
Até as forças progressistas em geral, com honrosas exceções, vão mal no tema. No campo dito governista alguns apoiam as “medidas de segurança” contra movimentos sociais que no passado foram usados contra o segmento político que hoje integram. Aliás muita gente na esquerda cultiva uma visão punitivista de mundo, o que demonstra seu viés autoritário e sua pouca afeição pelas liberdades humanas.
No campo da oposição de esquerda, com honrosas exceções como Jean Willis e Marcelo Freixo, as posições em relação ao caso do mensalão foram deprimentes. Não conseguiram ver que uma coisa é a critica ao PT com relação a forma corrupta com que a governabilidade foi construída, aliás crítica de todo cabível. Outra coisa é um julgamento de seres humanos obviamente perseguidos como inimigos pela mídia como forma de desgastar o governo. Os fins nem sempre justificam os meios, não se deve fazer a critica às mazelas às custas das liberdades humanas e de valores civilizatórios como a presunção de inocência.
Por outro lado hoje a oposição de esquerda sofre do mesmo ataque punitivista insano. Não devemos nos aquietar em sua defesa, estamos defendendo mais que pessoas, que por si só já mereceriam defesa, mas sim liberdades publicas.Amanhã qualquer um des nós pode ser vítima desta sanha autoritária.
Na área jurídica muitos se levantaram contra esses abusos. Muitos não. Alguns não se levantaram por covardia mesmo, medo do que vão pensar deles delegados, juízes e promotores, deixam de atentar à lição de Sobral Pinto que advogado não pode se dar ao luxo de ser covarde na expressão da defesa das liberdades. Outros porque são conservadores, em geral são bons tecnólogos do direito, não cientistas ou zeetéticos, se fossem veriam que nossa profissão é intrinsecamente ligada às liberdades pùblicas, não existimos sem elas.
Assis Ribeiro
24 de julho de 2014 4:29 pmQue cacetada.
Que cacetada.
Diogo Costa
24 de julho de 2014 4:58 pmOnde o arbítrio e o abuso ganharam força?
CONFUSAS CRÍTICAS – E seguem as críticas ao PT em função do caso dos ‘ativistas’. Não vou entrar no mérito do pensamento individual das pessoas, cada um pensa e defende o que quiser. Mas vamos lá.
O Partido dos Trabalhadores adotou desde o início a tese da não criminalização dos ativistas. Isto está expresso em nota oficial do partido.
No mais, e digo isto com todo o respeito do mundo, muitos caíram na esparrela fantasiosa e pueril do tal ‘Estado de Exceção’. Essa tese do ‘Estado de Exceção’ é de um idiotice pura e simples, é uma falsificação histórica grosseira, um desrespeito e um deboche contra àqueles que lutaram contra as ditaduras – estas sim, Estados de Exceção – no Chile, no Uruguai, na Argentina ou no Brasil.
E digo mais, e também com todo o respeito do mundo, interpretaram de forma absolutamente primária a questão das prisões temporárias e das prisões preventivas, ambas já relaxadas mediante a interposição de pedidos de habeas corpus, pelo Desembargador Siro Darlan.
Interpretaram estas medidas (que eu reputo estarem equivocadas desde o início) como sendo medidas típicas de um ‘Estado de Exceção’ ou de uma ditadura qualquer… Essa interpretação tacanha é simplesmente absurda!
Essas medidas são corriqueiras no Brasil desde sempre e fazem parte do ordenamento jurídico, devidamente adaptadas por leis posteriores, desde a Carta de 88.
A lei das prisões temporárias é de 1989, feita sob a égide da Carta de 88. E a nova lei das prisões preventivas é de 2011, corretíssima, feita no governo de Dilma Rousseff (Lei 12.403 de 2011).
Há uma banalização na utilização destas leis, principalmente em relação à utilização da lei das prisões preventivas, feitas de modo muitas e muitas vezes arbitrário e desproporcional pelo Poder Judiciário.
Justamente por isso é que o governo Dilma FLEXIBILIZOU a utilização das leis preventivas em 2011, incorporando outras possibilidades alternativas ao uso da prisão. São elas o pagamento de fiança, o monitoramento eletrônico, a proibição de frequentar determinados lugares, o comparecimento em juízo em períodos pré-determinados, etc.
O Brasil, ao contrário do que uns e outros erroneamente insistem em afirmar, vive o seu mais longo e estável período de democracia política em toda a sua história.
É uma democracia imperfeita, cheia de problemas, de carências e de abusos, mas nem em sonho (ou pesadelo) se pode afirmar que estamos num ‘Estado de Exceção’.
Finalizo com a questão dos Black Blocs e da criminalização dos movimentos sociais.
Em primeiro lugar, a criminalização dos movimentos sociais começou com o julgamento farsesco da AP 470. Foi lá que o Brasil inteiro viu a utilização draconiana do direito penal do inimigo, da responsabilidade penal objetiva e do domínio do fato, entre outras barbaridades.
Desde 2012 alertamos insistentemente que a patranha da AP 470 iria se voltar contra os movimentos sociais e contra a esquerda como um todo. Afinal de contas, a criminalização da atividade política e o solapamento de direitos e garantias individuais, proferidos pelo STF em conluio com a mídia venal, haveria de alcançar os objetivos estratégicos de longo prazo da direita com o passar do tempo.
E fomos ridicularizados nesta análise justamente pelo nano esquerdismo e pelos fantasiados, que agora se dizem ‘indignados’ com as prisões cautelares já relaxadas…
Aliás, estes mesmos que agora se indignam aplaudiram freneticamente cada sentença proferida pelo chefe maior do conservador e reacionário Poder Judiciário, que é o sr. Joaquim Barbosa!
Além da AP 470, é preciso dizer também, e sem pestanejar, que a tática Black Bloc não presta para absolutamente nada. Ao contrário, e se é que presta para alguma coisa, ela só serve para desmobilizar e para desmoralizar a luta sindical e dos movimentos sociais (black bloc não é movimento social, mas sim uma tática, como eles mesmo dizem…).
E serve também como uma luva para o discurso prepotente e conservador da direita, que é o discurso do endurecimento da legislação penal e do endurecimento na interpretação da legislação penal já existente.
Não sei porque tantos e tantos românticos insistem em tecer loas para uma tática estúpida e que não contribui em nada para a luta da esquerda no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo.
Quem ainda tem alguma dúvida a respeito da luta de classes no Brasil, e de qual é o alvo preferencial da direita, sugiro ler o editorial do Estadão de ontem: ‘O 9 de Julho, de Getúlio ao PT’.
Alan Souza
24 de julho de 2014 5:06 pmÉ isso aí, Diogo!
A Sininho e sua turma foram usadas pela Direita/Mídia, pra tentar derrubar o Governo, e agora que a casa cai cadê a Direita/Mídia? Rapidamente os jogam às feras – vide a nota do Aécio apoiando as prisões. E ainda aparece gente que se diz de esquerda e progressista pra culpar o PT!
Não percebem mesmo que esse discurso de estado de exceção só serve à Direita, dá combustível à Direita pra continuar atacando o Governo Federal – que aliás nada tem a ver com a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro?
Não percebem que seguem sendo massa de manobra?
Francy Lisboa
24 de julho de 2014 5:21 pmAlan, o pior é que tem gente
Alan, o pior é que tem gente que acha que as prisões são culpa da Dilma. E se dizem politizados. É de uma infantilidade que não há como ter o minimo de apreço.
Leo V
24 de julho de 2014 6:39 pmTodos os poderes constituídos
Todos os poderes constituídos estão envolvidos nesse avanço contra liberdades constitucionais e perseguições políticas: do governo federal aos estaduais, polícia, MPs estaduais, Judiciário… A culpa é bastante ecumênica.
Acho que despolitizado é aquele que acha que a presidenta da república é um joão-sem-braço nessa escalada de abritrariedades que se vê desde antes da Copa.
Ivan de Union
24 de julho de 2014 7:52 pm“Todos os poderes
“Todos os poderes constituídos estão envolvidos nesse avanço contra liberdades constitucionais e perseguições políticas: do governo federal aos estaduais, polícia, MPs estaduais, Judiciário…”:
Como ja dizia minha irma da Australia: “so pode ser uma conspiracia contra os Black Blocs!”…
Uma grande conspiracia!
Leo V
25 de julho de 2014 1:35 amSecretaria de segurança
Secretaria de segurança pblica de sao paulo, por óbvio. Secretaria de segurança p´blica do Rio, e por consequencia seus governos. Governo federal pois foi ele que articulou nacionalmente a repressão às manifestações na Copa. E quem diz isso não é eu, é o delegado Zaccone no Rio e o juiz Damasceno da AJD.
No Rio, nesse caso em questão está claro como a polícia-MP e o juiz agiram em uníssino, com um inquérito fraquissimo de 2 mil páginas é aceito em epnas 2h e vira processo e pedido de prisão.
Sobre a relação Judiciário e governo federal para impedir greves, beja o artigo da apublica.org “O braço foret da União”.
Isso não é teoria da conspiração, sao os fatos. Há uma articulação dos poderes constituídos para coibir mobilizações sociais, sejam de movimentos juvenis, sejam de trabalhadores. Não à toa foram nomeados como “força oponente” pelo governo federal.
Alan Souza
24 de julho de 2014 8:01 pmPronto! Chegamos onde eu queria!
Eu estava louco pra ver o misterioso Leo V escrever isso, assinar a confissão da Teoria da Conspiração!
Pronto, pra mim encerrou a discussão. A partir do momento em que o sujeito (além de dizer que SÓ ELE no cosmo entende o que está acontecendo) engata a Teoria da Conspiração, a conversa sai do rumo do debate e vai pro prontuário do Henrique Roxo.
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 11:20 pmLeo V, não sei se a turma que
Leo V, não sei se a turma que estava presa faz parte do mesmo grupo que atende pelo nome de Anonymous e que não tem qq compromisso com liberdades constitucionais. Exgiem direito a livre manifestação mas não aceitam a manifestação alheia. Vejamos o que aconteceu ontem e anteontem aqui pelas redes… Vários petistas foram tranformados em Anonymous da noite para o dia e um candidato à Presidência da República teve o site da campanha atacado em plena campanha eleitoral por ter se manifestado a favor das prisões… Isso te parece democrático? Tenho quase certeza que vão dizer, ah mas esse grupo não tem nada a ver com o outro e, daí não se anda mais e o fato é que a coisa saiu do controle. Não dá para termos certeza que outros sites/perfis que foram fechados ou desvinculados das campanhas não tenham sofrido qq tipo de ameaça… E, agora? Precisamos pedir autorização do Anonymous para que possamos postar? Vamos poder usar a rede livremente na campanha ou a exemplo que junho, o trânsito na rede será interrompido? Numa boa, Leo, desde 2003 ( para ficarmos no PT ) os debates na rede tem seguido sem qq problema; e, se o candidato que teve seu site atacado quiser processar quem fez isso? Será considerado alguém que não respeita as liberdades constitucionais; ele poderá acusar quem fez isso de perseguição política?
Leo V
25 de julho de 2014 1:29 amAnonymous é qualquer um que
Anonymous é qualquer um que se diga Anonymous.
Ele já foi apropriado por muita gente de direita certamente.
As pessoas presas e perseguidas no Rio são todos da FIP, que é uma frente de várias organizações políticas de extrema-esquerda e de indivíduos que se afinam com ela. Não tem nada a ver com Anonymous. Anonymous é algo amíbgo apropriável por qualquer um, inclusive os piores reaças.
Cristiana Castro
25 de julho de 2014 5:27 amÉ, claro…
É, claro…
Ivan de Union
24 de julho de 2014 5:23 pmCoragem sua, Diogo. Eu
Coragem sua, Diogo. Eu detestei tanto o item que nao comentaria nada nele.
Alias, os ataques dos BB’s do blog ao governo foram tao intensos e sistematicos que eu ja tava no ponto de querer que os presos fossem enforcados mesmo, so pra me livrar deles no blog.
Ah, nao deixemos passar em branco a mudanca sistematica de alvos de “salvacao” dos Black Blocs: primeiro o passe-livre, depois a violencia policial, depois o naovaitercopa, depois os ataques ao governo e ao PT, e agora o Leo ja deu o sinal ontem: atacar as eleicoes dia e noite e encher o raio do saco de todo mundo.
Ronaldo Almeida
24 de julho de 2014 6:13 pmOnde estão as confusas críticas?
Onde você leu, no texto do Serrano, “críticas ao PT em função do caso dos ‘ativistas'”. Aliás, qual a razão da insistência em desqualificar os indiciados no Rio de Janeiro e em São Paulo (não nos esqueçamos do Fabio Harano) como se eles não fossem ativistas. Você pode não concordar com suas bandeiras, mas não pode dizer que não são ativistas do movimento social.
Na verdade, a insistência em negar a eles tal condição esclarece-se:”Além da AP 470, é preciso dizer também, e sem pestanejar, que a tática Black Bloc não presta para absolutamente nada. Ao contrário, e se é que presta para alguma coisa, ela só serve para desmobilizar e para desmoralizar a luta sindical e dos movimentos sociais (black bloc não é movimento social, mas sim uma tática, como eles mesmo dizem…).” Quais os elementos que você tem para afirmar que estes ativistas são black blocs ou utilizam-se de tais táticas?
Você escreve sobre um texto do Serrano que, por sua vez, comentava um texto do Nassfi, se não estou equivocado. Nenhum dos dois comentários – Serrano e Nassif -, tecem loas à tática black bloc! Se a intenção não é confundir, não sei do que se trata. Continua achando que você, ainda que com as melhores intenções, busca fazer uma defesa do PT onde esta não é exigida.
Existe uma escalada moralista, protagonizada pela polícia e por setores do judiciário, e respaldada por um amplos setores sociais, que busca criminalizar a política. Certamente começou, ou recrudesceu, com a AP 470 e a partir daí só cresce em intensidade. Se os ativistas que hoje se encontram na berlinda aplaudiram ou não as barbaridades do Sr. Joaquim Barbosa, não deve balizar a posição daqueles que empenham-se em lutar contra o arbítrio. O que importa é se vamos repudiar ou aplaudir as barbaridades perpetradas contra eles hoje. Se o conservadorismo avança, seremos todos penalizados.
Falso seria dizer que você aplaude tais injustiças. No entanto, em sua defesa exacerbada do PT, quando não existe ataque ao partido, pelo menos no texto em questão, você acaba por incentivar aqueles que buscam, sim, a criminalização destes ativistas. Basta ver alguns dos comentários que o apóiam.
Ivan de Union
24 de julho de 2014 6:33 pmNao foi voce mesmo que cansou
Nao foi voce mesmo que cansou de atacar o PT e o governo federal aqui no blog?
Ah, sim, o “ativistas” esta em aspas porque o item do Diogo tem DUAS partes. Uma a respeito de ativistas OS QUAIS SEMPRE TIVERAM SUPORTE DO PT, desde o principio. O outro a respeito dos Black Blocs, que sao PARASITAS.
E essa salada ideologica e politica que voce faz que eh insuportavel, Leo, essa mania de querer ter a ultima palavra: nao vai nao. Eu nao deixo.
Allan Patrick
24 de julho de 2014 5:08 pmPT x PSOL
Algum político com mandato do PT se manifestou favorável a essas prisões? Não, só “militantes” do meio digital. Já no sentido inverso, só pra dar o exemplo do meu estado (RN), os expoentes maiores do PSOL – vereadores na capital – não tiveram o menor pudor em compartilhar nas redes sociais textos e postagens da Veja e de representantes locais da extrema direita – cópias mal feitas de Reinaldo Azevedo e Jabor – tripudiando em relação a todas as arbitrariedades da AP470.
Flavio Martinho
24 de julho de 2014 5:39 pmAlan, por essa e por MUITAS
Alan, por essa e por MUITAS outras é que não se pode considerar o PSOL um partido sério. Dos conhecidos, salva-se um Jean wiliis e um deputado mineiro. Talvez uns poucos mais. Só.
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 11:43 pmLembrando sempre que o PT
Lembrando sempre que o PT tem milhares de simpatizantes nas redes e o partido não pode responder pelas manifestações deles.
Rogerio Maestri
24 de julho de 2014 5:15 pmA ordem acima de tudo, principalmente para os outros!
Caro Pedro Serrano.
Fiquei com surpresa sobre a tua primeira frase bombástica “Vivemos uma crise no sistema policial e de justiça brasileiro.”. Depois dessa fiquei com um pé atrás com o resto do texto.
Qualificar a atual ação da polícia e do judiciário brasileiro como uma crise atual desses dois sistemas é falta de sentido de observação ou má vontade. O comportamento desses dois “poderes” no Brasil não é algo recente que possa ser tomado como algo inédito, e me atrevo a dizer que tanto a polícia ou o judiciário estão mais democratizados do que há dez anos, e muito mais do que há vinte anos e daí por diante.
A polícia e o judiciário brasileiro sempre foram utilizados como agentes da repressão social, talvez quando esta atinge filhos das classes mais elevadas que a “santa indignação” vem à tona.
Tradicionalmente as classes dominantes se serviram da polícia como organismo repressor de reinvindicações mais profundas das classes populares. A prática de “enfiar o pé em barracos” era, e ainda é em menor quantidade, algo corrente na nossa sociedade, me parece que quando se mata 100 em favelas e comunidades carentes é considerado algo simplesmente natural. Porém quando se mata alguém para quem se atribui mais valor a sua vida, há belas passeatas de senhores e senhoras de bem vestidos de branco exigindo paz para eles.
Já escrevi várias vezes sobre este mesmo assunto, para maior parte das pessoas de “bem” é exigido comportamento de primeiro mundo da polícia e do judiciário, porém quando uma mesma ação atinge as camadas sociais mais altas se espera um comportamento truculento e uma justiça imediata para conter esta “gentalha” que enxovalha o nosso meio ambiente.
Ler no jornal que dez “presumidos traficantes” foram mortos numa favela qualquer em confrontos com a polícia é algo diário nas grandes cidades brasileiras e aceito por grande parte da população.
Quando um desfavorecidos qualquer, candidato a suspeito de traficante, recebe um habeas corpus antes de ser processado na justiça, clamam as multidões para manter este facínora longe de nossos filhos e da nossa convivência em geral.
Agora quando não se concede um habeas corpus há um militante de grupos que com suas ações já resultaram na morte de um jornalista, não se supõe que o juiz tenha razões jurídicas concretas para manter a prisão, passa-se a detectar um estado de exceção análogo aos regimes fascistas.
Vamos ter um mínimo de noção de como funcionam a nossa política, que no passado sempre foi uma polícia política, uma polícia política que a serviço dos proprietários de terrenos ou terras imediatamente sem nenhum freio executavam ordens de despejo com mortos e feridos no lado dos ocupantes.
A plebe deve ser mantida longe, porém a nós deve ser mantido o direito de protestarmos mesmo que nestes protestos se quebre, de fira ou mesmo se mate pessoas, pois a polícia e o judiciário está aí para manter a ordem, e principalmente a ordem que nos favorece.
Ivan de Union
24 de julho de 2014 6:56 pm“Qualificar a atual ação da
“Qualificar a atual ação da polícia e do judiciário brasileiro como uma crise atual desses dois sistemas é falta de sentido de observação ou má vontade. O comportamento desses dois “poderes” no Brasil não é algo recente que possa ser tomado como algo inédito, e me atrevo a dizer que tanto a polícia ou o judiciário estão mais democratizados do que há dez anos, e muito mais do que há vinte anos e daí por diante”:
Certamente, Maestri. Fiquei chateado com comentarios abertamente pela policia -por exemplo, do Juliano e Alan- nao porque eu acho que eles estejam errados ou do lado errado -evidente que nao- mas porque eu, pessoalmente, nao tenho como separar o que foi usado (RICO?!?!) e as provas que nao apareceram ate agora sobre a Grande Quadrilha Do Barulho. Eh uma montanha de assuntos pra separar e eu nao estou com disposicao, entao ja me desculpo adiantadamente aos dois, nada a ver com eles nem com as posicoes deles, tou tentando explicar que o contexto eh que esta errado. E nao ajuda em nada que os BB’s do blog nao sabem separar assuntos e consistentemente se chamam de “manifestantes”: “manifestantes” um caralho, sao vandalos oportunistas mesmo.
Mais chateado ainda eh saber que eu provavelmente, como juiz ou como policial, teria feito exatamente a mesma coisa que a policia fez, e com todo prazer. O erro principal dessa farsa foi procedimental -especificamente, o RICO. As provas existiam e existem contra certas pessoas,e nao ha duvida nenhuma que essas provas sao fortissimas… Quem tomou a decisao de prender todo mundo no mesmo dia foi o que?
Megalomaniaco ou carreirista?!?! Perdoem me por suspeitar de influencia externa na policia, mas essa coisa foi megalomaniaca mesmo.
Nao deu pra entender ainda: dava pra prender um monte de gente muito antes dessa prisao coletiva -ainda nao sei a data das duas gravacoes incriminantes (provas solidas) que apareceram no jornal da rede golpe, mas nao espere que sejam remotamente novas. E o processo contra Sininho foi decretado baseado principalmente em alguma suposta tentativa de incendio que aconteceu em agosto do ano passado.
Tudo tinha que ser feito exatamente naquele dia como “quadrilha”?
(Deixei de comentar as prisoes a a justica ou nao delas em si, note se. Eu cansei de defender esses caras pra minha boa vontade ser gigolada contra o governo pelos BB’s do blog.)
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 10:32 pmRogério e Ivan, eu acho que a
Rogério e Ivan, eu acho que a confusão se dá um pouco por conta do título do post na medida em que podemos atribuir à sociedade essa sanha punitivista não esquecendo que ela é alimentada diuturnamente pela mídia e tb pela ação e/ou omissão da comunidade jurídica que, além de aprofundar o punitivismo, acirra os ânimos e a ideia é essa mesmo. Por outro lado, não podemos atribuir à sociedade o autoritaritarismo como o título sugere. No caso dos ” ativistas” o autoritarismo partiu deles. Um nação inteira envolvida com um mundial de futebol; ninguém tava nem aí pra isso mas por alguma razão, esses grupos entenderam que seus anseios deveriam sobrepor-se aos da esmagadora maioria, de qq forma, inclusive fazendo uso da violência como aconteceu em Vila Isabel, no RJ. Qdo as pessoas que estavam assistindo ao jogo nos bares e foram agredidas pelos manifestantes quiseram reagir, a polícia não deixou. Portanto, quem apostou todas as fichas no autoritarismo não foi a sociedade. Não concordo que pelo fato da alta inteligência nativa ter embarcado num conto do vigário prá lá de vagabundo, a sociedade deva, agora assumir parte da culpa para salvar a imagem das cabeças coroadas. Concordo que é uma situação bem complicada mas nada que os iluminados não possam ( ou, em tese, poderiam ) resolver sem precisar envolver quem estava assistindo futebol tranquilamente, enquanto tropeçavam nas próprias pernas. Já tinha decidido não me meter mais nesse assunto mas se a ideia é acertar o passo; um mau começo é distribuir lições de moral, contrabandeando indiretas. A sociedade não foi convidada para essa festa e, portanto, não tem que pagar pelo ingresso. Atribuir a militantes, simpatizantes e população em geral qq coisa fora da esfera do punitivismo é covardia moral e intelectual. Para ficarmos só nos dois exemplos do post, temos de um lado, atendendo pelo nome, sobrenome e partido… ” os petistas” e, de outro… ” ativistas”… Parece adequado, equilibrado, justo? Pois é… não é mesmo… Mas é para ser assim… comparamos duas situações onde em uma delas há petistas e na outra há ativistas e tentamos acreditar que são idênticas; numa lideranças históricas incontestáveis, eleitas para representar um segmento da sociedade; noutra, pessoas que a sociedade desconhece, completamente, escolhidas que a sociedade as represente em eventuais conflitos. A sociedade pode ser acusada de ser punitivista, nesse caso mas autoritária, não. Ela, a sociedade é que foi cerceada durante o mundial; não podia ter copa pq um micro grupo não queria copa e fez o que pode para prejudicar as pessoas que queriam. Por muito pouco, 200 milhões de pessoas não foram obrigadas aos caprichos de meia dúzia. Acho uma aberração o estímulo a violência e o punitivismo promovidos por Mídia e Judiciário mas não concordo que, justamente, os segmentos mais autoritários da sociedade queiram atribuir a maioria a responsabilidade pelos seus atos. Quem errou, assuma; é assim que se começa a acertar os ponteiros.
Alan Souza
24 de julho de 2014 5:15 pmFaltou o Pedro Estevam Serrano dizer o seguinte:
O mesmo direito à manifestação e ao protesto que a Sininho tem eu também tenho de não levar um molotov ou uma bomba de prego pela cara, garantido pela mesma Constituição.
O mesmo direito às liberdades públicas que a Camila Jourdan tem o dono da concessionária que foi depredada também tem.
A Constituição que garante as liberdades públicas do Caio de Souza e do Fábio Raposo também garantia o direito à vida do cinegrafista Santiago Andrade.
O mesmo direito à democracia que todos os ativistas quebra-quebra agora invocam, eu invoco desde junho do ano passado, em defesa da manutenção de um governo que foi democraticamente eleito.
Leo V
24 de julho de 2014 6:36 pmAcho que vc não entendeu nada
Acho que vc não entendeu nada do que o Pedro Serrano disso, e já condenou essas pessoas que vc cita sem provas e sem crime.
Em que mundo vc vive?
Alan Souza
24 de julho de 2014 7:58 pmNo mundo da democracia e no estado de direito
Diferente do mundo em que você e Sininho vivem, o planeta molotov…
Leo V
24 de julho de 2014 8:00 pmAcho que vc vive no planeta
Acho que vc vive no planeta molotov.. aliás, vc deve ver um cada vez que abre os olhos.
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 8:29 pmLeo V, ele faz a mesma coisa
Leo V, ele faz a mesma coisa na postagem dele… Veja o trecho que o Assis destacou.
cesa
24 de julho de 2014 5:20 pmEu gosto dos argumentos da esquerda
“Direita usando sininho”; uma que não há direita no brasil, exceto este centrinho sem ideologia que a mídia erradamente chama de direita para simplificar as coisas para a maioria que não entende nada.
Outra, que eu me pergunto se este pessoal da esquerda acredita mesmo nisso ou fala de boca para fora para defender seus interesses políticos.
“Autoritarismo domina a sociedade”. Aqui é a sociedade mais leniente do mundo em termos de punição. Só na cabeça dele para ver autoritarismo por aqui.
Flavio Martinho
24 de julho de 2014 5:31 pm“…contra movimentos sociais
“…contra movimentos sociais que no passado foram usados contra o segmento político que hoje integram.” Salvo engano os movimentos paredistas, as passeatas de antes não contavam com essa baderna, com essa bandalheira, com esse quebra-quebra. Havia até mesmo uma turma que se organizava para segurar os mais exaltados e/ou os elementos infiltrados que tentavam promover quebra-quebra. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não esquecer e não tentar confundir.
Assis Ribeiro
24 de julho de 2014 5:43 pmNão esquecer que quase foi
Não esquecer que quase foi aprovada a lei de terrorismo que só não foi adiante pelas reações de parte da esquerda e dos advogados. A polícia, o MP, a direita e alguns de esquerda estavam doidos para aprová-la. Coube a Dilma barrar a iniciativa do senado quando disse não ao projeto.:
Governo descarta terrorismo e quer punir crime de dano em …
agenciabrasil.ebc.com.br/…/governo-descarta-terrorismo-e-quer-punir-cr…
07/04/2014 – O governo descartou a hipótese de enquadrar como terrorismo ações violentas durante manifestações públicas, como chegou a ser cogitado …
Assis Ribeiro
24 de julho de 2014 5:46 pmQue cacetada
“Aliás muita gente na esquerda cultiva uma visão punitivista de mundo, o que demonstra seu viés autoritário e sua pouca afeição pelas liberdades humanas.
No campo da oposição de esquerda, com honrosas exceções como Jean Willis e Marcelo Freixo, as posições em relação ao caso do mensalão foram deprimentes. Não conseguiram ver que uma coisa é a critica ao PT com relação a forma corrupta com que a governabilidade foi construída, aliás crítica de todo cabível.”
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 8:27 pmPois é, Assis, eu não quis
Pois é, Assis, eu não quis chamar atenção para esse ponto mas já que vc tocou nele… Veja aí, mesmo sem provas e depois de um julgamento como o que foi aquele, ainda tem gente falando em corrupção do PT; ou seja, enxergam o que querem onde querem e, acusam a sociedade de… fazer o mesmo. Não tá fácil pra ninguém, como se pode ver.
Mensaleiro mineiro
25 de julho de 2014 6:06 amTratar caixa 2 e até uma
Tratar caixa 2 e até uma pequena reseerva em paraíso fiscal para cobrir pequenas coisinhas de campanha como crime é alijar todos os partidos pobre da política. E deixá-lo sem perspectiva de dia chegar oa poderr, só torna a política em mais violência social
Zanchetta
24 de julho de 2014 5:50 pmVamos à sequencia dos
Vamos à sequencia dos fatos:
– Esse pessoal sempre fez parte de movimentos “sociais” , ou por assim dizer, “bolovos”
– Desde o ano passado, por se oporem à Copa e seus gastos irrelevantes, se tornaram “coxinhas”
– Presos, pouco antes da Copa, esses “coxinhas” não puderam fazer as passeatas que tanto atrapalhariam Dilma e seu séquito
– Não vi qualquer manifestação do séquito de Dilma (PT) em desaprovação às medidas durante a Copa do Mundo
– Acabada a Copa, não podendo mais causar estragos, milagrosamente se tornam “bolovos” novamente.
– A culpa toda é da mída e da direita reaça
DÁ PRA ACREDITAR?!?!?
Ivan de Union
24 de julho de 2014 6:35 pm“DÁ PRA ACREDITAR?!?!?”:
Se o
“DÁ PRA ACREDITAR?!?!?”:
Se o pagamento for bom eu acredito em tudo que voce diz. Quanto voce esta oferecendo?
Lionel Rupaud
24 de julho de 2014 7:23 pmLi com paciência até o
“Dilma e seu séquito”, aí percebi que perdi meu tempo.
J Fernando
24 de julho de 2014 7:32 pmE do séquito do PSDB?
Você viu?
O séquito do PSDB, Aécio Neves à frente, já mandou nota concordando com as prisões.
Desde o ano passado estes jovens já faziam parte dos movimentos anticopa e, sim, apoiaram a tática black bloc.
Nira
25 de julho de 2014 12:17 amCoxinha já é um termo meio
Coxinha já é um termo meio besta, mas pelamordedeus, o que é um bolovo ?
Gilberto .
24 de julho de 2014 6:02 pmMarcelo Freixo exceção?
No campo da oposição de esquerda, com honrosas exceções como Jean Willis e Marcelo Freixo, as posições em relação ao caso do mensalão foram deprimentes.
Jean Wyllys tudo bem, mas leiam um trecho de entrevista de Marcelo Freixo a Carta Capital sobre o mensalão:
CC: Inevitável refletir nesses dias sobre o “mensalão”. Qual é a sua posição à respeito?
MF: Me assusta um pouco, hoje, a postura do PT em relação ao mensalão. Erra de novo quando afirma que o julgamento é um grande golpe, que não respeita o passado das pessoas. Acho que o melhor caminho para o PT seria admitir o inevitável: o mensalão existiu, é um fato. O julgamento está sendo feito pelo Supremo e não pela Rede Globo.
Nira
25 de julho de 2014 12:15 amCom isenção, até porque não
Com isenção, até porque não acompanho de perto a carreira de Freixo, nada muito diferente do que foi dito pelo Olívio Dutra.
Gilberto .
25 de julho de 2014 1:00 amCerto apenas em parte
Nira,
Uma condensação da fala do Olívio: “Funcionou o que deveria funcionar. O STF julgou e a Justiça determinou a prisão, cumpra-se a lei”….. “o mensalão foi uma sucessão de malfeitos, desde os movimentos políticos que lhes deram origem até seu julgamento, condenação e aprisionamento”. Ou seja, foi fiel a sua crença extrema nas instituições, porém com ressalvas que contém ainda uma crítica a “mão pesada” de Barbosa.
O Marcelo não fez ressalvas, não descarta portanto a minha observação.
Carlos Dias
24 de julho de 2014 6:10 pmA pergunta que se faz é
quem paga a sininho?
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 7:16 pmPelo que eu entendi, ontem, a
Pelo que eu entendi, ontem, a ideia é reduzir o financiamento ao fornecimento de quentinhas e parar nos Sindicatos. Mas, deixa quieto. Ontem, só o G1 veiculou a revogação das prisões; o resto da rede era um túmulo; aconteceu alguma coisa.
Leo V
24 de julho de 2014 7:59 pmOlha, já militei como a
Olha, já militei como a Sininho e ninguém me pagava nada, aliás, nem eu nem militante nenhum que tenha conhecido.
Quem tá com saúde se organiza. Não precisa dinheiro pra isso. Sei que é uma banalidade dizer isso…
Você nunca dvee ter tido qualquer proximidade com movimentos sociais, ainda mais autônomos…
Popis é, pelo seu raciocínio as grandes transformações sociais que vieram de militância de muita gente foram todos financiados sabe-se por quem né?
Os pais da Sininho, que foram militantes do PT, por quem era financiados? tsc tsc
Cristiana Castro
24 de julho de 2014 7:03 pmCom todo respeito que tenho
Com todo respeito que tenho por Pedro Estevam Serrano, Marcelo Freixo jamais se preocupou com os réus do mensalão. De resto, concordo com o post; o clima de rivalidade pesado que foi criado, criou mesmo um tipo de revanchismo que aceitou muita coisa. Nesse espaço, o autoritarismo avança mesmo e a politização do judiciário, tb. Entendo que se cobre as militâncias e dos partidos uma postura mais republicana mas não acho adequado reduzir a esfera política strictu sensu a responsbilidade acerca da condução do aprofundamento do processo de democratização. A atuação do sistemar judiciário no acirramento dos ânimos foi fundamental, bastando para isso observar a diferença abissal com que as duas situações do post foram tratadas pela comunidade jurídica. Destaque para o fato da AP 470 estar se desenrolado toda em única e última instância, ao longo de mais de dois anos e só há bem pouco atrás a comunidade jurídica ousou manifestar-se; estão aí pessoas condenadas e presas ( cumprindo pena ); bem diferente da grita promovida logo que se veiculou o anúncio das prisões dos ativistas e do suporte dado esses desde o ano passado. Vamos combinar que, nem fazendo muito esforço, dá para comprarmos as duas situações. No segundo caso, jovens manifestantes que por depredarem patrimônio público foram envolvidos em uma denúncia. De outro lado, representantes eleitos da sociedade, que tiveram seus mandatos cassados e suas vidas destruídas por conta de uma farsa histórica; um baque violento do maior partido de esquerda da América Latina; manipulação de pauta com o objetivo de influir, diretamente em eleições e, etc… tudo isso sob o silêncio imundo da comunidade jurídica que, qdo não foi silêncio foi apoio explícito, inclusive com magistrados prefaciando livretos vagabundos de jornalistas de segunda, deitando falação acerca de um julgamento ainda em curso. Para se ter uma ideia da diferença das duas situações, a segunda se encerra com um tipo acordo de cavalheiros entre partidos e a primeira com a renúncia do presidente do Supremo Tribunal Federal. Definitivamente, não estamos falando da mesma coisa e nem de coisas parecidas. Hoje, parece muito provável que as duas situações fizessem parte de um mesmo projeto mas aqui terminam as afinidades. O julgamento da AP 470 deveria servir para criar na sociedade a percepção de que pessoas poderiam ser denunciadas e condenadas de qq maneira; funcionou, portanto, o punitivismo que grassa na sociedade tem sim, responsáveis e não adianta chorar qdo quem vai pro banco é meu amigo pq a sociedade não tem amigos influentes e vai cobrar dos amigos e inimigos da comunidade jurídica o mesmo rigor, sempre que a mídia, assim exigir. Parece que o gênio saiu da garrafa… aqui na minha terra tem uma ditado muito feio que não posso colocar aqui no blog mas que alerta aos quem prezam uma parte de seu corpo não fazerem trato com determinadas partes do corpo do outro… Pois é, o bicho era bem maior que se imaginava e quem se achava muito esperto acabou virando massa de manobra. Agora, vamos ver como é que fica e, para variar, a conta vai para os políticos; pelo menos serve para que se perceba que a política é mesmo a única solução.
peregrino
24 de julho de 2014 9:34 pmnada segue adiante, nada se consegue, nada se aprende…
e por aí vai, não acrescentando nada a tudo
quando se muda de assunto e as ideias continuam as mesma
peregrino
24 de julho de 2014 9:38 pmou seja…
sempre se acharam no direito de prejudicar a sociedade
luka
25 de julho de 2014 12:30 amAlem de conservadores, em boa
Alem de conservadores, em boa parte juizes e advogados nao percebem a funcao publica de suas funcoes. Sao autocentristas e usam a profissao mais como poder impositivo para fazer prevalecer seus interesses.
Adriany
25 de julho de 2014 1:22 amPerfeito, Cristiana.
Pergunta
Perfeito, Cristiana.
Pergunta que não quer calar, Carlos, mas podemos começar perguntando a Deputada Janira…