3 de junho de 2026

Copa pode ter puxado confiança do consumidor, diz FGV

Jornal GGN – O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) avançou pelo segundo mês consecutivo, ao crescer 3% entre junho e julho deste ano, indo de 103,8 para 106,9 pontos. Embora o índice ainda se encontre em nível baixo em termos históricos, a segunda alta consecutiva na margem levou o indicador de médias móveis trimestrais a subir pela primeira vez desde outubro de 2013.

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De acordo com Viviane Seda, coordenadora da pesquisa da FGV/IBRE, “a alta da confiança do consumidor é uma boa notícia mas parte do resultado parece ter sido influenciado pela movimentação em torno da Copa do Mundo nas cidades pesquisadas. Para se confirmar uma tendência mais consistente de alta, será necessário aguardar os próximos resultados”

Em julho, a satisfação dos consumidores em relação à situação atual aumentou expressivamente, enquanto as expectativas em relação aos meses seguintes ficaram apenas ligeiramente mais otimistas. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 3,1%, para 113,0 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) variou 0,5%, passando a 101,2 pontos.

A avaliação sobre a situação econômica geral contribuiu com mais de 50% para o resultado favorável do ICC no mês. O indicador que mede o grau de satisfação dos consumidores com a economia no momento avançou 8,8% em julho, ao passar de 69,6 para 75,7 pontos, melhor resultado desde março passado (76,1). A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa aumentou de 14,1% para 16,7%, enquanto a dos que a julgam ruim diminuiu de 44,5% para 41%.

Com relação aos próximos meses, os consumidores fizeram previsões menos pessimistas a respeito das finanças pessoais. O indicador que mede o grau de otimismo em relação à situação financeira familiar subiu 1,6%, para 129,1 pontos. A parcela de consumidores projetando melhora subiu de 33,9% para 35,2%; a dos que preveem piora caiu de 6,8% para 6,1%.

 

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. Ivan de Union

    25 de julho de 2014 6:32 pm

    Departamento de Reducionismo

    Departamento de Reducionismo Barato:

    Nao foi Dilma quem fez a copa?  Nao foi um sucesso a copa?

    Entao a culpa eh de Dilma.

  2. altamiro souza

    25 de julho de 2014 10:59 pm

    não vi nenhuma manchete da

    não vi nenhuma manchete da grande mídia sobre esses índices maiores de confinça na economia…

    claro que os paus mandados  vão pegar outros dados negativos e bombardear a paciencia do leitor/telespectador.

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