4 de junho de 2026

Pesquisa aponta que usuários preferem seus smartphones aos amigos

Jornal GGN – Uma pesquisa que ouviu usuários sobre hábitos de uso de dispositivos móveis apontou que a maioria prefere ficar uma semana inteira sem seus amigos do que uma semana sem seus smartphones. De 518 pessoas entrevistadas pela Motorola Mobility nos Estados Unidos, um em cada sete se enquadrou nesse cenário.

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Além disso, 74% das pessoas informou que têm por hábito manter seus dispositivos próximos do seu alcance ao longo do dia, enquanto 60% dormem com os aparelhos ao seu lado na cama. Na faixa etária entre 18 e 29 anos a taxa é ainda maior: 84% dormem com os dispositivos ao lado.

Outro dado apontado pela pesquisa é que 40% das pessoas entrevistadas disseram que seria difícil ou impossível passar um dia todo sem seus smartphones, mesmo que lhe fossem oferecidos, por exemplo, US$ 100 para isso.

A pesquisa, originalmente, queria descobrir as necessidades das pessoas quando se trata de serviços de smartphones para os clientes, mas acabou revelando um cenário de dependência das pessoas aos seus dispositivos móveis.

Com informações do Canaltech.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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14 Comentários
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  1. Antonio Passos

    7 de julho de 2014 3:22 pm

    Zumbis

    Talvez seja por isto que o sistema operacional Android, em versão anterior, exibia vários zunbis utilizando seus aparelhos, quando se tocava várias vezes sobre o nome/versão do SO.

  2. Iara G

    7 de julho de 2014 3:30 pm

    Individualismo é de fato a doença grave da modernidade

    Uma das coisas que tornará pouco possível a retomada do crescimento demográfico, a níveis que sustentem as economias é isto. O isolacionismo, a baixa tolerância ao diferente, ao alheio. Não se sai disto através de investimentos públicos ou programas privados. Só o autêntico desenvolvimento humano vai liberar alguém de ser sofredor do ilusionismo, do isolacionismo. Confundir o real com o virtual torna-se moda. Ah! Um grau grave da depressividade, a doença do isolacionista, é a esquizofrenia (a criação de um mundo não real, apenas na mente adoecida).

  3. Luis Fraga

    7 de julho de 2014 3:41 pm

    Claro!!!

    Além disso, 74% das pessoas informou que têm por hábito manter seus dispositivos próximos do seu alcance ao longo do dia, enquanto 60% dormem com os aparelhos ao seu lado na cama. Na faixa etária entre 18 e 29 anos a taxa é ainda maior: 84% dormem com os dispositivos ao lado.

    Celular longe do corpo é como se não existisse, perde a função. E é claro que fica ao lado da cama, pois todo mundo o usa como despertador.

    Aliás os smartphones (falo por mim) substituiram, mais ou menos bem uma penca de coisas:

    Câmera fotográfica

    Agenda

    Bússola

    Lanterna

    Calendários (de folhinha de parede , ou de mesa)

    Despertador

    Relógio

    Bloco de notas

    Rádio FM

    Player de música

    A tabela da Copa (neste ano)

    etc

    Só não dá ainda pra ler o Blog do Nassif nele.

    Aê Nassif, que tal corrigir este anacronismo?

     

     

    1. mario.bentes

      7 de julho de 2014 3:53 pm

      Creio que a pesquisa não

      Creio que a pesquisa não contesta a funcionalidade dos dispositivos, mas a comparação da relação homem-dispositivo X homem-homem.

      1. Luis Fraga

        7 de julho de 2014 4:37 pm

        Sim

        Deu para perceber….rs

        Esta questão da dependencia do homem em relação aos dispositivos é um a repetição de comportamento que se dá em outras áreas.

        É o famoso quem nunca comeu melado, quando come se lambuza.

        Conheço pessoas que vivem para servir a seus automóveis, em vez do contrário.

        Comentei o periférico, invés do principal, mesmo porque via de regra, sou cético com relação às divulgações destas pesquisas.

        Será que alguém dispensaria mesmo U$ 100,00 para ficar só um dia longe do seu smartphone?

        Além do que tudo é muito hipotético…o que é ficar uma semana inteira sem seus amigos? Já fiquei sem meus amigos por mais tempo em viagens de trabalho, mas se estivesse sem o celular nem teria como manter contato com os mesmos….hehehehehe.

         

    2. Nonato Amorim

      7 de julho de 2014 4:33 pm

      SUBSTITUI ATÉ . . .

      . . . MARIDO, LUÍS!!!

    3. Anarquista Lúcida

      7 de julho de 2014 10:30 pm

      Substituir agenda por celular é gostar de viver perigosamente

      A quantidade de pessoas que já vi perderem todos os seus contatos profissionais e muitos pessoais porque perderam o celular ou houve qualquer outro problema com ele nao está no gibi. Ao passo que caderno de endereços ninguém rouba e nao dá xabu. 

  4. IV AVATAR

    7 de julho de 2014 3:55 pm

    Homens-ilhas

    .

  5. Alan Souza

    7 de julho de 2014 4:12 pm

    Por isso que não cedo

    É por conta de situações assim que não cedo à tentação de ter WhatsApp, Facebook e outros quetais no celular. O meu só uso mesmo pra falar e mandar mensagem de texto. E olhe lá.

    1. Anarquista Lúcida

      7 de julho de 2014 10:34 pm

      O meu é “orelhao de bolso”: tá sempr desligado, só ligo p/ falar

      Quando quero telefonar, ligo; em caso contrário  fica desligado. E nem smartfone é. Nem mensagem de texto eu passo, só uso para falar ou para receber ligaçao quando tenho um encontro com alguém na rua. 

      E nao tenho Facebook nem no desktop. 

  6. Nonato Amorim

    7 de julho de 2014 4:32 pm

    INDA MORRO DISSO

    Naasif & Amigos, lá em casa esse maldito tá substituindo até o marido…eu a minha litisconsorte tamus em pé-de-guerra por causa desse enérgumeno amaldiçoado. Pior, ela tem 2! Acho que vamu partir pro doutor juiz de direito… Pode???

    Abrs.

    1. Maria Luisa

      7 de julho de 2014 8:07 pm

      Diga a ela que ja tem um

      Diga a ela que ja tem um estudo que aponta que as ondas são canceriginas…  Melhor não dormir com celular ligado no quarto.

  7. Marcos K

    7 de julho de 2014 5:55 pm

    O uso dessas coisas virou uma

    O uso dessas coisas virou uma epidemia, tão ou pior que a do crack. Essa é a verdade pura e simples.

  8. Anarquista Lúcida

    7 de julho de 2014 10:35 pm

    Isso mostra como anda pobre a relaçao das pessoas…

    Hoje no restaurante em que almocei havia uma mesa com 3 pessoas, todas com seus celulares ligado (duas falando ao telefone, outra consultando nao sei o quê). Nem falavam entre si. 

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