Os ataques efetuados por Israel em represália às ações do grupo extremista Hamas mataram mais de 24 mil palestinos desde o dia 07 de outubro.
Dados do Ministério da Saúde de Gaza indicam que 24.448 pessoas perderam suas vidas, enquanto 61.504 pessoas estão feridas.
Apenas nas últimas 24 horas, o exército israelense matou 163 palestinos e feriu outras 350 pessoas, ao mesmo tempo em que muitas vítimas seguem sob os escombros e nas ruas uma vez que nem a defesa civil e nem as ambulâncias conseguem chegar para atendimento.
Em meio a esse cenário, doenças como a hepatite A estão se espalhando de forma rápida pela região de Gaza por conta da superpopulação nas regiões de refugiados.
De acordo com a agência de notícias Al Mayadeen, fatores “deliberadamente induzidos pela ocupação israelita” estimularam o avanço de doenças infecciosas na Faixa de Gaza, como a retirada forçada de milhares de pessoas da regiões norte, amontoando assim milhares de pessoas em abrigos, escolas e hospitais mal equipados.
Segundo o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), cerca de 180 mil palestinos foram diagnosticados com infecções superiores, enquanto 136 mil casos de diarreia foram contabilizados.
Além dessas doenças, a superlotação e a falta de produtos sanitários levaram a pelo menos 55.400 casos de piolhos e sarna, bem como a 5.330 casos de varicela, em 12 semanas até 30 de dezembro.
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