”, reconheceram.A investigação de Israel, que apresentará seus resultados em “alguns dias”, pretende esclarecer se os disparos que causaram o massacre na escola de Beit Hanoun foram lançados pelo Hamas.Funcionários israelenses não escondem sua frustração pelas críticas que o país vem recebendo depois de 19 dias da operação Limite Protetor, que tem como principal objetivo destruir as posições de onde o Hamas lançou mais de 2 mil foguetes contra o território israelenses e acabar com a rede de túneis que ligam Gaza a Israel.”Podemos dizer que estamos sendo crucificados (pela imprensa). Estamos horrorizados com as mortes (de crianças), mas quem deve ser culpado por elas é o Hamas”, garantiram.Funcionários israelenses que conhecem os detalhes da operação Limite Protetor argumentam que o Hamas está escondendo armas em escolas e casas e que o grupo também faz ameaças à população, ordenando que as pessoas não deixem os locais que Israel avisa com adiantamento que serão alvos de ataques.
O governo israelense considera que o Hamas quer romper o isolamento ao qual foi submetido depois da deposição, no ano passado, do governo egípcio de Mohammed Mursi, a quem acusou de ter fornecido materiais para a fabricação de seu arsenal de foguetes.
Segundo estimativas de fontes israelenses, sob a pressão imposta pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês), o Hamas teria a capacidade de manter seus ataques “por mais uma ou duas semanas”. EFE
URL:
https://br.noticias.yahoo.com/obama-presta-homenagem-aos-muçulmanos-americanos-iftar-casa-033524919.html
Marco St.
27 de julho de 2014 1:31 pmO legado de Hitler continua
O legado de Hitler continua vivo.
Toni
27 de julho de 2014 1:40 pm.
Este deputado não passa de um Bolsonaro israelita e não pode ser levado a sério.
peregrino
27 de julho de 2014 1:46 pmmaldito seja…
já que acredita que todos os meios para se chegar a uma solução favorável unicamente à Israel são permitidos
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de julho de 2014 2:01 pmSete prémios Nobel da Paz pedem embargo de armas a Israel
—Apelamos à ONU e aos governos de todo o mundo para que tomem passos imediatos no sentido de implementar um amplo embargo militar a Israel, legalmente obrigatório, semelhante ao imposto à África do Sul durante o apartheid.—-
Apelo de personalidades inclui também cineastas, jornalistas, realizadores de cinema, filósofos, académicos e denuncia a ajuda militar dos EUA e a cumplicidade da União Europeia, que promove o comércio e a cooperação militares.
Esquerda,Net——21 de Julho, 2014 – 11:24h
—Um caça F-15D israelita: os EUA fornecem 30 mil milhões de dólares de ajuda militar. Fotode I wish I was flying—-
Eis a versão resumida do apelo, publicada no The Guardian de 19 de julho.
Israel desencadeou mais uma vez toda a força do seu poderio militar contra a população palestiniana cativa, particularmente na sitiada Faixa de Gaza, num ato de agressão militar ilegal e desumano. A capacidade de Israel de realizar esses devastadores ataques com impunidade deriva em grande parte da vasta cooperação militar internacional e do comércio que mantém com governos cúmplices em todo o mundo. No período de 2008-19, os EUA têm previsto fornecer ajuda militar a Israel no valor de 30 mil milhões de dólares, enquanto as exportações militares anuais de Israel para o mundo atingiram milhares de milhões.
Em anos recentes, países europeus exportaram para Israel armas no valor de milhares de milhões de euros e a União Europeia financiou bolsas de investigação no valor de centenas de milhares de euros às empresas militares israelitas. Países emergentes como Índia, Brasil e Chile estão a aumentar rapidamente o seu comércio militar e cooperação com Israel, apesar das suas declarações de apoio aos direitos palestinianos. Ao importar e exportar armas para Israel e facilitar o desenvolvimento da tecnologia militar israelita, os governos estão de facto a enviar uma mensagem clara de que aprovam a agressão militar israelita, incluindo os seus crimes de guerra e possíveis crimes contra a humanidade.
A tecnologia militar israelita é propagandeada como “testada no terreno” e exportada por todo o mundo. O comércio militar e as relações de investigação na área militar com Israel ampliam a sua impunidade ao cometer graves violações da lei internacional e facilitam o reforço do sistema israelita de ocupação, colonização e rejeição sistemática dos direitos dos palestinianos.
Apelamos à ONU e aos governos de todo o mundo para que tomem passos imediatos no sentido de implementar um amplo embargo militar a Israel, legalmente obrigatório, semelhante ao imposto à África do Sul durante o apartheid.
Subscrevem: Adolfo Peres Esquivel Nobel da Paz, Argentina, Ahdaf Soueif autor, Egito/Reino Unido, Aki Olavi Kaurismäki realizador de cinema, Finlândia, Alice Walker escritora, EUA, Arcebispo Desmond Tutu Nobel da Paz, África do Sul, Betty Williams Nobel da Paz, Irlanda, Boots Riley rapper, poeta, produtor de arte, EUA, Brian Eno, músico, Reino Unido, Caryl Churchill dramaturga, Reino Unido, Chris Hedges jornalista, Prémio Pullitzer 2002, EUA, Cynthia McKinney política, ativista, EUA, David Palumbo-Liu académico, EUA, Etienne Balibar filósofo, França, Federico Mayor Zaragoza ex-diretor-geral da Unesco, Espanha, Felim Egan pintor, Irlanda, Frei Betto teólogo da libertação, Brasil, Gillian Slovo escritor, Reino Unido/África do Sul, Githa Hariharan escritora, Índia, Giulio Marcon deputado (SEL), Itália, Hilary Rose académica, Reino Unido, Ilan Pappe historiador, Israel, Ismail Coovadia ex-embaixador da África do Sul em Israel, James Kelman escritor, Escócia, Janne Teller escritora, Dinamarca, Jeremy Corbyn deputado (Labour), Reino Unido, Joanna Rajkowska artista, Polónia, Jody Williams Nobel da Paz, EUA, John Berger artista, Reino Unido, John Dugard ex-juiz do TPI, África do Sul, John McDonnell deputado (Labour), Reino Unido, John Pilger jornalista e realizador, Austrália, Judith Butler filósofa, EUA, Juliane House académica, Alemanha, Karma Nabulsi Universidade de Oxford, Reino Unido/Palestina, Ken Loach realizador de cinema, Reino Unido, Kool AD (Victor Vazquez) músico, EUA, Liz Lochhead poeta, Escócia, Reino Unido, Luisa Morgantini ex-vice-presidente do Parlamento Europeu, Itália, Mairead Maguire Nobel da Paz, Irlanda, Michael Mansfield advogado, Reino Unido, Michael Ondaatje autor, Canadá/Sri Lanka, Mike Leigh escritor e realizador, Reino Unido, Naomi Wallace dramaturga, guionista, poeta, EUA, Noam Chomsky académico, autor, EUA, Nurit Peled académica, Israel, Prabhat Patnaik economista, Índia, Przemyslaw Wielgosz editor-chefe do Le Monde Diplomatique, edição polaca, Polónia, Raja Shehadeh autor e advogado, Palestina, Rashid Khalidi académico, autor, Palestina/EUA, Richard Falk ex-relator especial da ONU para os territórios palestinianos ocupados, US, Rigoberta Menchú Nobel da Paz, Guatemala, Roger Waters músico, Reino Unido, Ronnie Kasrils ex-ministro, África do Sul, Rose Fenton diretor, Free Word Centre, Reino Unido, Sabrina Mahfouz autora, Reino Unido, Saleh Bakri ator, Palestina, Sir Geoffrey Bindman advogado, Reino Unido, Slavoj Zizek autor, Eslovénia, Steven Rose académico, Reino Unido, Tom Leonard escritor, Escócia, Tunde Adebimpe músico, EUA, Victoria Brittain jornalista, Reino Unido, Willie van Peer académico, Alemanha, Zwelinzima Vavi secretário-geral da Cosatu, África do Sul.
URL:
http://www.esquerda.net/artigo/sete-premios-nobel-da-paz-pedem-embargo-de-armas-israel/33476
alfredo sternheim
27 de julho de 2014 3:12 pmIgualdade
Tudo bem, desde que se proponha embargo de armas e recursos ao Hamas e outros movimentos terroristas que pregam o fim físico do estado de Israel. O Hamas faz tuneis, lança foguetes e usa doações financeiras da Onu e outros países feitas para reconstruções de escolas e hospitais, em prol de seu armamento, de seu poderio predatório. O Hamas usa os habitantes de Hamas como escudo, para depois fazer campanha midiática com a imagem de crianças mortas e feridas. Uma covardia. O Hamas devia propor uma trégua sob a Onu visando a saída daqueles que querem sair de Gaza e imediações. E o governo Dilma se “queima” com a chanchada diplomática causada por um de seus ministros que provocou rude reação de Israel. Vamos nos indignar também com odesastrado chanceler que não precisava chamar o embaixador do Brasil em Israel de volta. Se ele quer esclarecimentos, usasse o tlefone, o rádio ou o Skipe. Sai mais barato e menos ofensivo. Com um ministro desses, o PT não precisa de oposição.
Francy Lisboa
27 de julho de 2014 4:24 pmVc é burro ou age de má fé
Vc é burro ou age de má fé como uns que vem dizer esse tipo de coisa? Quem disse que ser contra a morte de crianças é apoiar o terrorismo. Vc, junto com “Leonzinho” são patéticos e seguem a lógica de usar de ideologia para perpetrar essas asneiras de que criticar Israel é ser anti-semita. O Hamaz não difere de Netanyaho, ambos ficam de longe sem serem atingidos de fato. Essas lágrimas de crocodilo isarelenses de que foram vitimizados pelos Judeus e agram podem udo já não engana mais ninguém. O Governo acertou em não apoiar mais mortes de civis. Quem em são consciência apoiaria isso? Ah sei, vcs que acham que tem boninho e mal nessa historia toda. Guerra é guerra, entre em uma e vc verá porque a amioria do mund condena. Ficar de longe é fácil. Fique um dia na faixa de gaza escutando gritos que vc verá o que é bom pra tosse.
Elio
27 de julho de 2014 8:33 pmVocê só se preocupa com as
Você só se preocupa com as crianças palestinas, e nenhuma preocupação com os cidadãos israelenses.
Claro ,Francy Lisboa, você é um homem de boa fé.
mauro silva 1
28 de julho de 2014 12:47 amé muito cinismo
… ou sionismo.
1050 palestinos mortos, a quarta parte crianças, frente a 35 judeus, sendo 34 soldados?
nem o universo tem a infinitude da canalhice humana. humana não porque sionista é infame. não é gente, é escória.
vc viu a sequência de fotos daquelas 4 crianças que brincavam na praia, e foram assassinadas pelos canalhas sionistas?
vc não tem vergonha na cara de vir com essa conversa fiada de “terrorismo” dos palestinos?
crianças brincando numa praia são terroristas?
vc acha que o mundo está tão imbecilizado que acredita numa única palavra desse consórcio de canalhas do anglo-sionismo?
enfia a viola no saco e poupe-nos da sua estupidez infinita.
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de julho de 2014 9:56 pmUma ação clássica da diplomacia internacional
Creio qua a chamada do embaixador para consulta é um ação clássica da diplomacia internacional……..considerada uma mais forte que uma declaração de repúdio, ou de pronunciamento de desagravo na ONU.
Além disso indica uma dispodiçao maior para avançar as ações diplomáticas em direção a suspenção dos acordos comerciais, dos acordos militares e das relações diplomáticas, e a fazer parte ou liderar uma ação embargo comercial e militar.
wendel
28 de julho de 2014 7:50 pmE então…….
Pelo nome, alfredo sternhein, dever ser judeu, e que tal aceitar a sugestão de ir para o teatro de guerra salvar o pobre estado de Israel da enorme máquina de guerra dos Palestinos.
Se estva em duvida, esta seria uma otima oportunidade para praticar sua ALIAH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Como muitos aliás, já o fizeram, plois ficar atrás de um computador, defendendo o indenfensável, e num pais relativamente calmo, é mais que confortável!!!
Prove sua disposião em ser realmente um dos membros do Povo Escolhido!!!!
jorge paula
27 de julho de 2014 2:07 pmEsse odio sem limites ainda
Esse odio sem limites ainda vai varrer o estado sionista do mapa.
Silvio Silva
27 de julho de 2014 2:45 pmEste não é só o plano desses
Este não é só o plano desses deputado, é o plano de Israel com alguns ajustes para realização em médio e longo prazo.
Zanchetta
27 de julho de 2014 2:46 pmEu acho que primeiro deve-se
Eu acho que primeiro deve-se atender o estatuto do HAMAS, ou seja, a destruição do Estado de Israel….
Depois a gente vê o que dá para fazer a mais…
Patricinho
27 de julho de 2014 4:12 pmAponte onde
Os primatas são mais inteligentes. Primeiro apresente o tal estatuto, sem photoshop (como a turma do Dops faz). Depois vamos ver se você leu direito. Uma coisa é a destruição do Estado de Israel. Outra é não reconhecer o Estado Sionista Criminoso de Israel. Isso qualquer um pode fazer, nem precisa se filiar ao Hamas.
DUDE
27 de julho de 2014 6:14 pmVOCÊ ACREDITA NO QUE DIZ?
Zanchetta, você realmente acredita em tudo o que você diz ou é apenas uma maneira sua de mostrar-se sempre ser oposição ao governo brasileiro, um torcedor fanático, como se estivéssemos em Fla x Flu?.
Sei que você está ironizando, mas não acredito que você realmente pense aquilo que você pretende dizer.
É um torcedor inveterado. Não se sustenta em razões algumas.
Até sentimentos lhe faltam, pois diarimente morrem crianças, vítimas deste cerco à Gaza.
Se o atual governo deixou claro que não concorda com esta tragédia humana, a desproporcionalidade entre as forças, isto não é motivo para defender Israel.
Temos que ser sensíveis. Esqueça este Fla x Flu, esta idiota torcida entre situação e oposição.
Helio J. Rocha-Pinto
28 de julho de 2014 12:41 amBlaya
Zanchetta é a mais nova encarnação do Mario Blaya. São os mesmos comentários cínicos e rasteiros; além da estratégia morde e corre.
Flavio Martinho
27 de julho de 2014 3:00 pmComo que um exercito melhor
Como que um exercito melhor do mundo demora tanto para avançar 10 km? Imagine esse exercito na segunda guerra. Se alguem dependesse dele ainda se estaria na metade do caminho para chegar a Berlim. E olha lá, se já não tivesse sido dizimado pela SS.
Patricinho
27 de julho de 2014 3:03 pmIsrael se revela
Agora ficou claro para o mundo o que já era claro para os palestinos. Desde antes da formação do estado de Israel, o método utilizado é o mesmo. Suas provocações, invasões, pilhagens, massacres e outros crimes não eram eventuais ou uma resposta pontual à “população inimiga” * – como a mídia tentava mostrar. Os fatos demonstram claramente que Israel adotou um plano de ocupação e o seguiu sem sair da rota, independentemente dos governos que se sucederam. O Fulano apenas destampou o vaso sanitário e o expôs ao mundo. A Solução Final à moda israelense.
Esse imbecil, sendo deputado, representa o pensamento de uma população israelense. Ainda que o esboço não se cumpra, o documento serve para confirmar as intenções não declaradas de Israel. Saiu como uma brotoeja, expontânea, das mãos de um psicopata megalomaníaco. O que não é exatamente um fenômeno novo naquele país. Os israelenses estão sendo levados a se acreditarem mesmo como povo escolhido, sem pejo nem medo. Doses de uma droga próxima do letal está sendo aplicada diariamente nas veias judaicas, desde 1948, por seus próprios líderes. O nome da droga é muito perigosa para ser mencionada aqui, mas digamos que ela funcionou bem com alemães na Alemanha nazista.
* Este é o termo usado no esboço do puto israelense.
Sérgio Lamarca
27 de julho de 2014 3:07 pmLimpeza Étnica
Quero ver os ingleses com a suas caras de pau e os amercanos com a coniviência, falarei um ai ao que Israel está imputando.
Sérgio Lamarca
27 de julho de 2014 3:13 pmLimpeza Étnica
Imagine se o governo brasileiro desse um ultimatum a todo e qualquer judeu que ou mudasse de religião ou teria uma generosa ajuda para irem para onde bem entenderem.
No fundo, acho que é coisa de povo. Deixei de acreditar que era coisa só de fascista judeu transverstido de sionista. É o povo judeu que deseja a limpeza étnica. O nazismo foi um fenomeno de massa, tal como o fascismo italiano. O sionismo judeu é filho do mesmo fenômeno de massa. É o povo judeu apoiando em sua maioria o extermínio e a exclusão dos palestinos da faixa de Gaza. Pode uma série de pessoas honesta que comunguem a religião judáica dizer que não, mas é!
José X.
27 de julho de 2014 4:18 pmMinha opinião também. Às
Minha opinião também. Às vezes a mídia mostra israelenses anti-fascistas (o mais conhecido é Uri Avnery) mas eles são exceção, os eleitores judeus em Israel continua elegendo políticos fascistas desde que o país foi criado. Isso sem contar que na prática Israel é uma teocracia, onde a palavra final acaba sendo dos extremistas religiosos judeus.
drigoeira
27 de julho de 2014 3:38 pmNão tem solução…
Disputa por terras, nunca vai ter fim.
iron
27 de julho de 2014 3:54 pmPoxa, ateh na existencia do
Poxa, ateh na existencia do trem o plano /solucao vai ficando cada vez mais parecido
Jorge Luis
27 de julho de 2014 3:57 pmA criação de um estado
A criação de um estado palestino não interessa nem a Israel, nem ao Hamas.
Se houvesse um estado palestino, Israel não poderia entrar e sair na hora que bem entende. Não poderia bombardear como se fosse a casa da mãe joana. Não poderia “colonizar” terras que não lhe pertecem. O estado palestino poderia pleitear ajuda internacional para defender suas fronteiras. Poderia, inclusive, formar um exército.
Mas como criar um país com o território fragmentado? Isso é virtualmente impossível. Alias, quem foi que teve a brilhante ideia de criar Israel com as fronteiras descontínuas? Para mim, isso já foi uma forma de gerar tudo o que estamos vendo hoje. Alguém imagina fazer o Brasil ocupar as regiões norte, nordeste e sul e outro país na região centro-oeste e sudeste? Como uma coisa assim poderia dar certo?
Orlando Soares Varêda
27 de julho de 2014 4:10 pmDeputadozinho raivoso. Nem
Deputadozinho raivoso. Nem o guia espeiritual e guru desse verme, fez pronuciamento tão escroto. Infelizmente, sou obrigado a me conter a respeito do que sinto por essa ameba Israelense Moshe Feiglin.
Orlando
jefferson
27 de julho de 2014 4:25 pmNetanyahu ou Hitler?
Fazendo algumas trocas (Israel por Reich), árabe por polonês, “terrorista” por judeu etc., ficou igualzinho a um discurso de Hitler:
Ultimatum – Um aviso do primeiro-ministro do Reich à população inimiga, em que ele anuncia que O Reich está prestes a atacar alvos militares em sua área, e exorta aqueles que não estão envolvidos e não deseja ser prejudicado para sair imediatamente. O território russo ocupado pelo Reich não está longe da Polônia e podem sair. Este será o limite de esforços humanitários do Reich. Judeus que resistem podem render-se incondicionalmente e prevenir o ataque.
Ataque – Ataque total na Polônia com força máxima da Wehrmacht (e não uma pequena fração dela), com todos os meios convencionais à sua disposição. Todos os alvos militares e de infra-estrutura serão atacados sem qualquer consideração para ‘escudos humanos’ ou ‘dano ambiental’. O suficiente para que acertem os alvos exatos e que lhes deu aviso prévio.
Siege – Paralelamente ao anterior, um cerco total da Polônia. Nada vai entrar na área. O Reich, no entanto, permite a saída da Polônia. (Os poloneses podem ir para o território russo ocupado, os judeus podem se render às forças Wehrmacht).
Defesa – Qualquer lugar a partir do qual as forças do Reich ou alemães foram atacados será imediatamente atacado com força total e sem consideração para ‘escudos humanos’ ou ‘dano ambiental’.
Conquistar – Após a Wehrmacht completar o “amolecimento” das metas com o seu poder de fogo, o Wehrmacht vai conquistar toda a Polônia, usando todos os meios necessários para minimizar qualquer dano aos nossos soldados, sem outras considerações.
Eliminação – A SS e Wehrmacht irão eliminar completamente todos os judeus da Polônia. A população polonesa que é inocente e se separou dos judeus será tratados de acordo com o direito internacional e será autorizada a sair. O Reich vai generosamente ajudar aqueles que desejarem sair.
Soberania – Polônia faz parte de nossa terra e vamos permanecer lá para sempre. Libertação de partes da nossa terra para sempre é a única coisa que justifica pôr em perigo os nossos soldados no campo de batalha para capturar terra. Após a eliminação do terror da Polônia, ele se tornará parte do Reich soberano e será preenchida por judeus. Isso também irá servir para aliviar a crise de habitação no Reich. A linha de trem será estendida, o mais rápido possível, para chegar a todo o território da Polônia.
De acordo com pesquisas, a maioria dos poloneses na Polônia deseja sair. Àqueles que não estavam envolvidos em atividades anti-Reich será oferecido um pacote de emigração internacional generoso. Aqueles que optarem por permanecer receberão status de residente permanente. Depois de um certo número de anos de vida no Reich e se acostumando a ele, dependendo da legislação adequada no Reichstag e autorização do Ministro do Interior, Herr Heinrich Himmler, àqueles que, pessoalmente, aceitarem a si mesmos as regras, substância e modo de vida do Reich em sua terra, será oferecida cidadania alemã.
wendel
27 de julho de 2014 6:19 pmSionismo ou Nazismo!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Os que defendem a carnificina perpetrada por Israel contra a população civil daquele País, deveriam ir lá para defendê-lo, e não ficarem atrás de um PC falando asneiras!!!
Se o potencial bélico do Hamas é tão grande, e está pondo em perigo a população de Israel, deveriam todos os judeus praticarem a Aliyah (עליה ou עלייה). So assim salvariam àquele pais do grande monstro que é a Palestina governada pelo Hamas!
Porque não o fazem?
Se realmente acontecer o que está vaticinando o tal deputado, não faltará mais terras para ocuparem depois de vencerem e expulsarem os palestinos! Haverá lugar para todos que se dispuserem a voltarem a tal falada Terra Prometida!!!!
Lionel Rupaud
27 de julho de 2014 6:38 pmAcho que dá para entender por que fizeram tantos
interrogatórios ao tal de Eichmann antes de se livrar dele.
Nem o Papa Le Pen ousaria falar algo parecido.
Himmler Rosenberg
28 de julho de 2014 4:33 pmA solução final
Ué, o “nobre” deputado é bastante prático. Está apenas sugerindo aquele caminho da tal “Solução Final”…
Para os palestinos, né.
Não esqueceu nem os trens!
wendel
28 de julho de 2014 8:01 pmEngraçado……
Quando se fala em boicotar os produtos fabricados em Israel, vem logo os beneficiados, listarem listas e mais listas dos produtos fabricados por aquele pais, como a dizer que se não os houvesse todos estaríamos mortos ou em etado de zumbis!
Ocorre meu caro, que não primamos pela insensatez, mas mesmo ela não nos tira o direito de criticar e ameaçar um boicote aos produtos fabricados por aquele pais genocida, tendo em vista, as atrocidades praticadas contra os Palestinos!
Se assim fosse, Israel não estaria tão abalado pelo simples cancelamento de alguns vôos de companhias aéreas que deram um enorme prejuízo àquele país, e quando se trata de grana, que eles adoram mais que tudo, é valido qualquer boicote, seja de que lprodutos forem!!!
Se é como voce diz, porque eles também não fazem um boicote no fornecimento destes produtos aos paises que não são simpaticos às suas causas genocidas?
Jogo de palavras, às vezes funciona, mas não no caso de mortes de civis, ou seria holocausto palestino!!!!, praticado por Israel!!!!!!!