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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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41 Comentários
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  1. Diogo Costa

    22 de maio de 2014 3:02 am

    Navalha na Carne – O PT e o combate à corrupção

    COMBATE FRONTAL À CORRUPÇÃO – Um dos debates mais distorcidos no Brasil atual é aquele que versa sobre o tema da corrupção. Tentarei, ao menos em parte, desmistificar um pouco este assunto. Há muito palavrório e mentiras a respeito deste tema, portanto, é preciso ver o que realmente está acontecendo e acabar com as falácias.

    Nunca houve tanto combate à corrupção quanto nos governos do PT. E provo isto com dados estatísticos, não com devaneios, delírios ou íntimos desejos. Vamos aos fatos.

    Operações da Polícia Federal do Brasil:

    -2003: 16
    -2004: 42
    -2005: 67
    -2006: 167
    -2007: 188
    -2008: 235
    -2009: 288
    -2010: 270
    -2011: 260
    -2012: 289
    -2013: 296

    -Total (11 anos): 2.118 operações da Polícia Federal
    -Média anual – 2003/2013: 192,5 operações

    Até o dia 19 de maio deste ano de 2014, a Polícia Federal já realizou 85 operações.

    Agora, o dado fatal:

    -Oito anos de FHC/PSDB: apenas 28 operações da Polícia Federal.

    Estes dados das operações da Polícia Federal, indesmentíveis, comprovam que antes dos governos de Lula e Dilma, absolutamente nada era investigado neste país. Não foi a corrupção que aumentou, mas sim o combate frontal à mesma.

    Por fim, recordem da triste e tenebrosa figura do antigo Procurador Geral da República, Geraldo Brindeiro. Ele foi alcunhado corretamente naquela época de ‘Engavetador Geral da República’.

    Este cidadão jamais venceu os pleitos internos no Ministério Público Federal, nunca ficou em primeiro lugar nas listas tríplices do Ministério Público Federal e mesmo assim foi conduzido à chefia do órgão em 1995, por FHC. E posteriormente foi reconduzido em três vezes consecutivas (1997, 1999 e 2001).

    Nunca antes na história deste país um governo foi tão absurda e descaradamente blindado dos mal feitos, como foi no passado recente, o governo tucano de FHC.

    Poucos recordam destes fatos, da blindagem escancarada que escandalizava a oposição e o próprio Ministério Público naqueles idos tempos. Pois bem, foi justamente para se contrapor a este escândalo do PSDB, e da “grande mídia” que sempre lhe deu cobertura, que o PT optou por mudar diametralmente este tipo de procedimento.

    A partir do governo Lula (Dilma manteve o critério) a chefia do Ministério Público sempre coube ao procurador mais bem votado nas listas tríplices do MP. Isto garantiu uma autonomia e uma independência investigativa jamais vista em toda a história do Ministério Público Federal.

    E isto, é bem verdade, causou problemas incomensuráveis para o próprio PT, sem dúvida alguma.

    Foi com base neste critério, de prestígio do Ministério Público, que nos governos do PT o mais bem colocado nas listas tríplices foi alçado a condição de Procurador Geral da República, independentemente das simpatias ou antipatias que tivesse em relação ao governo federal.

    Lembremo-nos dos indicados:

    -Cláudio Fonteles, em 2003;
    -Antonio Fernando de Souza, em 2005 e 2007;
    -Roberto Gurgel, em 2009 e 2011;
    -Rodrigo Janot, em 2013.

    Isto foi uma conquista importantíssima do povo brasileiro, ou será que gostaríamos de voltar ao tempo da blindagem escancarada, da inoperância da Polícia Federal e do Ministério Público Federal?

    Ou será que gostaríamos de voltar ao tempo onde a sujeira era solenemente varrida para debaixo do tapete e onde as gavetas ficavam cheias e trancafiadas?

    Muitos dos gritadores atuais, que bradam a plenos pulmões “contra a corrupção”, e sofredores de amnésia seletiva que são, estão na verdade é com saudades dos tempos em que eles eram governo e faziam o que bem entendiam, ao arrepio da lei e das instituições da república.

    Em verdade, sentem saudades dos tempos onde nada era investigado (ou se investigava somente os inimigos), e também sentem saudades dos tempos onde a mídia venal encobria os mal feitos dos seus lacaios parlamentares de estimação.

  2. Motta Araujo

    22 de maio de 2014 3:29 am

    http://www.mediamanageress.co

    http://www.mediamanageress.com/cuba/hotels/photos/hotel-nacional-havana-630.jpg

    HOTEL NACIONAL DE CUBA, JOIA ARQUITETONICA – Tenho fascinação por hoteis antigos  ,impregnados por Historia, no mundo há muitos como o Raffles de Singapura, o Shephard do Cairo, o Peninsula de Hong Kong, o Rock de Gibraltar, o Cecil de Alexandria, o Colonial de Nassau, o Beau Rivage de Genebra, o Negresco de Nice,

    o Claridge e Brown de Londres, os sete hotel-palais de Paris, o Excelsior de Roma, o Adlon de Berlin (reconstruido), o Imperial de Viena, o Gellert de Budapest, o Waldorf Astoria de Nova Yorr, o Reid´s da Ilha da Madeira, o Ritz de Madrid

    No Brasil há um hotel impregnado de Historia, o Palace de Poços de Caldas, onde Getulio passava longas temporadas nos tempos do Estado Novo e onde muitas tramas politicas se desenrolaram, o historiador Helio Silva em sua  serie de livros sobre esse periodo tem historias interessantismas passadas no Palace.

    Esses hoteis, muitos deles centenarios, passaram por guerras, revoluções, cataclismas sociais mas continuam como lembranças de um passado glorioso das grandes vigaens em tempos idos, testemunhas do tempo e dos costumes.

    O Hotel Nacional em Havana foi construido em 1930, os arquitetos foram os novaiorquinos McKim, Mead & White, o local esplendido foi o terreno da Bateria Santa Clara, do Seculo XVIII, no bairro de Vedado, frente ao Malecon.

    O magnifico hotel, até hoje extraordinario pela imponencia, recebeu hospedes ilustres como Winston Churchill, Frank Sinatra, o Duque de Windsor (ex-Rei Eduardo VIII), Alexander Fleming, quase todos os astros de Hollywood.

    O hotel tinha um famoso Casino Internacional e o night club Casino Parisien, alem de um charmoso Starlight Bar no terraço.luminoso, uma autentica vereda tropical, sons, sabores, odores, o Nacional nos devolve aos anos 30.

    Nat King Cole foi contratado para cantar em longa temporada no celebre cabaré Tropicana, quis hospedar-se no htel, não conseguiu por ser negro, naqueles tempos havia segregação nos EUA e Cuba sofria essa influencia.

    Na luta politica entre o primeiro ditador de Cuba, Gerardo Machado e o segundo,  Fulgencio Batista, o hotel foi palco de tiroteios, emboscadas, tramas, prisões, preparação de golpes, era o QG dos oficiais de Batista e seus pistoleiros,

     Roosevelt enviou o Subsecretario de Estado para a America Latina, Sumner Welles como intermediario entre Machado e Batista, Welles morou no hotel por meses, nome que depois ficou famoso nos primeiros momentos da Segunda Guerra, enviado por Roosevelt para tentar negociar uma paz impossivel entre a Alemanha e a Inglaterra.

    Com a Revolução Cubana Castro fechou o hotel só usado para acomodar convidados oficiais (especialmente russos).

    Com o fim da URSS o hotel foi reaberto a truistas em geral, depois de reformado.

    Ficar no Nacional é parte do prazer de uma viagem a Cuba, o Nacional e o Riviera são os dois hoteis historicos da linda ilha, são registros da historia de CUba no Seculo XX.

  3. Motta Araujo

    22 de maio de 2014 3:34 am

    http://www.hildegardangel.com

    http://www.hildegardangel.com.br/?p=39016

    LINHA DE FRENTE DA BELEZA BRASILEIRA – Muitas vezes não concordo com as materias de Hildegard Angel com gente feia e desingonçada mas hoje ela se superou com essa reportagem, o escrete de mulheres lindas e charmosas está impecavel, nota dez.

  4. Pereira LF

    22 de maio de 2014 3:44 am

    Mutretas e picaretagens centenárias

    John Reed (1887/1920) foi um jornalista e ativista político americano que acompanhou os grandes eventos da época: revolução mexicana de Pancho Villa, movimento operário nos EUA, guerra dos Balcãs e primeira guerra mundial. Seu livro “Os dez dias que abalaram o mundo” é o mais famoso relato da Revolução Russa de 1917. Suas reportagens primavam pela informação detalhada e indiscutível qualidade literária.

    Formado em Havard, foi membro do Partido Socialista dos EUA e contribuiu na criação do Partido Comunista dos Trabalhadores. Idealista, aventureiro, morreu de tifo em 1920 na Rússia. Seu corpo permanece sepultado no muro da Necrópole de Moscou como homenagem e  gratidão ao repórter que divulgou a epopéia ao mundo.

    De outro livro, “A guerra dos Bálcãs”, editado pela Conrad em 2002, destaco um  trecho da página 190 que “tem tudo a ver” com o Brasil. Nada muito importante ou edificante, mas curioso, interessante. Vejam. Leiam.

    “A propina na Rússia existe numa escala tão naturalmente ampla que se torna algo quase grotesco. Durante a Guerra do Japão (nota: 1904/1905, contra a Rússia, pela posse da Coréia e Manchúria, quando o Japão impôs uma derrota humilhante ao Czar) o governo francês enviou cinquenta baterias de armamentos calibre .75 para o exército russo. Sua passagem pela fronteira foi registrada, mas por estranho que pareça, elas nunca chegaram oficialmente à Rússia. Seis meses depois, um militar francês no Brasil comunicou ao seu governo a presença de diversas peças Creusot calibre .75. Como cada arma que sai da fábrica Creusot é registrada, os oficiais da companhia ficaram perplexos porque nenhum armamento jamais tinha sido vendido ao exército brasileiro. Ao comparar os números de série, entretanto, descobriram que eram as mesmas armas enviadas à Rússia em 1905.”

    Na época o Presidente era Rodrigues Alves, o Vice Afonso Pena e o “teje preso” do Exército, o Marechal Hermes. Interrogados numa CPI (como as atuais, mas sem laptop ou selfies) juraram que não sabiam de nada e fizeram cara de paisagem. Antes, Sua Excelência havia admitido ao diplomata Thomas Jefferson III que aquele desvio de conduta equivalia a uma coronhada pelas costas. O caso acabou mais ou menos em pizza. Prenderam alguns soldados, cabos e sargentos e meia dúzia de funcionários da Casa Bancária Rothschild. Barbosa, o Rui, foi o Juiz, Promotor e Carcereiro. Foi cruel. Depois disso não mais se ouviu falar em corrupção e cambalacho no Brasil. E já se passaram 109 anos.

     

     

     

     

     

     

  5. Gilson AS

    22 de maio de 2014 4:10 am

    As aparências enganam.

  6. Sérgio T.

    22 de maio de 2014 4:56 am

     EUA e Europa negociam em

     

    EUA e Europa negociam em segredo um dos tratados mais importantes da história

     

    O tratado que a União Europeia discute com os Estados Unidos desde meados de 2013 só emergiu agora na campanha eleitoral para as eleições europeias

     

    tafta eua europa

    Sob os critérios das multinacionais, por trás das cortinas, em segredo, sem que os cidadãos conheçam seu conteúdo nem possam opinar ou decidir sobre ele: esse é o indolente marco no qual a União Europeia e os Estados Unidos estão negociando um dos tratados de livre comércio mais inéditos da história humana: o Tafta, Trans-Atlantic Free Trade Agreemen. Apesar de sua importância e dos interesses colossais que estão em jogo, o tratado que a União Europeia discute com os Estados Unidos desde meados de 2013 só emergiu agora na campanha eleitoral para as eleições europeias que serão realizadas entre 22 e 25 de maio. O Tafta é, contudo, um dos mais amplos e decisivos acordos comerciais da história: diz respeito a 800 milhões de pessoas e a duas potências que, juntas, representam mais de 40% do PIB mundial e um terço das trocas comerciais do planeta.

    Trata-se, em resumo, de constituir um gigantesco mercado transatlântico regido por normas comuns entre dois sócios que, ainda que pertençam à esfera ocidental, não funcionam nem com os mesmos valores, nem com a mesma jurisprudência. O Tafta – também é conhecido como TTIP, PTCI ou GMT – aponta para a criação de normas convergentes no campo social, técnico, ambiental, de segurança, para a solução de diferenças, acesso a medicamentos, justiça, comércio, legislação trabalhista, proteção de dados digitais, regulação das finanças e educação. O problema central reside em saber a partir de que parâmetro se fixarão essas regras comuns, ou seja, do europeu, muito mais protetor, ou do norte-americano.

    O tratado de livre comércio entre Washington e Europa tem dois vícios maiores: um é o fato de ser negociado às escondidas, de costas para a opinião pública; o outro é que sua filosofia prevê que as legislações dos dois blocos respondam às normas de livre comércio estabelecidas pelas grandes empresas europeias e norte-americanas.

    Seus partidários, reunidos sob as bandeiras da direita liberal, argumentam que o Tafta trará crescimento e desenvolvimento, que sem ele a Europa se tornará um anão comercial. Os defensores do Tafta sustentam que, uma vez aplicado, o acordo faria Estados Unidos e Europa ganharem 0,05 pontos de crescimento por ano. Seus adversários, principalmente os ecologistas, tudo o que está à esquerda do Partido Socialista e a extrema-direita da Frente Nacional alegam justamente o contrário. A presidenta da Frente Nacional, Marine Le Pen, qualifica o tratado como “uma máquina de guerra ultra liberal, antidemocrática, antieconômica e antissocial”. O eurodeputado ecologista Yannick Jadot vê nas negociações em curso “o fim do projeto europeu, o fim de nossa capacidade para decidir nossas opções, a impugnação de nossa soberania”.

    Esta negociação transatlântica está ocorrendo na mais absoluta opacidade. O que se conhece até agora veio à luz pela internet e por acaso. Isso leva Raquel Garrido, candidata da Frente de Esquerda para as próximas eleições europeias, a dizer que “a oligarquia avança de costas para os povos”. O cientista político belga, Raul Marc Jennar, escreveu um ensaio sobre o Tafta (“Le grande marché transatlantique. La menace sur les peuples d’Europe” – O grande mercado transatlântico. A ameaça sobre os povos da Europa). Para Jennar, esse tratado tem uma meta clara: consiste em confiar às empresas privadas a possibilidade de decidir normas sociais, sanitárias, alimentares, ambientais, culturais e técnicas. Substituir o Estado é a intenção declarada das grandes multinacionais.

    É lícito reconhecer que não faltam razões aos críticos o Tafta. Há pontos decididamente polêmicos. Um dos componentes mais polêmicos do acordo que veio a público até agora é o chamado ISDS (Investor-State Dispute Settlement). Este mecanismo que tende a solucionar os conflitos envolvendo empresas outorga a estas últimas o direito de atacar um Estado cuja política representa um obstáculo para seu desenvolvimento comercial. Em caso de litígio, por exemplo, um tribunal multinacional privado como o ICSID pode aceitar uma queixa de uma multinacional contra França, Alemanha ou a União Europeia. O ICSID é um organismo dependente do Banco Mundial baseado em Washington que tem em seu currículo algumas decisões polêmicas.

    Dois exemplos: em 2012, o ICSID condenou o Equador a pagar cerca de 2 bilhões de dólares à empresa Occidental Petroleum porque o país parou de “colaborar” com a petroleira. Em 2010 e 20111, a multinacional Philip Morris recorreu a este mesmo sistema de arbitragem para reclamar de Uruguai e Austrália uma indenização de vários bilhões de dólares porque estes dois países haviam lançado uma campanha contra o tabaco.

    Realidades e fantasmas convergem em uma grande discussão que, até o momento, se plasmou em torno de quatro ciclos protagonizados por Karel De Gucht, a comissária europeia encarregada do comércio, e Mike Forman, o representante norte-americano. O senador socialista Henri Weber situa o Tafta como uma espécie de batalha mundial pelas normas: “se os norte-americanos e os europeus se entenderem, suas normas se imporão como normas mundiais. Do contrário, será Pequim ou os países emergentes que fixarão as suas”.

    Entre os segredos da negociação do tratado transatlântico há muito mais do que comércio em jogo. Está em questão o modo pelo qual os países vão se relacionar, um modelo para construir uma sociedade. Por um lado, está o modelo norte-americano, o qual o prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz chama de “fundamentalismo mercantil”. Por outro, o europeu, que o filósofo e ensaísta Patrick Viveret quer resguardar porque, escreve: “a Europa deve seguir sendo o continente do bom viver”. Os lobbies financeiros trabalham arduamente para derrubar um dos já escassos territórios onde viver bem, ter muitas férias, gozar da proteção do Estado, do amparo de certos valores humanos e republicanos, trabalhar sem morrer na tentativa, é a espinha dorsal sobre a qual repousa a vida de milhões de indivíduos.

    Eduardo Febbro. Tradução: Louise Antônia León. Carta Maior

    1. rdmaestri

      22 de maio de 2014 6:41 am

      Não tem a mínima chance de sucesso.

      Se este tratado fosse proposta há cinco ou seis anos não sei que ele teria chances, porém na atual situação dos países Europeus, em que mesmo a burocracia da Comunidade Européia é francamente contestada, um tratado como este sofreria mais ataques do que defesa. 

      Este tratado mais parece um mero sonho de banqueiros e grandes empresários que não estão vendo para onde sopram os ventos, para mim ele é um verdadeiro natimorto.

  7. Fred.KG

    22 de maio de 2014 6:23 am

    José Mujica

     

    PROGRAMA “SALVADOS”: ENTREVISTA JOSÉ MUJICA

    21 de maio de 2014 

    “A Europa tem paixão de haver sido e já não ser”, critica José Mujica 

     

     

    O presidente do Uruguai, José Mujica, completou 79 anos nesta terça-feira (20). Sem agenda oficial para o dia e fiel a seu estilo de “nunca festejar seu aniversário”, o presidente e sua esposa, a senadora Lucía Topolansky, se juntaram como dois cidadãos comuns à 19ª Marcha do Silêncio, uma mobilização em massa na qual desde 1996 os uruguaios pedem verdade e justiça pelos detidos desaparecidos do período ditatorial (1973-1985).

     

     

    Por Théa Rodrigues, da Redação do Portal Vermelho

      José Mujica completou 79 anos.José Mujica completou 79 anos.

    O programa “Salvados”, do canal espanhol La Sexta, exibiu uma entrevista com o governante uruguaio aproveitando a ocasião de seu aniversário. Segundo o jornal RT, a declarações de Mujica “sacudiram” a internet na Espanha – mais de 100 mil usuários utilizaram a hashtag #umPresidenteDiferente para denunciar a situação política do país europeu. Os internautas espanhóis aproveitaram a oportunidade para transformar as redes sociais em um caldeirão de críticas e análises que comparam a trajetória do chefe de Estado uruguaio com a realidade dos funcionários do governo espanhol.

    Ao ser questionado sobre seu estilo de vida (Mujica ganhou o título de presidente mais pobre do mundo), respondeu que “o estranho é como vivem eles [os políticos], não eu e a maior parte das pessoas. Os presidentes entram para viver como vive a minoria rica e aqui ninguém é mais que ninguém. A democracia tenta ser o governo da maioria e eu vivo com as pessoas vivem no meu país, mas há uma minoria poderosa que vive muito bem”.

    A popularidade de Mujica é fruto não só da maneira como escolheu viver, mas também do impulso progressista que o levou a implementar leis consideradas revolucionárias como a legalização da maconha. Em seu programa de rádio exibido nesta terça-feira (19), o mandatário recordou que o Uruguai é um país “quase sem distâncias, o mais laico da América Latina e o que tem menos propensão a se prostrar diante de hierarquias, um país profundamente republicano”.

    Ele admitiu ainda que o país sul-americano tem problemas, mas assegurou que “de longe é o mais justo da América, o mais inclusivo, o que tem ensino público gratuito há mais de meio século”, por mais que critiquem.

    Visão europeia

    “A Europa tem a paixão de haver sido e já não ser, de haver sido o epicentro da civilização e já não ser”, afirmou Mujica ao canal espanhol. Ele disse ainda que a política europeia o aterroriza, “dizem sempre as mesmas bobagens”.

    Segundo Mujica, que se declarou inimigo do consumismo, “a gravata é um trapo inútil que te ata o pescoço”. Para ele, “estamos esquecendo coisas fundamentais e gastando um esforço humano que pouco tem a ver com a felicidade humana”.

    “O primeiro requisito na política é a honradez intelectual. Se não existe honradez intelectual, todo o resto é inútil”.

    “Presidente Diferente”

    Em meados da década de 1970, Mujica fundou o Movimento de Libertação Nacional (MLN-Tupamaros) junto com Raúl Sendic, entre outros. Como integrante dessa guerrilha urbana esteve preso durante 14 anos e em duras condições antes e durante a ditadura que governou o Uruguai entre 1973 e 1985.

    Após a recuperação da democracia fundou o Movimento de Participação Popular (MPP), que o tem como seu líder, e com ele ingressou na coalizão de esquerda Frente Ampla (FA).

    Foi eleito deputado nas eleições de 1995 e senador nas de 2000, reeleito em 2005 e ocupou o Ministério de Pecuária, Agricultura e Pesca durante o primeiro governo da FA na história, com Tabaré Vázquez (2005-2010) como presidente.

     

  8. rdmaestri

    22 de maio de 2014 6:34 am

    Parece que o resto do mundo não existe.

    Estamos tão preocupados com as eleições no Brasil que determinados assuntos internacionais extremamente importantes não estão sendo levados em conta.

    A cada eleição na Europa, nos países ou mesmo a eleição do Parlamento Europeu, não é comentada com a ênfase que merece. Na eleição municipal francesa se comentou algo sobre a progressão do partido nacionalista francês o Frente Nacional. Mesmo sendo esta eleição uma eleição local onde a influência dos grandes assuntos nacionais não é levada em conta, o partido de Marine Le Pen (filha de Jean-Marie Le Pen), um partido que apresenta todas as características de um partido Fascista começou a incomodar mais do que na época em que ele chegou em segundo lugar no primeiro turno das eleições presidenciais. Pois bem, como Marine Le Pen parece mais livre do passado do que seu pai, ela começou a ter penetração no meio operário de baixa qualificação e desempregados, algo que já se viu na história há quase um século.

    Agora na Inglaterra o Ukip (UK Independence Party) fundado pelo histriônico deputado inglês Nigel Farange, está com sérias chances de ser a primeira ou segunda força da Inglaterra no Parlamento Europeu. Farange até ha dois anos era considerado alguém como os nossos candidatos folclóricos (Tiririca e outros), tinha uma votação razoável de dois milhões de votos, mas era praticamente só ele o partido, nas eleições municipais de 2013 o UKIP já se põe em segundo lugar com 23% dos votos, somente 2% atrás do Partido Conservador. Além de fascista, Farange é acusado pelos adversários de homofóbico e racista. Claramente racista, Farange não se declara, mas seu partido assim como suas alianças internacionais com outros partidos racistas europeus, mostra a cara escamoteada de suas intenções.

    Se fosse somente a França e a Inglaterra já seria grave, porém a extrema direita populista e nacionalista se levanta por toda a Europa, tanto a Ocidental como a Oriental, nesta última mais fascista e mais nacionalista do que o resto. Há pouco tempo alguns jornais europeus fizeram o levantamento da força da extrema direita europeia, chegando a conclusão que era ainda insignificante, mas assim como retratado por Ingmar Bergman no seu filme “O ovo da Serpente”, em 1922 os nazistas eram insignificantes.

  9. hugo1

    22 de maio de 2014 7:48 am

    Um reitor irresponsável,

    Um reitor irresponsável, quebra a universidade. Funcionarios estão sem reajuste. Dinheiro pra pesquisa não há. A solução da jornalista da Folha é: pagar por aulas na universidade pública, bem como pagar pelo estacionamento dos carros dentro do campus (um lugar pequeno e de fácil acesso). Dinheiro público na USP, “não faz sentido” segundo a jornalista (ex-bolsista segundo o seu perfil). Responsbilizar o reitor pelo caos instalado, pelo jeito também não,

    USP pode sair do vermelho cobrando por aulas e por estacionamento

    POR SABINE Righetti

     

    A USP, maior universidade do Brasil, está falida. Só a folha de pagamentos consome 105% do orçamento da universidade. A conta não fecha.

    A maioria das pessoas com quem converso sobre o problema apresenta a mesma solução: pedir mais dinheiro ao governo.

    A universidade já recebe 5% do ICMS paulista que, neste ano, deve bater em R$ 6 bilhões. Precisa mesmo pedir mais?

    Não.

    A gestão das melhores universidades do mundo mostra que nenhuma sobrevive apenas com dinheiro público.

    E, em uma situação de crise, a solução de uma universidade pública competitiva jamais seria pedir ainda mais dinheiro público.

    MENSALIDADES

    O colunista da Folha Hélio Schwartsman, por exemplo, sugere que a universidade passe a cobrar mensalidades (leia aqui).

    É assim  que funciona em boa parte das universidades públicas do mundo, incluindo em países como Estados Unidos e Alemanha: todo mundo paga.

    Na USP, poderia haver um esquema de cobrança proporcional à renda, por exemplo. E algumas bolsas.

    Mas, ok, deixando a graduação de fora da matemática. Por que não cobrar da pós-graduação?

    PÓS PAGA

    Cursos de especialização, por exemplo, podem ser pagos.

    Boa parte de quem faz especialização latu senso trabalha e pode conseguir subsídios de suas respectivas empresas.

    Por falar em empresas, por que não captar mais recursos privados?

    O movimento estudantil torce o nariz para dinheiro privado na universidade pública porque teme interferência nas aulas e nas pesquisas, mas acha justo que a sociedade pague a conta da universidade.

    Isso faz algum sentido?

    DINHEIRO PRIVADO

    A USP hoje nem sequer contabiliza o quanto recebe de empresas ou de doação de ex-alunos, por exemplo. Já escrevi sobre isso (leia aqui). Como pode, então, ter uma estratégia para atrair esses recursos?

    Há ainda outras formas de arrecadação.

    Um leitor deste blog já apontou dez soluções para a crise da USP, incluindo cobrança de estacionamento e de espaço para eventos, no seu próprio blog de economia. Veja aqui.

    Mas pouca gente está pensando em alternativas.

    Não vejo a comunidade uspiana se esforçando para encontrar soluções para a saúde financeira da universidade. Não há uma comoção de alunos. Tampouco achei páginas no Facebook sobre isso.

    O que há é uma certeza de que o governo vai abrir a carteira.

    A questão é que pouca gente está avaliando que a universidade está sob risco de perda de autonomia.

    Se a USP não mostrar que sabe cuidar das próprias contas, o governo pode dizer “então deixa que eu cuido.” E aí, sem autonomia, a situação da USP vai ficar feia para valer.

    http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2014/05/12/usp-pode-sair-do-vermelho-sem-pedir-dinheiro-do-governo/

  10. Aroeira

    22 de maio de 2014 10:05 am

    Finalmente o governo descobriu

    Fonte: Conversa Afiada

    Dudu, Arrocho e Alckmin
    aplaudiam a Copa !

    Vai ficar tudo pronto !

     

    De Tião Gerolimich, no face do C Af

    Saiu na Agência Brasil:

     

    Para Aldo Rebelo, parte da mídia faz campanha contra a Copa

    Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

    O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, se referiu a “setores ressentidos” ao comentar movimentos contra a realização da Copa do Mundo. Em entrevista ao programa Espaço Público, da TV Brasil, na noite de hoje (20), ele disse que parte da mídia faz campanha contra o evento. “Aqui no Brasil parte da mídia faz campanha contra a Copa. Setores ressentidos, derrotados, fazem essa campanha”. Rebelo ainda citou o apoio inicial de governadores de oposição ao governo do então presidente Lula.

    “O Aécio, o Alckmin, o Eduardo Campos estavam lá, quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa. Depois, as conjunções políticas e as manifestações fizeram com que alguns se afastassem disso. Aí a Copa ficou órfã de pai e mãe, restando só o [ex-]presidente Lula”. O ministro ainda atribuiu movimentos contra a Copa do Mundo no Brasil a um sentimento de contrariedade a posições que o país estaria ocupando no cenário internacional.

    “Existe, em algumas partes do mundo, um desconforto em relação à posição que o Brasil tem ocupado nos fórum internacionais e o seu protagonismo econômico. É como se dissessem que o Brasil quer ocupar um lugar que não lhe cabe, que ele precisa voltar ao seu lugar”. Ele acredita, no entanto, que no final das contas o povo vai abraçar o evento, seja por “informação ou paixão ao futebol”.

    O ministro do Esporte também defendeu os gastos em estádios e infraestrutura maiores que em copas anteriores. “A Alemanha não gastou tanto porque não precisava, porque já tinha estrutura pronta. A África do Sul não gastou porque não podia”. Além disso, explicou que a Copa deve gerar 3,6 milhões de empregos e que para cada real de investimento público haverá um retorno de R$ 3,4 em investimentos privados.

    Ele também explicou gastos considerados elevados com alguns estádios. Em Brasília, por exemplo, ele disse que as obras de entorno não constavam no orçamento inicial, e sua inclusão posterior provocou grande aumento de custos em relação ao valor inicial.

    Já na Arena Corinthians, conhecida popularmente como “Itaquerão”, Rebelo explicou que estruturas temporárias tiveram que ser levantadas para atender as exigências da Fifa para um estádio de inauguração do evento, que deve receber 60 mil pessoas. “No caso do estádio do Corinthians, teve que passar de 40 mil para 60 mil lugares, foi quase como um novo estádio em cima do primeiro”. Vale lembrar, porém, que já era sabido que o estádio de São Paulo receberia a abertura do evento, antes mesmo dele ser erguido.

    O ministro também falou das Olimpíadas de 2016 e garantiu a entrega das obras a tempo. Lembrou, inclusive, que o Rio de Janeiro vai tirar proveito de já ter recebido a Copa do Mundo. Ele, porém, não afastou a possibilidade de haver atrasos nas obras. “É claro que se você examinar o curso do calendário, há alguns atrasos. Algumas obras talvez não fiquem prontas no período previsto, mas vão ficar prontas para o evento”.

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  11. anarquista sério

    22 de maio de 2014 10:05 am

    (Sem título)

    Foto: Um petista cheio de problemas, a seu dispor !

    1. pedro cavalcante

      22 de maio de 2014 12:07 pm

      Esquizofrenia paulista

  12. anarquista sério

    22 de maio de 2014 10:13 am

     
    Supreminho!
     

     

    Supreminho!

     

  13. anarquista sério

    22 de maio de 2014 10:55 am

     
    “Se a direção do PP

     

    “Se a direção do PP conseguir apontar uma grande obra do PT que não seja o porto de Cuba, eu apoio a Dilma publicamente.”

    DO DEPUTADO JAIR BOLSONARO (PP-RJ), sobre a decisão de seu partido de anunciar apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff na próxima semana.

  14. anarquista sério

    22 de maio de 2014 10:58 am

    PF investiga desvio de

    PF investiga desvio de recursos em refinaria

    Documento enviado à Justiça menciona possibilidade de que dinheiro destinado à compra serviu para pagar propinas

    Delegado solicita provas da Operação Lava Jato para subsidiar apuração sobre negócio da Petrobras nos EUA

    ANDRÉIA SADISEVERINO MOTTADE BRASÍLIA

    Documento da Polícia Federal que faz parte do inquérito que apura a compra pela Petrobras da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), afirma haver a suspeita da existência de uma “organização criminosa” na estatal que patrocinaria desvio de recursos públicos para o exterior.

    A Folha apurou com investigadores que a polícia suspeita que o doleiro Alberto Youssef tenha atuado nessas remessas ao exterior. Pivô da Operação Lava Jato, ele foi preso acusado de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões.

    Encaminhado ao juiz Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, em 22 de abril, o ofício ao qual a Folha teve acesso informa que o suposto esquema serviria de base para pagamento de propinas a “grupos criminosos” do setor de petróleo.

    “A refinaria teria sido comprada por valores vultuosos, em dissonância com o mercado internacional, o que reforça a possibilidade de desvio de parte dos recursos para pagamento de propinas’ e abastecimento financeiro de grupos criminosos”, diz trecho do texto.

    O delegado Cairo Duarte pediu a Moro que compartilhe provas da Lava Jato para subsidiar suas investigações.

    Apura-se, ainda, a possível participação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa em irregularidades na compra de Pasadena. Costa representou a Petrobras no comitê interno da refinaria.

    Costa havia sido preso em março durante a Lava Jato. Na segunda-feira (19), foi solto após decisão do Supremo Tribunal Federal.

    Para o líder do Solidariedade na Câmara, Fernando Franceschini (PR), o documento explica o “temor” em relação à CPI da Petrobras. “Meu primeiro requerimento será convocar Costa para explicar a compra desastrada de Pasadena e indicar os beneficiários deste bom negócio'”.

    Adquirida em 2006, Pasadena se tornou o centro de uma crise política após a presidente Dilma Rousseff afirmar que o negócio foi aprovado com base em um parecer técnica e juridicamente falho. Dilma presidia o conselho de administração da Petrobras na época da aquisição.

    A Petrobras não se manifestou até a conclusão desta edição.

  15. anarquista sério

    22 de maio de 2014 11:04 am

     
                      Janio de

     

                      Janio de Freitas

    Aprovado na Câmara o fim da censura a biografias, a coluna de Ancelmo Gois noticiou ontem que o relator, para a votação no Senado, será Ricardo Ferraço. Este parlamentar fez-se notado por uns episódios incomuns, recentemente, como sua participação na fuga de um senador boliviano para o Brasil e a história esquisita e desaparecida de um avião particular e sua carga, no Espírito Santo. Já passou por PSDB, PTB, PPS e está no PMDB. Mas não foi indicado para a relatoria por esses méritos. É que vem de Cachoeiro de Itapemirim, como o cantor, cidade onde um ex-prefeito, seu pai, ergueu um monumento a Roberto Carlos. O Senado não quis ficar atrás do juiz-cantor.

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/167129-os-tais-e-os-banais.shtml

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/167129-os-tais-e-os-banais.shtml

  16. Adir Tavares

    22 de maio de 2014 11:25 am

    O meu rei da infância – kid Morengueira

    , UNI-VOS!

     

    Minha irmã, Andréa, era uma moreninha gordinha de 5 para 6 anos quando minha mãe a levava pela mão da “avenida” onde morávamos (“avenida” era como se chamava um tipo de vila, formada por apartamentos e não por casas), na rua Senhor dos Matosinhos, no Centro – perto de onde hoje se ergue o Sambódromo – até a escola Vitória, bem no sopé do Morro de São Carlos, em frente ao Hospital Geral da PM, ao lado do presídio da Frei Caneca.

    O trajeto, todo feito pela rua Salvador de Sá, passava em frente a um grupo de prédios cinzentos, já na época num estado de conservação que deixava a desejar (hoje, estão quase caindo, como você pode ver aqui). Muitas vezes, da janela de um deles, um senhor muito simpático a saudava com um “Bom dia!”. Ela ficava olhando para ele, com muito respeito porque mamãe disse dissera que aquele vovô era um cantor muito importante. “O nome dele é Moreira da Silva”, contara para a filha.

    O kid Morengueira sempre teve sabor de infância lá em casa. O samba de breque – do qual o filho de Bernardino de Souza Paranhos, trombonista da Polícia Militar, e dona Pauladina de Assis Moreira, nascido em 1902, foi o inventor –, com sua mescla de música e fala, algo semelhante ao rap, explicava a atração básica. “O Rei do gatilho”, seu exemplo máximo, que ainda por cima falava dos filmes que se viam nos poeiras, então, estabeleceu de vez a ideia de que Moreira da Silva era meninice pura. Essa ideia, para mim, então, tornou-se verdade inelutável quando ouvi pela primeira vez a gravação de “12 anos”, um quase retrato de minha vida naquela idade que Chico Buarque compusera para a “Ópera do Malandro” (minha primeira experiência com teatro adulto, aos 18 anos), e levara ao disco em dupla com Morengueira.
    E essas são as duas músicas com as quais Pavuna ’73 homenageia esse grande da MPB.

     

     

    “O Rei do Gatilho – Moreira da Silva”  00:00 00:00     1. “O Rei do Gatilho – Moreira da Silva”3:042. “12 anos – Moreira da Silva e Chico Buarque”2:13

     

    P.S.: A história do segundo parágrafo, porém, não acabou ali, como boa fita em série que se preza. Quase 20 anos depois, a dupla de protagonistas foi ao Carlos Gomes assistir ao show daquele senhor e sentou-se na fila do gargarejo. Ele, obviamente, interpretou “O Rei do gatilho”. Na hora em que há o aviso, a ideia era que alguém do grupo que acompanhava Morengueira entrasse. Minha irmã, no entanto, foi muito mais rápida – em meio ao silêncio do teatro -, gritou” Cuidado, Moreira!!”. Ele virou-se para encará-la, mas não perdeu o rebolado e seguiu o número.

    Epílogo. Após o show, minha irmã foi ao camarim (minha mãe, tímida que só, ficou do lado de fora) e contou a história lá de cima. Emocionado, Moreira da Silva autografou o papel que ela lhe estendera: “À morena mais bonita do Brasil”. E, aproveitando o embalo fez um convite: “Você não quer comer um angú do Gomes comigo?”.

    The end

    https://pavuna73.wordpress.com/2014/05/11/o-meu-rei-da-infancia/

     

  17. Ramalho12

    22 de maio de 2014 12:00 pm

    ALIENAÇÃO CONSERVADORA (ROBERTO AMARAL) – DO 24/7

    A sociedade ocidental atravessa, mais uma vez, período de negação de suas tradições civilizatórias ocidentais, com regressão a obscuras práticas medievais, a um barbarismo espantoso. Retrocessos desse tipo aconteceram ao longo da história ocidental caracterizados por exacerbação do colonialismo, escravização de colonizados, guerras mundiais, perseguição a etnias, prevalência de crendices sobre o racionalismo etc. Restritamente ao Brasil, percebe-se a negação do legado democrático grego, do direito romano, dos ideais artísticos e culturais renascentistas, do modelo iluminista de Estado e de Justiça. No Judiciário, por exemplo, o regresso a modelos aristocráticos imperiais é claro: desonra, em nome do Estado, de direitos fundamentais da pessoa, deturpação do modelo iluminista de Estado com proposta de pretenso protagonismo (fatalista) do Judiciário, criação de casta aristocrática judiciária efetivada por meio de remuneração altíssima desconectada dos rendimentos da população em geral etc. Tal deturpação reacionária fruto de individualismo conservador corporativo manifesta-se, por causa dos maus exemplos vindo de cima, em todos os segmentos sociais: para fazer valer seus interesses, pequenos grupos não se detêm em prejudicar toda a sociedade e, mesmo, o país inteiro. Roberto Amaral escreve sobre isto e suas consequências para o Brasil. Seu texto merece ser lido pela oportunidade e profundidade. Tal discussão que ele inicia precisa ser feita.

    A ALIENAÇÃO CONSERVADORA (ROBERTO AMARAL, NO 247)

    Vivemos, vive a Humanidade, sob o avanço do pensamento conservador, produto de visões de mundo que remontam ao mais puro fascismo. Um só exemplo é a onda de racismo e xenofobia que domina a Europa.

    Da Europa, “este nobre continente” que, após séculos de colonialismo predador e genocida nos deu o fascismo, o nazismo e o stalinismo e duas guerras mundiais, sopram os ventos do mais tacanho ideário conservador, de par com o recuo ideológico e político da esquerda, sob todos os seus matizes, ou seja, englobando desde os comunistas às organizações socialdemocratas.

    Os mais velhos dirão: ‘eu já vi este filme’.

    A crise financeira mundial em que vivemos desde 2008 – produto da alucinada desregulamentação do mercado imposta pela ideologia do neoliberalismo –, não foi o gatilho detonador desse recuo, pois o fenômeno vem de décadas, remontando, para fixarmos um momento histórico,  à ‘queda do muro de Berlim’ e ao desmantelamento da URSS, com todos os seus significados e consequências geoestratégicas, políticas, econômicas e militares. Alguns poucos indicadores: o fim do Pacto de Varsóvia e a   expansão da Otan para além do Atlântico Norte, a desagregação do ‘Leste Europeu’ e a incorporação pela União Europeia (um moloch que jamais se sacia) dos antigos países ‘comunistas’ europeus, o consenso de Washington, a onda neoliberal e a ditadura intelectual do pensamento único.

    Nessa mesma Europa e nessa mesma ‘onda’ desaparecem – com algumas exceções, como a portuguesa e a grega – os  Partidos Comunistas ocidentais, e a tragédia mais notável foi a do justamente festejado Partido Comunista Italiano (PCI), conhecido pelas suas ideias renovadoras e pujança organizacional. Seu féretro levou consigo o eurocomunismo que chegou a entusiasmar alguns intelectuais brasileiros.

    Cheia de si, a direita chegou a proclamar ‘o fim da História’ e o fenecimento do marxismo e das ideias socialistas. Uma versão dessa tolice é o anunciado fim da disjuntiva esquerda-direita, de livre curso ente nós. É um dos discursos da ‘pós-modernidade’.

    Hoje, antigos partidos socialistas, como o português e o francês, no governo, optam por políticas reacionárias. Na França, a ‘novidade’ é a ascensão de François Hollande, lamentável contrafação de François Mitterrand. Portanto, não se pode considerar extemporâneo o crescimento da ultradireitista Marine Le Pen e de sua Frente Nacional, caminhando para tornar-se o maior partido da França. Organizações outrora de esquerda, como o Partido Trabalhista inglês (LP) de Harold Laski, se confundem com os partidos conservadores. Na Alemanha, a Social Democracia (SPD) é sócia menor dos conservadores (CDU) de Merkel. A Itália, até recentemente comandada pela direita grotesca de Berlusconi, é hoje governada pela direita pré-fascista de Matteo Renzi. É consenso entre os analistas que as eleições europeias de final deste maio trarão o aumento significativo de votos da extrema-direita. Concluamos: nos EUA a ‘esquerda’ é representada pelo Partido Democrata de Barack Obama… A China (em conflito com o Vietnã) cuida de seu capitalismo de Estado.

    No mundo e no Brasil – para o bem e para o mal não somos uma ilha – o avanço do cardápio conservador tem as características de uma hegemonia ideológica: faz parecer que os interesses de uma classe – a classe dominante – coincidem com os interesses da maioria, ou seja, dos pobres. Assim é que vemos desqualificar a política quem mais precisa dela, combater o Estado quem mais depende dele, criticar a presença do governo quem mais precisa dela. É a vitória da manipulação ideológica.

    Os jornalões festejam nas recentes pesquisas de opinião os altos índices de eleitores que nas eleições presidenciais deste ano integram o grupo dos indecisos e dos que se propõem a votar nulo ou em branco, enquanto outros muitos dizem rejeitar os partidos políticos e reduzir a política à corrupção, sempre enfocada pelos meios de comunicação pelo lado do corrupto, para que se demonstre a ineficiência do Estado, esquecendo-se do corruptor, um agente do mercado, pois é ele quem de fato maneja o Estado.

    Para essa alienação trabalham diuturnamente os aparelhos ideológicos da classe dominante, à frente de todos e o mais eficiente de todos, os grandes meios de comunicação, com o propósito de desqualificar a política e de desconstituir o Estado, para promover o neoliberalismo e o mercado, impor a verdade única. A ação desses meios promove uma verdadeira guerra ideológica, visando à alienação, ao desenraizamento, ao desânimo, à impotência cujo fim é convencer o povo de que as coisas são assim porque assim devem ser, e nada há por fazer, senão conformar-se.

    Sejam quais forem as razões explicativas, o fato objetivo é que vivemos um repouso intelectual-ideológico, com a ausência do debate, o silêncio da Academia, os pleitos corporativistas do mundo sindical sem vida, a paz de um movimento estudantil preocupantemente bem-comportado. Não há teses por defender, não há bandeiras por levantar. Os idos de junho de 2013 – eloquente sinal de insatisfação – não deixaram legado político. Talvez em face de sua essência anarquista, terminaram diluídos na anti-política, na anti-organização, contra os partidos e os sindicatos. É verdade que acicataram a sociedade, assustaram governo e a vida política, mas, passados os eventos, tendem deixar atrás de si o silêncio, como o Occupy Wall Street. Sua força – a não-organização, o voluntarismo – é igualmente sua limitação. Ficou, porém, uma advertência: o larvar descontentamento de nosso povo, insatisfeito com sua qualidade de vida, insatisfeito com a escola que lhe oferecem, com o transporte que lhe oferecem, com a moradia que lhe oferecem, com a saúde que lhe negam. Uma irritação generalizada que ainda não encontrou seu alvo. Por enquanto é um denúncia de decepção, consciência do malogro e muito desassossego.

    A hegemonia conservadora que pervade os partidos de esquerda – que não souberam administrar nem a relação partido-governo e nem muito menos as relações partidos-movimento social – contamina o modo como tendemos avaliar a inserção internacional do Brasil. Dispensando a análise empírica – estamos nos habituando a muita opinião e pouca informação e nenhuma reflexão – somos levados a crer que o melhor para nosso povo é atrelar o desenvolvimento brasileiro ao da Europa e dos EUA – que continuam sendo nossas matrizes civilizacionais – e de embalo atrelar nossa visão de mundo à visão de mundo deles, nossos valores aos valores deles, nossa cultura à cultura deles. Embora saibam todos – e saiba mais do que todos a classe dominante colonizada – que nem UE nem EUA estão – porque jamais estiveram – propensos a fazer as concessões que nos interessam em nossas relações comerciais. Igualmente, não estão interessados no desenvolvimento tecnológico brasileiro, pois bloqueiam nosso programa espacial, nosso programa nuclear, nosso desenvolvimento em cibernética e nanotecnologia. O Fed, Banco Central dos EUA, aliás, voltemos à economia, não costuma pensar no Brasil ou na Argentina quando decide cortar juros para estimular o aquecimento da economia dos EUA. Nem muito menos nos considera para alguma coisa o Banco Central Europeu, cuja política cambial visa a facilitar suas exportações para nossos países (e fortalecer seus produtos nos nossos mercados internos) e dificultar as importações de nossos poucos produtos exportáveis, commodities inclusive.

    Mas, que esperar, seriamente, de concessões de uma Europa às voltas com o Pacto de Estabilidade imposto por Bruxelas e suas políticas de cortes e demissões, crescendo a 0,2%? Nessa Europa existem hoje 36 milhões de desempregados. Apesar de tanta obviedade, a classe-média, marioneta nas mãos da classe-dominante, alienada, faz cara feia toda vez que se defende nossa abertura ao comércio com o maior número de países, e especialmente com a América do Sul, a África e a Ásia. Apesar de o caminho da diversificação das parcerias haver-se revelado tão importante quando do nosso enfrentamento da crise de 2008. Para essa gente – e dela é porta-voz o candidato tucano – o único caminho é fechar as portas do Mercosul, entregar-se à UE e retomar a Alca. Assim, ao final, seremos um grande Porto Rico.

    Outro instrumento dessa perversa busca da alienação – utilizado à saciedade pelos meios de comunicação e os intelectuais da classe dominante –, é a técnica do despistamento que visa a trazer para a cena política temas irrelevantes ou periféricos, à custa do esquecimento das questões estruturais que afetam o país, a democracia e a qualidade de vida de nossas populações. Enquanto a pauta da grande imprensa traz ao debate questões vencidas nas eleições de 2010 e que foram o cavalo-de batalha do candidato da direita, como aborto, homossexualismo e liberdade religiosa, importantes mas marginais diante do vulto de nossos problemas sociais e econômicos, em xeque, são postos de lado os temas de interesse concreto para a vida das pessoas, como a brutal, crescente e injusta concentração de renda: aqui (dados de 2012), os 10% mais ricos detêm 42% da renda e 40% dos brasileiros, os mais pobres, respondem por apenas 13% da renda nacional; a renda real do trabalho do 1% de mais ricos é 87 vezes superior à dos 10% dos mais pobres. Como na matriz, é alta a desigualdade – nada obstante os esforços de inclusão social levados a cabo nos últimos 12 anos – e baixa a taxa de crescimento econômico, a qual, mantida, nos assegurará a pobreza por mais 50 anos.

    Assim, nada discutindo ou discutindo o supérfluo, evitamos o debate em torno de questões cruciais para a vida das pessoas como a expansão do mercado interno, a política de distribuição de renda e aumento do poder de compra dos trabalhadores. E o crescimento, se possível sem inflação.

    Por essas e outras trampas, nosso povo, que até pouco tanto se orgulhava de seu país, volta a deixar-se dominar pelo derrotista sentimento de inferioridade que o faz descrer até de si mesmo. A destruição do orgulho de ser, da satisfação do pertencimento e do amor-próprio é a forma mais eficaz de minar uma nação. Em seu lugar se instala a idealização do outro, superior, mais culto, mais forte, destinado à vitória e ao sucesso, cujo reverso é o autodestruidor ‘complexo de vira-lata’.

    A alienação proposta pela direita tem um só objetivo: soterrar a alma nacional

  18. Paulo F.

    22 de maio de 2014 12:03 pm

    Há saída para a Europa?

    Do Diário de Notícias de Lisboa

    A Europa, de saída da história?

    por MANUEL MARIA CARRILHO   Hoje

    Europeu é aquele que vive na nostalgia da Europa, disse uma vez com a acutilância que o carateriza Milan Kundera. A apatia com que os europeus têm vivido o processo das eleições europeias, cujo desfecho se conhecerá no domingo, são não só um corolário desta ilusão nostálgica, mas também das suas consequências mais funestas: a incompetência das suas elites, a indiferença dos seus cidadãos, a indigência das ideias apresentadas.

    No preciso momento em que a Europa conhece a sua mais grave crise desde a sua criação, uma crise que abala os seus alicerces fundamentais, nenhuma proposta se destacou, por parte dos principais candidatos, para a enfrentar e vencer. Como se a Europa, afinal, se resignasse a ir saindo de uma história cujo sentido deixou de dominar, incapaz de compreender o mundo de hoje e de se adaptar às suas novas exigências.

    A Europa aparece, e isto acontece no discurso eleitoral de todas as forças políticas, como algo que ninguém consegue mudar, como algo que escapou completamente – não se sabe bem como – à vontade política dos governos e dos cidadãos. E os políticos reforçam constantemente este sentimento, ao falarem dela mais em termos de prece do que de ação.

    O sonho europeu tornou-se assim, para uns num pesadelo, para outros numa irrelevância, mas em ambos os casos ele perdeu todo o élan que o caracterizou durante décadas, tornando-se agora no pasto fácil das demagogias mais ou menos populistas, que vão certamente fazer do Parlamento eleito no próximo domingo uma assembleia fragmentada, conflitual, inútil e talvez mesmo perigosa.

    Um dos textos mais estimulantes que surgiram neste período foi o manifesto Pour une Union Politique de l”Euro”, em grande parte inspirado nos trabalhos de Thomas Piketty, subscrito por muitos intelectuais europeus e que eu também assinei. Thomas Piketty é o economista francês que anda agora nas bocas do mundo, sobretudo depois da tradução americana do seu livro Le Capital au XXI Siècle. Falei dele aqui nestas páginas quando foi publicado, em outono passado, tendo previsto que, apesar das suas desafiadoras quase mil páginas, se tratava de uma obra destinada a marcar o nosso tempo.

    E é o que está a acontecer, com traduções em curso em todo o mundo. Nos EUA o livro está mesmo na lista de best-sellers da Amazon, economistas como J.Stiglitz ou R. Sollow têm-se multiplicado em elogios às suas ideias, tendo Paul Krugman considerado que se trata do mais importante livro da década.

    Vale a pena lembrar duas das ideias centrais de Thomas Piketty, uma sobre as desigualdades, outra sobre o crescimento. Começando por esta, a campanha eleitoral europeia tem mostrado que se continua à espera, para sair da crise, de um crescimento mais ou menos milagroso, porque ninguém diz de onde virá ou qual será o seu motor. E que ele continua a ser pensado a olhar para o passado, como se se tratasse de uma simples retoma de um percurso que apenas teria sido interrompido por alguns momentos.

    Ora, é cada vez mais claro que os dados históricos não permitem sustentar esta perspetiva que vê o futuro como um mero retorno do passado. Thomas Piketty insiste muito neste ponto, ao analisar a evolução das economias de vinte países durante os últimos três séculos. E vale bem a pena reter alguns dados da sua análise, que nunca tinha sido feita. Em primeiro lugar, que a taxa de crescimento da produção por habitante foi em média de 0,8% entre 1700 e 2012, sendo que entre 1700 e 1820 ela foi de 0,1%, entre 1820 e 1912 de 0,9% e entre 1913 e 2012 de 1,6%. E que, se olharmos para a Europa, a mesma taxa de crescimento da produção foi, entre 1820 e 1913, de 1%, e de 1,9% entre 1820 e 2012, enquanto na América ela foi de 1,5% nestes dois períodos.

    O ponto importante, em que verdadeiramente temos de pensar, é que, como ele diz, “não há nenhum exemplo histórico de um país que se encontre na fronteira tecnológica mundial e cujo crescimento seja duravelmente superior a 1,5%”. E se olhamos para as últimas décadas, encontramos ritmos ainda mais débeis, como o de 0,7% no Japão, de 1,4% nos EUA e de 1,6% na Europa ocidental, entre 1900 e 2012. O que acontece, conclui Piketty, porque “continuamos numa grande medida impregnados pela ideia segundo a qual o crescimento deve ser pelo menos de 3% ou 4%. Ora isto é uma ilusão, tanto em relação à história, como à lógica”.

    Sobre as desigualdades, que é o tema central do seu trabalho, a sua tese é que, no longo prazo, os rendimentos do capital são extravagantemente superiores, não só aos do trabalho, mas também aos do próprio crescimento económico. O que significa que a dinâmica do capitalismo se revela criadora de desigualdades que não é de todo capaz de corrigir, o que, na situação da economia globalizada dos nossos dias, exige que se pense muito a sério em soluções também globais.

    É um facto que as guerras do século XX criaram, devido à devastação que operaram, uma espécie de grau zero ao nível patrimonial, suscitando a ilusão de uma progressiva diminuição das desigualdades. O sonho europeu foi em boa parte resultado desta ilusão – é por isso que a Europa só sobreviverá como potência se, como se diz no “manifesto” que atrás referi, assumir mudanças profundas ao nível institucional e político como, por exemplo, uma fiscalidade uniformizada, a criação de um imposto europeu que viabilize um orçamento minimamente capaz para a zona euro, a mutualização da dívida de cada país acima dos 60%, a criação de um Parlamento da zona euro ou o fim do imperativo da unanimidade no Conselho Europeu, com a adoção da regra da maioria.

    Clamar que a opinião pública está cada vez mais em aceso atrito com a Europa, e não fazer nada para mudar profundamente o seu funcionamento e as suas instituições, é de uma total incongruência, que só agudizará a crise europeia e acelerará a sua saída da história. Mas é esse, infelizmente, o risco que corremos.

     

  19. Marco St.

    22 de maio de 2014 12:14 pm

    Atenção para o toque de 5

    Atenção para o toque de 5 segundos para o pronunciamento do Bispo Macedo em rede nacional 24 horas por dia:

     

    Universal aluga duas redes de TV por R$ 12 milhões

     

    Por Folha22/05/14 02:00

    A partir de junho, a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) ocupará praticamente toda a programação de duas importantes redes de TV aberta: a Rede 21 e a CNT.

    Profissionais da CNT estão sendo dispensados e programas de televendas que ocupavam espaço no canal já buscam horários em outras emissoras, pois foram comunicados da chegada do novo inquilino.

    A Universal, que ocupava cerca de 11 horas diárias na CNT, vai passar a ter 22 horas diárias no canal, pagando cerca de R$ 5 milhões mensais pela locação. A emissora, que pertence a família Martinez, está em operação desde 1979.

    Em 2013, a Iurd realizou operação similar, envolvendo a Rede 21, do Grupo Bandeirantes. Por falta de pagamento, Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial, perdeu as 22 horas de programação do 21 para Edir Macedo, líder da Igreja Universal. O valor do aluguel do 21 está na casa dos R$ 7 millhões/mês.

    Com investimento mensal de R$ 12 milhões, a Universal terá dois canais de TV operando em regiões importantes do país. A Rede 21 é forte em São Paulo e interior, enquanto a CNT tem boa penetração em Salvador, Curitiba e Rio de Janeiro.

    Procuradas, a direção da CNT e da Iurd não se manifestaram sobre o assunto.

  20. Ivan de Union

    22 de maio de 2014 12:39 pm

    Teoria da Maquina de Todas as Respostas

    Teoria da maquina de todas as respostas, por Ivan Moraes

     

    Voltando aa era vitoriana quando supunha se que algum dia alguem fosse inventar uma maquina de fazer calculos…  Imagine so!

    Meu presuposto oo tempo nao voltar eh simples de explicar:  se voltar, a maquina se quebra ou passa a dar respostas erradas.

    Vou descrever uma maquina de respostas exatas, e meu unico ponto inegociavel eh que o tempo nao pode voltar.  Nao, eu nao preciso construir la tampouco, eh so descrever la, voces tambem a vao ver.

    Meu ponto de partida eh meu moto-continuo -um “motor” magnetico erxpandivel que pode ter partes muito mais velozes do que qualquer motor em existencia hoje.

    E o motor segue um arranjo muito simples:  1 iman (nao faz nada mas eu preciso dele), dois imans, 3 imans, 4 imans, 5 imans, etc.  Todos arranjados circularmente em rodelas (nao preciso de especificar material, isso eh mind trip).  Aqui estao os imans em suas rodelas (imagine um triangulo cheio de 1’s):

    1

    11

    111

    1111

    11111

    111111

    etc…

    Arranjados em seus circulos cujo centro eh uma axis que segura todas as rodelas.  No “moto continuo” que eu descrevi, todas os imans rodam na mesma direcao, eh isso que lhe da velocidade cada vez maior nas partes mais leves -com menos imans-, portanto, com capacidade de geracao de eletricidade aumentadas.

    Entao, esse arranjo nao tem permissao de voltar no tempo.  O pressuposto eh que da falta de movimento da roda com o maior numero de imans todo o movimento eh auto gerado pelos outros imans acima, desde que seja em so uma direcao.

    Entao ta.  Mas tem alguma coisa errada porque o iman tem duas polaridades, entao ao invez de comecar a descrever polaridades eu vou usar 1’s e 0′ pra maquina de todas as respostas exatas:

    1 -qualquer polaridade pra cima

    10 -uma polaridade pra cima e outra pra baixo.

    110 –

    1010

    11110

    100010

    1111110

    10101010

    110110110

    etc.  Porque eu quereria uma arranjo contraditorio?  Porque eh baseado no mapa do universo e do proton magnigficavel!  No que mais eu vou me basear mesmo?  Ja existe alguma coisa?

    Repetindo:  todas as rodas de imans sao livres pra rodar desde que seja em somente uma direcao.

    Nao eh preciso fazer uma unica conta ainda para se entender isso:  todos os estados iniciais dessa maquina sao diferentes por causa do relacionamento dos magnetos.  (O que eu mostrei acima eh o primeiro estado de uma infinidade deles.)

    Portanto, todos os estados finais dessa maquina sao diferentes.  Quando sao iguais, a questao ja eh colapsavel a “menos rodelas de imans”.

    Sei, isso nao ta muito claro, mas estados finais iguais para estados iniciais multiplos so quer dizer que a equacao ja eh colapsavel antes de entrar na maquina, portanto o estado inicial (que representa uma equacao, nao nos esquecamos) esta em estado complexo quando deve necessariamente ser simplificado.

    E essa eh a teoria completa da maquina de todas as respostas exatas.

    (Nao tentei calcular o numero de inputs ainda, nao o vou fazer porque eh literalmente infinito, mas mais importantemente, nao eh minha area.)

  21. maria rodrigues

    22 de maio de 2014 12:51 pm

    Inocêncio de Oliveira já

    Inocêncio de Oliveira já passou da época de se aposentar. O homem já nem sequer consegue artiular as palavras, e, pra piorar, não se comporta como um presidente da Câmara quando substitui o titular, Henrique Alves.

    No dia 20, ante ontem, dei ua passada pela Tv Câmara, quando os parlamentares se revezavam para homenagear Luiz Carlos Prestes, quando, sem mais nem menos, Inocêncio deu por encerradas as homenagens. Muitos parlamentares ficaram enraivecidos, mostrando ser falta de respeito do Presidente da mesa pela interrupção. Aí, sobre à tribuna a deputada alice Portugal, do PC do B, com voz firme, dizendo que o que se viu ali foi uma flagrante falta de respeito a um homem que fez parte da nossa História, e fez referência ao Secretário-Geral, que, segundo ela foi quem obstruiu aquela sesão de homenagens. Daí em diante, o tal secretário quis partir pra cima da deputada, enquanto Inocêncio, se lixando pra moça, chamou outro parlamentar. Foi uma embrulhada geral, de muita falta de respeito, ora pelo homenageado, ora pela deputada, porque Inocêncio, na sua inocência, não tem a menor competência para dirigir os trabalhos daquela casa. O mais feio de tudo foi a família, presente na Câmara, de Luiz Carlos Prestes, que deveria se pronunciar ao final, ficou totalmente de fora. Parece ter comparecido para passar vergonha.

    Até quando vamos ter que suportar o tal do Inocêncio de Oliveira?

  22. Alberto Porem Jr.

    22 de maio de 2014 2:17 pm

    O Mato Grosso e o financiamento de campanha

    Alguns podem estranhar este foco sobre o Mato Grosso com: PF e a Operação Ararath prendendo até governador e os atrasos das obras da Copa em Cuiabá. Todo dia tem notícia nova ruim sobre meu Estado na “grande mídia”.

    Por que isto? Bom o olho está no financiamento de campanha. Com esta súbita “aparição” das mazelas em Mato Grosso, o coro do Agronegócio ganhou voz e vez contra “tudo que ai está”. 

    Neste ínterim os emissários vêm buscar o “apoio” para derrubar o ” tudo que ai está”.

    Financiamento de campanha com produtores rurais (leia-se pessoas físicas).

    Simples assim. Só não vê quem não quer.

  23. Mario Siqueira

    22 de maio de 2014 2:59 pm

    Jabor inacreditável: o nível mais baixo

    Parece que se trata realmente de um caso para médicos psicanalistas: a obsessão de Arnaldo Jabor em relação a Lula.

    No último dia 20/05 o cineasta aposentado conseguiu baixar o nível de seus escritos a um limite inacreditável.

    Em função desse artigo (?) já ouví boatos sobre um possível rompimento de contrato entre ele e o Estadão. Nem os leitores do jornal conseguiram engolir o lixo publicado.

    Para quem tiver estômago:

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,volto-ou-nao-volto,1168978,0.htm

    1. j@iro, de sp

      22 de maio de 2014 10:36 pm

      Um texto

      Um texto constrangedor.

      Principalmente para quem conheceu Arnaldo Jabor.

  24. Emanuel Cancella

    22 de maio de 2014 3:04 pm

    Polícia Federal

    Justiça para todos e Polícia também.

    …Policia Federal investigou filho de Lula por enriquecimento ilícito, mas não foi confirmado qualquer crime… PF menciona ‘organização criminosa’ dentro da Petrobras… Tudo isso no jornal o Globo de hoje, 22/5, repercutindo em toda mídia do país. Vale lembrar que a PF é subordinada ao Ministro da justiça, José Eduardo Cardoso, que é do PT.  Fica claro que não existe por parte do Ministro da Justiça objeção para investigar a esse ou aquele cidadão, do PT ou de qualquer  outro partido. A PF tem autonomia plena, e a sociedade quer que seja assim. É bom lembramos que neste país já tivemos, no recente governo de FHC,  um Procurador Geral da República, Geraldo Brindeiro que era conhecido como “Engavetador Geral  da República”. Nessa época a PF não investigava nada! A imprensa na época divulgava amplamente  a inoperância da PF, por não realizar concurso público, faltavam  agentes e  delegados, inclusive até gasolina nos carros. Imagine, na era FHC, investigar a família do presidente ou as empresas ligadas ao governo. Nem pensar! Entretanto a PF precisa ainda mostrar à sociedade que não tem ‘rabo preso’ com ninguém, com governo ou quem quer que seja! Nesse sentido a PF deveria investigar, ou fazer uma varredura, na Globo para apurar a sonegação de imposto de renda da emissora no contrato de transmissão da Copa do Mundo de 2002; poderia investigar também o presidente do STF, Joaquim Barboza, que criou uma empresa em Miami para sonegar o Imposto de Renda na compra de uma casa. Por que não fazer uma devassa no propinoduto do metrô de São Paulo? Inclusive, nesta semana, a PF fez uma operação em Mato Grosso que resultou na prisão do governador, Silva Barbosa do PMDB; mas em São Paulo, o escândalo envolve vários governadores do PSDB, de Mario Covas a Geraldo Alckmin, e a PF não investiga!   E já que a PF foi fundamental para prender os mensaleiros do PT e de outros partidos, tem que fazer uma devassa nos parlamentares do PSDB e do Dem, que inclusive participaram de mensalão anterior ao do PT e ninguém vai preso. Investigar o mensalão tucano é fundamental, principalmente agora que a sociedade está tomando conhecimento,  que, segundo o TSE, o PSDB é  o campeão entre todos os partidos em barrados no Ficha Limpa.

    A sociedade exige: Justiça para todos e policia também!

     

    Rio de janeiro, 22 de maio de 2014                                                             

     

  25. anarquista sério

    22 de maio de 2014 3:14 pm

     
     
    Segundo abraço bem gostoso... 

     

  26. anarquista sério

    22 de maio de 2014 3:17 pm

     
     
    hihihi... 

     

  27. anarquista sério

    22 de maio de 2014 3:31 pm

    Ibope: Dilma tem 40%; Aécio,

    Ibope: Dilma tem 40%; Aécio, 20%; e Campos, 11%

    COMENTE

    Do UOL, em São Paulo

    22/05/201412p0Comunicar erroImprimir

    Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (22) mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) em primeiro lugar com 40% das intenções de voto para a eleição de outubro.

    O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece em segundo lugar com 20%. O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, pré-candidato do PSB, é o terceiro, com 11%.

    De acordo com o levantamento, Dilma conseguiria se reeleger já no primeiro turno porque conta com mais intenções de voto do que a soma dos outros pré-candidatos.

    O pastor Everaldo Rodrigues (PSC) tem 3%. Eduardo Jorge (PV) e José Maria (PSTU) aparecem com 1%. Os demais pré-candidatos não pontuaram. Os votos brancos e nulos somam 14%. O total de indecisos chega a 10%.

    O Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 140 municípios entre os dias 15 e 19. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para baixo ou para cima. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00120/2014.

     

  28. Emanuel Cancella

    22 de maio de 2014 5:35 pm

    Carga tributária

    Impostômetro X Sonegômetro

    No jornal, Hoje da rede Globo, 22/5, assisti a uma matéria sobre a carga tributária. Entidades ligadas aos empresários já há algum tempo criaram o “Impostômetro” para medir o tamanho da carga tributaria no país. Para fazer o contraponto o Sinprofaz, sindicato dos trabalhadores da receita federal criaram o “Sonegômetro”que mede o tamanho da sonegação fiscal. Interessante que os representantes dos empresários os grandes responsáveis pela alta carga tributária e também os grandes sonegadores do país e que de forma hipócrita alertam a sociedade do peso dos impostos através do “Impostômetro”. Isso por que, o trabalhador não tem como sonegar impostos: São descontados no contra cheque do imposto de renda; recebem o repasse de toda carga tributaria, nos produtos e serviços que compram e contratam. Se o trabalhador errar nas contas na declaração do imposto de renda, cai na “malha fina”. A sociedade não tem duvida que é o imposto quem financia as políticas públicas, saúde e educação principalmente. Alguém tem que pagar as contas, como o empresário sonega, o trabalhador tem que pagar.  Inclusive a mídia que faz toda essa campanha é grande sonegadora, a Globo, que por exemplo, sonegou o imposto de renda no contrato da transmissão da Copa do Mundo de 1982. Realmente o trabalhador paga uma carga tributária muito alta!    

    Rio de janeiro, 22 de maio de 2014                                                             

     

  29. anarquista sério

    22 de maio de 2014 6:32 pm

     
    Quem  sou

     

    Quem  sou eu?

     1 de 9 fotos

    iniciar slideshow

    Dica: Surgi numa ponta pequeníssima num filme aonde as duas protagonistas ,dentro de um carro,se atiram no abismo, A imagem congela com o carro no ar e acaba o filme.   

     

    Dica ,fui casada com um cara famoso,muito famoso.ive filhos com ele,.Nos separamos e casei com um jovem que faz sucesso num seriado de sucesso mundial,sobretudo no Brasil.Separei e entrei em depressão profunda.

     

    DicaDemi Moore

    Brad Pitt em 18 de dezembro de 1963, nos Estados Unidos

    Reprodução / Reprodução

    1. anarquista sério

      22 de maio de 2014 6:54 pm

      Fiz besteira,
        Prometo

      Fiz besteira,

        Prometo estudar mais sobre computação.

       Mas seria uma brincadeira legal, apresentar um foto de artistas famosos quando crianças e dar algumas dicas pra sabermos quem é.

             E pra quem é do ramo, mais legal ainda seria ir mostrando a pessoa com fotos de parte do seu corpo em crescimento.

           Sim eu tbm assisto ,de x em quando,Silvio Santos.

                Não me torturem . Eu confessei.

  30. Alexandre Weber - Santos -SP

    22 de maio de 2014 6:50 pm

    Onde o Brasil pode perder a copa

    Pumping Data: How Data Analytics is the New Athletic Advantage

     

    Wed, 05/21/2014 – 11:26amStefan Groschupf, CEO and Co-founder, DatameerGet the latest news in High Performance Computing, Informatics, Data Analysis Software and more – Sign up now!

    Stefan Groschupf, CEO and Co-founder, Datameer Stefan Groschupf, CEO and Co-founder, DatameerIn a sport where milliseconds matter, the 2012 U.S. Women’s Olympic cycling team found their competitive edge in an unlikely place – data science. The team went from a five-second deficit at the world championships to earning a Silver medal in the 2012 London Olympics — a triumphant feat that was achieved not only through dedication and athletic ability, but also through enhancing training with insights gained from analyzing big data.

    The fall of Lance Armstrong, Barry Bonds, and other American sports heroes illuminates how widespread PEDs (performance enhancing drugs) have been as a route to optimizing athletic performance. More recently, the use of data and technology are showing promise as a safer option to naturally increase strength, endurance, and accelerate recovery. With a flood of sensors and smartphone apps that record physiological and psychological states, we are able to measure ourselves like never before. The explosion of data, when joined together and analyzed, is enabling us to solve problems and improve lives in ways we never thought possible, including athletic training. Professional teams are catching on, evident by the recent purchase of a $500,000 Cray Supercomputer by an “unnamed” Major League Baseball Team.

    After a disappointing finish in the 2012 world championships, the cycling team turned to Olympic cyclist Sky Christopherson, who had personally leveraged the quantified-self movement in his training to break a world record. Sky established an experimental project to help the team record and analyze relevant data that could reveal actionable insights for optimizing their athletic performance.

    Three months prior to the 2012 London Olympics, the indoor velodrome proved to be an ideal experimental space. In addition to controlling temperature and humidity, velodrome cycling also has the unique feature of precise quantifiable athlete output via stress sensors contained inside the bicycles sampling at 200 hz and recording every 100 milliseconds. By correlating this performance data with health data tracking such as sleep cycles, circadian rhythms, continuous blood sugar levels, blood biomarkers such as Vitamin D, and hormone levels, Sky set out to uncover patterns between health and performance. Not only did they have the challenge of recording relevant data, they also had to find a way to integrate, analyze and visualize all of these data points to reveal insights they could incorporate into training.

    Faced with a complex and vast set of raw data, the team needed a solution that could help them bring all of the data together and quickly reveal critical patterns that could optimize performance. Because of the sheer amount of data, and with each device producing different types of data (often in unstructured formats), traditional database and business intelligence technologies were not an option. Instead, they turned to Datameer’s big data analytics and visualization solution. Because Datameer sits on top of Hadoop, an unlimited storage and compute platform that can take in any amount of data and any data format, structured or unstructured, in its raw format, the team could easily input, join, analyze and visualize how all of the sensor and device data was interconnected. Traditional data analytics tools require you to know what questions you want answered from the beginning, but with Datameer the U.S. cycling team was able to let the data speak for itself revealing insights they didn’t know they were looking for.

    Immediately, the team learned how routines and behaviors could be adjusted to naturally maximize human performance. For example, patterns revealed how room temperature affected the number of minutes spent in deep sleep, a state where bodies naturally release testosterone and human growth hormone. To increase the amount of deep sleep the team experienced, they adjusted temperatures accordingly. Ultimately, adjustments such as these ended up making the difference between winning and losing: the team won an Olympic medal by 8/100th of a second.

    By integrating, analyzing and visualizing quantified self data to find insights that could help improve training, the 2012 U.S. Women’s Olympic cycling team propelled themselves to glory and earned the Silver medal in London. Their approach not only revealed how data could optimize athletic performance, but also gave a glimpse at what professional sports might look like in the future with athletes turning to data — not doping. 

     

  31. anarquista sério

    22 de maio de 2014 7:28 pm

     
    Tentando again
      Não deu

     

    Tentando again

      Não deu certo. O que gostaria de aprender é como elimino a foto da direita.

    Famosos 19

  32. Notívago

    22 de maio de 2014 8:38 pm

    Até Aécio conseguiu um emprego

    A taxa de desemprego é hoje de 4,9%, a menor dos últimos 500 anos.

    Até Aécio Neves conseguiu um emprego temporário de candidato à presidência da república. A vigência do contrato vai até outubro deste ano. Mas o contrato poderá ser cancelado a qualquer momento por conta da bebedeira do candidato ou por conta dos dossiês encomendados pelo Serra.O Aécio é chegado a um uísque e a uma cachaça, segundo esclareceu uma forte liderança sindical cuja a primeira letra é P (ele tem muita força), e que gostaria de ser ministro do trabalho em caso de uma vitória do neto de Tancredo. Pode esperar sentado, P. Na proxima reencarnação, talvez!

  33. Sérgio T.

    22 de maio de 2014 10:05 pm

    Boliviana constrói casas de garrafas PET

    Boliviana constrói casas de garrafas PET para famílias carentes em 20 dias

      

     


    Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET A cada dia descobrimos uma nova utilidade para os resíduos que produzimos. Prova disso é o reuso da garrafas. São inúmeras coisas que podemos fazer através da reciclagem deste produto. A artesã boliviana Ingrid Vaca Diez desenvolveu uma técnica para construir casas com as garrafas. Algo improvável, que pode ser a solução para a moradia de famílias de baixa renda. Casas de Botellas é o nome da iniciativa criada pela boliviana Ingrid Vaca Diez. Envolvida com trabalho voluntário desde pequena e apaixonada por artesanato, a advogada de Santa Cruz de La Sierra teve a ideia de construir casas de garrafas PET para famílias em situação de extrema pobreza após uma briga com o marido, que não aguentava mais a quantidade de ‘entulho’ que Ingrid guardava em casa para trabalhos manuais. “Dá para construir uma casa com esse monte de PET”, reclamou o parceiro em tom de ironia – o que bastou para acender uma luz na cabeça da boliviana. Para construir uma “Casas de Botellas” (casas de garrafas) é necessário, garrafas PET, garrafas de vidro, cimento, cal, areia, cola, sedimentos, resíduos orgânicos, aros e glicose. A primeira casa edificada por Ingrid teve 170m² e nela foram utilizadas 36 mil garrafas plásticas de dois litros.  As garrafas, recheadas de resíduos e sedimentos diversos formam as paredes, que após amarradas, são fixadas com cal e cimento. Como a casa criada por Ingrid se tornou um projeto social, os outros materiais necessários para o acabamento, inclusive os móveis, são doados por empresas ou instituições regionais.   Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET
    Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET 
    14 anos depois de começar o projeto, a boliviana já tem no currículo mais de 300 moradias construídas para famílias em situação de extrema pobreza – não só na Bolívia, mas em outros países da América Latina, como Argentina, México, Panamá e Uruguai.
     Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET
    Ingrid garante que é possível construir uma casa em 20 dias, com a ajuda de cerca de 10 voluntários – contando os futuros moradores, que ela faz questão de que participem do processo para dar mais valor à moradia. O problema é que falta matéria-prima e mão de obra disposta a trabalhar “apenas” para ajudar o próximo. Autossustentável: Casa de Botellas - Ingrid Vaca- Diez - garrafas PET
     Construir no Brasil está nos planos da boliviana, que está bem animada. Para ela, o povo brasileiro é mais receptivo ao trabalho voluntário e também tem a cultura da reciclagem mais sedimentada, em relação aos outros países da América Latina, o que facilita a coleta das garrafas PET. Com tanto entusiasmo, certamente a advogada vai conquistar o coração de muita gente boa por aqui. Vem logo, Ingrid!

    Read more: http://www.autossustentavel.com/2014/05/boliviana-constroi-casas-de-pet-para-familias-carentes-em-20-dias.html#ixzz32U6Gwxxo

  34. maria rodrigues

    22 de maio de 2014 10:34 pm

    Pedro Simon, que vem sendo

    Pedro Simon, que vem sendo muito agressivo contra o Governo Federal, hoje subiu à tribuna com um discurso bastante diferente do usual, enquanto deixou muito clara a sua preocupação com o estado em que se encontra o Brasil, com movimentos não-identificados, greves pra todos os lados, etc., porém, entendendendo a necessidade de uma organização suprepartidária no sentido de se encontrar um rumo melhor para a nossa sociedade. Dessa feita, teceu muitos elogios a Dilma de hoje e de ontem, enumerando suas várias passagens pela política, no RS, ou no governo de Lula, enaltecendo-a pelo tempo em que lutou, de peito aberto contra ditadura, em prol da nossa democracia, etc. e tal. Expressa, no entanto, uma certa insatisfação com o modo, fechado, intransponível, com que a Presidente da República se coloca, o que deveria ser diferente, na medida em que é necessário o encontro de ideias, e de um diálogo para o bem do Brasil.

    Pela primeira vez, após muitos discursos de Pedro Simon, o vi hoje por outro ângulo. Um homem que já se diz fora do Congresso a partir do ano que vem, mas bastante preocupado com os acontecimentos diários ocorridos País afora, que, a seu modo, merecem atenção de todas as autoridades, em conjunto. Ele diz que, ao tempo de Itamar Franco, como lider do Governo, Itamar teve um gesto muito digno, após suceder um presidente ipedido de governar. Disse que Itamar reuniu todos os ministros e representantes de todos os partidos para dizer o seguinte: ” Não fui eleito à Presidência. Fui indicado por vocês. Portanto, preciso da ajuda de todos, em especial quando surgirem crises que contrariem o desenvolvimento do país”. Foi mais ou menos isso que disse o Senador.

    O Senador contou que viu pessoas dizerem que gostariam de ver os estangeiros virem à Copa e se depararem com uma epidemia de dengue, entre outras coisas do gênero. aí, conclui ser esta a forma de quem está desesperançada, ou desesperada, desejando até que o pior aconteça durantes os eventos da Copa. 

    Por fim, o Senador não se declara um pessimista; ele acredita que tudo tem solução, mas entende que os partidos deveriam se unir em prol do desenvolvimento do Brasil, a fim de que se possa dar um basta nessa fúria social que estamos presenciando diariamente.

    Gostei das posições dele, porque entendo que estamos presenciando uma luta inglória por espaços dos partidos políticos, com gente querendo engolir gente, espalhando um caos, que não serve positivamente a nenhum brasileiro.

  35. Claudio Torch

    23 de maio de 2014 12:38 am

    Governador tucano de Goiás diz ser ‘grande admirador’ de Dilma

    22/05/2014 12p3 – Atualizado em 22/05/2014 14h00

    Governador tucano de Goiás diz ser ‘grande admirador’ de Dilma

    Presidente retribuiu elogio e afirmou que fala mostra ‘maturidade’.
    Eles participaram da inauguração de trecho de ferrovia.

     

    Juliana Braga e Paula Resende Do G1, em Brasília, e do G1 GO

     A presidente Dilma Rousseff e o governador de GO, Marconi Perillo, em inauguração de trecho de ferrovia (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Dilma e o governador Marconi Perillo (centro), em inauguração de trecho de ferrovia, em Anápolis (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

    O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), fez elogios nesta quinta-feira (22) a Dilma Rousseff (PT) e disse, dirigindo-se a ela, que depois de a presidente deixar “o seu ou os seus governos” terá para sempre “um admirador”.

    Perillo falou em discurso, na presença de Dilma e de convidados, durante cerimônia de inauguração de um trecho da ferrovia Norte-Sul, em Anápolis (GO).

    “Eu quero dizer à senhora, que onde quer que a senhora esteja amanhã, no futuro, quando a senhora deixar o seu ou os seus governos, quando a senhora descer a rampa do Palácio, a senhora terá, para sempre, um admirador, um amigo, uma pessoa que reconhecerá o gesto de vossa excelência em relação ao meu estado e à nossa querida cidade de Anápolis”, afirmou Perillo. Em seguida, o governador desejou que Deus abençoasse o governo de Dilma.

    Perillo afirmou ter gratidão pela presidente, a quem classificou de “pessoa séria, íntegra, republicana, honesta”.

    “Estou falando isso na presença de todos e da imprensa, porque eu não devo satisfações a ninguém a não ser à minha consciência e ao povo de Goiás. E a senhora merece esses elogios”, afirmou.

    Em seu discurso, a presidente agradeceu e disse que a postura revela uma maturidade democrática do país.

    “Agradeço ao governador Marconi Perillo as palavras e quero também reconhecer que nesses últimos anos o Brasil mudou muito, e hoje nós somos capazes sim de construir parcerias republicanas entre presidente e governador de partido diferente. Somos capazes de fazer isso também entre presidentes e governadores e prefeitos de partidos os mais variados”, declarou.

    Para a presidente, a fala do governador é “um sinal de maturidade do nosso país, é um sinal de avanço da nossa democracia, e é um sinal de que nós só conseguiremos resolver os problemas do Brasil quando acima de tudo estiver o interesse da população, do nosso povo. É isso que é ser republicano”.

    Marconi Perillo é do mesmo partido do pré-candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB). Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Perillo era senador e foi um dos principais parlamentares de oposição no Congresso. Em 2012, Perillo disse ter sido alvo de “ódio” e “perseguição” porque teria avisado Lula da existência do esquema do mensalão mas, segundo disse, o ex-presidente não tomou providências.

    Ferrovia
    O trecho inaugurado nesta quinta tem 855 quilômetros e vai de Palmas a Anápolis. De acordo com o Ministério dos Transportes, a ferrovia consumiu R$ 4,2 bilhões só do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    Denúncias de irregularidades marcam a obra. Em julho de 2012 passado, o ex-presidente da Valec (estatal responsável pela obra), Juquinha das Neves, foi preso na Operação Trem Pagador, da Polícia Federal, sob suspeita de superfaturamento e desvio de verbas.

    O projeto da Ferrovia Norte-Sul prevê 4.576 km de trilhos, cortando nove estados, do Maranhão a São Paulo. Entre Açailândia, no Maranhão, e Palmas os vagões já circulam há dois anos. Após a conclusão da ferrovia será priorizado o trecho até Estrela D’Oeste, em São Paulo.

    A Norte-Sul foi planejada ainda no governo do ex-presidente José Sarney. A obra do trajeto inicial, do Maranhão a Goiás, durou 27 anos. Está em construção outro trecho, de Anápolis a Estrela do Oeste (SP), para a ferrovia chegar próximo ao Porto de Santos.

    “Dizem que demorou 27 anos. É verdade. Mas eu vou dizer o seguinte: demorava 27 anos, hoje não demora mais”, disse Dilma. Segundo ela, foi “um grande esforço” retomar a construção, em 2007. “E nós fomos fazendo e fomos também aprendendo enquanto fazíamos, porque o Brasil tinha parado de investir durante muito tempo”, afirmou.

  36. Emanuel Cancella

    23 de maio de 2014 5:43 pm

    PSDB

    PSDB o partido da impunidade

    Um partido acima da lei! Nunca é investigado, tem apoio da mídia, do STF e da Polícia Federal. Apesar dos inúmeros escândalos em que os tucanos se envolveram, nunca são sequer investigados. Preso, nem pensar! Vamos fazer um breve retrospecto:

    Compra de votos para reeleição de FHC, apesar da denúncia nominal de que três deputados teriam recebido dinheiro para votar na proposta de reeleição de FHC, nada aconteceu. As privatizações da era FHC, com certeza, o maior escândalo da República, mas nada foi investigado.

    Máfia dos Sanguessugas: A “máfia das ambulâncias” teve sua origem na gestão do então ministro da Saúde, José Serra que assumiu a pasta em 1998  … Videos e fotos em que Serra aparece junto com vários deputados incriminados no esquema entregando pessoalmente as ambulâncias em diversos municípios do Brasil e agradecendo o empenho destes nas emendas parlamentares junto a pasta da saúde…

    “A Lista de Furnas”: É o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro ocorrido nos anos 2000 e que envolve a Empresa Estatal Furnas Centrais Elétrica, com sede no Rio de Janeiro, para abastecer a campanha de político, em sua maioria do PSDB, nunca foi investigado. Mensalão do PSDB, apesar de anterior ao do PT, até hoje sem julgamento. Alguns parlamentares do PT envolvidos no Mensalão estão presos.  

    Corrupção em livro e nas bancas, ”A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Junior. Parece que as autoridades desse país estão cegas, mudas e surdas.

    Propinoduto do metrô de São Paulo. Pagamentos de propinas da Empresa francesa, Alstom, para servidores do governo a autoridades envolvendo os governos de São Paulo, de Mário Covas a Geraldo Alkmin. Parece que as denuncias foram enterradas no buraco do metrô!   

    Agora tire suas conclusões: o TSE informa o PSDB é o partido com maior número de candidatos barrados pela lei do “Ficha Limpa”.

    Rio de janeiro, 23 de maio de 2014                                                             

     

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