O STF enviou nota ao Estadão a respeito do que o jornal publicou sobre esta licitação da TV Justiça. Quem atualmente administra a TV Justiça é a Fundação Renato Azeredo. Vi no google que esta fundação, criada por Renato Azeredo, pai do ex-senador Eduardo Azeredo, foi muito mencionada em críticas de 2012, inclusive na Carta Capital.
Não encontrei a notícia do Estadão (teria sido no dia 13?), mas há esta, no 247:
http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/139490/JB-quer-pagar-mais-R$-10-mi-por-%E2%80%9Cbagagem-intelectual%E2%80%9D.htm
Presidente do STF tromba com atual equipe da TV Justiça; licitação que a corte tornou pública, mas que foi suspensa após despertar a curiosidade da mídia, estabelecia aumento de gastos anuais de atuais R$ 15 milhões para R$ 25 milhões com o canal; a seis meses do final do seu mandato na presidência do tribunal, Joaquim Barbosa pilotou com o secretário de Comunicação, Wellington Silva, tentativa de mudança radical na estrutura; para justificar aumento de R$ 10 milhões nas despesas, licitação definiu profissionais do canal, administrado pela Fundação Renato Azeredo, como não tendo as devidas “qualificação e bagagem intelectual”; falta de respeito azedou de vez o relacionamento nos bastidores do STF.
Leia mais, no link
O que diz a nota do STF:
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=266993
Sábado, 17 de maio de 2014
Carta enviada ao jornal O Estado de S.Paulo no dia 13 de maio
Ao Fórum dos Leitores
A propósito da matéria sobre o processo de licitação da TV Justiça, publicada na edição de 12 de maio, esclarecemos:
A Licitação, que é uma exigência legal, encontra-se suspensa para revisão, a fim de aprimorar o processo licitatório.
O objetivo de todo o trabalho é a melhoria do serviço que vem sendo prestado na TV Justiça e valorizar os profissionais que nela atuam.
Uma vez que a licitação está suspensa, qualquer comentário sobre a mesma é precipitado e pode não refletir a realidade definitiva do mencionado certame.
Informamos ainda que a última licitação, realizada há três anos, tinha uma previsão de gastos de R$ 23,3 milhões antes da realização do pregão, mas resultou num contrato que, atualmente, tem o valor de R$ 18,5 milhões.
O Supremo Tribunal Federal ratifica o respeito devido às pessoas que atuam na TV Justiça.
Secretaria de Comunicação Social
Supremo Tribunal Federal
mauro silva 1
19 de maio de 2014 10:58 pmtransparência, juízes!
Isso está cheirando a picaretagem!
quando a coisa pública é tratada com “sigilos” … isso é “legal”, sr joaquim barbosa?
pode até ‘parecer’ legal, mas É imoral!