Por Bruno Gaspar
Comentário ao post “A cartelização mediocrizante da notícia“
Eu ainda fico abismado lendo a Veja. Você lê algumas coisas e pensa “caramba, isso não pode estar numa revista de circulação nacional!”… Dá pra ler as reportagens e fazer uma lista: fatos X suposições. Suposições sempre ganha. E normalmente são suposições estúpidas, tipo “O Brasil nunca passou tanta vergonha num evento internacional”.
Se sai da revista impressa e vai para os blogs, aí mesmo é que a coisa desanda… e não falo só da Copa & Política, é em todos os assuntos que isso acontece. Há algumas semanas um “artista” da Veja publicou em seu blog um texto dizendo que “ninugém nasce gay”, mas sim “passa por um período gay”, e “pesquisas” comprovam isso. Deu até vergonha de ler aquilo! Pra quem eles acham que estão escrevendo? Semi-analfabetos? Aí outro mané escreve que o símbolo da FIFA tem propaganda comunista. Gente, troquem essa equipe, pelo amor de Deus! Até o jornal do meu bairro tem opiniões mais qualificadas!
Js
23 de junho de 2014 5:19 pmSempre vale o lema: deu na
Sempre vale o lema: deu na Globo é boato; na veja é mentira!
basílio
23 de junho de 2014 5:41 pmimprensa hilariante
Seguindo o exemplo do mané QI de mosca da Veja, até essa revistinha seria comunista!
Teo Ponciano
23 de junho de 2014 5:54 pmLeia a veja.
Se informe
Leia a veja.
Se informe depois!
Motta Araujo
23 de junho de 2014 6:03 pmSe a revista é tão ruim e é
Se a revista é tão ruim e é mesmo, porque vc lê? Eu não compro há mais de 5 anos, não gosto de nada na revista.
Não entendo qual o problema, se não gosto de um produto ou de um restaurante, basta não ser cliente. Ponto.
Flics
23 de junho de 2014 10:45 pmÉ sim…
… Motta (AA?)… um revista é igualzinho a um restaurante… é sim: jornalista e garçon, hoje, são a mesma coisa: atendem – mal – ao que o frequês pedir.
p.s. com o perdão do seu Nassif pela última frase.
P Pereira
24 de junho de 2014 5:34 amMas
E se o restaurante servir frequentemente comida estragada, causando infecção intestinal no seus clientes, o senhor se omitiria também?
emerson57
23 de junho de 2014 6:04 pmabismo
“Eu ainda fico abismado lendo a Veja.”
e eu ainda fico abismado que alguém leia a veja!
Marco St.
23 de junho de 2014 6:12 pmTem um jeito mais fácil: Não
Tem um jeito mais fácil: Não compre, não leia e nem veja.
Rogerio0512
23 de junho de 2014 6:12 pme aquele dedo indicador
e aquele dedo indicador rodando e espetando bem no meio, não é o Itaú mandando alguem tomar naquele lugar?
Fernando Lopes
23 de junho de 2014 11:03 pme o jingle??
E o jingle do Itaú para copa? Que tem na letra uma das maiores pérolas de poesia publicitária de todos os tempos:
AMARRA SEU AMOR NA CHUTEIRA. De imediato me vem a imagem do Neymar amarrando a Bruna Marquezini na sua chuteira e dando um bicudo nela. Uma primazia da competente publicidade brasileira…kkkk
Godinho
23 de junho de 2014 11:10 pmÉ
É.
Minha dúvida: é povo brasileiro, os clientes deles ou ambos?
Lucinei
23 de junho de 2014 6:32 pm“Eu ainda fico abismado lendo
“Eu ainda fico abismado lendo a Veja.”
Eu não me surpreendo desde os primeiros anos da década de 90, quando parei de vez de ler essa – e outras – porcarias feitas por e para gente ignorante e desinformada. Para usar um eufemismo: uns fofoqueiros; nada a ver com jornalismo.
“Gente, troquem essa equipe, pelo amor de Deus!”
Também não acredito nisso desde os “segundos” anos da mesma década. Eles sabem muito bem que funcionam como um aparelho ideológico; e que têm a missão de “manter a tropa unida”.
Marcos Km
24 de junho de 2014 8:45 amMatou! A Veja escreve para
Matou! A Veja escreve para semi-analfabetos.