
O apagão jornalístico padrão Copa tem impedido críticas consistentes ao governo Dilma Rousseff, à medida em que trata cada espirro como pneumonia. E tem impedido também uma melhor percepção sobre o legado do primeiro governo Dilma ao país e sobre os rumos da economia a partir do próximo ano.
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É o caso da infraestrutura em logística.
Houve atrasos nas concessões públicas, devido a erros de concepção do modelo. Mas foi plantada uma base relevante, a partir da qual já no próximo ano os investimentos em logística poderão explodir.
O plantio dos dois PACs (Programa de Aceleração do Crescimento) germinou, reativou as empreiteiras nacionais, retomou o planejamento logístico, criou uma base (ainda que tímida) de projetistas, aplainou alguns (não todos) problemas burocráticos, permitiu uma curva de aprendizado e agora está no ponto de ganhar escala.
Há dois desafios grandes da infraestrutura brasileira, explica o técnico Bernardo Figueiredo, atualmente fora do governo e ex-presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística).
O primeiro, é atender o déficit do setor; o segundo, dar conta do presente. Atender o déficit exigirá investimentos da ordem de R$ 100 bilhões/ano por seis ou sete anos. Depois de alcançada a velocidade de cruzeiro, investimentos de cerca de R$ 15 bi ano.
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Essa gigantesca mudança de escala implicará mobilizar os seguintes fatores:
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Planejamento de médio e longo prazo.
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Projetos e recursos humanos.
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Financiamento
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Empreiteiras
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Indústria de máquinas
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Desses fatores, um é crucial: limites na capacidade instalada das empreiteiras nacionais; outro é contornável: as restrições de ordem fiscal. Há que se montar uma sincronização fina com os fundamentos da política econômica para impedir que o salto nos investimentos tenha reflexos inflacionários.
Todos os demais estão disponíveis.
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O Brasil continua a ser a bola da vez dos investimentos em logística, conforme se pode conferir em algumas rodadas de negócio em Londres, Nova York e Cingapura. A crise internacional legou enorme disponibilidade de capitais, empreiteiras, empreendedorismo e até de engenheiros. Esta semana mesmo, soube-se do enorme interesse da China em investir na logística do país.
Na Espanha, há 3 mil engenheiros disponíveis na empresa de planejamento estatal; em Portugal, uma visita recente do Ministério do Planejamento despertou o entusiasmo de centenas de engenheiros.
Apesar das restrições dos CREAs (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), há amplo espaço para um Mais Engenheiros – sem cubanos no meio.
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Capitais internacionais – mais o poder de fogo do BNDES – poderão não apenas financiar as obras como também participar do capital de médias empreiteiras brasileiras. Hoje em dia existem 10 grandes empreiteiras e cerca de 70 empreiteiras médias atuando no país.
Um bom trabalho, em parceria com as bolsas, poderia estimular a capitalização rápida e a profissionalização de pelo menos 20 empreiteiras médias.
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Em que pesem os problemas dos últimos anos, subsiste uma indústria de máquinas e equipamentos relevante, que poderá ser amparada com financiamentos para ampliar a oferta de máquinas para as obras de infraestrutura.
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O grande desafio será definir um planejamento adequado – o que está sendo feito pela EPL, em que pese a descontinuidade do último ano. E criar o ambiente de previsibilidade para os capitais privados, a garantia de um cenário de médio e longo prazo que os estimule a embarcar na grande aventura de dotar o país de uma logística moderna.
Assis Ribeiro
11 de julho de 2014 9:32 amRepito comentário de 18/10/2013
…querem que de uma hora para outra o governo faça tudo. A grande midia cobra, diz que o governo não está fazendo nada, que obras estão atrasadas, ameaçadas de não conclusão, que o apagão vem aí. Um jogo de jogar a população contra o governo.
Abaixo indico o vídeo (…) o planejamento em ação.
Levar o desenvolvimento para regiões mais pobres desconcentrando a riqueza. Obras de logística, infraestrutura em transportes rodoviários, portos e aeroportos. Muitas usinas de energia elétrica, hidrelétricas, eólicas, e solar.
São obras que demonstram a visão estratégica dos governos do PT.
São elas que garantirão o desenvolvimento do Brasil nas próximas décadas
“A pressão atrapalhando as concessões“
alexis
11 de julho de 2014 10:02 amFui lá…
e o video não está abrindo.
Ivan de Union
11 de julho de 2014 10:09 amNo link original tambem nao
No link original tambem nao esta:
http://assisprocura.blogspot.com.br/2013/10/veja-voce-mesmo-o-que-esta-sendo-feito.html
Eh com o youtube. Talvez seja mudanca de status por causa de eleicao.
Assis Ribeiro
11 de julho de 2014 11:23 amAlexis, Ivan
O vídeo não está abrindo por determinação da justiça eleitoral por estarmos em período de campanha política.
Abraços
drigoeira
11 de julho de 2014 11:32 amLN vc combinou com…
A imprensa Nacional que faz propaganda negativa.
Tem muita gente que acredita de pé junto que o país está quebrado, o povo endividado, etc…
Eu estou endividado mesmo, fiz um financiamento de construção da casa própria.
Vitor
11 de julho de 2014 3:23 pmFinaciar a casa propria é o mínimo
Isso é o mínimo que um povo poder fazer e ja se faz isso amuitos anos atras…
lfmrodrigues
11 de julho de 2014 12:43 pmNOTA: CREA/CAU
CREA é conselho de engenharia e agronomia.
Desde janeiro de 2012 o conselho de arquitetura e urbanismo é o CAU.
O meu processo de registro de diplomado no exterior correu no primeiro por 20 meses e está completando 31 meses no segundo… Essa importação de técnicos está dependente de conselhos de classe. E se puderem dificultar, assim o farão.
Ganderlan Ferreira
11 de julho de 2014 1:53 pmMais Engenheiros, grande bobagem.
Uma coisa recorrente por aqui é esse assunto de escassez de Engenheiros.
Grande bobagem saída da cabeça de empreiteiros que a mídia comprou, daí meu espanto quando vi a citação do Nassif.
A primeira coisa que acontece quando há escassez de algum tipo de MDO é o aumento dos salários e isso não aconteceu na Engenharia.
Há muitos, mas muitos engenheiros se formando e migrando para o setor financeiro ou comercial de grandes empresas, canibalizando o mercado de outras formações. Por que? Simples, salários e condições de trabalho.
Se fosse você. Preferiria receber R$ 7.000 comendo poeira, trabalhando 14/16 h por dia e vendo a família a cada 45 dias, ou receber os mesmos R$ 7.000 em uma sala com ar condicionado e dormindo em casa?
Sem emoção pessoal. Cada um tem o direito de buscar o que é melhor para sí e para os seus.
Trazer Engenheiros de fora não é a resposta, mas só o tempo vai mostrar que essa não é a raiz do problema.
A raiz dos males, pelo menos uma delas, está na cultura do “criar dificuldade para vender facilidade”.
Além de gente que não entende de nada, dando palpite sobre tudo. Exemplo disso foi um programa do Nassif sobre hidrovias, sem um representante do DNIT, que é o órgão executor. Absurdo!
Os colegas que vivem a Engenharia, principalmente no setor público, sabe do que estou falando.
Grande abraço.
Eng. Ganderlan Ferreira.
Vitor
11 de julho de 2014 3:13 pmA qualidade é o problema
Oque a mídia tem haver com engenharia?
Tudo agora é culpa da mídia e oposição,mas na real,sem generalizar,é a qualidade dos engenheiros que não compensa o salário.
DanielQuireza
11 de julho de 2014 8:09 pmMas é claro que houve
Mas é claro que houve aumentos de salários na engenharia. Não digo de todos, mas de muitos sim.
Ivo Bertoncello
11 de julho de 2014 1:56 pmSamsung
Não seria o caso de o governo brasileiro criar ou então investir via BNDES em uma empresa do tipo da Samsung que produz todos os tipos de equipamentos imagináveis (desde computadores até guindastes) e que impulsionou a Coreia nos últimos anos?
Vitor
11 de julho de 2014 3:14 pmTem aque ser padrão Cuba
Primeiro o governo teria que se interessar por isso,mas a prioridade é competir com Cube e Fidel para saber quem é o ditador mais democrático do ´seculo.
Jorge G45
11 de julho de 2014 5:14 pmAi o ingênuo de plantão
Ai o ingênuo de plantão resolve dar seu pitaco…. Dizem que ao largo de Cuba existe uma fossa marinha — você pode nadar lá e, quem sabe, afundar de vez? Não faria falta nenhuma!
Andre SP
11 de julho de 2014 11:52 pmVocê tocou em um ponto
Você tocou em um ponto extremamente sensível que para explicar necessitaria de uma visão mais ampla das relações de comercio internacional.
Boa parte destas fabricas estão na China. A China precisa de comida e matéria prima. Isto define as politicas estratégicas de uma forma um pouco mais macro do meu ponto de vista. Como disse sempre estou olhando.
Como não possuo olhar inocente, assisto tudo com cautela! Como me assusta muito a produção de alimentos na mão de poucos sem o controle do Estado. Da mesma forma me assusta a distribuição concentradas em poucas mãos.
Falta de comida gera guerras e revoluções!
Acredito que o BNDS tenha tomado uma decisão preventiva em suas operações recentes.
O bom senso diz que é prudente agir com um olho no lobo e o outro no cordeiro. Nunca sabemos qual é a intensão do lobo, de um momento para ouro ele pode querer atacar. Da mesma forma precisamos proteger o cordeiro do lobo. O lobo chega com promessas, vai ganhando confiança e quando o cordeiro percebe se entregou e está preso e acuado pelo lobo.
Desprezar os extintos do lobo é desprezar a natureza humana.
Giovanny
11 de julho de 2014 5:10 pmFALTA COLABORAÇÃO E VONTADE
Os orgãos públicos brecam o desenvolvimento da infraestratura do país.
Vejam quantos km de linhas de transmissão já foram leiloadas nos últimos anos.
Vejam quantas já foram liberadas palo IBAMA para construção.
Existem casos com mais de 4 anos aguardando a Licença de Implantação.
Com tanta burocracia de falta de vontade, nada irá acontecer.
Temos usinas, estradas, linhas de transmissão sem permissão de iniciar.
Não falta profissionais no Brasil, falta vontade de fazer, de crescer.
Oxalá essa maneira de ver as coisas possa mudar.
hc.coelho
11 de julho de 2014 8:57 pmMesmo assim
Tudo que o governo Dilma/Lula fez, e fez demais, foi passando por todos estes “ïnconvenientes” burocráticos incentivados e avalisados pelo pig.
Levando em conta estes terríveis problemas o governo Dilma vai além do excepcional.
Uma pequena informação de elvado valor, até o fim do ano estaremos produzindo mais energia eólica que a nuclear. Isto, se não fosse o pig, seria de motivo de comemoração nacional com feriado e tudo.
E eu sou obrigado a ler/escutar no pig a expressão “crise energétida”.
Nicolas Crabbé
12 de julho de 2014 1:06 pmE daí?
Tanto a energia nuclear quanto as energias alternativas têm representação zero na matriz energética do Brasil. Tanto é que para reduzir o impacto da redução de geração de energia hídrica, o governo está lançando mão de centrais térmicas.
Gostaria de ver quantos moinhos de vento são necessários para manter uma siderúrgica, como a CSN ou a Alcoa por exemplo, funcionando 24 por dia, 375 dias por ano.
Se você acha que as fazendas eólicas implantadas no Nordeste podem resolver o nó energético, está redondamente enganado.
Gerson Oliveira
12 de julho de 2014 12:05 amUma vez respondi em um
Uma vez respondi em um concurso, corretamente, que o Brasil tinha uma das legislações ambientais mais modernas do mundo. Isso é o que os profetas do atraso, daqui e de fora, querem que acreditemos.
Calvin
11 de julho de 2014 8:02 pmTraduzindo…
depois de 3 anos e meio sem deslanchar, agora vai…. e com o mesmo piloto…. difícil
altamiro souza
11 de julho de 2014 8:08 pmesse texto bem que popderia
esse texto bem que popderia ser usado como propagadna dos governos de 2002 p-ra cá…
quem o lê pelo menos percebe gratificado que o país mudou de patamar e suas necessidades e problemas são de um país realmente de primeiro nível…quall o país que tem essas possibilidades levantadas aí?
hc.coelho
11 de julho de 2014 8:48 pmA falsa crise energética.
Nassif,
Não lhe ocorre que um dos maiores fatores para a desmotivação dos empresários foi este “esconder a realidade” feito pelo pig? Cantou em verso e prosa tudo de ruim que achou ou inventou e escondeu maravilhas até surpreedente para nós fãs do governo. A conversa fiada do estouro da inflação, o negativismo exarcebado da economia nacional, a certeza da falta de energia, o esconder de tudo que foi feito na área da formação de mão de obra, etc, etc, não está sendo um fato criminoso e responsável pelo marasmo da economia?
Agora que as autoridades do setor informam que o risco de racionamento de energia é zero, há que citar dois fatores:
1. O papel mais que bandido e antipatriótico do pig afirmando que com a falta de chuvas haveria racionamento sem verificar a realidade do problema. Repetindo a fala pelo segundo ano, porque no anterio já tinha afirmado o mesmo. Das poucas vezes que tive o desprazer de ler o estado de minas em uma ele avaliava o “quanto custaria” ao país o racionamento e em outra ele afirmava que o atual apagão seria de consequencias econômicas muito sérias porque o governo Dilma negava o que era certo e que seria muito pior que o do fhc porque naquele o governo, “responsavelmente”, não negou o apagão. Claro que não informou que o fhc escondeu o fato até que ele fosse fato consumado, bandidos que são;
2. O governo Dilma/Lula está mais uma vez DE PARABENS porque só mesmo um planejamento muito bem feito evitaria um apagão em ano tão desfavorável em chuvas. Foi uma façanha e tanto e que o fator clima foi altamente desfavorável, inédito e muIto mais que no tempo do fhc.
luka
11 de julho de 2014 10:50 pmÉ bem triste nsonpodermos
É bem triste nsonpodermos saber o que acontece de fato. A estrutura para a copa funcionou tao bem que ate eu que confiava mas previa alguns problema estou chocado como as coisas funcionaram.
Exemplo disso é o jornalisra estrangeiro que postou no twitter que em 28 dias, pegou 29 voos e todos pontuais. Chega a ser surreal, mas aconteceu aqui.
Andre SP
12 de julho de 2014 12:32 amFoi o melhor post desde que
Foi o melhor post desde que frequento o blog. Mas, como já denunciamos, não falta engenheiros e nem arquitetos. Eles são convencidos a abandonar a profissão pelo motivo já apresentado por vc mesmo. Não possuem recursos para montar suas empreiteiras, o mercado de trabalho os tratam como office boys de luxo. Quando reclamam, são dispensados e contratam outro. Assim o mercado fica restrito a interesses de um pequeno Grupo.
Acredito que a solução seria a abertura do mercado para construtoras de outros paises, daria um choque de realidade nos preços e diminuiria o poder deste mercado concentrador.
O Estado precisa de muitos engenheiros e projetista estudando, analizando e projetando nossas necessidades.
Este poder não pode ficar restrito a projetos apresentados pelo mercado. Interesses não muito claros abre espaço para a escravidão eterna, assim sendo, nada que ameace nossa soberania poderá ser levado a sério.
Não tolero escravidão em lugar nenhum do mundo! Contruir um proposito não é escravisar os povos.
Desta forma olho a importação de mão de obra com cautela. Aumentar nossa população e capacidade produtiva importando membros para compor a elite é complicado, já que negamos espaço para os nossos.
Também estou ciente da baixa qualidade dos nossos engenheiros, mas, o erro está na forma e não no bolo.
A burocracia está muito mais para joio do que trigo, a necessidade de separar o joio do trigo é muito importante. Tanto dos que estão aqui quanto aqueles que querem vir para contribuir.
Estou contente por enquanto, com as politicas de micro, macro de curto, médio e longo prazo. Já está havendo um choque de realidade pelas politicas apresentadas e executadas neste últimos doze anos.
Adiministrar esta realidade será o maior problema. A dita meritocracia é um tema que precisa ser debatido com toda a sociedade não apenas num grupo seleto. Todo mundo quer ser o pai da criança, mas, ninguém quer sustentar, educar e dar oportunidade iguais.
Nicolas Crabbé
12 de julho de 2014 1:17 pmUrgência
O problema é que se tivermos que esperar resolver os problemas da educação no Brasil, partindo da educação básica de péssima qualidade até os estudos superiores muito ruins, com raras exceções de praxe, vamos levar no mínimo uma geração inteira para criar competência.
Da mesma foram, os engenheiros que foram para o mercado financeiro não voltarão para a engenharia, mesmo aumentando os salários. A decisão foi tomada, não importa os motivos, e geralmente não tem volta.
Então para resolver o problema imediato não resta solução que não seja importação de mão de obra estrangeira. Qual é a solução que você preconiza para atender a necessidade do setor?
mello
12 de julho de 2014 3:37 pmRestabelecer a cultura do
Restabelecer a cultura do planejamento : só licitar com projeto executivo, orçamento ,plano de desapropriações, audiências públicas, liberação ambiental preliminar,prazos definidos, tudo sob coordenação de empreeendimentos e fiscalização pública entregues a profissionais e órgãos capacitados. Isso traria garantias de responsabilidades definidas, gastos menores, prazos exequíveis, obras e serviçõs com início, meio, fim e serventia assegurados…
juarez.j.j.
19 de julho de 2014 4:21 amO sucesso espetacular da copa
O sucesso espetacular da copa é um marco inquestionável.
joao
19 de julho de 2014 4:24 ama ideia.
São doze anos do governo com o PT e destes são quatro com a Dilma. Existe um erro de princípios e grandezas.
.Em minha opinião os programas do PAC não estão no mesmo nível e não são executáveis.
Não podemos pensar em logística construindo a infraestrutura assim. O programa do Pac deveria definir o primeiro e começar ate estar começando a funcionar e ai sim iniciar o segundo, depois o terceiro e assim sucessivamente em que terminando um outros estariam começando num ciclo definido, quantos teriam trabalhando dinamicamente, quantos poderia ser definido 5, 10, 15,20, 50 projetos necessários. Todas as etapas de um projeto e suas características específicas seriam delineadas, trabalhadas e a maturação para o seguinte. Independentemente estaria alocada no governo e criando grupo ou grupos no governo de especialista. Para começar e terminar um projeto desta natureza tem que ter um objetivo em logística, na politica e na sociedade. Não basta o investimento financeiro e como exemplos têm a transamazônica. Não basta o politico e temos outro exemplo Madeira Mamoré. Nem somente social e estes ferros velho dos trens, metros e ônibus nas grandes cidades. Por exemplo: O projeto da ferrovia entre Vila Velha (Região Metropolitana da Grande Vitória, Estado do Espírito de Santo – ES)*, e o Rio de Janeiro tem uma extensão prevista de 551 km. Um Trajeto relativamente pequeno e muito complicado. Poderia ser um projeto moderno e barato e não será porque precisa ser amplo em traçado e engenharia/arquitetura, precisa projeta o sistema e as maquinas que vão rodar.
. Corrigir o passado e fazer o presente. Depois construir o Futuro.
Lembrei-me das academias universitárias federais que só trabalham em suas maiorias em invenção da roda, são iguais as lojas de antiquário. Reconstruir logística hoje não existe o passado, esquece, tem que trabalhar no presente, a realidade e tecnologia existente e projetar ao futuro como upgrade.
A mobilização de infraestrutura em logística não começa assim. Como disse: um passo de cada vez, organizando um sistema e fazendo funcionar e aprontando. Funcionando.
A Bola da vez nunca foi o Brasil e sim o investimento e retorno garantiam. O capital internacional nunca vai entra no Brasil como base por que ele é subsidiado em suas origens e noutros países. O setor privado na infraestrutura sempre fica com o retorno melhor e na quantia do lucro, fornecendo maquinas, manutenção e serviços. Nunca em investimento ou com o prejuízo.
Concessões é meio termo usado de serviços públicos entrando com o dinheiro dos governos e explorado pelo setor privado. Concessão também conhecido como um serviço público e exploração dos usuários. Pagar caro por um serviço publico obrigatório.
Defina para qualquer universitario das areas e tera trabalhos serio!
*http://www.epl.gov.br/index.php