4 de junho de 2026

Pesquisa revela que cédula de dinheiro abriga mais de 26 mil bactérias

Jornal GGN – Uma única cédula de dinheiro contém aproximadamente 26 mil bactérias potencialmente prejudiciais à saúde humana, segundo uma pesquisa da MasterCard. Ainda assim, de acordo com a mesma pesquisa, a maioria das pessoas não lava as mãos após manusear dinheiro: apenas uma em cada cinco pessoas lava as mãos, mesmo que a falta de higiene das cédulas seja de conhecimento público e notório.

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O estudo foi conduzido na Europa, e ouviu mais de nove mil consumidores em 12 países. As cédulas aparecem no topo de uma lista de itens potencialmente sujos, como corrimãos de transportes públicos e petiscos comunitários (como o amendoim nos bares). Os europeus, contudo, continuam mantendo o mau hábito de usar o papel moeda sem lavar as mãos depois. Três quartos das pessoas entrevistadas concorda que deveria ter mais cuidado.

O que a pesquisa revelou de mais curioso, no entanto, é que os hábitos potencialmente anti-higiênicos, como os listados acima, não são motivações suficientes para lavar as mãos. A pesquisa descobriu que é mais possível que as pessoas lavem as mãos após realizarmos outras atividades, como tocar um animal (46%) ou utilizar transporte público (36%).
A pesquisa inicial conduzida pela MasterCard, em parceria com a Unidade de Oxford, em 2013, mostrou que boa parte das pessoas supõe a quantidade de bactérias e potenciais danos à saúde. Mas o hábito de não lavar as mãos persistia. Para a psicóloga Donna Dawson, o costume está relacionado ao sentimento de sucesso no manuseio de cédulas e moedas. Haveria uma forma de poder econômico visível e de sucesso individual, o que leva as pessoas a não ter uma associação negativa ao dinheiro.

Outra descoberta da pesquisa da MasterCard apontou como quase quatro entre dez europeus (37%) disseram estar dispostos a fazer pelo menos uma pequena mudança em sua vida cotidiana para serem mais higiênicos. A maioria, segundo a pesquisa, afirma preferir substituir o dinheiro por pagamentos com cartão ou outros meios eletrônicos. O estudo ouviu 9.923 pessoas com mais de 18 anos no Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca, Polônia, Turquia, Grécia, Hungria, Romênia, República Tcheca e Croácia.

Com informações da MasterCard.

Redação

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17 Comentários
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  1. chico da dilma

    14 de maio de 2014 8:31 pm

    KKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!

    KKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!!!

    1. Artaud

      14 de maio de 2014 9:05 pm

      Higiene.

      É por essas e outras que eu mal toco em dinheiro.

  2. Flavio Moreira

    14 de maio de 2014 8:46 pm

    OK, mas e quando não há como

    OK, mas e quando não há como lavar as mãos após manusear o dinheiro? Que é quase 100% do tempo…

    1. Marly

      14 de maio de 2014 9:37 pm

      Álcool gel!


      Desde a época da gripe “A”, quando indicaram que deveríamos lavar as mãos com frequência, e usar o álcool  gel, não vivo sem ele. Compro o da Protex. Embalagem pequena e vive na bolsa.  Cabe até com facilidade no bolso das calças masculinas. 

  3. marcio gaúcho

    14 de maio de 2014 9:01 pm

    A MASTERCARD PAGOU ESSA PESQUISA?

    Se manipular dinheiro matasse, não haveriam banqueiros e nem bancários vivos. O que a Mastercard quer, em sintonia com o mercado financeiro, é popularizar o uso dos cartões para compras. Só isso. Puro interesse!

    1. Francy Lisboa

      14 de maio de 2014 9:35 pm

      Santidade, perceba que

      Santidade, perceba que cartoes também carregam milhares de bactérias. O negócio é largar a paranóia, pois é IMPOSSIVEL nao termos contatos. Relae e relaxem minha gente.

  4. Marly

    14 de maio de 2014 9:06 pm

    Está rindo Chico?

    Não são somente as cédulas de dinheiro. No carrinho de super mercado também são encontradas bactérias das mais variadas que possamos imaginar.

  5. J.Meirelhes

    14 de maio de 2014 9:07 pm

    Então está explicada a razão

    Então está explicada a razão pela qual  alguns candidatos a presidente no Brasil estão querendo afastar os pobres do dinheiro: é para cuidar da saúde deles, não deixando que entrem em contato com milhares de bactérias! Agora eu entendi.

    1. Marcos RTI

      14 de maio de 2014 10:04 pm

      Fiquei agora curioso em saber

      Fiquei agora curioso em saber se certos candidatos também desinfetam as mãos com álcool gel após receber dinheiro, ou só quando cumpimentam os seus potenciais eleitores.

      Acho que não. Eles devem ter alegia somete à pobres, pois o dinheiro sujo costumam lavar em seus paraisos fiscais.

      .

  6. Alexandre Weber - Santos -SP

    14 de maio de 2014 10:19 pm

    Imposto inflacionário sem contrapartida

    O Pagmento por meios eletrônicos onerosos, com reversão do numerário para  a empresa particular sem contrapartida é na realidade um custo a mais aos bens e serviços, que precisam remunerar este pagamento. Assim , bens e serviços passam a custar mais, o que reflete no crescente índice de inflação, com o progressivo aumento deste tipo de pagamento.

    Todo e qualquer uso do dinheiro e todo e qualquer lucro obtido neste uso pertence ao povo e não pode ser usado contra ele por empresas que o cooptaram de forma  nebulosa.

    O Brasil não precisa deste imposto inflacionário, cobrado contra todos os brasileiros que se utilizam dos pagamentos eletrônicos e que só beneficia as empresas particulares detentoras do monopólio de seu uso, sem qualquer contrapartida para o povo e a nação, verdadeiro confisco do dinheiro do povo.

  7. Luiz Gonzaga da Silva

    14 de maio de 2014 10:41 pm

    “Uma única cédula de dinheiro

    “Uma única cédula de dinheiro contém aproximadamente 26 mil bactérias potencialmente prejudiciais à saúde humana…”

    Que horror! Os Marinhos & Civitas devem estar em pânico.

    A Forbes acaba de divulgar que os herdeiros Marinho & Civita são donos, respectivamente, de  $ 28.9 bilhões e  $3.3 bilhões. Tentei calcular o número de bactérias, mas minha calculadora pifou. Não suportou a quantidade de zeros.

    Como é sabido por todos, a Globo sonegou bilhões a receita federal brasileira, aí fica a dúvida. Por que gente tão estribada na grana deixa de pagar impostos que vão fazer falta na saúde e educação do povo? Pensei em três hipóteses:

    1ª) Os Marinhos pensaram na própria saúde. Como o dinheiro estava num paraíso fiscal, corriam menos ou nenhum risco.

    2ª)Os Marinhos pensaram na saúde dos funcionários da receita e do governo em geral. Menos manuseio de dinheiro, menos bactérias.

    3ª) Esta é a mais plausível. Eles devem ter colocado o dinheiro sonegado numa estufa para  que os micro organismos se reproduzam e aumentem seu poder letal. Os responsáveis pelo Lab( merval, sardemberg, jabor, waack, leitão, garcia…) fazem medições diárias esperando o grande dia. O dia em que pagarão com juros(mais bactérias) ao governo.

    Nesse dia contatarão alguma ex-secretária da Receita e pedirão que, sorrateiramente,  adentre o palácio do Planalto sem que ninguem perceba, invisível até das câmeras de segurança. Aí com o dinheiro contaminado acondicionado em envelope de papel pardo conseguido com um reporter da revista Veja, deixará a muamba em alguma gaveta num gabinete bem próximo da presidência.

    Bem,dá para se imaginar o desfecho. Algum assessor próximo abre o envelope e não sobra um ser vivo na parada. No outro dia, Época, Veja, FSP, OESP repercutem a notícia:

    ” Dinheiro desviado da Petrobrás por petistas do ‘Volta Lula’ contamina e dizima comando dilmista”

     

    http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/139820/M%C3%ADdia-concentrada-d%C3%A1-aos-Marinho-US$-281-bilh%C3%B5es.htm

  8. Maria Fulô

    14 de maio de 2014 10:47 pm

    Imagine então os grandes

    Imagine então os grandes Capitalistas… a quantidade de bactérias e virus que carregam. 

  9. Fabio Passos

    14 de maio de 2014 11:15 pm

    Só não é mais imundo do que o PiG!

    26 mil bactérias não é nada… e os nossos jornais e revistas do PiG que transbordam coliformes fecais!

     

    Seja higiênico: Atire o PiG no lixo!

  10. jc.pompeu

    15 de maio de 2014 12:57 am

    imagina então a pandemia de superbactérias

    imagina então a pandemia de superbactérias que é o dinheiro sujo da corrupção…

    meu deus! começo a transacionar dinheiro vivo somente com luvas antigermes.

    isto é pesquisa terrorista encomendada fraudada pelo truste visa não tem preço

    para sumiço com a moeda física / dinheiro vivo e com todos os BCs do planeta.

  11. edmorc

    15 de maio de 2014 1:19 am

    Enviesada

    Pode parar, Mastercard. Pesquisa encomendada para propagandear uso do dinheiro de plástico. As operadoras de cartão de crédito têm somente uma contribuição a fazer para os consumidores brasileiros. Reduzir seus ganhos e parar de cobrar juros escorchantes. O resto é blá-blá-blá para se locupletarem.

  12. PauloBR

    15 de maio de 2014 1:49 am

    Falando em bactérias…

    Curioso como as pessoas se revoltam, esbravejam, maldizem os impostos, mas não se dão conta de que as administradoras de cartões – de crédito, de débito, vale-alimentação – ganham algo entre 5% e 7% EM CADA TRANSAÇÅO EFETUADA com cartão. Claro, isso não deve elevar o preço de nada, né? 

    Aliás, para quem acredita no Joaquim Barbosa e quejandos, Visanet é empresa pública. Logo, para eles, tarifas e anuidades de cartão são um tipo de imposto…  Nem assim…

    1. Dulce (Madame X)

      15 de maio de 2014 1:17 pm

      Seu comentário foi ótimo,

      Seu comentário foi ótimo, Paulo 🙂 Garantem “o deles nas transações 5% a 7%, e o preço não deve aumentar.”

      NUNCA DEIXO DE PECHINCHAR…e canso de pagar 10% a MENOS no shopping, com pagamento em ESPÉCIE. O que signinifica um desconto, oferecido pelo logista, de 3% a 5%, o resto SÃO TARIFAS DOS CC,  E AINDA É UM BOM NEGÓCIO. Tem gordurinha prá queimar…lá isso tem. Principalmente no que NÃO É de primeira necessidade. 😉 

      Abs.

       

       

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