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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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12 Comentários
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  1. Vânia

    25 de maio de 2014 3:09 am

    A Maria começa a beber

    Salve Clementina!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=ClrFOJjS-dg%5D

     

  2. Vânia

    25 de maio de 2014 3:28 am

    Cozinha contemporânea

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=4mS5jXANB78%5D

  3. Motta Araujo

    25 de maio de 2014 3:40 am

    http://upload.wikimedia.org/w

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/88/Bundesarchiv_Bild_136-C0804,_Kaiser_Wilhelm_II._im_Exil.jpg

    O Kaiser Guilherme II, no exilio na Holanda. O maior responsavel pela Grande Guerra de 1914, Guilherme de Hollenzolern

    lutou contra seus primos irmãos, o Czar Nicolau II da Russia  e o Rei George V da Inglaterra, todos netos da Rainha Vitoria.

    Guilherme de Hollenzollern é bisavô da atual Rainha Sofia da Espanha.

  4. jns

    25 de maio de 2014 10:31 am

    A Grande Guerra

    O Centenário da Primeira Guerra Mundial

    Cem anos atrás, uma série de eventos desencadeou um conflito global sem precedentes, que custou a vida de mais de 16 milhões de pessoas, redesenhou radicalmente o mapa da Europa e preparou o terreno para o século 20.

    Nove soberanos europeus no Castelo de Windsor, reunidos para o funeral do rei Edward VII, em maio de 1910, quatro anos antes do início da guerra. Em pé, da esquerda para a direita: Rei Haakon VII da Noruega, o czar Ferdinand da Bulgária, o rei D. Manuel II de Portugal, Kaiser Wilhelm II do Império Alemão, o rei Jorge I da Grécia e o Rei Alberto I da Bélgica. Sentados, da esquerda para a direita: Rei Alfonso XIII de Espanha, o Rei George V do Reino Unido e o Rei Frederico VIII da Dinamarca. 

    Na década seguinte, o império alemão do Kaiser Wilhelm II e o império búlgaro do czar Ferdinand seriam envolvidos em uma guerra sangrenta contra as nações lideradas pelo Rei Alberto I e o Rei George V. A guerra também era assunto de família: o Kaiser Wilhelm II era primo do rei George V e tio do Rei Albert I. Entre os monarcas retratados, um seria assassinado na década seguinte (Grécia), três manteriam as suas nações neutras (Noruega, Espanha e Dinamarca) e dois seriam apeados do poder por meio de revoluções – (W. & D. Downey)

    Resumo

    O herdeiro do trono da Áustria-Hungria foi assassinado por um nacionalista sérvio, quando visitou Sarajevo em 1914. Este ato foi o catalisador para o conflito mundial que durou quatro anos. Mais de 65 milhões de soldados foram mobilizados em batalhas em mais de 30 países. 

    A industrialização permitiu o uso de armas, equipamentos e táticas que aumentaram extraordinariamente o poder letal dos exércitos. 

    As condições do campo de batalha eram horríveis, tipificadas pelas caóticas crateras do hellscape da Frente Ocidental, onde soldados em trincheiras enlameadas enfrentaram balas, bombas, gás, baionetas e outros tipos de ataques letais. 

    No aniversário de 100 anos, lembrado em 2014, as fotografias da Grande Guerra, algumas digitalizadas pela primeira vez,  contam parte da história, através dos atores envolvidos, abrindo mais portas para a reflexão sobre o conflito que afetou o mundo profundamente. 

    Em 1914, a Áustria-Hungria era um país poderoso, maior do que a Alemanha, com quase tantos cidadãos. Ela havia sido governada pelo Imperador Franz Joseph I ,desde 1848, que tinha sido preparado pelo seu sobrinho, o arquiduque Franz Ferdinand como o herdeiro do trono. Esta foto, tirada em Sarajevo, em 28 de Junho de 1914, durante uma visita do arquiduque Franz Ferdinand e sua esposa, a condessa Sophie Chotek Checa, mostra o momento da partida para a recepção na Câmara Municipal. No início da manhã, no caminho para o hall, a comitiva foi atacada por uma bomba lançada por nacionalistas sérvios, que danificou um carro e resultou em dezenas de feridos entre os espectadores. Após esta foto ter sido registrada, o arquiduque e sua esposa entraram no carro aberto e dirigiram-se para um hospital próximo para visitar os feridos. A poucos quarteirões de distância, porém, o carro diminuiu a velocidade para virar uma esquina e dirigiu-se, diretamente, para o encontro de outro assassino, que foi até o carro e disparou dois tiros, matando Franz Ferdinand e a sua esposa – (AP Photo)

    Um nacionalista sérvio-bósnio (possivelmente Gavrilo Princip) é capturado e levado para a delegacia de polícia em Sarajevo, em 28 de junho de 1914, após o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, herdeiro do trono austro-húngaro, e sua esposa – (National Archives)

    O arquiduque Franz Ferdinand e o seu assassino, Gavrilo Princip (à esquerda) fotografados em 1914. Princip, servo-bósnio de 19 anos, foi recrutado junto com outras cinco pessoas por Danilo Ilic, que era membro da sociedade secreta Mão Negra, cujo o objetivo era a criação de uma nação sérvia. A conspiração, investigada por membros do Exército da Sérvia, foi rapidamente desvendada e o ataque se tornou o catalisador que colocou exércitos em marcha ao redor do mundo. Todos os assassinos foram capturados e julgados. Treze receberam penas de prisão de médio e curto prazo, incluindo Princip (que era muito jovem para a pena de morte e recebeu uma sentença de 20 anos).  Três dos conspiradores foram executados por enforcamento. Quatro anos depois do assassinato, Gavrilo Princip morreu na prisão, derrubado por tuberculose, que foi agravada pelas condições adversas provocadas pela guerra, que ele ajudou a colocar em movimento – (Osterreichische Nationalbibliothek)

    Logo após o assassinato, a Áustria-Hungria emitiu uma lista de solicitações à Sérvia, exigindo a interrupção de toda a atividade contra o império austro-húngaro, dissolução de grupos políticos, remoção de agentes políticos e prisão daqueles  que participaram do assassinato dentro das suas fronteiras, entre outras exigências, dando um prazo de 48 horas para cumpri-las. A Sérvia, com o apoio da Rússia, recusou-se a cumprir as ordens integralmente e mobilizou o seu exército. Logo depois, a Áustria-Hungria, apoiada pela Alemanha, declarou guerra à Sérvia em 28 de julho de 1914. Uma rede de tratados e alianças foram quebrados e, dentro de um mês, a Alemanha, a Áustria-Hungria, a Rússia, a França, a Grã-Bretanha e o Japão mobilizaram os seus exércitos e declararam a guerra. Nesta foto, tirada em agosto de 1914, a infantaria da guarda prussiana, vestindo uniformes cinzentos, sai de Berlim, na Alemanha, partindo para o campo de batalha. Crianças e mulheres, ao longo do caminho, dão flores aos combatentes – (AP Photo)

    Soldados belgas com suas bicicletas em Boulogne, França, 1914. A Bélgica afirmou neutralidade desde o início do conflito, mas forneceu à França, a rota cobiçada pela Alemanha que, por isso, declarou que iria “tratá-la como um inimigo”, se a Bélgica não permitisse a passagem livre para as tropas alemãs – (Bibliotheque Nationale de France)

    Um treinamento com máscara de gás executado pelas tropas indianas na frente em Salônica (Macedônia). As forças aliadas se juntaram aos sérvios para combater os exércitos das potências centrais e forçar o estabelecimento de uma frente estável durante a maior parte da guerra – (Nationaal Archief)

    Descarregamento de um cavalo em Tschanak Kale, Turquia, para equipar o exército Austro-Húngaro, enquanto outros animais são vistos em deslocamento dentro da água – (Osterreichische Nationalbibliothek)

    Entre 1914 e o fim da guerra, em 1918, mais de 65 milhões de soldados foram mobilizados em todo o mundo, exigindo montanhas de suprimentos e equipamentos. Aqui, uma mesa expositora colocada do lado de fora de uma fábrica de capacetes de aço, em Lübeck, Alemanha, configurada pera mostrar os vários estágios do processo de desenvolvimento de capacetes da Stahlhelms para o Exército Imperial Alemão – (National Archives/Official German Photograph)

    Soldados britânicos em motocicletas em Dardanelos, parte do Império Otomano, antes da Batalha de Gallipoli, em 1915 – (Bibliotheque Nationale de France)

    Soldados australianos da 4ª brigada da Divisão de Artilharia sobre uma passarela de madeira colocada sobre um campo de batalha, em Chateau Wood, perto de Hooge, na Bélgica, em 29 de outubro de 1917. Este local foi o cenário da batalha de Passchendaele, travada pelas forças britânicas e aliados contra a Alemanha para o controle do território perto de Ypres, na Bélgica – (James Francis Hurley / State Library of New South Wales)

    Um soldado belga fuma um cigarro durante uma batalha entre Dendermonde e Oudegem, na Bélgica, em 1914. A Alemanha previa uma vitória rápida contra a França e invadiu a Bélgica, em agosto de 1914, avançando sobre a França. O exército alemão varreu a Bélgica, mas foi recebido com resistência mais dura do que a prevista, na França. Os alemães aproximaram-se a 70 quilômetros de Paris, mas foram empurrados para trás, para para uma posição mais estável, que foi transformada em campos de batalha forrados com trincheiras disputadas durante anos. No mês de junho de 1914, centenas de milhares de soldados e civis foram mortos ou feridos – a França sofreu sua maior perda em um único dia, em 22 de agosto, quando mais de 27 mil soldados foram mortos por fuzis e metralhadora e incontáveis sofreram ferimentos – (Bibliotheque Nationale de France)

    Soldados alemães celebram o Natal na frente de batalha, em dezembro de 1914 – (AP Photo)

    A cena de um campo de batalha, à noite, na França, mostra que os exércitos inimigos permaneciam, por vezes, sitiados em trincheiras a poucos metros de distância um do outro – (Nationaal Archief)

    Um soldado austríaco morto em um campo de batalha, em 1915 – (Bibliotheque Nationale de France)

    Tropas austro-húngaras executando civis sérvios, em 1915. Os sérvios sofreram muito durante os anos de guerra, contando com mais de um milhão de mortes até 1918, compreendendo as perdas no campo de batalha, as execuções em massa e as consequências da pior epidemia de tifo na sua história – (Brett Butterworth)

    O conflito, chamado de Grande Guerra pelos envolvidos, foi a primeira guerra moderna em grande escalada. Foram apresentadas, em grande escala, tecnologias que são usadas em batalhas atualmente – como ataques químicos – para, em seguida, algumas serem proibidas e, mais tarde vistas como crimes de guerra. O avião, recém inventado, tomou o seu lugar como uma plataforma de observação, transporte de homens-bomba, como arma de ataque e defesa antiaérea, para abater os aviões inimigos. Aqui, os soldados franceses se reúnem em torno de um padre, que abençoa uma aeronave na Frente Ocidental, em 1915 – (Bibliotheque Nationale de France)

    Biplanos voando em formação durante a guerra – (U.S. Army Signal corps/Library of Congress)

    O navio de guerra francês Bouvet, em Dardanelos, designado para escoltar os comboios de tropas através do Mediterrâneo. No início de 1915, um grupo maior de navios britânicos e franceses, foi enviado para eliminar as defesas turcas de Dardanelos. O Bouvet, danificado pelas artilharia turca, atingiu uma mina, causando tantos danos, que o navio afundou em poucos minutos. Quase 650 afundaram junto com o navio – (Bibliotheque Nationale de France)


    A frota japonesa em ação na costa da China em 1914. O Japão ficou do lado do Reino Unido e seus aliados, atacando os interesses alemães no Pacífico, incluindo as colônias e os seus territórios insulares no continente chinês – (Bibliotheque Nationale de France)

    Artilharia britânica bombardeia posições alemãs na frente ocidental – (Library of Congress)

    Um oficial britânico lidera o caminho “over the top” em meio à explosão de ogivas alemãs – (John Warwick Brooke/National Library of Scotland)

    Soldados americanos, integrantes da 117th Trench Mortar Battery de Maryland, operando um morteiro em uma trincheira. Esta tropa manteve um fogo contínuo, usando esta arma, durante o ataque de 4 de Março de 1918 em Badonviller, Muerthe et Modselle, França – (U.S. Army Signal Corps)

    Soldados franceses, alguns feridos, na tomada de Courcelles, no departamento de Oise, França, em junho de 1918 – (National Archives)

    Soldados alemães usando um lança-chamas em 4 de abril de 1917 – (Deutsches Bundesarchiv)

    “Comprimidos demolidores” descarregados na Frente Ocidental. Estas enormes ogivas pesavam 635 kg e explodia formando crateras mais de 15 metros de profundidade e 15 metros de diâmetro – (Australian official photographs/State Library of New South Wales)

    Soldado alemão joga uma granada manual contra posições inimigas, em um campo de batalha não identificado durante a Primeira Guerra Mundial – (AP Photo)

    Soldados e um cão em uma casa em ruínas em Candor, Oise, França, em 1917 – (Bibliotheque Nationale de France)

    Tanques britânicos passam por corpos de soldados alemães que foram abatidos antes da chegada da cavalaria (alguns minutos antes da foto ser feita). A Primeira Guerra Mundial viu a estréia do tanque de guerra, com diferentes níveis de sucesso, sendo a maioria pobres. Muitos dos modelos usados quebravam com frequência, ficavam atolados na lama, caíam em trincheiras, ou, por serem muito lentos, eram diretamente visados ​​pela artilharia adversária – (National Library of Scotland)


    A turco-otomano Machine Gun Corps, em Tel esh Sheria, Gaza, em 1917, participando da Campanha do Sinai e da Palestina. As tropas britânicas estavam lutando contra o Império Otomano (apoiado pela Alemanha), para o controle do Canal de Suez, na Península do Sinai e Palestina – (Library of Congress)

    A ponte sobre as planícies pantanosas em Flandres, na Bélgica, em 1918 – (Library of Congress)

    Vista aérea da ‘paisagem lunar’ de Hellish, na Frente Ocidental, em Hill of Combres, St. Mihiel Sector, norte de Hattonchatel e Vigneulles. Observe os padrões de várias gerações de trincheiras e as milhares de crateras provocadas por morteiros, artilharia e detonação de minas subterrâneas – (San Diego Air and Space Museum Archive)

    Homem e cavalos de uma equipe alemã, equipados com máscaras, circulam por região arborizada contaminada por gás, em junho de 1918 – (National Archives/Official German Photograph)

    Soldados alemães fogem de um ataque com gás em Flandres, na Bélgica, em setembro de 1917. As armas químicas foram, desde o início, uma parte do arsenal dos exércitos da Primeira Guerra Mundial, incluindo os gases lacrimogêneos, o doloroso gás mostarda e agentes letais como o fosgênio e o cloro – (National Archives/Official German Photograph)

    Um combatente em uma motocicleta observa uma cruz com a inscrição, em alemão: “Hier Ruhen tapfere Franzosische Krieger”, ou “Aqui descansam bravos guerreiros franceses”. Ao fundo, um balão de observação preparando-se para subir – (Brett Butterworth)

    Highlanders, soldados do Reino Unido, levam sacos de areia até a frente de batalha, em 1916 – (National Archief)

    O USS Nebraska, navio de guerra da Marinha dos Estados Unidos, com a camuflagem Razzle Dazzle (pintura deslumbrante) pintada no casco, em Norfolk, Virginia, em 20 de abril de 1918. A camuflagem Dazzle, amplamente, utilizada durante a guerra, foi projetada para difícultar para o inimigo estimar a extensão ou a velocidade de um navio e torná-lo um alvo mais difícil – (NARA)

    Três soldados do Ninth Machine Gun Battalion, U.S. Army Company A , com uma metralhadora instalada em uma trincheira na Estação Ferroviária de Chateau Thierry, França, em 7 de junho de 1918 – (NARA)

    Uma patrulha, carregando uma maca, faz o penoso caminho através da lama até os joelhos, perto de Bol Singhe, durante o avanço britânico na Flandres, em 20 de agosto de 1917 – (AP Photo)

    Membros da Cruz Vermelha Alemã, carregando uma garrafa com um líquido para socorrer aqueles que sucumbiram ao ataque de gás – (AP Photo)

     

    Tratamento de cães alemães feridos na frente de batalha, 1918 – (National Archives/Official German Photograph)

    Tanques alemães A7V transitando na Frente Ocidental através de uma aldeia perto de Reims, em 1918 – (National Archives/Official German Photograph)

    Infantaria britânica entra em Lille, França, em outubro de 1918, após quatro anos de ocupação alemã. A partir do verão de 1918, as forças aliadas iniciaram uma série de contraofensivas de sucesso, rompendo as linhas alemãs e cortando as linhas de abastecimento para as forças austro-húngaras. Com a aproximação do outono, o fim da guerra parecia inevitável – (Library of Congress)

    Uma fotografia colorida de soldados aliados no campo de batalha da Frente Ocidental. Esta imagem foi a primeira experiência em fotografia colorida, obtida com a utilização do processo Paget – (James Francis Hurley / State Library of New South Wales)

  5. Antonio Carlos Silva - RJ

    25 de maio de 2014 11:02 am

     
    Vira Lata – Baby Consuelo

     

    Vira Lata – Baby Consuelo

    [video:http://youtu.be/P3PRAMobETs%5D

  6. Antonio Carlos Silva - RJ

    25 de maio de 2014 11:20 am

    Um hardcore para os anti-copa, anti-política, anti-Brasil….

    (Talvez vivessem felizes se limpassem fossas em Oslo)

    Sem Solução – Worst

    [video:http://youtu.be/fEWBpsKO0kY%5D

  7. Antonio Carlos Silva - RJ

    25 de maio de 2014 11:27 am

    (Imagens raras de Raul e

    (Imagens raras de Raul e Paulo Coelho nos States)

    Aluga-se – Raul Seixas

    [video:http://youtu.be/j2xx6ITTpU0%5D

  8. Amaro Doce

    25 de maio de 2014 11:38 am

    A oposição só pensa em desemprego

    Fonte: Blog da Dilma

    A oposição só acredita em desemprego

    Criado: Sábado, 24 Maio 2014 15:15

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    Aécio Neves não se fez de rogado: a saúde da economia depende de medidas impopulares, entre elas, claro, o aumento do desemprego.

    Por Wanderley Guilherme dos Santos – Carta Maior:

    Ciclos de recessão e desemprego fazem parte da dieta normal da tristeza capitalista. Isso é história econômica banal. Mas nada triviais são os esforços para evitar, superar e em último caso amenizar as seqüelas que, como já diagnosticara Alexis de Tocquevile, constituem o outro lado da moeda da expansão do mercado.

    Em favor da verdade, a necessidade de intervir nesses maléficos processos não foi desde logo reconhecida nem muito menos, mesmo depois de registrada em cartório, aceita como necessária. Para os que, julgando-se Isaac Newton, acreditavam que as leis dos mercados capitalistas copiavam as leis da física clássica, toda intervenção seria inútil, tentativa de emendar a lei da gravidade universal. Pior, seria desastrosa, desajustando as leis da oferta e demanda. Foram precisos muito desemprego e muitas recessões até que surgissem concepções não mecânicas do mundo humano.

    No Brasil criou-se o seguro-desemprego em 1986, embora já previsto na Constituição de 1946. O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), instituído em 1990, foi outro grande marco de defesa do trabalho diante da imprevisibilidade capitalista. Finalmente, durante as três administrações petistas estenderam-se amplamente as políticas pró-trabalho. Não é à toa que organismos internacionais proclamam a excelência do programa Bolsa-Família, entre outros, copiada em vários países.

    Mas o seguro-desemprego e equivalentes só compensam relativamente a perda de renda quando o trabalhador já está desempregado. Com o fim da estabilidade no emprego, na década de 80 do século passado, estabeleceu-se um buraco legislativo que a criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) não preencheu. Trata-se de desenhar medidas que evitem ao ciclo de expulsão do mercado de trabalho sem onerar excessivamente a folha de pagamentos das empresas. É neste sentido que os Ministérios da Fazenda e do Trabalho preparam medida provisória regulamentando a flexibilização da jornada laboral. Por ela, as empresas em comprovada dificuldade financeira cortariam temporariamente em até 30% o salário do trabalhador enquanto o governo ficaria responsável por complementar metade da parcela reduzida. Com a dificuldade financeira conjuntural do FAT (com fundos destinados a outras demandas do crescimento econômico e proteção aos trabalhadores), o governo inclina-se para financiar o programa com recursos do FGTS. Na proposta, o empregado beneficiado continuará a descontar para o Fundo de Garantia do Trabalhador. As centrais sindicais estão de acordo com a futura medida provisória.

    Sem nenhuma surpresa, já se ouvem vozes críticas ao financiamento do novo programa, disfarce da real oposição que, no fundo, é à própria medida. Não importa que programas semelhantes tenham sido implantados em um punhado de países, desenvolvidos ou não: Bélgica, Alemanha, Itália, Japão, Nova Zelândia, México, Hungria e República Tcheka. O Brasil, para esses arautos, nunca estará pronto para nenhuma iniciativa contrária ao mito do automatismo mercadista. Se o FAT, conjunturalmente, apresenta débitos em suas contas, o excedente real do FGTS não deveria ser utilizado em seu lugar, tendo em vista possíveis despesas futuras de origem sabida ou não sabida. Ou seja, uma possibilidade, que a seu tempo será administrada, como tudo em qualquer governo, seria motivo para abortar um extraordinário benefício atual, considerando as mais do que previsíveis oscilações do mercado.

    O terrorismo fiscal sempre fez parte do embornal conservador. De nada valem os fracassos de suas previsões. Mudam de argumento. Os conservadores brasileiros estão, todavia, exagerando. Além de substituírem as verdadeiras estatísticas nacionais pelos sensacionalismos da mídia estrangeira, apelam para um indicador único para avaliar o “sucesso” de um governo: a taxa de desemprego. Quanto maior, melhor o governo. Deles.

    O problema, como se sabe, não faz parte da estratosfera sustentável em que Marina Silva desfila. Eduardo Campos é omisso neste quesito, assim como em vários outros, embora fosse interessante saber como ele faria mais e melhor em matéria de emprego e de proteção ao trabalhador. Aécio Neves não se fez de rogado: a saúde da economia depende de medidas impopulares, entre elas, claro, o aumento do desemprego. Só desemprego estima a saúde de uma economia. Repetindo: para a oposição quanto maior o desemprego, melhor o governo. Cáspite!

  9. Antonio Carlos Silva - RJ

    25 de maio de 2014 11:41 am

     
    Entrou de Gaiato no Navio –

     

    Entrou de Gaiato no Navio – Paralamas do Sucesso

    [video:http://youtu.be/sY-yGrcgxFw%5D

  10. Antonio Carlos Silva - RJ

    25 de maio de 2014 11:51 am

     
    Fininho da Vida – O

     

    Fininho da Vida – O Rappa

    [video:http://youtu.be/B2AgA_kwKE8%5D

    Na parede onde se brinca
    no chapisco encarpado
    a parede que escora
    o fininho da vida
    os verdadeiros heróis são os guerreiros da lida
    por entre as trincheiras-barracos
    passam num sopro da vida
    subindo e descendo em silêncio
    no caminho apertado que tem,
    é o fininho da vida
    disciplina de trem, virtuose na vida, tem
    maioria tem, maioria contida tem
    nordestina tem, na havaiana furiosa
    ruminando, engolindo sapo da vida
    disciplina de trem, virtuose na vida, tem
    maioria tem, maioria contida tem
    nordestina tem, na havaiana furiosa
    ruminando em silêncio, engolindo sapos da vida
    olho baixo de quem tem emprego
    enquanto as letras se escrevem nos muros
    nas paredes, grafites, buracos,
    escrita do futuro
    em meio a tudo e muito muito barulho
    nervosos, os peitos se aquecem
    respirando cortado, ansiando por furo
    no buraco da vala, a laje é brinquedo
    em meio a pet e plásticos
    num domingo festivo, num domingo lindo.

  11. Aroeira

    25 de maio de 2014 1:35 pm

    Dilma: curta e grossa

    Fonte: Conversa Afiada

     

    Dilma: os fantasmas
    não voltarão !

    Dra Laurita, dá pra proibir voto ?

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    No Globo Overseas:

    BRASÍLIA – Em tom raivoso (sic), a presidente(a – PHA) Dilma Rousseff fez neste sábado o mais duro ataque aos adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Na abertura do 17° Congresso da União da Juventude Socialista, do PCdoB, seu mais fiel aliado, a presidente(a – PHA) disse que é ela quem tem a agenda do futuro e, novamente usando o discurso do medo (sic) usado pelo PT na propaganda oficial do partido, disse que não permitirá que o país volte ao passado e fique de joelhos. Disse que seus adversários vão tomar medidas impopulares e os chamou de “espectros fantasmagóricos”.

    — Eu não fui eleita para desempregar o trabalhador, a trabalhadora, não fui eleita para colocar o país de novo de joelhos, não fui eleita para acabar com a política industrial do país, não fui eleita para privatizar empresas públicas e eu não fui eleita para varrer a corrupção para baixo do tapete ou engavetar como era a prática anterior — discursou Dilma em clima de campanha aberta (sic).

    Diante de uma plateia barulhenta (sic), que passeou com um estandarte com sua foto de mão em mão, Dilma disse que tem lado, e que seu lado é o dos que mais precisam, dos que mais sofrem, o lado dos excluídos, é o lado dos jovens, dos negros, das mulheres, de todas as opções sexuais, o lado do Brasil, o lado do povo brasileiro.

    — Quem tem lado sabe que é preciso estar atento, é preciso estar ao mesmo tempo com um olho no futuro e outro no passado. Este olho no passado é para evitar que outros incertos, espectros fantasmagóricos tentem voltar com as ameaças às conquistas dos brasileiros, que voltam com que eles já chamam abertamente de medidas de impopulares e que significam arrocho salarial, desemprego e recessão e se traduzem sempre na redução de direitos que o povo e a Nação conquistaram com muito esforço.

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