4 de junho de 2026

México aprova reforma que limita o poder de grupos midiáticos

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Sugerido por Pedro Penido dos Anjos

Do El País

México aprova reforma que limita o poder de Slim e Televisa

O presidente do México Enrique Peña Nieto chegou sexta-feira a um de seus objetivos mais importantes quando o legislativo do Senado deu sua aprovação para os regulamentos que regem as telecomunicações. A transformação deste sector económico importante, até agora dominado por titãs Carlos Slim (América Móvil) e Emilio Azcárraga (Televisa), tornou-se o termômetro capacidade de Peña Nieto para lidar com as grandes potências do país. O resultado foi uma mudança nas regras, com um limite de perímetros corporativos dos dois gigantes ea criação de mecanismos de controle. O próximo passo é a entrada de novos concorrentes, tanto de telefonia e televisão.

O objetivo da reforma, na verdade, não é apenas limpar o campo legislativo para facilitar o desembarque de outros atores, mas estes, uma vez instalado, é garantido a sua sobrevivência contra formidáveis ​​velhos leões que habitam o território. O pacote legislativo aprovado (chamadas de leis secundárias) trouxe, no entanto, uma certa diluição das ambições originais, limitando setor de vigilância a capacidade do organismo.

A conclusão da reforma das telecomunicações, Peña Nieto tem agora de enfrentar os maiores desafios de sua: a mudança no setor de energia. Proposta avançada envolve muito terminar um símbolo da nação: o monopólio estatal de hidrocarbonetos. A medida adotada em 1938 pelo lendário presidente Lázaro Cárdenas, em resposta ao pulso aumentado para as multinacionais norte-americanas e britânicas, quando exigiu que melhorar as condições de trabalho miseráveis ​​dos seus trabalhadores. O resultado dessa decisão, veio Petroleos Mexicanos (Pemex), empresa que ao longo dos anos tornou-se um dinossauro que gera perdas (9.200 milhões em 2013) e uma produção em declínio, a tal ponto que o México, sétimo maior produtor mundial, é forçado a importar 50% da gasolina e do gás de 30%. O procedimento parlamentar deste pacote legislativo é esperado ainda mais hostil do que o pesado e de telecomunicações. Na próxima semana terá início as negociações para garantir o debate final, prevista para agosto ou setembro.

Ambos reforma e energia de telecomunicações são as jóias da coroa da grande projeto realizado em 2012 por Peña Nieto, com o apoio do PAN, à sua direita, eo PRD para a esquerda. O acordo, chamado Pacto do México, exige uma profunda transformação da estrutura política e econômica mexicana estagnada. Embora o PRD saiu desse consenso por causa do próximo desmantelamento do monopólio do petróleo, PRI de Peña Nieto ainda tem a força para retirá-la. E assim foi no sábado. As leis foram aprovadas com 80 votos a favor e 37 contra. O PRD, fiel à sua oposição fala rejeitou o pacote legislativo, enquanto que o PAN, tradicional aliado do PRI no processo de reforma, mostraram uma grande dispersão da votação bloco. Esta separação revela as fissuras abertas pelos interesses concorrentes do setor.

A pedra fundamental da regulação é o conceito de posição dominante, que visa evitar abusos de posição dominante. Sob esta definição, o resultado da reforma constitucional de Junho de 2013, as empresas de seu setor, direta ou indiretamente, mais de 50% da audiência, tráfego, usuários ou assinantes cair. O legislativo considera que esta vantagem distorce a concorrência e permite que essas empresas determinadamente influenciar os preços e serviços. Para monitorar o mercado foi criado sob mandato constitucional, um órgão autónomo, o Instituto Federal de Concorrência. O seu primeiro parecer, em março, deu choques elétricos para Slim e Azcarraga. O instituto estabeleceu a primeira, uma das maiores fortunas do mundo e controla 84% dos telefones fixos e 70% móveis, devem partilhar a sua infra-estrutura com os concorrentes. E Televisa, com participação de mercado de 60%, o sinal para oferecer aos operadores de pay-tv.

Neste contexto, o foco principal do debate parlamentar somou definir o intervalo da prevalência. O PRI tinha decidido desde o primeiro minuto de medida diferente por sector, ou seja, em apenas duas áreas: radiodifusão e telecomunicações. Esta proposta suscitou muitos deputados da oposição que achavam que não refinar ainda mais o campo, não deu para Slim e Azcarraga. A mudança proposta que determina a preponderância que o serviço (TV grátis, TV paga, rádio, internet, móvel e fixa), permitindo espaço muito maior manobrar o corpo do controlador. Os dois líderes do PRD e PAN defendeu esta posição, mas no último caso, uma fração dos bancos rompeu com a recomendação, dando a vitória ao PRI.

A legislação aprovada na terça-feira, que será ratificado na Câmara dos Deputados, também permite que uma rede de duas velocidades, de modo que alguns fornecedores, a um custo mais elevado, pode oferecer mais rápido o download. Esta medida, que em os EUA também está sendo desenvolvido, tem atraído críticas para acabar com a “neutralidade” da web, tornando a qualidade do serviço para a capacidade do usuário de pagar. Outro aspecto polêmico é a possibilidade de que a regra para bloquear doações em uma dada área de telecomunicações para “a prática de crimes.” 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

10 Comentários
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  1. José Adolfo

    6 de julho de 2014 5:53 pm

    Um pouco detenciosa essa

    Um pouco detenciosa essa notícia. Bom, estando aqui México, sei que El País é dono de algumas rádios e obviamente convém que eles digam que a reforma é boa. A reforma energética tb não é tão boa para o México como diz a notícia. O Lula já criticou a reforma energética que quer seguir o modelo da Petrobrás com 20 anos de atraso o que a meu ver o El País está defendendo a Repsol (empresa espanhola). Esse El País é bem espertinho, viu.  

  2. Motta Araujo

    6 de julho de 2014 6:43 pm

    A reforma mexicana visa a

    A reforma mexicana visa a abrir o mercado para grupos estrangeiros de midia.

  3. FRC

    6 de julho de 2014 7:04 pm

    Tradução confusa.

    Tradução muito confusa e cheia de ambiguidades. Para quem não estiver bem informado, ficam muitas dúvidas.

  4. Durvaldisko

    6 de julho de 2014 7:53 pm

    Mais um  chavista ! É o

    Mais um  chavista ! É o bolivarismo chegando aos EUA ! Coladinho,ali. A  invasão começará pelo Texas. Já tem   nome: ” La Retomada” ,referência  a “Reconquista”,dos espanhóis aos mouros. Apenas um lapso  de 500 anos…

    Depois, por aqui,veremos  se os Marinhos  devolverão por  bem a Vênus,  desvirginada…

  5. Muhamad

    6 de julho de 2014 7:53 pm

    Quando uma lei dessas chegará ao Brasil?

    Ainda que Dilma não prometa uma Ley de medios, esperamos que ela venha a tomar essa providência.

    1. Motta Araujo

      6 de julho de 2014 8:31 pm

      Maravilha é copiar até o nome

      Maravilha é copiar até o nome da gambiarra argentina para fechar o Clarin, a Argentina afunda em um pantano de populismo ranchero, exemplo para o mundo e tem caboclo que quer o modelo argentino para nós, que coisa.

       

  6. Snaporaz

    6 de julho de 2014 7:56 pm

    “Dura lex  sed lex”,no

    “Dura lex  sed lex”,no  cabelo só Gumex…

  7. altamiro souza

    6 de julho de 2014 9:25 pm

    esse tradutor deve ter traído

    esse tradutor deve ter traído o texto original e to quase acreditando que o pen neto é o cara se não soubesse que esse cara foi  eleito pelo esquema midiático vigente….

  8. janes salete

    6 de julho de 2014 11:41 pm

     Acho que a Argentina estaria

     Acho que a Argentina estaria milhares de vezes pior se continuassem com as políticas para o país do fhc deles: menen. Pela dignidade e pela história mui linda da Argentina, ´não dá para pensar em um governo que não seja “populista”. Aliás, a AL, com seus governos POPULARES, avançou como nunca em toda a sua história. A Argentina, realmente, passa por um  momento crítico, mas o povo argentino sempre se posiciona a favor do país e, isso, faz com que as crises sejam coisas a serem solucionadas e não agravadas. Os argentinos caminham juntos para resolver problemas, não abandonam o barco, são fiéis ao país e não aos detratores dessa nação.

  9. MAAR

    7 de julho de 2014 1:00 am

    TRADUÇÃO CHEIA DE FALHAS

    A tradução do texto evidencia conter muitas falhas. Em alguns trechos não se entende quase nada. Que coisa.

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