Copa no Brasil bate Oscar e Olimpíadas de Londres nas Redes Sociais
A Copa de futebol no Brasil, 15 dias após seus início, já é um sucesso nas Redes Sociais do mundo inteiro. Os dados oficiais do Twitter mostram que a Copa gerou 160 milhões de tweets, 10 milhões a mais que o de toda as Olimpíadas de Londres. O jogo de abertura entre Brasil e Croácia foi o campeão da primeira fase, com 12,2 milhões de Tweets durante a transmissão da partida.
No Facebook não é diferente. A Copa já bateu todos os recordes de interação considerando todos os eventos monitorados até hoje. Na primeira semana, 141 milhões de pessoas comentaram sobre os jogos e a competição, somando um total de 459 milhões de interações, entre posts, comentários e curtidas. Em uma semana, mais pessoas conversaram sobre a Copa no Facebook do que no Super Bowl americano , no Oscar e nas Olimpíadas de Inverno de Sochi juntos.
Os números completos:
1. Na Copa (de 12 a 18 de junho): 141 milhões de pessoas e 459 milhões de interações (posts, comentários e curtidas).
2. No Super Bowl americano (no dia 2 de fevereiro): 50 milhões de pessoas e 185 milhões de interações.
3. Nos Jogos de Sochi (de 6 a 23 de fevereiro): 45 milhões de pessoas e 120 milhões de interações.
4. Na entrega do Oscar (no dia 2 de março): 11,3 milhões pessoas e 25,4 milhões de interações.
A estreia do Brasil na Copa foi um sucesso de público nas Redes Sociais. No dia 12 de junho, contra a Croácia no Itaquerão (SP), 58 milhões de pessoas comentaram, postaram fotos e falaram sobre o jogo da seleção brasileira. Essas pessoas geraram 140 milhões de interações (fotos, posts sobre o jogo na TV e curtidas) durante a partida. Uma em cada três pessoas que entraram no Facebook, durante a peleja, se referiram à disputa. Esse número é cinco vezes maior ao registrado na cerimônia do Oscar deste ano: 11,3 milhões de pessoas e 25,4 milhões de comentários/fotos/posts.
Os números no Brasil também impressionam. No país sede da Copa, 16 milhões de pessoas falaram sobre o jogo nas primeiras horas após a partida. Entre os brasileiros foram 40 milhões de interações (fotos, posts sobre o jogo na TV, e curtidas). Isso é 28,5% do total de interações sobre a partida. E que um em cada três brasileiros, que usaram o Facebook durante o jogo entre Brasil e Croácia, fizeram interações a respeito do que ocorreu dentro das quatro linhas.
Os dados foram fornecidos ao Ministério dos Esportes pelo Twitter e pelo Facebook.
Gilson S Raslan
29 de junho de 2014 3:19 pmTudo mentira, pois NNÃO VAI
Tudo mentira, pois NNÃO VAI TER COPA.
Flavio Martinho
29 de junho de 2014 3:20 pmE dizem que na TV já supera
E dizem que na TV já supera as finais daquele futebol maluco e do basquete americanos. SUCESSO TOTAL E MUNDIAL. Até mesmo para os pilantras que diziam e torciam para o fracasso da Copa.
maurobrasil
29 de junho de 2014 3:22 pmEstadão: Copa do Brasil ganha o mundo
Copa do Brasil ganha o mundo por meio das redes sociais
http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,copa-do-brasil-ganha-o-mundo-por-meio-das-redes-sociais,1520216
maurobrasil
29 de junho de 2014 3:23 pmA elite nos estádios
A elite nos estádios
29 de junho de 2014 | 10:45 Autor: Fernando Brito
A enquete realizada pela Folha, ontem, e publicada na edição de hoje do jornal, faz um retrato do que significa o tal “padrão Fifa”.
Ou do que tem sido o mundo.
Tudo é ótimo, fantástico, maravilhoso, sensacional.
Para poucos.
Os 60 por cento com renda superior a dez salários mínimos no estádio são apenas 3% dos brasileiros na “vida real”. Quase a metade deles, os que ganham acima de 20 salários-mínimos, não chegam a 1% dos brasileiros. Os números estão ao lado, se você duvidar.
Os negros, mulatos, os pardos só são maioria, entre os de camisa amarela, dentro das quatro linhas.
Nada mais do improviso, das arquibancadas de concreto, da multidão se espremendo numa festa de gritos e suores, nem do picolé que vinha rolando de mão em mão degraus acima ou abaixo, enquanto os trocados seguiam o caminho inverso (quando não era o pobre do sorveteiro quem vinha junto) daquele Mineirão de 150 mil lugares ou do Maracanã de 200 mil almas em transe.
Por maior que seja a saudade daqueles tempos que eu ainda tive a sorte de viver, o Brasil tornou-se uma sociedade de massas gigantescas e seria simples banzo pretender que tudo fosse como era.
Até porque aquele “Maracanã” inclusivo era mais uma atitude mental do que real, porque o Brasil era, muito mais que hoje, um país de pouca ou nenhuma oportunidade para a imensa maioria, ainda que muitos tenham conseguido ascender nos anos 40 e 50, embora se tenham tomado, em 64, as devidas providências contra a petulância da patuleia de querer ter parte do seu país, mesmo na antiga geral.
A realidade é que a televisão é, agora, o Maracanã universal.
O nosso povo tem ódio ou raiva, sequer, de não poder estar ali, em massa. Um pouco de frustração, talvez, por não estar, aos gritos e paixões, transformando em feras esportivas os nossos jogadores, com a força do atavismo que Nélson Rodrigues definiu como o de se atirar à bola como quem se atira a um prato de comida.
Sérgio Porto, o Stanislau Ponte Preta, escreveu uma vez que não acredita em patriotismo do sujeito que só pensa em si. Nós temos uma elite que não tem fome, mas é “fominha”.
Por acaso algum deles recusou a oportunidade de estar ali com a lenga-lenga que, em lugar de Copa, poderiam ter feito uns 20 hospitais e uma centena de escolas, um nada neste país continental?
O povão não é recalcado, é sofrido. E sabe transformar este sofrimento em força e alegria.
Está se lixando para o Neymar ganhar uma fortuna, desde que jogue bola como um moleque feliz.
Triste, em tudo isso, é que aquela parcela da elite – ou uma parte dela, sejamos justos – não entende que são as imensas massas deste país que lhe permitem viver os privilégios que tem de estar ali – e também não há nada de errado em estarem – fruindo a delícia de viver este momento de congraçamento mundial.
Se podemos amar os holandeses, os croatas, os costarriquenhos, até os argentinos, porque não podemos amar os brasileiros pobres e dar a eles o mesmo carinho e atenção que damos à Torre de Babel que nos visita?
Por que é que tanta gente rica, ou bem remediada, odeia quem lhe deu a chance de estar ali, olhando de perto, pertinho, aquilo que bilhões só vêem por uma tela?
Será assim tão difícil entender que é o povo brasileiro quem lhe trouxe a Copa, assim como é o povo brasileiro quem produz a riqueza de que fruem e que sua miopia acha que brota do nada, apenas por sua “capacidade inata”?
Quem acha que este país é “tudo de ruim” não pode mesmo gostar dele o suficiente para entender que é da massa que vem a força de qualquer grupo seleto, não o contrário.
Inclusive a que empurra os onze em campo.
O que talvez explique 20% de chilenos terem, em alguns momentos, gritado mais que 80% de brasileiros.
E porque 80% dos brasileiros que têm muito pouco, ao contrário deles, sejam capazes de dar, dar, dar ao seu pais muito mais do que recebem dele.
anarquista sério
29 de junho de 2014 3:24 pmMenos.Menos. Segundo TODOS
Menos.Menos. Segundo TODOS institutos de pesquisas, a maior audiência mundial é a abertura das Olimpiadas.
E faz sentido. Porque as Olimpiadas tbm é uma espécie de Copa Mundial de TODOS OS esportes.
E o futeboil não faz furor em muitos paises.
As redes sociais, como sempre, erra rotundamente.
Cadê o não vai ter Copa?
Gilson AS
29 de junho de 2014 7:02 pmAcho que não Anarquista.
O
Acho que não Anarquista.
O futebol, como nós conhecemos, talvez seja o esporte mais querido da humanidade
Até países que não tem tradição no esporte gostam do futebol.
Já nos esportes Olimpicos não vejo tanta adoração em nível mundial.
Essa é a minha percepção.
Assis Ribeiro
29 de junho de 2014 3:39 pmThe visualization displays
The visualization displays Facebook check-ins around the 12 World Cup host cities in Brazil by people who live outside the country from June 5 through June 16. Each arc represents the journeys of 20 people who traveled from their home city (in blue), and checked into one of the World Cup cities (in red). The size of the circles is proportional to the total number of people who have checked into a World Cup host city.
[video:http://vimeo.com/99095564%5D
Ivan de Union
29 de junho de 2014 7:05 pmO que significa “Facebook
O que significa “Facebook check-ins”?!?!
Assis Ribeiro
29 de junho de 2014 3:48 pmOs norte-americanos não ligam
Os norte-americanos não ligam para futebol, todos nós sabemos. Eles só pensam em futebol americano, basquete, beisebol e hóquei no gelo. (…) Uma prova foi o Estados Unidos x Gana desta segunda. Uma partida completamente ignorada em todas as cidades americanas. Ninguém se preocupou com o jogo, (,,,)
Para provar isso, reunimos uma série de evidências, de norte-americanos ignorando solenemente a vitória de sua seleção na estreia da Copa do Mundo, em Natal. Confira.
Grant Park, em Chicago
Hermosa Beach, na região metropolitana de Los Angeles,
[video:http://www.youtube.com/watch?v=cNfmkCK_nDg%5D
telão em Kansas City
[video:http://www.youtube.com/watch?v=C_EMGwdM9uA%5D
http://trivela.uol.com.br/torcida-estados-unidos-copa-2014/
Ivan de Union
29 de junho de 2014 7:02 pmSo sabia que era verdade
So sabia que era verdade antes de tudo ver isso porque minha filha saia da escola me contando tudo do jogo do dia anterior.
Advinhe se baseball ja conseguiu juntar essas multidoes…
Gão
29 de junho de 2014 4:11 pmOs pequenos perderam o respeito, no bom sentido
Falaram que aqui a copa tem menos atenção que antes mas já falavam isso nas duas copas passadas, mas parece que não, somente deram menos importância as derrotas no Brasil. A verdade é que a copa desperta cada vez mais interesse mundo afora, e não é só mais uma festa para os times grandes agora mesmo é capaz do méxico mandar a holanda pra casa, isso desperta o interesse nesses países enfrentando os “gigantes” de igual pra igual.
Moraes
29 de junho de 2014 6:08 pmAinda em junho, dia 12,
Ainda em junho, dia 12, Clovis Rossi escrevia: “Brasil mostra a sua cara. Está Feia”. E diz que a Copa, para o Brasil, é como uma prova para um estudante despreparado.
Tambem nas vésperas da Copa, Juca Kfouri dizia: “Não dá tempo para mais nada. Vai ser tudo precário”
Mas ninguem foi tão premonitório quanto Arnaldo Jabor: “A Copa vai mostrar ao mundo nossa incompetência”
A Copa mostrou a cara do Clovis Rossi e da imprensa brasileira: está feia. Tudo está precário nas análises do serrista Juca Kfouri. E Jabor, mais uma vez, escancarou sua incompetência. Terroristas, vira-latas, o que mais se pode dizer desses personagens ridículos?
Ivan de Union
29 de junho de 2014 7:48 pmO google dos EUA ta com um
O google dos EUA ta com um doodle Costa Rica x Grecia!
https://www.google.com/
Sônia Bulhões
30 de junho de 2014 1:34 amVem aí as Olimpíadas. Será
Vem aí as Olimpíadas. Será que também “não vai ter ” ?